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O INCR�VEL DIRETOR DE CINEMA

Minha esposa � morena e tem os cabelos escuros at� os ombros. � esguia, mas n�o do tipo daquelas magras esquel�ticas, pelo contr�rio: ela tem as pernas grossas e sabe gingar a bunda. Seus seios s�o m�dios e seu olhar, malicioso. Mas o mais importante, j� que estamos falando de sexo, � que ela � um verdadeiro furac�o na cama. Gosta e faz de tudo, n�o se faz de rogada. Sexo oral? Gosta, e como. Sexo anal? Adora. Eu acho o m�ximo: ela trabalha numa empresa tradicional e tem a fama de certinha. Eu mesmo j� sabia algumas coisas sobre sexo antes de conhec�-la, mas ela me ensinou 50% delas e incrementou os outros 50%. Como ela se chama? L�cia. Eu aqui apresentando os dotes carnais dela e me esquecendo do mais b�sico. Mas � melhor que eu n�o revele demais.

Bem, um dia desses compramos uma filmadora (n�o me lembro se a id�ia foi minha ou dela, mas creio que a princ�pio n�o t�nhamos nenhuma inten��o sexual em vista), e por acaso um amigo nosso, Carlos, cuja esposa estava viajando, veio nos fazer uma visita. Bebemos bastante, e olhando agora em retrospecto sei que L�cia j� estava armando algo, pois ela estava sempre sugerindo "s� mais um gole" - e eu e o Carlos nos embriagando lentamente e marchando para a teia da aranha. Fomos para o nosso quarto, a L�cia sentou ao lado de Carlos na cama e me pediu para mostrar a nova filmadora para nosso amigo. Obedeci.

Enquanto fui pegar o brinquedo no arm�rio, j� notei que L�cia estava de cochichos com Carlos. Ela dizia coisas no ouvido dele e estava sentada bem do seu ladinho. Eu trouxe a caixa da filmadora, coloquei-a encima de uma mesinha e notei, com bastante tes�o, que L�cia havia colocado a m�o no pau de Carlos, que j� estava duro debaixo da cal�a. Ela ent�o ro�ou seu nariz na orelha dele e deu-lhe um beijinho. Carlos olhou-me de um jeito impag�vel. Nem que eu me esfor�asse muito eu conseguiria descrever seu olhar. Como eu tamb�m morria de tes�o, apenas consenti com a cabe�a, e liguei os pontos ao ver o fogo saindo dos olhos de L�cia.

L�cia abriu a braguilha de Carlos, e tirou seu pau duro para fora. Lambeu, beijou, p�s tudo na boca e tirou suspiros de Carlos. Eu j� havia ligado a filmadora, assim, focalizei a m�o de L�cia segurando a pica de meu amigo, cuspindo na glande e mandando ver. Depois ela tirou as cal�as dele e ele abriu a camisa dela. Carlos mamava nos peitos de minha mulher e percebi que ela estava se ati�ando. Mesmo. Logo os dois estavam pelados e eu buscava o melhor �ngulo.

L�cia montou na pica do meu amigo e p�s-se a cavalg�-lo. Dei a volta na nossa cama filmando tudo, extremamente excitado. L�cia fazia uma cara de puta satisfeita e rebolava a bunda. Minha putinha estava linda mesma, Numa hora at� pensei em interferir, mas L�cia parecia estar aproveitando cada instante. Ela certamente estava no controle da situa��o.

Ela dizia: "Mete Carlos, mete! Esse teu caralho � t�o gostoso!" Continuaram assim por um bom tempo, com L�cia se aquecendo mais e mais, at� que ela gozou. Sempre comandando a cena, ela saiu de cima de Carlos e colocou-o sentado novamente na beira da cama.

Ela se levantou, ficou de costas na frente do meu amigo e come�ou a rebolar quase na cara dele. Ela disse assim:

"Quer comer meu cu, Carlos? Quer comer meu cuzinho?"

Carlos, hipnotizado, disse que sim.

"Ent�o lambe ele", disse ela, "lambe bem bonitinho."

Carlos afastou as n�degas de L�cia e come�ou a lamber o cuzinho de minha mulher. Achei um bom �ngulo e consegui filmar aquilo, com "zoom", mostrando as preguinhas.

Quando L�cia achou que tinha sido bem lambida no rabo, deitou de quatro na cama e trouxe Carlos pra perto. Ele come�ou a meter no cu, e L�cia ronronava de tes�o. As estocadas foram ficando mais r�pidas e fortes.

"Ui, que pau gostoso!" dizia minha mulher, "Me rasga toda."

Nesse momento focalizei no rosto de Carlos. Foi o orgasmo.

Carlos saiu de dentro de L�cia e ela virou a bunda em dire��o à camera: ela estava toda gozada. Desliguei a filmadora, fui at� a cama e abri bem as n�degas de L�cia. No seu �nus, a porra de Carlos. Comecei a lamber e bebi tudinho. L�cia suspirava.

Alguns dias depois a esposa de Carlos voltou, e os dois foram na nossa casa. Est�vamos conversando, n�s quatro, quando surgiu a pergunta do que fazer. Sugeri:

"Voc�s querem assistir um v�deo?"

Mas o Carlos logo desconversou, enquanto eu e a L�cia trocamos um olhar de c�mplices.

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