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A VOVOZONA QUE ME ENSINOU A TRANSAR

Na esquina de minha rua tinha um armaz�m, daqueles que vendem desde pinga, arroz e

feij�o a at� brinquedos e chinelos... Os donos do armaz�m (um casal) eram amigos

de meu pai e minha m�e e por vezes at� fiquei com eles quando pequeno, quando

tinham necessidade de sair para algum compromisso. Fui criado convivendo com eles e

o armaz�m era bem conhecido no bairro, por ser at� uma esp�cie de supermercado

local.



Desde meus 5 anos at� os 19 me lembro de ter ficado naquela casa, enorme por sinal,

localizada nos fundos do armaz�m, tendo uma porta de passagem da casa para o

armaz�m.



Quando estava com treze anos mais ou menos, se estivesse sozinho eu ia às vezes at�

o armaz�m para dar uma olhada em brinquedos novos, tipo bolinha de gud�, pe�o,

bolas para ver se tinha algo interessante, se bem que n�o tinha dinheiro, e ficava

apreciando demais os seios da Dona Julia (esse n�o era o nome dela). Essa senhora

tinha os maiores seios que j� tinha visto na vida at� aquele momento e eu ficava

muito louco porque podia reparar o tamanho dos bic�es e tb porque sempre estava

aparecendo uma parte do sutien dela, sempre com muita renda.Possuia o rosto com a pele

bem branca e tinha os cabelos enrolados e quase grisalhoquase loiros.



Ela era de origem italiana e tinha uns 64 anos mais ou menos... Se bem que se

comparada a muitas mulheres desta idade que vejo hoje, ela parecia mais nova um

pouco. Seu marido era tb italiano e nem falava o portugu�s corretamente, j� estava

bastante surdo e tinha quase oitenta anos. O coitado estava bem ca�do, mas ela era

muito ativa, agitada e disposta. Este senhor ficava num canto do armaz�m, servindo

as bebidas no que era a por��o do bar do armaz�m e ela atendia a todas as outras

"se��es" do local.



Era muito comum eu encontrar no local as netas delas, que eram muito gostosas por

sinal, tinham 19 e 19 anos (eram pouco mais velhas que eu) e muitos iam at� l� para

conversar e ficar com as meninas quando elas estavam l�, inclusive eu.....



Voltando ao meu relato, eu ia l� pra ver as meninas tb, mas gostava mesmo era de

apreciar o corpo da Dona Julia e ela j� estavam notando isso, pelo que lembro...



Um dia eu estava na minha visita p�s-escola ao armaz�m, e ela estava com um vestido

sem mangas, com decote legal, e o sutien aparecia demais.... Fiquei tarado de imaginar

minha m�o pegando aqueles seios e fiquei de pau duro mesmo e disfar�ava pois estava usando

um short pequeno. Eu n�o me continha, parece que estava buscando um angulo melhor pra ver

os seios dela, uma posi��o boa. Para minha surpresa, ela veio at� mim. Eu tinha que me ajeitar,

afinal estava pegando no pau meio disfar�ado e ela estava vindo bem pr�ximo. Se ela se aproximasse

pelo lado errado ia dar merda, ia ver minha barraca. N�o deu outra, ela veio at� encostar-se a mim e

colocou a m�o na minha cabe�a, perguntando se eu estava l� esperando as netas dela e deu risada.....



Na hora ela percebeu meu volume e perguntou:

- O que isso?

- Nada , falei...

- Vc colocou alguma coisa ai dentro do short?? Vc pegou alguma coisa no armaz�m???

- N�o. N�o � nada.

- Pegou sim. Meu deus, se seu pai sabe disso ele te mata. Sua m�e vai ter um tro�o.

- Mas Dona Julia, eu n�o peguei nada. Eu tava me alisando e fiquei assim.. - COmo

assim??? Tava fazendo o que??

- Me alisando, tava mexendo NELE. N�o coloquei nada na calca, n�o roubei nada. -

Filho, o que ta acontecendo??? (me chamava de filho, como as mulheres mais velhas

fazem). N�o tem nada ai???

- N�o . Tava duro. S� isso.

- Mas porque?

