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MINHA PRIMEIRA VEZ. FOI ASSIM...

Minha primeira vez... Foi assim...



Nossos contos podem estar repletos de chav�es, mas revelam muitas verdades reais ou imagin�rias que povoam nossas mentes. Reprimidas pela cultura, mas pr�prias da nossa natureza humana. Contudo, “o que pode” e “o que n�o pode” muda conforme cada tempo. Eu que o diga, pois apesar da minha forma��o tradicional, da fam�lia patriarcal, crist�, doze anos de casada..., viver uma experi�ncia como a que vou contar parecia muito mais distante do que foi. Mesmo que desde meus 19 anos a leitura de contos er�ticos me leva com facilidade ao cl�max, n�o imaginava que um dia passaria com certa naturalidade da leitura à experi�ncia.

Quem n�o tem suas fantasias? Nossa imagina��o as alimenta t�o facilmente; saber que muitas pessoas as vivem excita ainda mais. Pensar que meu marid�o me estimulava a experimentar, ent�o!!!

Como j� se passaram dez anos, posso cont�-la sem receios.

Com as facilidades das tecnologias virtuais “conheci” alguns homens com os quais passei a ter provocantes conversas, principalmente por telefone, que aqueceram muitas noites e madrugadas; conversas que me desestabilizavam e com alguns deles, somente pela voz e jeito conquistador me levavam n�o raras vezes a molhar a cal�inha e provar o prazer. Aos poucos n�o fui resistindo e me via cada vez mais envolvida naquela que seria minha primeira vez com outro homem depois de doze anos de casada.

Um belo dia sai da cidade onde morava para uma pr�xima, pois tinha combinado um encontro com Ant�nio, com o qual imaginava passar a noite. A viagem at� l� foi recheada de imagina��o f�rtil, como n�o podia ser diferente. Na realidade, ao conhec�-lo pessoalmente, n�o senti aquela qu�mica que pudesse provocar o que eu fantasiava e tanto ansiava; preferi aguardar para outra oportunidade. Mesmo assim me senti livre, leve e solta por estar naquela situa��o e at� poder me dar ao luxo de dizer n�o. Mas a que foi pra valer foi assim...

Meu gostoso personagem foi M�rcio, vou cham�-lo assim. Era casado, trabalhava com comunica��o, eu o assistia frequentemente pela TV e j� o achava um gato, tenta��o, lindo, charmoso..., daqueles homens que s� da para imaginar coisas maravilhosas. T�o logo que passei a ter contato com ele, meu desejo para ir pra cama ficava cada vez mais intenso. Em nossos contatos, quando fal�vamos ao telefone, aquela voz soava t�o bem no meu ouvido e sabendo que era s� pra mim, ent�o! Ficava cada vez mais excitada e muito provocada, tentada... Depois de algum tempo em que convers�vamos com mais frequ�ncia n�o aguentei mais e tinha a certeza que minha hora havia chegado. Um dia fui para Chapec�, cidade pr�xima de onde eu morava e na qual ele trabalhava. Combinamos que nos encontrar�amos no seu apartamento do hotel, aonde tamb�m fazia parte do seu trabalho. Cheguei ao final da tarde, tomei meu banho vesti uma saia jeans e uma blusa decotada, que deixavam em evid�ncia minhas coxas roli�as e real�ava meus seios que, mod�stia a parte a natureza me privilegiou. Enfim, pensei, tinha que estar bem quando aquele meu sonho chegasse, pois era o que eu mais esperava e desejava naquele momento. Apesar da ansiedade que me fazia parecer que o tempo demorasse a passar estava bastante tranquila e segura; isso me fazia sentir uma sensa��o maravilhosa que se espalhava por todo o meu corpo..., sentia-me lubrificada, aquecida, pronta para amar..., estava vivendo uma situa��o como poucas vezes havia experimentado.

Quando ele chegou foi uma sensa��o indescrit�vel, afinal estava a s�s com algu�m que eu idealizara e fantasiara por muito tempo para um momento t�o especial como esses. Aquele homem forte e bem vestido me abra�ou de forma carinhosa, apertava-me contra seu corpo enquanto suas m�os percorriam o meu e nos beij�vamos calorosamente. Depois de curtirmos esse momento ele foi para um banho e, por mais que fosse r�pido, tinha a sensa��o que demorava muito, pois estava vivendo meu sonho; mas aquela situa��o tamb�m me deixava com mais vontade ainda, at� porque eu estava totalmente à vontade, tanto que at� me surpreendi comigo mesma.

