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TRANSA EM FAM�LIA

Minha hist�ria se passou quando eu tinha 19 anos(hoje-

1,85m, 75kg, moreno claro,corpo malhado, pinto com

19x6,5cm na �poca- 1,70m 60kg, pinto 12x 4,9cm )minha

prima(Carol) q tinha 16.

Ela era muito gostosa, morena clara, olhos azuis,

coxas bem torneadas, um par de peitos m�dios durinhos e

com uns mamilos rosados, sua bunda era uma maravilha no

tamanho certo, estilo D�bora Secco.

Nas f�rias de fim de ano de 97, ela veio passar a

f�rias em minha casa, no come�o fiquei s� a espiar ela

trocando de roupa para mais tarde tocar um a bela de uma

punheta. Fiquei nisso por uns tr�s dias, at� q veio à

id�ia d come�ar a pegar suas calcinhas para sentir o

cheiro de sua bucetinha, n�o sabia se aguentaria at� o

final das ferias. Como ela dormia no quarto da minha irm�

( Alessandra, moreninha, 19 anos e muito gostosinha)

sempre inventava uma desculpa para entra no quarto de

repente para "pegar um CD", mas o q eu queria mesmo era

pegar Carol se trocando. um dia entrei de repente e

peguei ela s� de calcinha e sutien, quase cai duro quando

vi aquilo, olhei diretamente para o meio de suas pernas

pude ver os l�bios de suas bucetinha em contraste naquela

calcinha min�scula. Peguei um CD qualquer, pra disfar�ar,

pois a Alessandra j� estava me olhando meio estranho, sai

do quarto, corri para o banheiro e bati a melhor punheta

da minha vida, nunca esporrei tanto, me lambuzei todo e a

parede tamb�m. Voltei para meu quarto fiquei pensando

tanto naquilo q tive q bater outra caprichada.

No meio d� noite acordei com a luz da cozinha acesa e

a tv ligada.

Fui lentamente ver quem era, quando cheguei na cozinha

(para chegar na sala tinha q passar pela cozinha) vi

minha irm� apagar a luz da cozinha e sair para sala com

algo na m�o. Fui devagar ver o que ela tinha pego, fiquei

escondido e espiando o que estava acontecendo. Vi que a

Carol e a Ale estavam sentadas no ch�o na frente do sof�

vendo um filme porn�.

A curiosidade era tanta que tive que me aproximar, na

sala havia a mesa de jantar que ficava meio do lado do

sof�, me enfie debaixo da mesa e pude ver as duas s� de

calcinha se masturbando.

Vendo aquilo n�o aguentei e comecei uma punheta

fren�tica.

Era muito excitante aquela cena fiquei batendo uma

punheta alucinadamente por uns dez minutos at� que n�o

aguentei e gozei. Jorrei meu primeiro jato de porra no

carpete, os outros jatos sa�ram mais fracos e lambuzaram

minha m�o.

Aquilo tinha me excitado tanto que fiquei ali vendo

ainda as duas, at� que vi que elas haviam tirado as

calcinhas me mexi para tentar ver melhor quando sem

querer bati na cadeira e elas escutaram e vieram ver o

que estava acontecendo, assustadas a me verem minha prima

pediu se eu estava h� muito tempo ali, ent�o falei estava

desde quando a Al� tinha ido na cozinha.

Elas me olharam estranhamente e cochicharam algo

baixinho, e ent�o minha irm� disse:- quer assistir ao

filme conosco, voc� j� come�ou a ver mesmo, s� n�o conta

para os nossos pais. Claro que eu concordei.

Fomos assistir ent�o o filme, elas ficaram sem

calcinha pois eu j� tinha visto elas agora pouco sem.

Carol falou que tinha que ficar sem cueca j� que elas

tinham ficado sem calcinha, assim todos ficariam iguais

fiquei vermelho e n�o queria tirar at� que as duas

puxaram minha cueca para baixo e a tiraram.

Fiquei com a m�o emcima do meu pinto, com o desenrolar

do filme fui notando que a Al� alisava sua bucetinha e a

Carol enfiava levemente seu dedo na sua raxinha.

Comecei a ficar excitado, meu pinto come�ou a crescer

e a cabecinha come�ou a sair de baixo da minha m�o, Carol

notou e quando estava distra�do ela tirou minha m�o de

cima de meu pinto mostrando ele totalmente ereto e

pulsando de tanto tes�o.

