Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

ENTRE CAMINHONEIROS

Oi pessoal, tenho 35 anos, sou casado e tenho 2 filhos. Quando eu tinha uns 19 anos, um primo meu da mesma idade me ensinou a fazer “certas” coisas! Ele disse que nunca poderia contar pra ningu�m e nunca contei. A gente chupava o pau um do outro, e comia o cuzinho tamb�m. S� que a gente cresceu e come�amos a procurar garotas como todo mundo fazia, mas sempre fiquei com aquela vontade de continuar com aquela brincadeirinha gostosa. S� que sabia que seria muito perigoso e nunca mais fiz nada com ningu�m, nem tentei. At� que h� uns 2 anos atr�s aconteceu algo que acabou com o desejo que h� muito tempo me consumia.

Sou caminhoneiro e sempre tive umas revistas porn�s na boleia pra dar uma aliviada de vez em quando, mas comprava as que tinham sexo expl�cito pra poder ver os homens tamb�m. Numa dessas viagens foi que aconteceu a minha liberta��o.

Esqueci de me descrever. Tenho 1, 78 de altura, sou forte, tenho cabelos e olhos castanhos e a pele morena. O casamento e as longas horas dirigindo o caminh�o me deixaram uma barriga bem grande, a cervejinha ajudou tamb�m.

Eu nem me lembro o que tava transportando nem pra onde eu tinha que levar, mas sei que era noite e eu tava com um sono do caralho! Tava perto de uma parada de caminhoneiros e resolvi parar pra tomar um caf� ou uma cervejinha: qualquer coisa que me animasse.

Estacionei o caminh�o e entrei num bar que tava quase deserto: s� tinha o cara que atendia e um sujeito sentado numa mesa do lado da porta do banheiro. Sentei no balc�o e pedi a cerveja. Depois pedi mais duas e deu vontade de mijar. Quando ia no banheiro olhei direito o cara que tava do lado da porta. Tentei n�o olhar muito, mas vi que ele era um hom�o, gostoso pra caralho: tinha cara de macho e fiquei com um baita tes�o nele. Ele era um pouco mais alto que eu, mais forte e mais barrigudo, al�m disso usava barba e parecia ser muito s�rio.

Quando sa�a do banheiro, depois de ter passado por ele, ou�o uma voz muito grossa me chamando:

- Ei, amigo!

Olhei e ele fez sinal pra que eu me aproximasse. Ele perguntou meu nome, se era caminhoneiro, disse que nunca tinha me visto por aquelas bandas e ficou curioso. Falei que ia pouco pra aquela regi�o e ele perguntou se n�o queria me juntar a ele, pois tava h� dois dias na estrada sem falar com ningu�m e tava muito a fim de conversar, com quem quer que fosse. Disse que parou pra falar com algu�m, mas como o bar tava deserto ficou s� na vontade, disse que me viu chegar, mas ficou sem gra�a de me chamar naquela hora, mas viu a oportunidade e me chamou. Eu gostei muito do convite, mesmo imaginando que nada iria acontecer entre n�s. Imaginei que ele queria s� conversar mesmo.

Trouxe minha cerveja e batemos um papo muito divertido, ele n�o era nada fechado como imaginei, era muito engra�ado. De repente ele come�ou a falar de sexo:

- Caralho, tamb�m tava doido por uma bucetinha!

- Eu tamb�m.

- Porra, t� doido pra comer uma bucetinha gostosa! Essa vida que deixa a gente longe da mulher por muito tempo � foda!

- � verdade!

- Tem as putas que a gente pode dar umazinha, mas num � mesma coisa: as putas s� na hora do desespero! Tudo gosta de pegar umas putas por a�?

- Eu n�o, mas pego! E rimos.

- Vamos mudar de assunto que eu j� t� ficando...sabe como �, n�?

- Sei!

