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MINHA MADRASTA - PARTE II





Conforme eu disse no conto anterior, este fato ocorreu em 1984. Eu, D�bora, ruiva natural, 1,65m, 55 kg, olhos castanhos claros, cabelos vermelhos, seios pequenos, bunda normal, tinha ent�o 19 anos. Era uma guria fisicamente normal, o que mais se notava em mim era um rosto muito bonito. Landa, minha madrasta, tinha 37 anos. Era uma mulher quase m�scula, bonita apesar do nariz e da boca um pouco grandes, seus l�bios grossos (talvez um pouco demais), mas o conjunto n�o era feio. Era uma loira descendente de alem�es, de cabelo liso à altura dos ombros, olhos azuis, 1,75m, uns 80 kg, m�os grandes e fortes, seios fartos, quadris largos, coxas grossas e uma bunda bem avantajada. A t�pica colona. Seus pentelhos eram abundantes e espessos, castanhos claros bem clarinhos, quase loiros. Eram aparados, mas n�o raspados, se estendiam at� as virilhas e faziam o contorno de seu cuzinho. As coxas grossas tinham uma fina penugem de pelos loiros que nem se podia notar. As pernas delas eram lindas com panturrilhas bem torneadas. Suas costas largas, quase viris, e suas cadeiras igualmente largas faziam um conjunto maravilhoso com uma bunda saliente e carnuda.

Logo que gozei ela beijou-me a boca com carinho e disse:

- “Descansa um pouco, depois vais me fazer gozar.”

Deitou-se ao meu lado, deu um suspiro e ficou em sil�ncio. Minutos depois levantou-se dizendo que ia ao banheiro tomar um banho, pois havia trabalhado o dia todo na mercearia e estava suada e fedida. Mandou-me para o quarto esper�-la.

Uma meia hora ap�s ela retornou vestida num roup�o. Parou ao lado da cama, tirou o roup�o e deitou-se. Disse-me que sabia que eu era muito assanhada, mas que nunca havia imaginado que aquilo pudesse acontecer entre n�s. Que ela nunca tivera atra��o por mulheres e que n�o sabia que eu tinha. Que no dia anterior, ao me ver no banheiro masturbando-me, cheirando e lambendo as calcinhas sujas dela, teve vontade de me agarrar ali mesmo. Respondi-lhe que eu tamb�m n�o tinha atra��o por mulheres, nunca tivera. Mas que senti tes�o no dia em que ela me bateu e que somente a� passei a v�-la como mulher. Que foi uma surpresa para mim sentir tanto tes�o por ela. Contei-lhe que a partir daquele dia eu havia passado a espion�-la e quase persegui-la. Por isso eu entrava no banheiro sempre que ela saia do banho. Que eu ficava louca cheirando e lambendo suas calcinhas. Que eu adorava aquele cheiro forte da boceta dela misturado com cheiro do seu mijo. Ela respondeu dizendo que eu era igual ao meu pai. Disse-me que quase sempre tomava banho no final do dia, mas que quando meu pai estava em casa, muitas vezes ele n�o permitia isso, fazendo-a ir para a cama sem banho. Que ele n�o permitia que ela usasse desodorante e nem raspasse os pelos dos sovacos. Que gostava de sentir seu cheiro de suor.

Enquanto convers�vamos nos acarici�vamos mutuamente. Ela passava a m�o pelo meu corpo, dando mais aten��o aos meus seios pequenos e minha boceta depilada. Eu, de minha parte, acariciava seus seios enormes e sua boceta cabeluda. De vez em quando troc�vamos alguns beijos. Aquilo estava me acendendo.

Contei-lhe ent�o que muitas e muitas vezes eu havia visto ela se masturbar, que havia encontrado no seu roupeiro dois vibradores, mas que n�o tinha visto ela us�-los ainda. Perguntei-lhe se ela conseguia usar o vibrador preto, que ele era enorme. Se ela sentia prazer com ele. Ela ent�o levantou-se e dirigiu-se ao roupeiro. V�-la assim, de costas para mim, nua, me excitava muito. Ela ent�o virou-se e levantou os bra�os dizendo “U l�-l�!”, mostrando-me os dois vibradores.

O preto era realmente enorme, media 25 x 7, o outro tinha o tamanho de um pau normal, 19 x 4.

Ela fez uma cara sacana e me perguntou se eu gostaria de us�-los nela. Claro que sim, foi minha resposta.

