Sempre gostei de ser passivo e submisso. Adoro ser usado e abusado por um Macho Dominador. Este conto reflete muito de meus desejos e fantasias.
Sou filho �nico e durante muito tempo morei com meus pais no mesmo pr�dio - esses com v�rios apartamentos por andar, tipo bloc�o. Eu tinha 19 anos, estava na faculdade e ainda morando com meus pais. Tinha tido algumas experiencias homo na adolesc�ncia com meu primo, mas nada de mais, tipo um batando punheta pro outro, ou tirar sarro na bunda do outro mas sem penetrar...enfim, at� ent�o eu nunca tinha dado a bunda e chupado um kct. Durante todo tempo q morei nesse pr�dio, eu e meus pais eramos vizinhos d porta d frente do Sr Waldemar - um coroa vi�vo, com cara de pouco amigos, careca, moreno jambo, peludo, sempre com barba por fazer, cerca de 185cm de altura, bem gordo com um barrig�o d cerveja e, ali�s, ele sempre estava semi-embrigado (xeirando a cerveja) e fumando cigarros. O Sr Waldemar nunca se ensinou p durante todos meus 19anos sendo seu vizinho, apesar de sempre estar d olha na minha rotina e as namoradas que eu trazia em casa, pois ficava sempre em casa e qdo eu tinha 19anos, ele tinha 58anos. Bom, deixa eu me descrever: tenho 1,76m, 90kg (tipo parrudinho, meio malhado), cabelos negros e olhos castanhos, coxas bem grossas, alguns pelos no corpo, bunda bem carnuda e um piru de 15cm.
Bom, minha vida mudou extremamente ap�s o Sr Waldemar resolver mais do que observar... como falei aos 19anos estava na faculdade e meus pais se aposentaram e resolveram ir morar no litoral e deixa o apto comigo enqto fazia faculdade. Assim, q meus pais se mudarm comecei aproveitar minha liberdade: fazia festas no apto direto e trazia garotas l�, etc... passado uns meses, n�o sei porque comecei a me lembrar de minhas "bricadeiras" com meu primo na inf�ncia e minhas fantasias come�aram a se desenvolver comigo pensando em ser passivo e tudo mais...
At� que um dia, tomei coragem e entrei num chat decedido que naquela noite iria dar meu rabo... achei um cara de 30anos, q se dizia casado e q tinha experiencia em disvirginar viadinhos... pensei: casado, deve ser discreto, ent�o, d� p trazer aki em casa. Fiz a proposta para o cara e ele me disse q tiraria meu caba�o com uma condi��o: eu teria q vestir umas lingeries q ele havia dado pra sua mulher, porem ela mto conservadora n�o aceito.... adorei a id�ia e combinamos.
Me encontrei com Renato perto de casa, conversamos e decidi leva-lo pro apto. Foi tudo mto legal: ele me descaba�ou legal comigo vestido de cinta-liga e tudo mais, entrei no personagem e incorporei a mulherzinha e at� bebi o leitinho dele. Transamos no quarto q era dos meus pais, que eu tinha adotado como depois q ele se mudaram.
No outro dia, era s�bado, eu n�o tinha faculdade e acordei tarde (n�o me sentia at� arrependido to q tinha feito)...qdo passei da sala p cozinha vi um envelope deixado no ch�o. Abri e dentro tinha um dvd e um bilhete: "Assista e venha at� as 13hs no apto da frente, se n�o quiser que este dvd chegue aos seus pais e amigos e namoradas". O dvd era uma compila��o de todas as farras q fiz no apto desde que meus pais se mudaram, mas a transa do dia anterior com o Renato. Me pavorei qdo e vi e olhei pro rel�gio e faltava tr�s minutos pras 13hs....corri at� a porta da frente (o apto do Sr Waldemar) e na porta tinha um aviso escrito "entre bixinha do 405 (meu apto) que a porta est� aberta", me apovorei pensando q alguem mais tinha visto o bilete e entrei indignado tirando satisfa��o com o Sr W., qdo ele se levantou da cadeira e berrou dando um bofete na minha cara: "Cala boca sua bixa antes q ti espulse daqui e mandi esse dvd pra todo mundo q conhece", eu gelei e fiquei quieto. Sr W santou calmamente na poltrona e disse pra me ajoelhar na frente dele e perguntou: "vc quer mesmo q a exist�ncia desse dvd fique somente entre n�s dois, ent�o me escute q tenho uma proposta...". Estava mudo e quase chorando de medo e o Sr W. come�ou a explicar: "a sua performance d ontem foi gravada com c�mera escodidas q coloquei no seu apto qdo estava na faculdade e ap�s seus pais sairem daqui, n�o vou dizer onde elas est�o e vc est� proibido de tira-las pq vc sabe q fico em casa o tempo todo e vou controlar vc lhe vigiando. Bom sua transa d ontem me convenceu que �s uma bixinha daquelas mais biscate..." tentei argumentar, mas qdo tentei falar, o Sr W deferiu mais uma bofetada dizendo q se falasse novamente sem a sua autoriza��o, iria me expulsar aos pontas p�s e divulgar o dvd. Fiquei quieto e ele continuo: "Bom, como ia dizendo, vc � uma bixa sem vergonha e eu penso q Machos como eu tem todo direito de explorar bixas como vc, portanto, vamos fazer um acordo. De agora em diante durante a semana vc s� vai da faculdade pra casa sempre sozinho, ir� estudar por 2 horas todos os dias e dormir sozinho no apto. Aos findi ser� minha vadia, eu irei lhe castigar, humilhar, lhe usar sexualmente e ainda vais limpar minha casa; em troca eu n�o digo o o dvd. Agora, vc diz sim ou n�o, n�o qro saber d nada apenas se aceita o acordo ou n�o". Apovarado e com ele gritando dizendo pra responder, falei alto q sim, ele novamente defere um bofete no meu rosto e dizendo: repita com voz d�cil "Sim Sr W. serei sua vadia com mto orgulho e lhe agrede�o por isso". Lagrimejando e chorando eu repito.