Se ele tava de pau duro pensando numa buceta, eu tava pensando no pau dele, mas fazia de tudo pra disfar�ar. S� que eu sabia que era uma dif�cil, pois n�o conseguia ficar sem olhar disfar�adamente os homens na rua: olhava a bunda, as pernas, os bra�os e o pequeno montinho onde se aloja o pau dentro da cal�a ou da bermuda. Ás vezes andava na rua e ficava imaginando todos os que passavam nus. Por isso, pensei que devia ir embora antes que ele percebesse algo e quisesse me bater. Eu n�o ia apanhar, mesmo ele sendo maior eu me garantia, mas poderia tamb�m espalhar isso e eu estaria perdido.

Ia pro meu caminh�o, mas queria me aliviar e pensei em tomar um banho pra ver se esfriava tes�o e o �nico jeito era procurar um banheiro p�blico ou qualquer lugar que tivesse um chuveiro. Perguntei pra ele de banheiro e ele me indicou um ali perto. A d�vida ficava em se estaria aberto àquela hora, pois j� era alta madrugada, acho que era mais de 3 horas.

S� que ele n�o queria me deixar ir e tive que dizer que tava precisando ir no banheiro, pois tava com vontade de dar uma cagada. Nos despedimos e fui procurar o banheiro. Chegando l� tinha um coroa dormindo em frente à porta. Tava muito b�bado, pois tive que balan�ar muito ele at� ele acordar. Paguei e entrei.

O banheiro era pequeno: tinha s� 5 ou 6 cub�culos onde ficam os vasos sanit�rios e 3 chuveiros que ficavam em frente aos cub�culos. Al�m disso, nenhum dos cub�culos tinha porta, ou seja, quem t� no vaso v� quem t� tomando banho e vice-versa.

Imaginei que ningu�m fosse aparecer por ali às 3 da madrugada e tirei a roupa, pendurei num gancho q tinha por ali e comecei a me molhar. Mas, o cara n�o sa�a da minha cabe�a e eu continuava muito excitado, ent�o resolvi tocar uma punheta de vez. Sentei num dos vasos e comecei: s� imaginava aquele gostoso me comendo.

Como tava de olhos fechados n�o vi nada, mas engra�ado como tamb�m n�o ouvi nenhum barulho antes, pois do nada ou�o uma voz:

- Veio dar uma cagadinha ou tocar um punheta????

Tomei o maior susto da minha vida, n�o s� porque ele apareceu do nada, mas tamb�m porque fui pego no flagra. Tentei cobrir o meu pau com a m�o, mas era imposs�vel. Vi logo que era o cara do bar e ele tava parado na minha frente, com um sorrisinho safado me olhando. Falei:

- Porra, tu me assustou, caralho!

- Calma! Vim dar uma mijada e vi tu ta a� tocando umazinha, n�?

-�, n�o, � que... eu s� gaguejava.

- Se preocupa, n�o, cara! Eu tamb�m toco umazinha de vez em quando! Isso � coisa de homem, homem precisa disso, ainda mais a gente que fica longe da mulher por muito tempo. Vou dar uma mijadinha ali e te deixar em paz, at� mais.

Fiquei esperando ele ir embora pra recome�ar. Ouvi ele mijando no cub�culo do lado do meu. Ouvia o barulho que o mijo fazia quando atingia a lou�a do vaso e imaginava ele segurando aquela pica que devia ser enorme, muito gostosa.

Mas, ele voltou e falou:

- Caralho, tu me deu uma boa id�ia: acho q tocar uma seria uma boa. Eu tamb�m t� precisando, olha isso. E me mostrou o pau dele por dentro da bermuda: tava duro e era sim muito grande. -N�o, t� a fim de fuder mesmo, punheta eu toco todo dia! Ser� que ainda acho uma puta por a�? Com a minha sorte eu s� arrumo travesti. E riu.

E eu n�o falava nada, s� tentava n�o olhar pro pau tentador que tava na minha frente.

