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AMIGOS AMANTES 2, FELIZ ANIVERS�RIO

eia primeiro o conto “Amigos Amantes”, tem v�rios, mas leia o mais recente de minha autoria.

Como vcs j� sabem meu nome eh Ryan e tenho 19 anos.

Este conto ocorreu a partir de outubro de 2006. Tinha 19 anos e Luiz tb. Est�vamos as mil maravilhas, curtindo um ao outro no maior tes�o, pois ap�s aquela transa, levada 2 dias para ser encerrada, Luiz decidiu continuar estudando de manh�, junto comigo. Mas no fundo no fundo faltava alguma coisa, naum sabia o q era, mas faltava. �amos levando a vida, transando quase todo o dia, sempre q desse e tiv�ssemos vontade, e sempre procurando ser o mais discreto o poss�vel, cada vez est�vamos mais pr�ximos, nos arriscando mais com deslizes q poderiam ser fatais. Mas nesse m�s, outubro, Luiz estava mais diferente, mantinha segredos, estava sempre ocupado, ouve uma certa diminui��o nas transas, at� pensei q ele naum me qria mais, fiquei com essa paran�ia at� descobrir q ele fazia isso de prop�sito pra me ati�ar e me deixar com muito tes�o guardado para um dia especial, meu anivers�rio.

Nesse dia, foi tranquilo, naum falei nada pra ningu�m sobre meu anivers�rio, nem pro Luiz, at� pensei q ele havia esquecido, depois da aula, Luiz agiu normal, como se fosse um dia normal, combinamos de nos encontrarmos a tarde, como sempre ocorria, e mais nada. Da�, logo de meio-dia o Luiz me ligou dizendo pra trocarmos de lugar o nosso encontro, ele naum disse pq no momento, mas era pq era um local publico muito movimentado, cheguei no local, naum havia ningu�m, fiquei esperando alguns minutos e o Luiz me ligou novamente, dizendo q naum iria poder vir, pois surgiu um problema de ultima hora, eu fiquei com muita raiva, sa� explodindo, pensei em um monte de coisas q ele poderia estar fazendo, fui direto pra casa, pensando em at� terminar com ele, pois ele estava muito distante ultimamente. Cheguei, abri a porta tudo normal, fui direto pro quarto derrubando tudo, com muita raiva, qdo abri a porta do quarto, estava todo cheio de velas acessas, naum tinha ningu�m, fiquei com medo, e qdo estava saindo, Luiz entrou pela porta e me disse parab�ns, me agarrou e me beijou dizendo:- “Pensou q eu havia esquecido?” e logo pensei q essa tarde seria inesquesivel, o cara foi logo tirando a minha camisa, se esfregava no meu pau, me deixou doidinho, tirou meu cal��o, me deixou s� de cueca, eu j� muito excitado, fui tirando sua camisa, qdo eu ia tirar seu cal��o, ele disse pra mim esperar um pouco, tinha outra surpresa pra mim, eu j� tava doido e naum quis deixar ele ir, mas ele fugiu e voltou com um bolo, pequeno pois era s� pra nos dois, eu naum sabia nem o q dizer, tinha at� 2 velas juntas formando um 16. Lhe beijei, mas ele cortou o beijo, falando q naum antes de cortar o bolo, peguei uma faca e fui cortar ao meio, mas eu percebi q havia uma coisa dentro, abri melhor e vi, era um consolo, sabe aqueles p�nis de borracha, vendo aquilo, olhei pra ele e falei: “-Seu safadinho.”, comemos um peda�o e fomos direto pra cama, o joguei l� e tirei toda a sua roupa, comecei a beija-lo e falei j� q vc qr, o virei de bundinha pra cima e passei o chantily, da torta q sobrou, em suas costas, na sua bundinha e bem no seu cuzinho, comecei a lamber a comer todo aquele chantily, at� chegar no seu cuzinho, ele j� louco de tes�o, comecei a lamber seu cuzinho e a lubrificar bem com saliva, enfiei dois dedos deixando-o qrer mais, peguei o consolo, ainda meio lambuzado de creme, e dei pra ele lamber junto comigo, enquanto nos beij�vamos, tir�vamos o creme dele, depois de limpinho voltei pro cuzinho dele, lambi mais e comecei a enfiar o consolo, q tinha cerca de 19 cm.

