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REBOLEI E GOZEI NO PAU DO MENDIGO

REBOLE E GOZEI NO PAU DO MENDIGO



Manh�, depois das oito horas, marido trabalhando, crian�as estudando, eu sozinha fazendo os deveres de dona de casa. Batida de palmas, sondo pela janela, vejo um pedinte no port�o. Reluto se atendo, mas acabo abrindo a janela. O cara pediu comida ou alguns trocados, era barbudo, meio atarracado e com cara de bandido. Meu marido e eu sempre somos sol�citos com as pessoas, falo espere um pouco e vou fazer um sandu�che para o homem. Quando estou indo, sondo pela janela o desgra�ado t� fazendo xixi, bem na frente do port�o. Penso em xing�-lo de porco, mas me detenho e olho ele chacoalhando um p�nis mole mais bem grand�o. Ele guarda o pinto, eu saio como se n�o tivesse visto nada e lhe entrego a comida. Ele agradece e est� para se retirar quando pergunto:

- N�o quer entrar para tomar o caf� sentado e sossegado?

- Ser� dona, n�o quero incomod�-la!

- Que nada, estou sozinha em casa. Naquele momento por incr�vel que possa parecer o seu pinto n�o me sa�a da cabe�a!

Ele entrou na sala, sentou e comeu, enquanto fal�vamos assuntos banais. Ap�s recolh�-lo pensei em ati��-lo, por outro lado o medo e a dignidade me impediam. Impulsionada pelo desejo, dei-lhe mais caf� e perguntei se ele tinha mulher. Falou que j� teve, mas que agora estava num atraso fenomenal, olhando descaradamente para minhas pernas grossas, afinal eu estava com um vestidinho de usar em casa bem curtinho.

- E s senhora, uma dona gostosa assim, deve ter um marido garanh�o.

- Nem tanto, pois tamb�m estou no atraso.

Naquele dia amanheci com um comich�o no meio das pernas. Meu marido n�o me comeu, fez cu doce e saiu às pressas para o trabalho.

De repente ele se levantou e veio em minha dire��o. Pegou minhas m�os me levantou do sof� e me beijou. Eu resisti bravamente, mas depois acabei aceitando e correspondendo aquele beijo dominador daquele mendigo fedido!

- Madame a senhora est� precisando de uma boa pica.

- N�o, � melhor a gente parar!

Ele tirou o pinto para fora das cal�as que agora n�o estava mole, mas dur�ssimo como uma rocha. Sem d�vida era maior que o do meu marido. Cabe�a vermelha, cheio daquele esbranqui�ado, dava para ver que fazia dias que n�o era lavado. Eu uma negra cheia de n�o me toque, xingava at� meu marido quando ele n�o lavava o pinto, olhava admirada para aquela cobra. Em vez de enxot�-lo de nossa casa, peguei a cobra e apalpei com as duas m�os. O danado gemeu e falou:

-Coloca na boca dona. A senhora j� teve uma pica desse tamanho?

- N�o nunca, s� dei para o meu marido e a pica dele � uma minhoca perto dessa coisa.

- Ent�o experimenta, putinha!

- Meio com nojo abocanhei devagar a pica suja e com �nsia de v�mito fui limpando aquele creme com a l�ngua. O cara ia à loucura.

- Que boca madame, limpa essa pica direitinho que depois eu vou meter ela na sua buceta.

- Chupei feito uma piranha da rua por um pouco tempo. Ele mandou parar, arrancou a minha roupa rasgando a calcinha e caiu de boca na minha xana. Sua l�ngua trabalhava como uma serpente e me levou ao gozo em duas oportunidades.

Colocou-me de quatro e foi introduzindo a ferramenta em minha buceta, que mesmo extremamente lubrificada sentiu as dimens�es do pinto. Eu chorei quando senti as bolas batendo na minha bundona. Primeiro devagar e depois cadenciando o ritmo aumentando aos poucos pediu que eu rebolasse na pica.

- Rebola madame, que a coisa s� est� come�ando. Era incr�vel, mas ele metia como um mestre, como imaginar que um cara daqueles soubesse comer t�o bem uma mulher. A gente acha que j� fez de tudo em mat�ria de sexo, mas ali eu percebi que existem coisas melhores que os frouxos de nossos maridos. Meu agora chifrudo marido, � um bom homem e um bom pai, cobra de mim as coisas que uma dona de casa tem que fazer. Mas naquele instante eu percebi que ele n�o era um bom amante e um bom comedor.

- Eu fui à loucura, rebolando para aquele safado dominador que me fez de cadela em seu pau. Bombava, parava me fazia gozar, mas segurava seu gozo. Ele tava sendo her�i, pois para n�o gozar na minha deliciosa buceta ele parava, me mordia, me dava tapas e falava obscenidades.

- Seu maridinho n�o t� dando conta do recado, sua putinha. Ent�o rebola no pau do mendigo fedido e fodedor.

- Vai gostoso me trata como mulher de rua, vadia e sem-vergonha. Dava tapas em meu bund�o e enfiava ferozmente me fazendo eu gritar de prazer. Acho que at� os vizinhos podiam ouvir meus uivos de dor e alegria.

Explodiu um rio de esperma na minha buceta lavando-me por dentro e fazendo eu me sentir a mais vadia das mulheres.

Depois que me recompus dei-lhe um dinheiro e coloquei para fora. Ele ainda perguntou quando voltava, mas nada respondi. Entrei e tomei um banho demorado na banheira.



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