Ela jogou os vibradores ao meu lado, e veio engatinhando sobre a cama. Come�ou lambendo e beijando meus p�s. Chupava meus dedos e passava a l�ngua entre eles. Quando chegou na minha boceta ela cheirava, gemia e dizia: Agora ta com cheiro de boceja! Que Del�cia! -“Aquilo me deixava louca.” Eu s� conseguia gemer e balbuciar: “Que coisa boa! N�o p�ra!” - Ela esticou os bra�os e apertou fortemente os bicos dos meus seios. Deu uma dor aguda, mas senti mais tes�o ainda. Quando comecei a rebolar como mais rapidez ela abandonou minha boceta e passou a sugar meus seios. Lambia, sugava e mordiscava meus bicos, provocando dor e tes�o. Enquanto fazia isso, com a m�o direita ela fazia uma siririca no meu grelo. Ent�o virou-se e colocou-se sobre mim, ficando com sua boceta e seu cuzinho cabeludos sobre meu rosto, enquanto enterrava sua cabe�a nas minhas coxas. Ela me chupava e enfiava os dedos na minha boceta. Logo senti seu dedo for�ando a entrada do meu cuzinho. Podia senti-la colocar os dedo na boca e tornar a for�ar no meu cu. N�o demorou e o senti entrar. Comecei a sentir os movimentos de vai-e-vem do seu dedo. Eu apertava a musculatura, n�o conseguia relaxar. Ao mesmo tempo que sentia prazer, sentia como se fosse me borrar toda. Ela n�o me dava tr�gua, chupava e lambia com uma voracidade como ningu�m jamais tinha feito. Ela saiu de cima de mim e sem nenhum cuidado pegou-me pelos quadris fazendo com que me virasse, ficando de bunda pra cima. Mandou ent�o que eu ficasse de quatro. Abriu minhas n�degas e cuspiu no meu cu. Come�ou ent�o a for�ar a entrada de dois dedos. Do�a e eu tentava fugir. Ela ent�o me batia com for�a na bunda mandando que eu ficasse quieta. Senti os dois dedos seus entrarem. Pareciam estarem me rasgando toda. Eu gemia e gritava: -“P�ra! P�ra! Ta doendo! Tais me rasgando merda!” Ela parecia n�o ouvir. Quanto mais eu gritava mais ela me batia e enfiava. Quando terminou de enfiar os dedos ficou parada e, com a outra m�o passou a bulir no meu clit�ris. Imediatamente comecei a relaxar a musculatura do anus e mexer de prazer. A medida em que eu mexia os quadris, num vai-e-vem cadenciado, ela mexia com os dedos enfiados no meu cuzinho, tirando e botando. Comecei a sentir um prazer imenso. Ela mexia, mordia minhas n�degas e me xingava. – “Tu gosta n� vadia!!! T�o novinha e j� �s uma putona! Vai cadelinha, rebola pra mim.” Aquilo estava me deixando louca. Eu quase gozando dizia: “Isso!! Vai! Enfia mais, me rasga toda.” Ent�o ela tirou os dedos do meu cu e disse: “Sua puta! Sujastes meus dedos de merda! Cadela, porca.” Fiquei com vergonha, mas n�o tive tempo de falar. Ela deu-me um tapa forte na bunda dizendo: -“Vais me pagar! Vou te enfiar 3 dedos nesse cu cagado sua vaca.” Senti novamente a press�o na entrada do meu cu. Parecia que ele ia se rasgar todos. Senti minhas pregas se abrirem ao m�ximo. Ela jogou o corpo por sobre o meu com 3 dedos da m�o direita totalmente enterrados no meu rabo, sua m�o esquerda massageava meu grelo e sua boca mordia e lambia minhas costas. A dor virou prazer e eu j� n�o me importava se estava sujando ou n�o seus dedos. Cada vez que ela puxava os dedos de dentro do meu cu, quase os tirando de l�, parecia que eu ia me cagar toda. Mas ao mesmo tempo sentia um prazer desconhecido. Sentia meu gozo chegar. Eu chorava e gritava: -“Isso meu macho, me arrebenta toda! Soca tudo porcalhona!”

Eu estava quase gozando quando ela parou e disse: Agora � minha vez – Ent�o tirou os dedos de dentro de mim lentamente e eu deitei o corpo na cama. Ela mandou que eu me virasse dizendo: -“Olha o que tu fez vadia! Me sujaste os dedos de merda sua porca, imunda!” – Levantou e saiu. Ouvi ent�o o barulho da �gua escorrendo na pia.

