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EU E SIL, SUA M�E ASSISTE TUDINHO.

rnrnOl�, meu nome � Paulo, sou morador da Bahia, interior, em uma cidade pequena, sou casado com Silvana, uma mulher morena com corpo bem definido, de mulher�o, bunda bem definida volumosa, seios m�dios, uma mulher especial a quem conheci ainda na juventude, eu um homem sem experi�ncias sexuais, logo me apaixonei, sou um Homem alto forte cabelos castanhos, me cuido, n�o sou nenhuma pessoa possessiva, mas gosto de cuidar do que � meu. Silvana j� possu�a um filho, prefiro n�o colocar nome aqui.rnO que irei contar hoje, j� ocorreu a um bom tempo, aconteceu mais ou menos h� uns cinco meses ap�s meu casamento com Silvana, foi algo que me deixou muito surpreso e ao mesmo tempo trouxe nova sensa��o, algo que n�o esperava um dia ver ou ao menos pensei ocorrer.rnAqui na Bahia o clima � bem quente, como j� contei em contos anteriores. Em um s�bado dia em que n�o trabalho e que posso passar dia com minha fam�lia, hoje minha esposa e o filho dela, às vezes vou à casa de seus pais que fica a poucos quil�metros de onde moro com Silvana, mas neste s�bado decidi que iria passar o dia todo com Silvana e seu filho, isso logo muda, porque seu pai havia levado o filho de Silvana para sua casa, segundo Silvana ele veio cedo e disse que levaria o moleque para passar o dia na casa dele, disse que estaria com a piscina cheia, n�o cheguei a falar com seu pai, pois estava dormindo, trabalho na sexta at� tarde da noite, Silvana tamb�m me disse que o seu pai havia nos chamado tamb�m, mas que ela tinha dito que n�o iria, pois eu j� tinha dito que passar�amos o s�bado em casa.rnEnt�o neste S�bado seria s� eu e Silvana, planejei muito sexo, iria aproveitar aquele dia, Silvana que tamb�m era muito safada j� estava toda feliz, tomei meu caf� l� pelas 10h00min, consegui dormir bem a noite, esta bem descansado Silvana estava com um pequeno shorts azul, mal tampava aquela bunda, fiquei j� aceso, ali na cozinha mesmo j� rolava um ama�o, Silvana disse que era para eu esperar, ela iria tomar uma ducha e n�s ent�o continuar�amos oque t�nhamos come�ado, assim que ela entrou no banheiro ouvi a campainha, logo pensei quem j� estava querendo atrapalhar minha foda, fui at� a porta e vi que era sua m�e, imediatamente fui at� o port�o e a pedi para entrar, nos cumprimentamos e ela disse que tinha vindo pegar roupa para o filho de Silvana, disse que meu pai n�o tinha pego.rnSua m�e veio buscar roupa para o seu filho Silvana que estava na casa dela para passar o dia e tomar banho de piscina, Silvana acabara de entrar no banheiro para tomar um banho, falei alto para Silvana escutar que sua m�e havia chegado e que veio buscar roupa para o filho dela, Silvana pediu para que a pedisse para sua m�e vir at� nosso quarto que ela logo sairia para pegar roupa para o garoto, ao passar pelo corredor com sua m�e em dire��o ao quarto nos deparamos com a porta do banheiro aberta, e Silvana se despia para tomar o banho, tudo bem que sua m�e era uma mulher, mas Silvana poderia ter fechado a porta, ao se aproximar do banheiro, sua m�e olhou e viu Silvana, ela estava apenas com a parte de baixo do lingerie, estava com seios à mostra, Silvana viu a sua m�e e disse: rn-Oi m�e j� ajudo a encontrar a roupa do meu filho. rnsua m�e disse que tudo bem, achei meio estranho a sensa��o de ficar ali, diante das duas, minha sogra vendo Silvana agora nua a tomar banho, as duas conversavam como se nada tivesse ocorrendo, claro que as duas n�o tinham o que esconder, mas para mim ficou uma situa��o constrangedora, as duas conversavam muito, ambas gostam de conversar, minha sogra ent�o na conversa elogia Silvana: rn- Vejo que seu marido Paulo escolheu um mulher�o para se casar. rnAs duas riram, eu ali meio sem jeito, Silvana me olha e diz: rn- T� vendo amor tua sogra disse que sou bonita. rnminha sogra diz: rn- Bonita e tem um corp�o muito bonito. rnEu sem saber oque falar s� sorria. N�o esperava ocorrer aquilo que estava ocorrendo, fiquei meio sem oque falar com a situa��o que estava presenciando, minha esposa nua na frente da sua m�e e fazendo como se nada tivesse ocorrendo, pior � eu estar ali diante das duas, era uma mistura de excita��o e vergonha, quando Silvana terminava seu banho comecei a ficar mais calmo, imaginei que ela colocaria uma roupa e iria ajudar sua m�e a pegar roupas para o filho dela, mas isso n�o ocorreu, mesmo j� tendo visto antes como Silvana � safada, aquilo que acontecia era diferente, Silvana se seca e sai do banheiro nuazinha, bucetinha toda depilada, seios a mostra, vem at� sua m�e e a cumprimenta com beijinhos, as duas v�o at� o quarto eu amea�o ir para a sala, Silvana logo n�o deixa e me diz: rn- Amor me ajuda a encontrar as roupas do meu filho para minha m�e levar. rnEu falo: rn- Claro amor, irei ajudar sim. rnCome�amos a procurar as roupas, eu olhava nas gavetas procurando sunga, e Silvana olhava na parte de cima procurando shorts e camisa, sua m�e se