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TREPEI COM MINHA AMANTE AO LADO DA NAMORADA DELA

N�o dava para saber o que era maior: se o nosso tes�o ou a nossa ousadia. Um dia, durante o dia, n�o aguentava mais de vontade de fud�-la e levei-a para minha casa mesmo sabendo que meus empregados estariam em casa e poderiam v�-la o que me causaria s�rios problemas com a minha namorada que estava trabalhando naquela hora. Ficamos no meu quarto e eu comecei beijando sua boca e chupando sua l�ngua como se fosse ali que estivesse o mais delicioso sabor que j� havia provado. Beijar sua boca e fazer carinhos nos seus peitinhos antecipando para ela a sensa��o que ela iria sentir quando eu descesse minha boca at� seus peitinhos gostosos. Fazia na sua boca e com a sua l�ngua os movimentos e sugadas que depois daria nos seus mamilos. Ela fica louca quando chupo seus peitos como se estivesse chupando sua buceta. Coloquei ela sentada no meu colo de frente para mim e comecei a fuder aquela buceta com os meus dedos fazendo ela gozar muito. N�s duas temos relacionamentos est�veis e desde que come�amos a trepar n�o conseguimos parar e isso j� dura mais de um ano. Sempre procuramos realizar nossas fantasias. J� depilei sua buceta todinha, j� chupei a bucetinha dela com um pirulito enfiado que de vez em quando eu tirava da buceta e botava na minha boca para sentir o gosto dela, isso sem falar no hall’s preto e nas bolinhas excitantes que s�o b�sicas. Tenho v�rios acess�rios que deixam ela louca. Apesar de sermos “casadas” e nossas namoradas n�o se darem bem sempre nos encontr�vamos em eventos sociais e onde est�vamos t�nhamos vontade de transar, �amos ao banheiro e fic�vamos esfregando nossos corpos o que nos enlouquecia de tes�o. Sem contar as in�meras vezes que trepamos por telefone de nossas camas de casada. Vi essa fantasia em um conto e fiquei com essa id�ia na cabe�a. N�o conseguia esquecer.

- Eu quero comer na mesma cama que sua namorada lhe comeu, eu disse.

- Voc� est� louca?, ela respondeu.

- Sim, estou louca, mas quero isso muito e sei que isto te excita tamb�m, respondi.

Ela lembrou que na semana seguinte sua namorada iria viajar e que poder�amos nos encontrar na sua casa e na sua cama. Eu falei que ela n�o tinha entendido:

- Eu quero te fuder com a sua namorada na cama. Pode ser na sua casa ou em qualquer outro lugar, desde que ela esteja presente

- Nem pensar, ela respondeu. Nunca.

Ent�o eu expliquei que tinha um plano muito louco para fazer isso e que tudo sairia perfeito. Expliquei tudo a ela e isto a deixou muito excitada. Ela ficou uma semana pensando e imaginando como seria excitante e resolveu aceitar, mas sem garantir que fosse chegar at� o final. Se ela se sentisse insegura iria cancelar no meio da aventura. Eu concordei.

O primeiro passo foi pedir para que ela programasse com sua namorada uma noitada em um motel j� que nunca podemos transar em locais com muitos vizinhos, o que inviabilizaria sua casa, porque ela grita muito quando est� sendo fudida por mim.Ela marcaria com a namorada uma noitada no motel e eu iria ao mesmo motel e ficaria em algum quarto pr�ximo esperando o seu chamado. Ela teria que convidar a namorada para uma noite de sexo quente, o que envolveria roupas sexy, alguma bebida para dar o clima, um strip-tease e uma bucetinha toda raspadinha.

Eu tinha entregue a ela um comprimido son�fero que ela deveria esmagar e colocar no bebida da namorada durante as preliminares. Queria que ela ficasse muito excitada com o est�mulo que a namorada faria nela e com a possibilidade de ser fudida por mim a noite inteira t�o perto da sua namorada ( ela tem uma rela��o de 2 anos e moram juntas).Eu ficaria esperando um sinal de que tinha colocado o p� e que ela tinha bebido tudo.

Ela estaria com um vestido preto soltinho que me deixava louca para enfiar minhas m�os embaixo e bolinar sua buceta e uma calcinha fio dental que eu comprei para ela e que fazia dela a minha putinha. Aquele gosto do campari que ficaria na sua boca e o cheiro de tes�o em todo o seu corpo me enlouqueceriam. Eu estaria usando uma cal�a frouxa que me permitiria sair de casa j� usando um cinto com um p�nis grosso que ela adora enfiar na buceta e na bunda. Como moramos em uma cidade com poucos restaurantes, ir�amos nos encontrar “casualmente” antes. Queria v�-la muito gostosa, bem ansiosa e excitada.

