Bom, pra quem leu meu primeiro conto sabe que eu estou separado e adoro putaria. Ali�s, essa foi a verdadeira causa de minha separa��o. Comprei um bom apartamento depois da separa��o e me indicaram uma faxineira. Ela veio trabalhar logo cedo numa quarta-feira. Que del�cia de mulher. Uns trinta anos, magra, gostosa. Ela me falou que s� poderia trabalhar naquele m�s, pq ia mudar de SP. Seriam s�n 3 semanas. Naquele dia n�o rolou nada nem na semana seguinte, j� que eu fui viajar e n�o encontrei com ela. Na outra quarta, dei um jeito de sair bem mais cedo do servi�o pra poder falar com ela. Qdo cheguei no meu ap, ela j� estava pronta pra ir embora. Fiquei de pau duro na hora. Tava de cal�a jeans bem apertadablusa justa com um leve decote. Mas a cara de safada n�o saia. Comecei a conversar com ela pra saber se ela tinha algu�m pra indicar e ela me falou de uma sobrinha de 19 anos que precisava sair de casa porque o padrato ficava atr�s dela e a m�e n�o queria ela por perto. Falei que estava �timo, que ela poderia dormir no meu ap. J� adorei a id�ia. Ela me perguntou se eu poderia dar carona pra ela, j� que estava com uma sacola com coisas de cesta b�sica que de pra ela. Descemos pra garagem e sa�mos andando. Qdo chegamos na marginal eu perguntei pq ia embora de SP e ela disse que seu marido era mais velho e ela gostava de se divertir e ela tava bravo pq todo mundo cahamava ele de corno no bairro. Meu pau quase explodiu. Na hora perguntei se ela n�o queria ir se divertir e ela respondeu que estava achando estranho eu n�o ter convidado ela at� aquela hora. Fomos pro motel e ela era uma vagabunda maravilhosa. Que vadia. Dava e queria mais. Chupava e pedia pra meter. Sa� de l� acabado, quase as nove horas da noite. Ela disse pro marido que ia ter um jantar na minha casa e por isso ia demorar mais. Fui lav�-la pra casa, no fim do mundo. Ela avisou a tal da sobrinha que o emprego tinha dado certo e que eu a pegaria qdo chegasse no bairro. Fomos primeiro pegar a menina, Dirce. Qdo amenina apareceu, meu pau que j� tava destr�do, tentou levantar e come�ou a doer. A menina era maravilhosa. A cara n�o era grandes coisas, mas apareceu de vestidinho, com decote. Fomos apresentados e a tia avisou que tava tudo certo, que ela ia morar nomeu ap e que eu ia cuidar de tudo. Al�m do sal�rio, ia ter as despesas pagas. Deixei a tia na sua casa, com a promessa que qdo ela viesse pra SP sair�mos. No caminho j� fui converando com aquele pequeno peda�o de perdi��o. J� fui passando am�o em suas perna. Na hora pensei " se essa vaquinha reclamar, deixo ela aqui nomeio do nada sozinha". Reclamar? Ela tava � adorando. Perguntou se eu ia ser carinhoso com ela. Ela contou que toda noite o padrato e o sobrinho dele comiam ela. E a m�e tava morrendo de ci�mes. Por isso queria ela fora de casa. Passei numa farm�cia pra comprrar um viagra, pq percebi que aquela ia ser a noite e meu pau j� tava acabado. Chegeui em casa e a putaria come�ou. Meti e chupei tudo que tinha direito.
J� tem duas semanas que a Dirce t� trabalhando aqui. Antes de eu ir trabalhar ela faz uma chupeta pra mim na cozinha e sempre t� sem calcinha, debaixo do seu uniforme. A� tenho que dar uma metidinha. Qdo chego a noite, ela prepara meu banho e me espera na cama, de langerie pra foda come�ar. To ficando louco de tanto meter.
Amanh� vamos fazer uam viagem. Descobri alguns amigos que 'cuidam' muito bem de suas empregadas. Vamos pro spitio de um deles, levando as meninas. E j� avisamos pra cada uma delas que vai rolar um bacanal. Depois conto como foi...