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2� TRAI��O DE UMA NAMORADA SANTINHA

... fiquei deitada um pouco mais de tempo na minha cama com aquele homem que eu conhecia a poucos dias mexendo na minha xaninha, era mais ou menos 13:30 quando ele levantou e disse que tinha que voltar ao dep�sito, saiu do meu quarto com aquela coisa maravilhosa balan�ando por todo o apartamento at� achar seu short na sala e sua cueca no banheiro, trouxe tudo para o quarto, vestiu na minha frente tomando cuidado de deixar a pica semi-r�gida para guardar por ultimo e pediu pra mim fazer isso, aproximou-se da cama, me levantei permanecendo sentada peguei nela sentindo nessa hora um certo arrependimento botei tudo pra dentro e fechei o short ele pegou o garraf�o vazio e se foi.

Fiquei pensando no que tinha feito e no meu namorado, mais me baseei no fato de meu namorado n�o reclamar de passar tanto tempo sem sexo, pois sei que isso para um homem � mais dif�cil de ser administrado, e tentei acreditar na hip�tese de ele estar comendo outras bucetas por ai alem da minha, e me conformei pois agora estaria bem servida, tomei banho para continuar meu dia...

Os dias passaram normalmente e passava sempre pelos caras na esquina e percebi que tudo estava normal, pois como n�o pedi pra ele guardar segredo e sabendo como s�o homens achava que ele iria contar o que fez comigo e o que n�o fez para os outros, pensando nisso esperava ao menos olhares mais maliciosos e piadinhas, mais n�o ocorreu. No m�nimo ele tinha ficado na dele para comer sozinho a minha sobremesa... Uns doze dias depois do ocorrido no primeiro conto a �gua voltou a acabar liguei pr�ximo do meio dia pedi a �gua e fiquei dessa vez s� de calcinha e um topzinho, sabia que n�o precisava me exibir para ter aquela pica de novo mais sei que isso tornam as coisas mais excitantes, quando ele chegou fui abrir a porta e deixei ele entrar, perguntou se eu estava sozinha eu disse que sim, ou ele achava que eu ficava s� de calcinha em casa com visitas, ouvindo isso ele me pegou jogou no sof� e disse que se eu estava de calcinha esperando o entregador de �gua era porque eu queria rola e j� foi me agarrando sem resist�ncia minha e chupando meus peitos e boceta deitada no sof�, fez isso durante uns dez minutos e parou sem mais nem menos levantou e foi em dire��o do meu quarto fico deitada ainda quando pouco tempo depois ele aparece totalmente nu saindo pela porta da cozinha e pulando em cima de mim, a pica estava muito grande, peguei nela um pouco, fiquei de joelhos no ch�o com ele sentado no sof� e fiz o que mais sabia fazer com aquela pica, chupei.

Pouco tempo depois ele me puxa pra cima dele e fica chupando meus peitos, a essa altura o pau dele tocava minha xaninha de leve, mais a cada vez que isso acontecia devido aos pux�es que ele dava me agarrando eu sentia um frio na espinha e lembrava q n�o sabia o que era uma pica dentro de mim a mais de um m�s, e uma duvida cruel me consumiu e se eu desse pra ele e meu namorado percebesse j� que era uma sexta feira e neste s�bado ele viria me ver ser� que em um dia apenas minha bucetinha se recuperaria de levar aquele pau grosso? Mais continuei chupando e saboreando aquele pauzao enorme com gosto de mijo, o que me excitava e muito. Subtamente aquele pirocudo me tirou do pau e me puxou pro quarto me deixou de quatro na cama e pincelou minha xaninha pressionando cada vez mais forte minha entradinha, nessa hora ele conseguiu me enlouquecer e n�o pensei mais nas fodas folgadas que daria no dia seguinte com meu namorado apenas tirei minha bundinha do pau dele ates que eu me excitasse demais e deixasse ele me comer sem camizinha e pedi pra ele por uma e me comer logo que eu n�o aguentava mais, ele pegou na sua carteira uma camisinha com a embalagem bem velha, apesar de saber do perigo disso eu n�o quis nem saber pois tudo que eu queria naquele momento era ser arrombada por meu macho, n�o sei como descrever melhor mais qualquer namorada ou esposa santinha que nunca traiu n�o sabe o tes�o que d� em sentir a pica de outro macho invadindo a buceta pela primeira vez, era muito bom e eu estava t�o molhada que s� senti uma dorzinha como se ele estivesse me desvirginando quando a pica entrou pela primeira vez e me surpreendi ao saber o quanto minha xaninha era profunda pois aquela pica n�o tinha menos que vinte cent�metros e seu corpo estava batendo no meu, e o melhor � que eu s� curtia as estocadas lentas e ritimadas dele, ele sabia como comer uma buceta, e me sentia uma verdadeira cachorra de estar se divertindo muito gostoso com outro macho menos de vinte e quatro horas antes de eu dar muito pro homem que eu amava.