Quando chegasse ao motel ela colocaria uma m�sica para tocar (de um cd que eu gravei para que ela fizesse um strip-tease para mim numa noite de sexo inesquec�vel),uma bebida para sua namorada (onde estaria o comprimido dissolvido) e come�aria uma dan�a sensual para excitar-se pensando em quando foi fudida por mim ao som daquela m�sica e enquanto esperava que sua namorada ficasse sonolenta. Ficaria esperando o comprimido fazer efeito.

O comprimido era um fort�ssimo son�fero, o famoso Boa noite cinderela que eu tinha conseguido com um amigo no mercado paralelo. Al�m de dar sono, caso ela acordasse estaria totalmente grogue e n�o recordaria de nada do que visse ou escutasse. Passados uns 19 min, ela notou que a namorada estava dormindo, foi at� a cama e tentou acord�-la, sem sucesso. Ela estava mesmo ferrada no sono. Ela foi at� a garagem do motel e me ligou dizendo que nossa noite de tes�o e sexo alucinante iria come�ar. Disse para ela me esperar na garagem com a chave do carro da namorada na m�o porque eu queria com�-la dentro dele para lembrar que a primeira vez que fizemos amor e que n�o conseguimos parar nunca mais foi dentro de um carro. Ela abriu a porta da garagem para mim, imediatamente pulei em cima dela e comecei a beij�-la e agarr�-la. Joguei-a em cima do cap� do carro e comecei a tirar sua roupa e beijar todo seu corpo. Seus seios saltaram para fora e eu chupei e mordi, deixando os bicos bem durinhos. Fiz ela descer e ficar escorada no carro enquanto esfregava meu corpo no seu com minha buceta colada na dela deixando-a sentir que estava com o cacete que ela adora e que deixa ela louca de excita��o. N�o tirei seu vestido que me deixava muito doida porque fazia ela parecer a puta que eu sei que ela �. Tirei a calcinha, me enfiei embaixo do seu vestido que cobriu minha cabe�a e grudei minha boca no grelo, lambendo, chupando, enfiando minha l�ngua l� dentro da bucetinha. Fiquei chupando aquela buceta lisinha e dando pequenas mordidinhas no seu grelo por muito tempo enquando ela gemia e gritava de tes�o. Fiz ela gozar na minha boca e fiquei lambendo sua buceta que estava toda melada do melzinho mais gostoso que j� botei na minha boca. Entramos no carro e voltamos aquela pega��o e chupa��o de l�ngua e peitos que nos mantem excitadas. Ficava gemendo e dizendo no seu ouvido entre uma lambida e outra que ela era minha putinha gostosa, que eu adorava fuder e que ia com�-la naquela noite como ela nunca havia sido comida. Colocamos o banco do carro para tr�s, ela montou em cima de mim sentindo o “meu” pau pronto para entrar na sua buceta, tirou toda minha roupa, pegou no meu pau e lambeu como um sorvete e engolia ele todinho. Veio para cima e come�ou a sentar em cima do meu pau que foi entrando, pois a bucetinha estava toda melada. Ela enterrou tudo at� eu sentir o �tero tocando na cabe�a do pau. Cavalgou, cavalgou freneticamente, enquanto for�ava meu rosto contra seus peitos. Fudi aquela buceta at� ela gozar freneticamente gritando tanto que pensei que acordaria n�o s� sua namorada como o motel inteiro. Eu sa� do carro sem deixar meu pau escorregar para fora da bucetinha e caminhei com ela encaixada at� a porta do quarto. Coloquei-a em cima da mesa que tinha na entrada do motel, abri bem as pernas e comecei a lamber a xaninha dela que estava ali na minha frente abertinha. Ent�o puxei-a da mesa, ficando ela de p� com o corpo inclinado sobre a mesa e a bunda bem empinada oferecida para mim. Afastei as n�degas e enterrei meu pau na buceta e fiquei metendo e for�ando fazendo at� a mesa sair do lugar. Dei v�rias palmadas na bunda, fazendo-a gritar e implorar para eu meter mais fundo. Ela gemia e rebolava e disse:

- Quero dar para vc em todas as posi��es

Ent�o levei-a para a salinha, coloquei-a sentada no sofazinho e fiquei de p� sobre ele colocando “meu” pau bem na cara e batendo com “meu” pau no seu rosto enquanto ela tentava colocar na boca e as vezes conseguia dar uma lambida, depois enfiei o pau toda na boca e fudi a garganta bem l� no fundo. Enquanto via ela chupando meu pau de uma forma gulosa eu enfiava a minha m�o na minha buceta por baixo do cinto do cacete e me masturbava, estava por gozar quando puxei e arrastei ela para a sacada da sala. Ela ficou de p� debru�ada no corrim�o e eu colado atr�s enfiando o pau na bucetinha e perguntava se ela era minha cadelinha e ela fazia sim com a cabe�a. Enfiei o pau novamente bem fundo e perguntei:

- Quer transar em todos os lugares e em todas as pe�as desse motel?

- Sim, sim. Ela respondeu.

Ent�o com o pau ainda enfiado carreguei ela e fui em dire��o a cama de casal. Quando ela percebeu gritou:

- N�o, a� n�o.