Voltou logo em seguida, ajoelhou-se sobre meu rosto e come�ou a esfregar a boceta e a bunda na minha cara dizendo: - “Sente o meu cheiro e o meu gosto sua puta. Me lambe vai. Ai que del�cia minha porquinha, um dia vou mijar na tua cara.” Eu tentava lamber mas ela n�o parava, esfregava com for�a sua boceta e seu cu cabelos no meu rosto. Ent�o segurei-a pelas cadeiras e fiz com que ela parasse. Com os polegares abri seus l�bios vaginais. Seus l�bios internos eram escuros, seu grelo saliente, e aquela boceta estava completamente molhada. Ent�o comecei a lamber aquele grelo, de vez em quando enfiava a l�ngua o mais fundo que podia. Ela ent�o come�ou a gemer mais algo. – “Aiiiii que l�ngua gostosa putinha! Isso minha cadelinha, lambe gostoso assim.” – Quando comecei a sugar seu grelo ela gritou forte. – “Assiiimmm ! Chupa minha bezerra, mama com for�a! Aiii!! P�ra! P�ra! Lambe o meu cu.” Ela saiu de cima de mim e ficou de quatro, com aquele rab�o virado pra mim. Abri-lhe as n�degas e pude ver aquele cuzinho cabeludo. Eu lambia e enfiava a l�ngua nele. Ela gemia, quase chorando dizendo: -“Vais acabar comigo ordin�ria! Vais me matar de prazer sua puta! Como tu � boa de l�ngua!” Ent�o fiz o que ela havia feito em mim. Molhei dois dedos na sua boceta e os enterrei com vontade naquele cu, o mais fundo que pude. Ela gritava: - “Aiii vais me rasgar filha-da-puta! Vai devagar ordin�ria!” Eu retruquei: -“Aguenta relaxada, fedida, porca. Esse teu cu j� � arrombado, n�o faz fiasco.” Continuei socando com toda a for�a que eu podia. Quando cansei mandei que ela virasse. Com as pernas dela arreganhadas comecei a mamar o seu grelo. Parecia que ela ia se derreter de tanto que a puta se melava. Ent�o ela gritou: -“Me enfia o negr�o!” Peguei ent�o aquele cacete preto, cuspi bastante nele e o lubrifiquei. No �ntimo eu duvidava que aquilo entrasse nela. Encostei aquela cabe�orra na sua boceta e comecei a empurrar. Foi maravilhoso ver sua boceta abrindo e recebendo aquela coisa enorme, eram 25 x 7. Lentamente eu enfiei tudo. Eu mal respirava, concentrada naquela penetra��o e ouvindo seus gemidos baixinhos. Comecei um entra e sai bem devagar, mas aos poucos fui aumentando o ritmo, enfiando cada vez com mais for�a. Ela perdeu o controle e come�ou, literalmente a chorar, enquanto gritava: “Me arromba, me rasga meu macho! Rasga a tua puta toda! Vai! Faz mais! Com for�a cadela!” At� que alguns minutos depois ela gritou para que eu parasse. Mandou que eu montasse sobre seu rosto e come�ou a me lamber e chupar meu grelo. Em determinado momento pegou o vibrador pequeno e, com a m�o esquerda enterrou-o na minha boceta, passando ent�o a chupar meu grelo e me foder com o vibrador. Ainda com aquele vibradorz�o enterrado at� o fundo em sua boceta, ela, com a m�o direita, masturbava seu grelo loucamente. Aos berros cheguei ao gozo, parecia que ia me mijar toda de t�o forte que eram minha contra��es, e ela parecia estar convulsionando. Quando voltei a mim pude ouvi-la dizer: -“Puta-que-pariu! Que foda! Que gozada!”

Desabei ao lado dela e ficamos em sil�ncio, curtindo os corpos relaxarem gostosamente.

Depois disso, at� mar�o do ano seguinte trep�vamos quase todos os dias, quando ent�o fui cursar a faculdade de odonto em Porto Alegre. Depois disso s� conseguimos trepar nas minhas f�rias em julho. Quando voltei para as f�rias de final de ano meu pai j� havia abandonado a profiss�o de caminhoneiro e a ajudava na mercearia.

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