- Eu estava aqui olhando a senhora e fiquei imaginando...

- O que?? Tava imaginando o que?

(enquanto isso, como de costume, o senhor nem sabia o que tava acontecendo,apenas

atendia alguns pingu�os no bar)

- Sei l� Dona Julia, tava vendo seu sutien e fiquei imaginando te ver sem vestido, sem roupa. Foi sem

querer... -

Filho, eu tenho a idade da sua v� ... Eu podia ser m�e de seus pais. - EU sei, Dona

Julia, Desculpe. Mas minha v� n�o � assim...

- Como assim?

- Ela n�o � bonita como a senhora...

- Me acha bonita?

- Claro Dona Julia..

- Nossa, to at� perdida com o que vc falou.

- Desculpa Dona Julia

- Desculpa nada, vc vem sempre aqui pra olhar as meninas ou me olhar? - Pra olhar a

senhora.

- Vc queria mesmo me ver sem vestido? Eu t� muito velha.

- L�gico. E dai? Eu acho a senhora bonita..

( No meio daquela discuss�o eu n�o tirava os olhos daquele par de seios, t�o perto)

- E vc continua me olhando. Acha bonita uma mulher que podia ser sua v�?

- Se eu tivesse uma v� assim...

- Ha �? o que vc faria??

- Meu Deus, eu faria o que ela quisesse... se ela deixasse eu ver..

- Filho, eu vou entrar na casa agora e, se vc quiser conversar mais sobre isso, espera um pouco e

vai at� l�.

- Como vou entrar?

- Fala que vai me ajudar.

E foi pra dentro...

Eu tava tremendo, n�o sabia o que fazer, se ia embora ou n�o, com o pau duro,

enorme, e quase fugindo da raia, peguei uns objetos, olhei e ficava pensando em ir

embora... N�o deu tempo:

- Filho, vem at� aqui me ajudar..., falou da porta meio aberta.

- Ta bom.

Fui, passei a porta e ela trancou por dentro. Quando me senti isolado com ela , tive

vontade de beijar a boca dela, mas n�o sabia o que fazer..... Eu nunca tinha ficado

com mulher nenhuma e o que ia fazer com uma mulher casada, senhora e que tava me

dando bronca ?

- O que vc quer ver, filho?

- Eu sempre quis ver seus peitos, Dona Julia.. Desculpa...

- Para de falar desculpa. Agora j� foi... Nos estamos aqui sozinho pra fazer o que

vc quer. O que vc quer?

- Quero ver seus peitos...

- S� isso?

- N�o. EU quero ver tudo...

- Vc s� quer ver?

e foi abrindo a parte de cima do vestido... Pegou minhas m�os e falou pra ajud�-la

a abrir o vestido.

- Mais o seu Jos� ta ai fora, eu falei..

- Vem mais pra c�, se n�o vai fazer muito barulho perto da porta e ele pode escutar...

Ela tirou o chinelo e foi me puxando pra dentro da casa. segurando minhas m�os que

estavam abrindo o vestido. Eu procurava abrir o vestido encostando o m�ximo que

podia minha m�o nos seios dela...

- Mas e se ele entrar?

- Ele n�o vai entrar. Fechei a porta. Ele nem me olha mais...

- COmo assim??

- Ele ta muito velho, faz mais de 19 anos que n�o fazemos nada.

- Fazer o que? (como era idiota, n�)

- Ficar na cama, ficar pelado junto, fazer sexo.

- Ha, eu imaginei, ele ta bem velhinho... (agora sim caiu a ficha) - Mais eu

preciso muito... Sempre penso nisso e at� tinha desistido de fazer de novo. Faz

muito tempo que ningu�m me quer.....

- Eu quero.

- Eu sei que vc quer mais tenho medo. Se algu�m desconfia meu filho te mata. Vc

nunca poder� falar pra ningu�m, ouviu? E vc falou que se eu deixasse vc me ver ia

fazer o que eu quisesse, n�? Eu quero que vc fique com esse nosso segredo. Eu deixo

vc me ver e vc guarda nosso segredo, t�?

- Eu fa�o o que a senhora pedir...

- Ent�o abre meu vestido inteiro.