Pensei pouco nisso e logo voltei a curtir aquela pica deliciosa na minha buceta e pedi pra ele foder mais r�pido, queria muito gozar no pauzao dele, cansei de transar de quatro e pedi para ele parar, quando ele tirou a pica de mim eu senti uma sensa��o de vazio em mim, nessa hora senti que estaria no dia seguinte com toda certeza esfolada, e talvez nem conseguisse sentir prazer com meu namorado, mesmo assim queria mais e pedi pra ele deitar na cama, subi nele como montando num cavalinho e conduzi a pica que no momento era de minha propriedade pra dentro de minha xaninha me sentindo preenchida novamente, cavalguei feito uma maluca naquele pau, estava engatada e n�o conseguia parar de me movimentar na rolona dele, rebolei, mexi de cima pra baixo, me apoiei nele e deixei ele movimentar tamb�m e tudo que ele sabia dizer � que eu era gostosa, est�vamos trepando a mais ou menos vinte minutos, e pensei em mudar de posi��o, sai de cima senti novamente um buraco dentro de mim e puxei ele de novo pela pica para a sala, queria que ele me comesse no sof� que meu namorado tanto gosta, na sala sentei ele no sof� e j� estava abrindo minhas pernas para passar as minhas pelas dele e sentar de costas pra ele na minha rolona grande, quando eu segurei e botei a cabe�ona dele na portinha de minha xana meu telefone toca no quarto, nessa hora... gelei, larguei a pica e pedi s� um minutinho que ia ver quem era, ao chegar no quarto senti uma pontada no peito ao ver o nome AMORZINHO no visor de meu telefone, peguei ele e corri pra sala pedindo desesperada pra meu macho n�o abrir a boca um minuto se quer que era meu namorado no telefone, ele disse para n�o se preocupar, fiz aquele gesto de por o dedo perto da boca para pedir silencio, ele apenas balan�ou a cabe�a e atendi.

- Eu: Oi amor...

- Amor: Oi bb ta tudo certinho por ai?

- Eu: Sim meu amor esta tudo tranquilo, voc� vem mesmo amanha? Fiz essa pergunta morrendo de medo de ele pedir pra eu abrir o port�o da rua dizendo que estava l� em baixo, querendo me fazer uma surpresa.

- Amor: Vou sim BB acabei de comprar as passagens, saio daqui de cinco da manha.

- Eu: Que bom meu amor estou ansiosa! Completei. Me virei e lembrei do que estava acontecendo no meu apartamento no momento em que eu estava falando com o homem que eu amava no telefone ao ver meu macho tentando me chamar a aten��o com um bra�o balan�ando acima da cabe�a e a m�o do outro bra�o balan�ando aquela pica maravilhosa fazendo quest�o que eu falasse com meu namorado olhando para aquele monstro, mais logo me recuperei e continuei a falar.

- Amor: E ai BB como est� minha bucetinha?

- Eu: Esperando voc�! Falei isso com uma dor enorme no peito, falei que minha buceta arrega�ada de tanto levar rola de outro macho estava esperando ele chegar, nesse momento meu macho levantou do sof� e veio andando em minha dire��o e eu fiz de novo o gesto de pedir silencio, ele apenas balan�ou a cabe�a concordando mais mesmo assim ficou na minha frente com aquela pica balan�ando e esfregando a cabe�a melada na minha barriguinha como se estivesse comendo meu umbiguinho lentamente, que safada eu era, falando com meu namorado e deixando meu macho esfregar a pica em mim, o fato � que eu estava at� curtindo a situa��o e fiquei ouvindo o que meu namorado tinha pra dizer olhando pra baixo e vendo a cabe�a grande e rosa esfregando em mim e prestando aten��o na gosminha que ele ia deixando por onde passava.

- Amor: Dani ta ai?

- Eu: Estou sim, falei com a voz muito rouca!

- Amor: T� acontecendo alguma coisa BB?

No momento dessa pergunta a piroca n�o estava mais sendo esfregada na minha barriguinha porque eu estava pegando nela e sem duvida batendo uma punheta lenta e deliciosa nela, respirei fundo e respondi continuando a punheta.

- Eu: Est� tudo bem sim amor, s� estou com um pouco de sono...calei e ele tamb�m, o �nico barulho que dava pra ouvir agora era o de pica grossa numa m�ozinha sendo deslizada de cima pra baixo numa velocidade consider�vel, n�o sei se ele ouviu mais eu n�o estava em mim, aquela perversidade me dava um tezao enorme, ele apenas disse depois de todo o silencio...

- Amor: Estou vendo que tu esta com sono mesmo, nem fala nada... vai descansar um pouco que � melhor.

- Eu: Ta certo amor at� amanh�! Desligamos!

Tive tempo apenas de parar de beter punheta no pau subir uma perna minha numa cadeira que estava pr�xima me virando de costas pra meu macho e trazendo a pica pra dentro de mim, o tes�o era tanto que nem pensei na camisinha, queria era continuar a trepada maravilhosa que estava antes da liga��o, at� que derrepente ele disse que ia gozar, eu apenas disse como uma louca em meio a estocadas fort�ssimas e barulhentas “goza”, ai ele disse “sem camisinha?”, no mesmo instante caina real e tirei minha bucetinha daquele pau, foi ai que percebi que tava sem camisinha, n�o liguei muito apenas n�o deixei gozar dentro, virei pra ele e continuei com uma punhetinha bem veloz, ele gozou muito no ch�o da sala melecou tudo, tirei tudo dele, apertando e deslizando ao mesmo tempo da base at� a cabe�ona trazendo o resto que fica dentro pra fora. Ele pediu pra tomar banho, tomamos juntos onde ainda bati mais uma punheta e chupei um pouco ele debaixo do chuveiro, e depois ele se vestiu e foi embora.

CONTINUA....

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