- T� a fim de continuar a� na m�o?? Quer ir procurar umas putas comigo, n�o?

- N�o! Foi s� o que consegui dizer.

- T� bom, ent�o. Eu vou ver se acho uma. At� a pr�xima, amigo.

E ele foi embora. Bom, eu achava que ele tivesse ido embora, mas n�o foi. Deve ter ficado por ali mesmo pensando no que fazer durante alguns segundos, pois quando eu tava recome�ando ele aparece de novo.

- Caralho, lembrei que por aqui n�o tem nenhuma puta, s� travesti mesmo. Olha aqui como eu t�. Que que eu fa�o agora? _Falava isso e segurava o pau por cima da cal�a. E repetiu algumas vezes: “Que que eu fa�o?” At� que abaixou o el�stico da bermuda e me mostrou o pau enorme! Fiquei paralisado, s� olhava aquele pau, olhava mesmo. Queria pegar, segurar, chupar e sentir ele entrando gostoso no meu cuzinho.

De repente, ele chegou bem perto e falou baixinho: “Chupa!”

N�o consegui mais me segurar, abri muito a boca e tentei engolir aquele pauz�o enorme. Mas, n�o consegui, � claro. Ele percebeu a minha falta de experi�ncia e falei que s� “brincava” quando tinha uns 19 anos e depois nunca mais. Ele, ent�o,come�ou a me dar dicas de como fazer: engolir, passar a l�ngua na cabe�a, da base à cabe�a e fui fazendo direitinho. At� que ele segurou a minha cabe�a e mandou eu ficar parado, da� ele come�ou a meter na minha boca como se tivesse metendo numa buceta ou num cuzinho. Ele tentava meter o pau todo, mas eu engasgava, ent�o, ele parou de querer enfiar tudo e foi metendo num ritmo louco. Era muito bom ter a boca fudida daquele jeito.

Ele parou, me fez ficar em p� e me beijou. Ele me beijava e me agarrava com tanta for�a e vontade que tinha que fazer muito esfor�o pra n�o cair. A�, ele me encostou na parede e continuou a me beijar, lembro que pensei que se a parede fosse fraca a gente ia derrubar.

Ele parou me olhou nos olhos e disse:

- Vira, quero ver teu cu.

Depois que virei, ele agarrou de leve os meus cabelos, me puxou pra junto do corpo dele e disse:

- Tu tem um rab�o muito gostoso. Quero te comer, quero arrombar ele todinho.

- Eu quero, mas t� com medo. Nunca dei pra um pau t�o grande e grosso.

- N�o se preocupa, eu sei o que t� fazendo.



Ele sentou no vaso onde eu tava antes, me virou de costas e enfiou a cara na minha bunda. Sentir a l�ngua dele passar no meu cuzinho era uma del�cia! Depois de um tempo, senti que ele enfiava um dedo no meu cuzinho, depois dois e depois tr�s. J� sentia meu cuzinho arder e comecei a imaginar como seria doloroso quando fosse aquela pica toda.

Depois de um tempo, ele levantou e ficou esfregando o pau na minha bunda e falou no meu ouvido.

- Quero comer esse rab�o de quatro. Mas, primeiro eu vou meter com voc� de p�. Encosta na parede e empina o rabo pra mim que agora teu cuzinho vai ser arrega�ado.

Eu tava com muito medo, mas o tes�o era maior e fiz o que ele mandou. Eu ainda abri a bunda com as m�os pra facilitar a penetra��o, mas foi dif�cil. Ele colocou uma camisinha, encostou o pau no porta do meu cuzinho e foi enfiando. � medida que ia entrando ia doendo muito, pensei que fosse rasgar o cuzinho todo. Eu gemi alto e ele perguntou se tava doendo muito, disse que sim e ele ficou um pouco parado, esperando o meu cuzinho se acostumar um pouco com aquele ser enorme invadindo. Depois ele foi enfiando e tirando um pouco devagarinho, bem devagarinho. E com um tempo foi acelerando o ritmo at� ficar algo louco: ele me puxava pela cintura e metia fundo, eu gemia de dor e ele de prazer.