Vendo aquilo ela disse: - Olha s�, o rapazinho t�

excitado com tudo isso. Fiquei vermelho na hora. Al�

ent�o disse: - fica tranquilo maninho, pode tocar a sua

punhetinha n�s n�o contaremos nada para ningu�m vai ser o

nosso segredinho, e alem do mais eu j� to cansada de

entrar no seu quarto e ver voc� disfar�ar que n�o estava

fazendo nada, mas tava vermelho como um piment�o e

suando, vai fundo toca sua punheta. Comecei a tocar

timidamente mas em pouco tempo j� estava batendo na maior

tranquilidade pois as duas tamb�m j� estavam enfiando o

dedo em suas bucetinha.

Comecei a ficar mais excitado e a me esfregar nas

duas, at� que sem mais nem menos pedi se podia ver suas

bucetinha pois sempre tinha curiosidade de ver como �

uma, elas sorriram e falaram que eu podia comecei a olhar

at� que Carol disse: - Se quiser pode tocar! Eu que tava

louco para fazer isso toquei sem pensar e comecei a

alisar seus grandes e pequenos l�bios. Comecei a perceber

que ela soltava leves gemidos, de repente ela pegou minha

m�o e falou para minha alisar outra coisa, era seu

clit�ris, ai foi uma loucura ela come�ou a se contorcer

toda . Al� j� louca com tudo isso pediu para alisar ela

tamb�m, eu que n�o sou bobo alisei.

Ambas come�aram a gemer baixinho (por causa dos meus

pais) e freneticamente, at� que percebi que ambas

relaxaram.

Pedi o que havia acontecido, as duas deram uma

risadinha e Carol disse que agora era minha vez.

Empurraram-me pro ch�o e come�aram a me punhetar e a me

chupar, fiquei loco com isso. Quando estava quase gozando

elas pararam e minha prima disse para mim botar meu

pintinho na sua bucetinha, fiquei parado sem saber o que

fazer at� que a Al� pegou meu pinto puxo com for�a e

enfiou na buceta da Carol e a me empurrar contra

ela.

Comecei a sentir aquele buraco quentinho e �mido

envolver meu pinto, de tanto tes�o comecei um vai e vem

igual tinha visto no filme. Al� sentou com a sua buceta

na cara de Carol, foi uma loucura ver ela chupar minha

irm� .

Ficamos nisso por uns 8 minutos, ent�o minha irm� me

empurrou para tr�s e disse para Carol ficar de quatro, ao

se virar minha irm� come�ou lamber seu cuzinho e enfiar

um dedinho nele e ficou nisso por uns 5 minutos para n�o

perder o pique fiquei batendo um a punhetinha com calma.

De repente a Al� me chamo, eu levanto, ela pega no

pinto e puxa pra dentro do cuzinho da Carol. Apesar de

meu pau n�o ser muito grosso naquela �poca era mais

grosso que o dedo da Al�, isso fez com que o cuzinho da

Carol alargasse mais, Carol come�a a gemer novamente, eu

fui empurrando lentamente, pois o cuzinho era apertado e

do�a um pouco, a Carol tamb�m sentia um pouco de dor mas

n�o era tanta pois a Al� j� tinha alargado seu cuzinho um

pouco e a acostumada.

Depois que estoquei umas duas vezes acostumei e

comecei a enterrar freneticamente, minha irm� deitou-se

em baixo da Carol e as duas come�aram um 69 alucinado

enquanto eu enterrava no cuzinho da Carol. Aquilo tava

muito gostoso, aquele cuzinho maravilhoso aquela vis�o

das duas, n�o aguentei e depois de uns dez minutos avisei

que ia gozar.

A Al� puxou meu pau para fora do cuzinho da Carol me

punhetou um pouco e apontou meu pau para o cuzinho da

Carol.

Comecei a gozar em jatos fortes e grossos, a Al� em

baixo da Carol s� falava: - Goza vai, goza mais que eu

quero engolir toda essa porra que ta escorrendo do

cuzinho da tua prima.

Quando acabei de gozar tentei colocar meu pau e enfiar

mais um pouco naquele cu gozado mas n�o aguentei e cai no

ch�o descansamos um tempo colocamos nossas roupas tiramos

a fita do v�deo fomos dormir, cai na cama e dormi como

um anjo acordei ao meio dia de tanto cansa�o.

Fazemos isso sempre que temos vontade.

As garotas que estejam com vontade de conversar com

suas historias sexuais e queiram saber como foi minha

transa com minha tia e minha prima mais nova, me

escrevam, tenho foto minha, da minha prima carol e minha

priminha mais nova. Gatas me escrevam:

[email protected]

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