Mas eu abri a porta e fui em dire��o a cama e me joguei em cima, deixando-a por debaixo em posi��o papai e mam�e e comecei a bombear. A namorada estava virada exatamente para o nosso lado, ferradona no sono a menos de um palmo de nossos corpos. Eu metia com muita for�a na buceta, a cama tremia muito e falei para ela abra�ar a namorada. Ela abra�ou, colou o rosto com ela e come�ou a beijar ela na boca. Eu coloquei meu rosto bem pr�ximo, quando ela parava o beijo eu come�ava a beij�-la e ent�o ela voltava a beijar a namorada. Aquela situa��o era muito excitante e logo ela explodiu num orgasmo como nunca tinha tido antes, ao mesmo tempo que beijava o marido e eu chupava seus peitos. Coloquei ela de quatro na cama e enfiei todo meu pau l� dentro, comecei a cavalgar e mandei ela tirar a roupa da namorada Ela deixou-a totalmente nua e come�ou a chupar a bucetinha da namorada, enquanto eu continuava metendo na bucetinha dela. A namorada continuava dormindo, devido a droga, e ent�o fiz ela deitar sobre ela, ro�ando os seios na namorada, beijando na boca e esfregando o grelo na buceta dela. Eu fiquei ao lado da cama observando. Nisso a namorada acordou e perguntou com a voz tr�mula o que ela estava fazendo. Ela disse que queria comer ela. O quarto estava escuro. Ela perguntou se tinha algu�m a� e ela disse que ela estava sonhando. Ela voltou a beij�-la e lamber os peitos dela e quando percebeu ela tinha voltado a dormir. Nesta hora me coloquei atr�s dela, pois ela estava com a bunda empinada e oferecida e comecei a enfiar meu pau na buceta at� que entrou tudo e ela ficou se esfregando e beijando a namorada. Fiz um sandu�che com ela no meio. Minhas pernas chegavam a raspar nas pernas da namorada dela e eu j� n�o podia segurar o gozo de tanto tes�o que estava. Na hora que ela gozou, tirei o pau pra fora e me coloquei em posi��o, de forma que o gozo dela escorresse em cima da namorada e mandei ela lamber, primeiro o meu pau depois a buceta da namorada sorvendo todo o seu gozo. Fiquei assistindo aquela cena, me masturbando e pensando na chupada que ela iria dar na minha buceta e gozei muito. Quando a buceta da namorada estava bem limpinha, ela deu um longo beijo na boca da namorada. Tirei o cinto com o cacete que havia feito ela gozar tanto, abri minhas pernas e mandei ela chupar minha buceta para me fazer gozar na sua boca. Foi muito excitante ver ela me chupando enquanto eu estava deitada ao lado da namorada dela que dormia. Gozei muito e minha putinha bebeu todo o meu gozo e depois beijou minha boca. Deitamos ficando ela entre a namorada e eu e ficamos abra�adas at� adormecer. L� pelas 4 da manh� eu acordei. Estava abra�ada nela e ela abra�ada na namorada. Aquilo me deixou excitada coloquei novamente o cinto com o cacete e comecei a colocar a cabe�a molhada com cuspe na entradinha da buceta dela, que foi entrando. Ela acordou com o pau todo dentro, mas sem saber que horas eram, e foi gemendo e gostando daquilo. Comecei a beijar o pesco�o dela e bombar r�pido, logo ela gozou novamente. Disse no seu ouvido enquanto ela estava gozando que ainda faltava ela me dar a bundinha. Isso fez com que ela gozasse e ficasse j� louca para ser comida na bunda. Coloquei ela de quarto, passei gel no “meu” pau e na entrada do cuzinho dela e comecei a socar com for�a na sua bundinha apertadinha. Comer aquela bundinha olhando a namorada dela dormir me deixava louca de tes�o. Ela gozou em espasmos e urros de prazer. Disse que queria que ela me chupasse novamente o que ela fez com voracidade e eu dizia: chupe minha putinha, chupe a mulher que lhe come como um macho, me chupe aqui ao lado da sua namoradinha corna que n�o sabe lhe fuder como a putinha que vc �. Ela chupava minha buceta e se retorcia esfregando a pr�pria buceta na cama de tanta excita��o. Disse a ela que queria aquela buceta na minha boca e iniciamos um 69 delicioso com ela chupando minha buceta e eu chupando seu grelo e fudendo sua buceta e sua bundinha com meus dedos. N�s duas gozamos juntinhas. Falei que horas eram e ela saltou da cama dizendo que eu deveria ir embora imediatamente. Fui. A namorada acordou perto do meio dia com ela chupando sua buceta para tirar o �ltimo gostinho que ainda tinha ficado l� e depois ela comentou que tinha dito a namorada que aquela tinha sido a melhor trepada da vida delas. Depois disso nos encontramos sempre e estamos programando o dia que treparemos na minha cama de casada com minha namorada dormindo ao lado e sempre que estamos trepando nos excitamos lembrando daquele dia.



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