Eu tava apertado pra ir no banheiro, mas naum qria estragar o clima, e cochichei no ouvido dele: “-Agora, eu tenho uma surpresa pra ti”, a� ele ficou feliz, comecei a mijar na bundinha dele, com o consolo dentro dele, e se virou e perguntou o q eu estava fazendo, com cara de raiva, eu parei nesse momento e qdo iria pedir desculpas ele falou: “Q desperdi�o, mija aki �, no meu peito, na cara!!!” naum pensei duas vezes, fiz o q ele pediu, mijei o maximo q pude em seu corpo e comecei a me esfregar nele, o beijando e lambendo seu corpo, foi uma delicia.

Depois desse show, continuei onde tinha parado, o consolo, q naquele momento j� estava jogado ao lado da cama, o resgatei do ch�o e logo ap�s Luiz o resgatou de mim, falando q era minha vez agora, naum falei nada, s� me deitei de bundinha pra cima, e ele, como eh de prache, me imitou, sempre com umas inova��es maravilhosas, passou chantily em minhas costas e minha bundinha e come�ou a lamber, j� louco de tes�o ele meteu o consolo no meu cu lubrificado de saliva, com for�a, me fazendo sentir dor, como da nossa primeira transa, eu j� dominado por ele, naum pude resistir,mas logo eu j� tava eh gritando de tes�o. Ele sentado em minhas costas, enfiando o consolo em meu cu e se masturbando, fez quest�o de gozar bem no meu cuzinho, fazendo com q o consolo se encarregasse de enfiar a porra em meu cu. Depois ele pediu pra me virar e come�ou a passar mais chantily em mim, dizendo q adorava chantily, passou no meu queixo, em meus mamilos, no meu umbigo e por fim em quase todo o meu pau, normal eh claro, come�ou me beijando e me lambendo me dando muito tes�o, chegou em meu pau, lambeu todo ele enquanto me masturbava, com todo esse tes�o gozei rapidinho em sua boca, o fazendo engolir ainda mais creme branco.

Depois dessa maravilhosa “transa” ficamos jogados, exaustos, na cama, mas logo ele saiu, foi pro banheiro, ficou trancado l�, por uns 20 min, e eu sempre pedindo o q ele estava fazendo e pra ele sair dali, depois de eu desistir dele, voltei pro quarto, logo ap�s ele saiu, entrou em meu quarto, com creme espalhado por todo seu corpo, no momento, j� com cara de safado, disse: “-Vc gosta mesmo de chantily.” Ele ficou de p� em minha frente, e falou tranquilamente: “-Vai me deixar assim.” Comecei a lambe-lo por traz, lambi tudo, da nuca ao calcanhar, naum deixei nenhum vest�gio, em sua traseira, de creme, lambi seu cuzinho todo branquinho de creme, me deliciei mesmo, o joguei em cima da cama e comecei a lamber a frente agora, o pau dele j� tinha estragado toda a montagem q ele fez de creme em seu pau, de t�o duro q tava, lambi o rosto, e pra naum dizerem q naum compartilho as coisas, empurrei com minha l�ngua creme q estava em volta de seu rosto, e desci novamente, lambendo seus bra�os, peito, ao chegar em seu pau, fiz a volta e continuei descendo, coxas pernas, at� o pezinho, depois disso, voltei para seu pau e o chupei muito, at� ele quase gozar. Antes disso acontecer comecei a beija-lo e levei sua cabe�a em dire��o ao meu pau, ele chupou muito gostoso, como se vc o ultimo pau de sua vida, me deliciei a cada linguada dele em meu pau, eu urrava a cada abocanhada dele em meus ovos, e depois q ele alevantou minhas pernas e come�ou a enfiar seu dedo no meu cu enquanto chupava, eu fui as nuvens, depois ele foi pra cima de mim e come�amos a fazer um 69 e eu retribui o prazer q ele estava me proporcionando, enquanto o chupava deliciosamente abria seu cuzinho e metia meus dedos, ele tb fazia isso, foi um dos melhores 69 q j� fiz. Mas naum acabou por a�, depois desse enorme tes�o, j� q ele j� estava em cima, em virou pra mim e come�ou a sentar em meu pau, cavalgou perfeitamente no cavalinho dele, enquanto deitava sobre mim e me beijava, depois aproveitando o embalo, me levantei da cama, com o meu pau ainda dentro dele, o pegando no colo, o coloquei contra a parede, e comecei a bombar fortemente, sem deixar de beija-lo, ap�s, o peguei novamente e o atirei na cama, de frango assado, comecei a penetra-lo novamente enquanto o masturbava e beijava-o, quase gozando tirei meu pau de dentro dele e comecei a cavalgar nele, rebolava em seu pau deixando-o doidinho, da� ele come�ou a reagir, me pos de 4 e come�ou a bombar muito forte, acho q cheguei a atravessar a gal�xia tendo como combust�vel apenas o tes�o daquela transa, depois eu pedi pra trocar de posi��o e o fiz sentar naquele consolo q estava jogado no ch�o e q fiz quest�o de traze-lo de volta a festa, depois dele sentar, sentei novamente em seu pau pra terminar, pois j� tava ficando tarde e ainda t�nhamos q arrumar tudo, antes de algu�m chegar, naum demorrou muito e ele j� pegou e conduziu minha cabe�a para seu pau para gozar em minha cara, gozou muito, tanto q naum entrou tudo em minha boca, mas ele fez quest�o de lamber toda a sua porra q estava em meu olho, me beijando logo depois. Mas, ainda faltava eu, j� quase gozando tb, o fiz chupar at� gozar em sua boca, deixando ele engolir meu pau inteiro, at� a garganta, e naum ter chance alguma de desperdi�ar porra.