Ele ia gozar a qualquer momento, mas antes disso, ele enfiou o pau at� o talo, puxou um pouco os meus cabelos e perguntou:

- Ta gostando de ter um homem te dentro de tu? Te arrombando?

- Sim.

- Ta gostando desse pau todo no teu rabo?

- Sim.

- � bom ter o cuzinho sendo arrombando por essa pica enorme?

- �.

- Quer parar?

- N�o.

- Teu cuzinho � muito gostoso, sabia? O cuzinho mais gostoso que eu j� comi na vida. Eu quero comer esse cuzinho mais vezes. Vai querer?

- Vou.



Ele parou e me mandou ficar de quatro. Quando enfiou tudo de novo, senti um prazer indescrit�vel. O ritmo foi retomado mais r�pido, ele metia com muita for�a e falava alto:

- Que cuzinho gostoso! Que rabo delicioso! Que delicia! Caralho!

Comecei a ficar com medo de que algu�m ouvisse l� fora ou at� o vigia do banheiro acordasse, mas o perigo deixava mais prazeroso. Eu tava finalmente realizando um desejo de mais de 20 anos, n�o ia parar por nada. Num momento, ele falou:

- Vai, toca punheta, vai. Quero ver tu gozar com meu pau no teu rabo.



Mal peguei no meu pau, j� gozei. Depois foi ele, ele enfiou o pau todo de novo e gozou. Senti o pau dele alargando dentro do meu cuzinho e ouvia ele gemer alto, falando um monte de coisa:

- Caralho! Que gostoso! Que foda deliciosa! Puta que pariu! Que cu gostoso!



Depois nos deitamos no ch�o. E ficamos um tempo sem dizer nada e sem olhar um pro outro sequer: s� respir�vamos e tent�vamos recuperar o f�lego.

Passado um tempo, ele veio e se deitou em cima de mim e me beijou demoradamente. N�o havia mais aquela f�ria toda, ele tava bem gentil.

- Cara, tu � muito gostoso! Que bom que a gente se encontrou!

- � mesmo!

- Eu n�o quero te perder de vista, quero te comer mais vezes, ouviu?

- Eu tamb�m quero!

De repente, sinto o pau dele come�ar a se mexer na minha barriga e ficou duro igual pedra de novo.

-T� vendo? J� quero de novo!

- N�o d�, agora n�o. T� doendo muito. Se fizer de novo, acho que vai sangrar.

Ele passou a m�o pelas minhas costas e pegou na minha bunda:

- Ah, deixa. Vamos, vai ser bom.

- N�o d�. N�o quero ter que ir no m�dico mostrar o rabo todo arrebentado. Como eu vou explicar? Que dei o cu?

- Ta bom, ta certo. Mas me alivia a�. J� sei: vou fuder a tua boca e gozar na tua cara.

- Ta.

Continuei deitado de barriga pra cima, enquanto ele veio por cima de mim e enfiou o pau na minha boca de novo. Ele come�ou a meter feito um louco at� parar, tirar e gozar tudo na minha cara. De novo falou todo tipo de coisa, principalmente que eu era muito gostoso. Ele olhou o meu rosto, passou a m�o por ele e veio esfregando a porra pelo meu pesco�o e por meu peito.

Tomamos banho, trocamos o n�mero do celular e fomos embora. At� hoje damos um jeito de dar uma foda gostosa de vez em quando.



VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



meu primo sentou no meu colotransas com a sogra casada eu confessocdzinha chupandocontos de cú de madrinhacontos sozinha em casa com estranhoconto interracial sítio esposa brancacontos eroticos decornos amigosconto ladroes enrabaram meu marido eu gosteiingenua.contos eroticosconto erotico marido bebado . esposa com velhoscontos erótico minha professora de fio dental contos tudo enfiado no cucontos pai ea mamae chuparao minha xoxotaminha tia casada matutinha contosmarido quer me exibircontos eroticos de ninfetas amazonensecontos comeu a amiga e o amigocontos eroticos sequestrohistórias de sexo lesbico minha irma me abusouconto gay sai da urgia acabadacontos de sexo com novinhas trepando com advogados/conto_5697_o-professor-da-academia-me-estuprou.htmlContos eroticos de podolatria com fotos chupando pes na faculdade/conto_28762_no-dia-que-me-vesti-de-mulher.htmlconto de esposa gordinha na praiagozei no pote contoscontos eróticos professora apostaquero saber história de seminarista no seminário com comendo o cu do outro lado noitecontos eroticos aiii chupa minha buceta aiii porrra aiiii chupacontos eroticos dona marcia coroa rabudacontos de noiva putinha corninho safado tit�o caralhudocontos eroticos traindo marido na Sala ao ladoconto erotico gaucha casada carente na praia e cunhadocontos eroticos a crentinhapropria porra dedos no cu consoli xonto eroticoContos casada baile funkcontos eroticos bumda arebitadasminha novinha tarada contocontos eróticos gays dando o cu na infânciagozando pela primeira vez conto gayconto erotico chantageado namorada do meu amigoConto erotico desejos de minha esposa/conto_1084_peguei-meu-marido-no-flagra-e-me-vinguei.htmlcontos erticos de ninfetaseufáricaamante da calcinha de presentecontos eroticos venha ca sua puta safada,eu vou arrombar seu cu de cadelaFoderam gente contos tennsConto erotico negra da raba grandecontos/flagrei minha prima dando para dois negoesConto erotico comi a buceta da minha gunhadaContos eróticos minha mulher no acampamentomulher pois o marido a xupae o travestedando a buceta pro cavaloconto erótico gay tio me estuprou contos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casaConto erotico apoata insanaconto de sexo um garoto ficava esperado uma coroa passa na rua eu fico de pica duracontos porno pm mastruba minha mulher pintinho sobrinho contos eroticosconto erotico calcinha neguinhoContos minha doce sobrinha melFoderam gente contos tennsRelatos de como tive minha primeira relaçao de sexo gay com uma cadela ainda virgem sexo zoofiliaconto erotico gay meu amigo rasgou meu cu/conto_24947_palmadas-e-chineladas.htmlConto erótico punida pelada contos meu marido da pica pequena/conto_18742_comendo-a-enteada.htmlvi minha filha sendo arrombada contoscontos erótico minha irmãzinha caçula de shortinho no meu colo casa dos contos erotica me doparampatroa dando a buceta pro vendedor ambulante contos eroticosconto casada entregador pizacontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casaConto porno de estuprada por pai da mim amigacontos erotico de puta gemendo muitoContos eróticos cumendo minha mãecontos pornos trocando as esposasSexo anal com o massagista conto eroticoconto cinema porno casalcantos eroticos muitapica no meu cucontos de cú de madrinhadei pro meu filhoenfiei o maior dildo no meu cu contosvideo di japonesas e travestis dorminoAnãs novinha dando c*zinho falando muita sacanagemenrabando meninihnas de oito anos contosContoserotcos surpresa para meu marido no seu aniversáriocomtos eroticos fui rouba e fudi a dona da casaCONTOS EROTICOS fui abusada na escolaconto dormindo na casa da minha tia casadacontos exoticos meu vizinho tarado me fode todo dia eu seduzi ele me faz deputa safada adorrocontos de corno com pedreiros negros hiper dotados e jumentoscontos minha esposa na casa do meu amigocontos eroticos exendo a buceta da tia de poreaContos erótico minha enteada meu colo .contos incesto minha maecontos eroticos glaucia cdXvidio carona estrada deserta