Sr. W era meu Macho Dono ent�o, me transformou numa vadia: fomos ao meu apto e o Sr. W retirou todas minhas cuecas trocando por cal�inhas, confiscou talheres e pratos, substituindo por uma tigel canina onde faria minha refei��es no ch�o, ordenou q em casa eu ficasse sempre apenas de cal�inha (ele saberia por causa das cameras) e somente dormisse no ch�o, meu chuveiro el�trico tb foi confiscado, televisor e cds, ficou um cd player com um cd de funk onde todos os dias eu dan�aria como vadia no meu quarto antes d ir dormir. Portanto, o Sr W tinha completo controle sobre minha rotina e extranhamente eu come�a a gostar. Naquele dia mesmo, o Sr W. me depilou todo e disse q manter meu corpo liso me depilando as 4ferias d cada semana num sal�o d beleza. Meus finais d semana come�aram a ent�o ser dedicados ao Sr W sofrendo todo tipo d humilha��es - engolindo seu mijo, cuspe, porra e inclusive tendo meu rosto sendo utilizado de papel higienico, al�m, de lamber seus p�s, axilas e corpo sempre suados e fedendo a cerveja e cigarro, volta e meia chupava seu kct com queijinho. O Sr W era bem dotado 21cm extremamente grosso q sempre me enrabava sem ky apenas usando como lubrificante manteiga, sempre sentia dor ao ser enrabado e o Sr W n�o ligava, mto pelo contr�rio ria do meu sofrimento, me estapeava e fudia mais forte, cuspia na minha cara e me xingava e dizia q nunca mais iria usar meu pinto rid�culo q ele mantia amarrado p pedir minha ere��o e aos poucos fui apredendo gozar como uma vadia como o Sr W dizia: d pinto mole e sofrendo na vara do Macho. Sr W aplicava surras constante na minha bunda de chinelo, cinto eou chibata, sempre comgo agrade�ando a cada golpe na minha bunda, tb o Sr W adorava pegar suas meias ou cuecas sujas mija-las e surrar minha cara com ela ainda enxarcadas na sua urina. Outras forma q o Sr W me castigava era derramar cera de velas em mim especialmente no meu piru inutil como dizia, colocando predendores no meus mamilos ou narina para dificultar minha respira��o enqto o mamava, ajoelhar no milho durante horas, ou ainda colocar plug anais lubrificados com gelol no meu rabo e mandar eu dar v�rias voltas de 4 no seu apto, apagava seus cigarros na minha bunda ou lingua (alias o Sr W volta e meia gozava em um cinzeiro cheio de cinzas e mandava eu engolir rindo). Nos servi�os dom�sticos o Sr W me explorava: todos os servi�os na casa eu fazia com um aventalzinho de empregada e um plug na bunda q deixa um pompom de rabo de coelho pra fora. Eu lava lou�a, lavava suas roupas a m�o no tanque, passava, limpava d 4 o ch�o mtas vezes com minha camiseta, engraxava seus sapatos, lhe servia comida e cerveja, arrumava a cama, limpava o banheiro sendo q a latrina com minha lingua, lavava e encerava seu carro, buscava e as vezes comprava com meu dinheiro comida, cigarros e bebidas pra ele - tudo isso com o Sr W me xingando, me punindo por erros na faxina ou me sacaneando p ex mijando no ch�o recem limpo.
Aos poucos o Sr W foi aprofundando seu controle sobre mim: as faxinas tb passaram a ser feitas em dias da semana (pra isso o Sr W me ordenou fazer poucas cadeiras na faculdade para demorar mais ainda no meu curso), al�m de me depilar o Sr W come�ou a mandar a fazer brozeamento artificial com marquinha d bikine, deixar meu cabelo crescer, furar orelhas umbigo e lingua, fazer aulas d dan�a d ax� p adquirer trejeitos, fazer a sobrancelha at� o ponto q ficou evidente q era uma vadia, a consequencia: tive q sair da faculdade, meus pais me expulsaram de casa e tive q morar numa casinha d cachorro na area d servi�o do apto do Sr W. Nessa condi��es, o Sr W. me marcou com ferro quente um W na minha n�dega esquera mandou tatura abaixo do meu umbigo "sem serventia" com uma ceta apontada pro meu piru, no lado esquerdo do peito "I Love e o desenho de um kct" e na minha nuca "vadia". Agora tinha q paar pra servir o Sr W me prostituindo pros seus amigos e em cines pornos, mtas vezes comia apenas os restos do Sr W...
Esse � um conto extremo, mas muitas coisas gostaria q uma Macho fizesse comigo: se vc � um Macho de Porto Alegre que tem desejos como o Sr W, me mande um e-mail ursinhosubmissors @ yahoo. com. br