O vestido estava aberto at� a cintura e ela pediu pra mim ira atr�s dela ajudar a

tirar os bra�os.. N�o acredita que estava tocando aquela mulherona, com aqueles

bra��es gostosos.. Os seios eram t�o pesados que as tiras do sutien at� marcavam as

costas dela. Fiquei meio assim porque ela tinha as axilas bem peludas e isso j�

tinha reparado antes, nas minhas se��es de pau duro no armaz�m. Tirei os bra�os

dela do vestido e ela me pediu para ir na frente dela....

- Gostou de ver?

- Nossa, � lindo. A senhora � linda.

- Para com isso... At� parece que sou linda....

- EU acho e muito

Pra mim linda era aquilo, eu queria pegar aquela mulher e tava doido pra beijar na

boca, coisa que s� tinha feito com as meninas da minha idade. Nunca tinha pegado em

seios, coisa s�ria..

- Vc s� quer ver?

- N�o eu quero pegar ...



E fui tocando os seios, em especial os mamilos (muito grandes por sinal). Passei a

m�o nos peitos, nos bra�os e na barriga.... Apertei e ela falou que gostava...

Estava explodindo de tes�o s� de tocar a Dona Julia... Ela foi me puxando mais pra

tr�s e sentou numas caixas de tuba�na e pediu pra eu deitar no colo dela... Estava

sentindo o cheiro gostoso de lo��o no corpo dela. Sentei na caixa de frente pra ela

e ela me deu um beijo no rosto...

- Eu nunca ia imaginar que um menino como vc quisesse uma mulher como eu.... O que

te atraiu em mim?

- Eu te disse, olhava muito seus peitos e sutien... Gosto do seu jeito de

professora tb.

- Como assim professora??

- Sei l�, o jeito como a senhora fala com os meninos, dando ordem.

- � meu jeito, disse ela.

- Eu gosto desse jeito.

- mas eu j� estou muito velha pra vc, menino.. E tb estou gorda demais.

- Eu n�o ligo pra isso.... Falei que gostei da senhora assim... Gosto muito.



E dei um beijo na boca dela. Ela me apertou e falou que adorou minha l�ngua, que eu

tinha uma l�ngua muito sapeca. Me abaixou nos seios e ai fui à loucura, eu mamava

como crian�a naqueles seios enormes. Apertava e ela gostava. Caia fora da m�o...



- Eu disse: Dona Julia, sai daqui um monte e vezes e fui pra casa bater punheta pra

senhora.....

- Nossa..

- Ficava pensando nisso que estamos fazendo.... Teve dia que fiz umas tr�s ou

quatro vezes.



- E vc gozou todas as vezes???



Eu nem sabia o que era gozar... conhecia o que era esporrar, ms n�o gozar.. - COmo

assim?

- Vc gozou todas as vezes ou s� ficou batendo punheta?

- Ai que eu achei que tinha entendido e falei que tinha esporrado quatro vezes. -

Meu Deus, que coisa linda. Isso � assim porque vc � muito jovem e tem muita

energia..



Esse papo sempre rolando comigo chupando muito os seios dela e quase cagando nas

calcas de medo do velhinho ou de qualquer outra pessoa aparecer. Pra mim sexo era

aquilo, algo que se faz com muito medo, afinal todas as vezes que pensava em sexo

tava escondido batendo punheta.



- Agora vc n�o precisa fazer mais isso sozinho... Eu fa�o pra vc.... - EU vou adorar.

- Eu fa�o, quer que eu fa�a agora?

- Quero.



Ela abaixou meu short num pux�o e meu pau j� estava apontado pra cara dela...

Antes que eu pudesse perceber ela come�ou a chup�-lo e falou que eu podia fazer na

boca dela seu eu quisesse.

- L�gico que eu quero.

N�o deu tempo... Ela mal acabou de falar e eu gozei na m�o dela...Mas eu queria

mais..muito mais.

- Vc sujou meu vestido.

- Desculpa.

- Desculpa nada. Me ajuda a tirar.



Prontamente a ajudei a tirar o vestido e aquela del�cia ficou s� de calcinha (se

� que pode se chamar assim) e sutien meio aberto. Tinha tanto pelo que at� saia pra

fora da calcinha que era enorme por sinal. Ela dava risada e falou que era muito

estranho ver algu�m espantado vendo uma mulher pelada.