senta em nossa cama e assiste aquela sena, Silvana com aquela bundona toda a mostra, n�o tinha como n�o chamar aten��o, eu ali agachado via aquela bucetinha maravilhosa, nem conseguia me concentrar, sua m�e percebeu e falou brincando: rn- Olha Silvana deste jeito o Paulo n�o encontrar� nada!!. rnSilvana me olha e fala: rn- Amor depois voc� pode brincar agora temos que encontrar as roupas, minha m�e deve estar com pressa. rnsua m�e fala: rn- N�o estou n�o Silvana, seu filho s� vai para a piscina na parte da tarde. rnSilvana ent�o me olha e brinca: rn- Ent�o pode olhar amor, minha m�e n�o est� com pressa. rnSem perder tempo eu olho mesmo, vejo que sua m�e s� observa, falei ent�o: rn-Silvana, voc� esta ficando doida. rnSilvana retruca: rn- Amor, voc� sabe que eu sou doidinha. rnTodos sorriram minha sogra ent�o ainda fala: rn- Estou atrapalhando voc�s n�? rnSilvana fala: rn- N�o m�e a senhora n�o atrapalha n�o, � sempre bem vinda. rnsua m�e ent�o fala: rn- Ent�o podem fazer o que querem fazer e depois procuramos a roupa. rnEu ent�o olhei para minha sogra e para Silvana, mas n�o disse nada, nisto Silvana fala: rn- Esta vendo amor, minha m�e � liberal, mostra para ela como o genrinho dela � bom de cama. rnsua m�e ent�o fala: rn- Isso meu genro mostra para Silvana como se faz. rnFiquei meio desconsertado, mas deixei rolar, ali mesmo comecei a beijar a bucetinha de Silvana, e passar a l�ngua nos l�bios daquela buceta, enquanto fazia isso pensava ? a que ponto cheguei, esta mulher que me casei � muito safada, nunca imaginei transar com ela e minha sogra assistir tudo?, mas tenho que dizer que estava adorando a sensa��o, Silvana delirava de tes�o puxava minha cabe�a contra a buceta, gemia e olhava para sua m�e, mal eu conseguia respirar, mas ali poderia at� ficar sufocado que n�o teria problema, subi ent�o at� os seios de Silvana e comecei a chupar o bico de um deles, Silvana puxava meus cabelos, ela se deita na cama, ao lado de onde minha sogra estava sentada, me leva junto e abre as pernas para que eu a chupe, vi ent�o que minha sogra segurou uma das pernas foi ai que vi que minha sogra estava adorando tudo aquilo, sem perder tempo chupava aquela buceta maravilhosa, j� n�o tinha nenhum pudor, fique ali v�rios minutos, levei Silvana ao del�rio, ali mesmo senti que ela gozou pela primeira vez, Silvana se levantou me puxou em p� e abaixou meu shorts, e a cueca tamb�m, fiquei nesta hora com meu pau a mostra, imediatamente olhei para minha sogra ao meu lado, ela sorriu, Silvana abocanhou meu pau e chupou como uma vadia, eu senti muito prazer naquela chupada, nisto Silvana me empurrou de costas na cama e novamente me chupou, subia e descia a l�ngua em meu pau, j� estava quase gozando ali mesmo, tamanho tes�o que sentia, mas n�o queria isso, queria penetrar Silvana, a puxei sobre mim, assim que ela chegou na altura de meu rosto, nos beijamos, ela ent�o sobe sobre mim, e coloca meu pau na entrada de sua Bucetinha, vi que minha sogra de levantou, foi atr�s de Silvana e olhava aquela penetra��o bem de perto, nunca esperei que minha sogra gostaria de algo assim, pensei comigo mesmo ?Acho que Silvana tem um dom para despertar os desejos nas pessoas?, Silvana ent�o come�a a subir e descer sobre meu pau aos poucos aumenta o ritmo, logo estava bombando bem r�pido, isso era uma maravilha, minha sogra n�o perdia nada parecia nem piscar, Silvana me olhava e sorria de maneira safada, vi que ela estava come�ando a gozar, aumentei mais ainda o ritmo e vi que tamb�m ia gozar, assim que Silvana gozou tirei meu pau, nisto algo muito louco ocorreu, minha sogra colocou a boca no meu pau, bem na hora que comecei a gozar, ela chupou tudo, lambia tudinho, Silvana se deita ao meu lado e junto comigo assiste aquela sena inesperada, minha sogra chupando meu pau de olhos fechados e s� subindo e descendo, assim que ela abriu os olhos nos viu olhando, parou de chupar, ficou sem falar nada, Silvana � claro soltou: rn-Viu mae seu genro � muito bom de cama. rnMinha sogra me olhou e sorriu, disse ent�o ainda com a boca melada: rn- Meu genro arrumou uma esposa muito safadinha. rnBrinquei falando: rn-� outros me falaram isso antes.rnMinha sogra ent�o pergunta: rn-Quem falou isso?? rnDisfarcei: rn-Ningu�m n�o sogra estava brincado.rnTerminamos de procurar a roupa do filho de Silvana e colocamos em uma bolsa, fomos at� a sala, ainda nus, minha sogra se despediu de Silvana com beijinhos e me deu um beijo no rosto tamb�m, pediu para n�o contar nada para meu sogro, eu disse que ela n�o precisava se preocupar com isso, abri a porta e ela saiu, assim que fechou o port�o e saiu e tamb�m fechei a porta, eu e Silvana fomos para o quarto, brinquei com Silvana dizendo que por aquilo n�o esperava, ela me perguntou se eu gostei, claro que eu adorei, ela ent�o disse que se minha sogra querer n�s repetimos, n�s dois rimos muito, s� brinquei ent�o dizendo que ela estava me saindo melhor que eu esperava.

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