Enfim ele de volta, enrolado numa toalha... Eu sentada no sof� do lado “escrit�rio” do apartamento. Ele se aproximou e nos beijamos com tanta vol�pia que eu literalmente esqueci o mundo... Estava t�o entregue àquela situa��o que nem passou pela cabe�a que poderia estar sendo filmada e s� lembro que ele estava de p� em minha frente e eu de c�coras sobre o sof� chupando meu homem com muita vontade. Nem imagino quanto tempo fiquei assim, mas lembro que estava super-excitada por ter aquele homem sob meu dom�nio. Ele sussurrava palavras que me provocavam a cada instante, via seu olho brilhar, sentia seu suspiro intenso, ele me chamando de gostosa e dizendo que logo se cobraria e que queria me possuir...

Fomos ent�o para a cama. O quarto estava com luz baixa, em clima bem agrad�vel e aquele ambiente prop�cio para o amor se intensificou. S� lembro que estava totalmente em seus bra�os e entregue àquele clima, envolto com muitas car�cias, toques e beijos calorosos e demorados. Logo suas m�os, l�ngua e boca come�aram a explorar meu corpo e eu me sentia totalmente entregue àquele homem. Habilmente livrou-me das minhas roupas come�ando pela saia, depois com jeitinho tamb�m tirou minha blusa, quando lembro tenho a sensa��o que suas m�os ainda percorrem meu corpo... ent�o come�ou a me lamber todinha. Isso me fez sair do ar e quando percebi estava sem nenhuma pe�a mais em meu corpo. Sua boca e l�ngua explorando meu corpo me excitavam muito, em especial quando passavam delicadamente por meus seios, pesco�o e orelhas. Naquele clima, n�o havia como ser diferente, eu tamb�m o acariciava com vontade e o chupava, pois a cada instante est�vamos mais entregues um ao outro. Gostosamente perdi a raz�o e a no��o do tempo..., eu queria tanto sentir aquele homem me invadindo que o puxei com vontade sobre meu corpo; nem percebi como havia colocado a camisinha e logo passei a sentir as del�cias daquela sensa��o de invas�o da minha gruta que estava totalmente lubrificada e receptiva. Eu me deliciava com aquelas estocadas gostosas e com seus sussurros e gemidos em meu ouvido. Deleitei-me com tudo e me sentia totalmente entregue a ele e àquela situa��o. Retribu�a o prazer daquele momento acariciando com gosto meu Davi. Afinal, naquele momento desfrutava uma das mais gostosas sensa��es de prazer que um homem pode proporcionar a uma mulher. Digo que foi uma das melhores que havia sentido nos �ltimos tempos, pois estava envolta com a sensa��o do proibido, do inconceb�vel para muitos, o que a deixava ainda mais excitante e prazerosa.

Foram tantos detalhes que n�o da para narr�-los todos, mas a noite de amor que passei e a experi�ncia em si, de dormir com outro homem e ser despertada com suas m�os acariciando meu corpo, depois de tanta espera, foram indescrit�veis.

A experi�ncia foi t�o provocante e motivadora que minha vontade passou a ser de reviver isso de tempos em tempos. Tinha certeza que isso me faria sentir mais livre, mais leve e mais Mulher.

Depois disso nos encontramos mais quatro vezes. Eu me envolvi gostosamente com ele, tanto que fantasiava demais em lev�-lo para a cama na minha casa, mas infelizmente isso n�o deu certo. Apesar do desejo de repetir de tempos em tempos o caso com ele, sua transfer�ncia de cidade dificultou nosso reencontro.

Foi assim... que, al�m de outros detalhes, eu contei para meu marido. Devo dizer que sem o est�mulo e consentimento dele dificilmente teria vivido essa fant�stica e indescrit�vel experi�ncia.

O que isso rendeu para nossa cama? Precisaria de muitas p�ginas ou muitos contos para dizer tudo, mas um dia escreverei outros cap�tulos. Digo que o resultado foi �timo, pois ainda hoje rende muito tes�o quando relembramos nossas aventuras e principalmente quando ele diz que sonha em me assistir fazendo o que fiz com M�rcio. Quem sabe se for conquistada por um novo Davi n�o narre um novo cap�tulo a voc�s.



Nika - Chapec� – SC – [email protected]



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