Tomamos banho, arrumamos a casa, q estava uma bagun�a e em cima da hora, quando ele iria embora, minha m�e chegou, tive q rapidamente disfar�ar, enquanto ele fugia pelos fundos, mas ela naum percebeu nada, estava feliz e disse q tinha uma surpresa pra, ela apareceu, com meus irm�os, com um bolo enorme com muito chantily, pois ela sabia q eu adorava bolo, logo q vi aquilo, o �nico jeito q me veio na cabe�a pra fugir disso, foi fingir q passava mal, naum q eu naum estava enjoado de pensar em comer todo aquele chantily de novo, era chantily demais por um dia, depois dessa confus�o, falei q naum estava me sentindo bem, e sem vontade de comer bolo, ele comeram um peda�o e fiquei l�, s� assistindo, naum sei se eu acreditaria na mentira q inventei, mas, qm iria desconfiar o verdadeiro motivo por eu naum qrer comer bolo.

No dia seguinte, todo mundo j� tava sabendo do meu anivers�rio, naum como descobriram e atrasado ainda, todos me comprimentavam e at� cantaram parab�ns, na aula de geografia com aquele professor gostoso, q o qual me comprimentou e cochichou em meu ouvido com uma voz bem sensual, “-Parab�ns.”, e ainda perguntou como eh q tinha sido a festa no dia anterior, eu respondi, claro, q tinha sido bom, e contei um trecho, dissendo q passei mal essas coisas, e ele antes de se despedir, pois seu per�odo estava acabando, cochichou em meu ouvido novamente: “-A festa à tarde, com o teu coleguinha, deve ter sido melhor, n�o eh?” No momento fiquei paralisando, ouvindo o sinal tocar, o Luiz percebendo isso me perguntou o q estava acontecendo, e eu o chamei pro canto e contei a hist�ria, ele tb ficou com medo, sentamos nas classes, e ficamos conversando a resto da aula toda sobre esse assunto, na sa�da, procur�vamos naum nos aproximar muito e nem passar perto do professor. A tarde combinamos de sair pra resolver o assunto e decidimos q enfrentar�amos ele a pr�xima vez q ele comentasse essas coisas conosco, at� pensamos em faltar nas aulas dele, mas a� sim q causaria ainda mais desconfian�a e s� eu faltei na pr�xima aula dele, e sempre q �amos os dois, procur�vamos chamar o menos o poss�vel de aten��o a ele.

Nas pr�ximas semanas naum houve um contato direto com o professor sobre esse assunto, mas sempre tom�vamos muito mais cuidado com nossos encontros.

No pr�ximo conto essa hist�ria ser� resolvida, o q realmente o professor qr com n�s e o q ele sabe, pois alguma coisa, com certeza, ele sabia, s� naum sab�amos o grau de gravidade dessa coisa e o q isso pode nos afetar. Naum percam... ...agora sim... “Doutorado em sexologia, aula com um professor particular”

Espero q tenham gostado desse conto, e pe�o q votem, mais votem mesmo, mandem e-mail, mas mandem mesmo, pra mim ter insentivo de escreve esses contos, agrade�o muito.

Caso naum saibam eh [email protected] ou ent�o [email protected]

Vlw por lerem.

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