- Ta assustado?

- EU nunca vi uma mulher pelada assim na minha vida....

- Ta gostando? POde ver sempre que quiser...

- Eu vou voltar todo dia se a senhora quiser.

- Eu quero sim... Mas vc tem que me aliviar tamb�m..

- Como assim??

- Eu tamb�m quero gozar



Cara, pra mim aquilo era uma loucura... Eu sabia por acaso que mulher esporrava???

Se gozar era esporrar, aquela mulher ia esporrar??? Demorou pra entender e ela me

explicou.



- Eu vou ver se ta tudo bem no bar (ela chamava de bar)

- Mas a senhora ta pelada.

- Sou vou dar uma espiada



Falou com o velhinho em italiano, com a porta semi aberta, trancou a porta e voltou dando risada. Acho que

j� est�vamos ali por mais de 1 hora.



- Vem c�

Me levou pra cozinha e sentou na beirada da cadeira e tirou a calcinha. Quase que

eu desmaio de tanto tes�o. Pelada inteirinha. Abriu as pernas e falou: - Sabia que

nunca se come uma mulher sem antes chupar ela inteira?

- Eu acho certo, falei...

- ME chupa a periquita.



Enchi a boca de pelo, tinha um gosto muito bom, lembro at� hoje...Falou-me pra

deixar a l�ngua bem dura, abrir bem a boca e enfiar a l�ngua no fundo dela. Meu

primeiro contato com uma buceta e j� estava com a l�ngua dentro dela.... Que gosto

bom. Parava pra tirar os pelos da boca e continuava. Ela pedia pra fazer isso e

aquilo e resolvi enfiar o dedo nela.

- Vai devagar que faz muito tempo que n�o tenho isso

- Pode deixar.



Enfiei o dedo e estava bem apertada, ensopada de saliva e fluido. Ela gemia

baixinho e ficava falando.... Cuidado... Vai... Cuidado... vai...



- Enfia seu pinto aqui, moleque...

Na hora me levantei e ela pegou meu pau e apontou na buceta peluda. Foi dif�cil pra

entrar. Achei que era normal. S� agora sei que era porque ela estava sem sexo h�

muito tempo.



Foi acabar de enfiar e j� gozei.



- N�o tira. Deixa ai....



Nem precisava pedir, continuei bombando e ela come�ou a gritar um pouco alto. Eu

tava cagando de medo. Berrava e deu uma gozada imensa....N�o parava de tremer.

Achei que ia ter um tro�o.



- Levantou os bra�os para tr�s e falou:

- Chupa de novo



Eu tinha gozado dentro dela e ela me pedia pra chupar??? Tive que fazer. Fiquei

lambendo em volta e estava ensopada.

- Enfia a l�ngua

Tive que enfiar.. fiquei ali um pouco e a minha vis�o era de uma senhora esticada

pra tr�s, com os bra�os pro alto, uma barriga bem grande na minha frente, um monte

de pelo na cara e bra�os peludos. Para mim era a vis�o do para�so. Eu tava me

acabando com aquela senhora.



LEvantei e enfiei nela de novo... Umas bombadas e gozei de novo.

- D� na minha boca.



Ela ficou me chupando enquanto eu brincava com aqueles seios de arrasar. Por mim

nunca mais sa�a dali.



- Eu tenho que ir pro bar , ela falou....

- N�o, vamos ficar mais...

- N�o d�. Volta amanh�.

- Quer que eu volte mais tarde?

- A gente faz mais depois... Deixa eu descansar... N�o sou menina.





Fui embora pela sa�da da cozinha e nunca mais me esque�o da minha primeira vez.



Essa senhora me ensinou muito mais e vou contar coisas bem diferentes que fizemos

durante uns dois anos, per�odo que durou esse meu "namoro".



Escreverei outros lances bem divertidos e enviarei..



Tenho uma predile�ào muito grande por senhoras que se encaixam na descri��o da minha Dona Julia,

e, se desejarem contato com um adorador de senhoras, favor enviar email para [email protected]

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