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SOB SEGURAN�A

Sou branca, 23 anos, 1, 66 m, 52 Kgs, olhos castanhos, cabelos pretos, por delineado. Estava com o estado emocional afetado, dado acontecimentos pessoais em minha vida. O desejo incondicional em travestir-me de mulher e assim expor na rua e nela viver as emo��es moment�neas tomaram conta de mim. Tomei um banho, passando creme e gel nos cabelos, creme hidratante no corpo. Preparei um conjunto lyngeri com calcinha preta com destaques vermelho nas laterais, que vestia bem meu bumbum, com muita sensualidade, meia cal�a preta 78, um mini-vestido tamb�m preto, absolutamente sensual, jaqueta de couro, cobrindo o corpo e nos p�s uma sand�lia salto alto agulha, que ajudava a dar a sensualidade feminina necess�ria, bem como tornear minhas pernas e minhas coxas, arrebitando meu bumbum. No banheiro, me maquiei com um blush na face, maquilagem carregada nos olhos, com destaque ao rimel e l�pis preto. Para completar a produ��o an�is, brinco, gargantilha e pulseira. Na bolsa alguns trocados, minha habilita��o e meu cigarro. Um perfume marcante mas leve, me olho no espelho, penteando o cabelo e no olhar algo forte me levando a partir para a noite.

No meu carro, parti para circular por bairros fora do centro da cidade. Me acompanhava uma garrafa de wiske, onde bebia vorazmente a mesma para estar em determinado grau a atitude. Observei certa casa, onde havia constado anteriormente, um morador solit�ria e aparentemente seguro para uma abordagem na madrugada. Desci, duas quadras dali e fui em dire��o ao local. Era num local bem deserto, bairro ainda em constru��o, numa resid�ncia sem sequer port�o ou qualquer coisa que a segurasse. Bati na porta e l� estava ele. Um homem, de meia-idade, que morava sozinho, j� dormindo e absolutamente assutado pela situa��o.

- Tudo bem senhor!? Me chamo Larissa e to perdida aqui no teu bairro! Estava acompanhada por uma pessoa que me deixou aqui, me fazendo mil amea�as, onde pedi que parasse o carro e me deixasse aqui. Achei que poderia me ajudar! Pode ser..?

- Mas, olha a hora!?

- N�o vou colocar o senhor em risco. Caso contr�rio, vou embora agora! Mas gostaria demais da tua ajuda!

- Entra mo�a.

- Nossa nem sei como agradecer o senhor. - Naquele momento ascendi um cigarro e fiquei calada, dizendo coisas desencontradas. – Nossa o senhor dormindo e eu aqui!

- Que isto! – Percebi em suas palavras algo de afeto mas de tesao frente a minha apar�ncia e as circunstancias. Cruzei as pernas ele ficou louco no ato, mas teve controle.

- Nem sei como agradecer! Quero dar um tempo aqui, para ele nem perceber nada e depois ir embora. Pode ser?

- Claro.

- Acho que seria melhor a gente apagar as luzes, porque qualquer movimento pode chamar a aten��o, pode ser?

Nisto ele concordou apagou as luzes e ficamos na sala improvisada com uma cozinha e lavanderia.

- To com a cabe�a estourando! Nossa vc dormindo e eu aqui te incomodando. Preciso deitar um pouco, te incomodaria. – Acho q na hora ele sacou a oportunidade e eu procurando a cama ele j� me dirigiu para o quarto. Sentei na cama, ascendi outro cigarro e ele deitou na mesma.

- Nossa!! Posso deitar um pouco?

- Claro...

- To com muita vergonha mas muito grata por o que voc� ta fazendo. Pode deitar tamb�m q vou ficar quetinha ta. – Nisto ele deitou e ficou de um lado da cama enquanto eu do outro. Ficamos deitados quetos, insinuei frio e fiquei pr�ximo ao teu corpo. Ele virou de frente e grudou teu corpo no meu, onde ajeitei para ficarmos coladinhos.

- Tira tua roupa, ta me machucando se n�o importar. Nisto ele ficou nu. N�o falava nada, obedecia aos meus comandos.

Naquele momento, sentia sua rola endurecer, ro�ando no meu bumbum e minhas coxas. O tesao cresceu no mesmo instante. Passei a esfregar meu corpo no dele, sem dizer uma palavra. Ele me agarrou veio me beijar mas n�o deixei.

- Vamo ficar quetinho, pode ser?

- � muito tesuda, gostosa!

- Acha mesmo!?

Nisto retomamos nossa esfrega��o. Ele viajando com suas m�os em minhas pernas, barriga, bra�os e no rosto e eu sentindo tudo aquilo com seu membro ro�ando em mim.

- Pega algo, um �leo, sei l� p passar no meu bumbum? Ele levantou pegou uma lata de �leo, trouxe consigo e untou seu penis e meu bumbum. Fiquei deitada de lado, ele colou em meu corpo, abriu minhas pernas, e direcionou o penis em minha bunda. Em poucas estocadas enfiou tudo, me fazendo ver estrelas naquele momento.

- Ai...... nisto um vai e vem cadenciado, at� que se tornou fren�tico. Tirei minha calcinha, meu vestido e de quatro transamos por quase vinte minutos sem parar. Seu gozo veio forte, inundando meu bumbum, com a gente suado e extasiado diante de tudo aquilo.

Vesti minha calcinha, o vestido e deitamos na cama.

- Vou embora, n�o precisa vir atr�s de mim e espero um dia a gente se ver ok. Levantei devagar deixei sua casa, certifiquei que n�o me seguia partindo em direcao ao meu carro, fumando um cigarro e com mil pensamentos na cabe�a.

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