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DI�RIOS DE UMA MENINA NUM CORPO DE UM MENINO 7

Di�rios de uma Menina num Corpo de um Menino 6



Virando Puta 1



Essa � a continua��o dos di�rios, mas resolvi mudar a forma de narrativa, que era por acontecimentos di�rios, para descri��es de fatos e acontecimentos, sem por data, mas lembrando que esses acontecimentos se der�o na d�cada de 1980, come�ando no ano de 1987.







Aquele final de semana marcou a minha vida � o meu modo de ser, foi neste momento que eu comecei a me aceitar como eu era e formar como seria o meu futuro, foi um dos melhores da minha vida, Washington me tratava como uma menina, me namorava apaixonadamente de dia e me fodia vigorosamente a noite. Eu estava no para�so, completamente apaixonada por ele mas tudo que � bom dura pouco.

Ele, seu irm�o e o Renato, trabalhavam numa agencia de modelos em S�o Paulo, s� vindo pro Rio uma vez por m�s.

Washington, no primeiro m�s de nosso relacionamento, vinha todo o fim de semana, e eu dava um jeito de encontrar com ele para treparmos gostoso – falava pra minha m�e que ia jogar bola num torneio fora do bairro e ia pra casa dos pais dele - mas depois, de um tempo nosso relacionamento come�ou a ter problemas come�amos a brigar, j� que eu n�o podia passar a noite com ele, minha m�e n�o deixava e eu s� tinha 19 anos e n�o podia ir pra motel. Ele dizia que vinha de S�o Paulo s� por mim, e eu n�o podia ficar com ele. At� que um fim de semana ele n�o veio para o Rio, no final de semana seguinte brigamos feio, eu dizia que ele j� n�o me amava, que ele ficava em S�o Paulo comendo aquelas modelos putinhas, ele me acusava de ta traindo ele, me chamava de viado escroto. Eu comecei a chorar desesperadamente, neste per�odo eu j� estava tomando anticoncepcional indicado por Julio. Vendo o meu desespero, Washington, come�ou a pedir desculpas, dizendo que me amava, me abra�ou e eu me debatia, lutando, ele tentava me acalmar dizendo que eu era a gatinha gostosa dele, que eu era muito melhor que qualquer modelo.

Foi me beijando lenta e apaixonadamente, eu fui me acalmando e correspondendo os seus beijos, sentia o seu pau ficando duro, suas m�os foram descendo pela minha espinha, ele sabia que isso me deixava louca, at� chegar em minha bundinha, apertando-a por cima do short. Minhas m�os n�o ficaram paradas, foram logo libertando aquele peda�o de carne que eu tanto adorava. Senti a sua excita��o em minha boca.

Fui passando a l�ngua pelo seu queixo, passando pelo seu peito cabeludo, chegando no biquinho do seu seio fiquei lambendo por um bom tempo, sabia que isso o deixa louco de tes�o, fui descendo pela sua barriga, at� ficar de joelhos, com a sua pica na altura de minha boca, fui saboreando bem devagar, primeiro beijando a cabecinha, no caso dele uma cabe�orra grande e roxa, passando a l�ngua na abertura, e descendo por todo o corpo, chegando at� os sacos, colocando as bolas, uma de cada vez, em minha boca.

Neste momento ele j� estava rouco de tanto gemer, e pediu: - Vai amor, vai tes�o, mama tudo. Abocanhei aquela piroca que tanto me levou ao c�u e acelerei o boquete, ele urrava de tanto prazer, n�o demorou muito o pau dele come�ou a inchar na minha boquinha e soltar sua porra bem na minha garganta, eu adorava o gosto do leitinho dele.

E foi, mal deu tempo pra ele colocar a pica pra dentro da bermuda e eu limpar a baba da boca, seus pais estavam chegando e quase nos pegaram, t�nhamos perdido tempo brigando. Ele me levou at� o port�o, mas n�o me beijou como das ultimas vezes.

Deu pra sentir que o nosso romance estava chegando ao fim. Na briga que n�s tivemos uma coisa ele tinha raz�o, eu n�o era fiel a ele, infelizmente, ou felizmente, eu herdei o fogo das mulheres de minha fam�lia, ou como me disse uma vez meu tio Waldemar, num acontecimento que descreverei em um outro conto: - O fam�lia pra gostar de rola, das mulheres e at� os viadinhos!

A verdade � que eu j� n�o aguentava ficar muito tempo sem pica - n�o sei se em raz�o dos anticoncepcionais que eu estava tomando, ou se era fogo mesmo - e como o Washington s� vinha nos fins de semana e s� me comia rapidamente por causa dos seus pais. Eu passava a semana praticamente no cio, cheia de vontade de levar rola.

Na primeira semana at� que eu segurei bem, mais no meio da segunda semana eu j� estava subindo pelas paredes. Pra aumentar o meu problema, a minha m�e, pediu a minha tia Maria pra eu dormir l� quarta a noite, que ela ia trabalhar at� tarde, mas a tia Maria disse que esta noite n�o daria, pois ela teria plant�o e o tio Waldemar tamb�m iria trabalhar na fabrica da Brahma – depois fiquei sabendo que era cascata dele, ele tinha uma outra mulher - ela disse: - Porque voc� n�o deixa ele com a Irene, eu vou fazer o mesmo com a K�tinha.

Pra quem n�o leu os contos anteriores, Irene era a minha tia e tamb�m amante de Waldemar, o marido da minha tia Maria, eu perdi o meu cabacinho anal quando flagrei os dois trepando. K�tia � minha prima, filha de Maria e de Waldemar, que armou um plano com o Julio, pra trepar com o irm�o dele, neste plano eu conheci o Washington me apaixonei pela primeira vez, e esse fato me fez ser o que sou hoje.

A tia Irene j� era a minha tia favorita, bem antes da foda que tivemos com Waldemar, ela deixava os sobrinhos mais novos fumar, sem encher o saco da gente, e sempre conversava com a gente sem nos tratar como crian�as, ela era separada de um marido rico, segundo minha m�e, fofocando com a tia Maria, o marido preferiu pagar uma pens�o bem alta a ficar carregando os chifres que ela lhe dava.

Ent�o minha m�e, antes da gente dormir, falou pra mim: - N�o vai cedo amanh� n�o, sua tia dorme at� tarde. Disse reprovadora.

No dia seguinte cheguei na casa dela depois do meio dia, ela morava num grande apartamento, era a primeira vez que a veria depois do que aconteceu entre agente, eu tava nervosa com o encontro, minha sorte � que a K�tia tamb�m estaria l�. E de fato quando cheguei ela j� estava l�, sentada na copa fumando. Minha tia me recebeu com um abra�o e perguntou:

- E a� menina, o que conta de novo? A K�tia j� me adiantou a aventura que vcs tiveram.

Aquilo me acalmou no mesmo momento, tia Irene iria me tratar do jeito que eu queria, como uma sobrinha, uma mulher nova que estava come�ando sua vida sexual e precisava de conselhos de uma mulher adulta e experiente, e ela seria essa conselheira tanto pra mim quanto para K�tia, a partir daquele dia as portas do mundo do sexo estavam abertas pra min.



CONTINUA.......

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