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RETRATOS DE UMA CASADA SAFADINHA...

Hoje sou casada, uma mulher resolvida em todos os aspectos. Adoro sexo em toda sua plenitude, mas n�o curto apenas o trivial, gosto e vou mais al�m... por isso vou narrar muitas das minhas hist�rias, pois quero partilhar o que j� vivi (e aprontei...) para dar a vo��s o mesmo prazer que sinto quando leio os relatos postados aqui.rn Sou morena clara, cabelos com luzes, 1.67 m, 58 kg, manequim 38, seios m�dios, coxas grossas, bumbum grande, me visto sempre de acordo com o ambiente, em especial em meu trabalho, pois sou advogada, mas ao sair curto mini saias justas, lingeries sempre diminutas, as vezes (e muitas vezes) saio sem calcinha pois me excita demais, e n�o abro m�o NUNCA de sapatos e sand�lias de salto alto... Come�a assim meu primeiro conto!rn J� faz tempo que entramos para o meio swinger, e mais tempo ainda que demos asas à imagina��o e nossas fantasias, tentando sempre realiz�-las. rn Mas os primeiros passos foram individualizados por n�s, e sempre com aquela pimenta em nossas transas; e lembro que foi atrav�s de exibicionismo que come�aram a surgir alguma possibilidade de irmos al�m. Namor�vamos ainda e quase todos os dias t�nhamos nossos momentos de sexo, ou com masturba��es trocadas por n�s, ou mesmo um masturbando para o outro assistir, ou sexo oral, que aprendi com ele, pois saibam que eu al�m de virgem, era completamente inexperiente quando o conheci. rn Foi em paradas noturnas dentro do carro e em ruas com pouqu�ssimo movimento que comecei ir al�m. Ele tinha uma pick up, e na pequena cabine transar era apertado, e s� permitia eu por cima cavalgando, ou chupando, e quando ele vinha, eu me arreganhava toda pondo as pernas sobre painel, ele por baixo todo contorcido, comigo vendo todo movimento da rua. Combin�vamos de parar quando algu�m se aproximasse, mas meus orgasmos iniciavam-se justamente quando aparecia algu�m, e n�o foram poucas as vezes que eu escancarava o vidro da janela da porta para que vissem e ouvissem melhor meus esc�ndalos ao gozar. rn Ele as vezes se preocupava, mas como ele mesmo me incentivava, pedia apenas para ter mais cuidado. Ao estacionarmos o carro sempre arrum�vamos os espelhos retrovisores para eu ter vis�o total e de v�rios �ngulos, e assim me deleitava ao ver meus voyeurs passarem e olharem vorazmente, voltando e passando outra vez para se certificarem da cena apresentada; quantas vezes com as pernas no painel, bem abertas eu era siriricada, exibia meus seios e ficava de olhos cerrados, vendo os safados me assistirem, e quantos tamb�m acabavam exibindo seus dotes, masturbando at� jorrarem o leite que sa�a em abundancia face as cenas que eu exibia. Ser exibicionista � quase uma arte, e poucas vezes � interpelada pelos voyeurs, que n�o se aproximam tanto, n�o falam e pouco ouvem, cenas apenas curtidas pelos olhos. A� sou levada a lembrar-me de quando ainda ia à praia com minhas amigas tamb�m adolescentes e v�amos os coroas sentados com seus ?documentos? à mostra, para que, ao passarmos pud�ssemos ver. Confesso que as vezes eu de �culos escuros disfar�ava, mas olhava, muitos em repouso, mas muitos tamb�m eretos a espera de uma aventura, e at� comparava o tamanho, a grossura, aquelas enormes cabe�as brilhantes, loucas para serem chupadas... e todo dia que �amos sempre havia algum deles em algum lugar... claro que dissimul�vamos e at� ach�vamos um absurdo em nossos coment�rios, mas eu no fundo adorava ver. Isso tudo ficou adormecido dentro de mim at� conhecer o meu hoje marido, e iniciar eu mesma meus exibicionismos, incentivada por ele. rn Ent�o irmos à praia de madrugada, transarmos no carro, na areia, nas pedras das encostas, sempre com algum p�blico, bem diminuto, mas selecionado por n�s foi um passo. Quantas vezes me vinha à cabe�a a ideia, a vontade, o tes�o, e ao nos encontrarmos a noite eu j� dizia... ? Hoje estou afim, faz�amos nossa noite de lazer e na madrugada procur�vamos os locais que curt�amos para tal e inici�vamos nossos momentos. Claro, que mesmo sendo eu a mais ativa e mais exibicionista, muitas e muitas vezes eu fiz ele ser o protagonista, ao cair de boca e mamar seu cacet�o para garotas que passassem verem; e algumas vezes, quando nossa plateia era de duas ou tr�s garotas, ou at� casais, e dependendo do lugar, eu me ajoelhava submissa, e mamava, exibindo a rola dele, pondo e tirando da boca, at� jorrar leite em abund�ncia em meu rosto ou na boca para assistirem nosso prazer.rn Da� para o nosso exibicionismo ir para o dia, foi um passo, sair sem calcinha, com mini saias provocantes, sand�lias de salto alto sempre, e ?sem querer?, mostrar a xaninha em pra�as, praia, restaurantes, �nibus... sempre para ?um coitadinho? escolhido, n�o demorou muito. Na praia, deixar escapar um biquinho do seio, a aur�ola aparecer ou at�, ?n�o sentir? que o biqu�ni entrou um pouco e se desajeitou mais, deixando o grelo quase de fora... deixava nossos poucos escolhidos a serem voyeurs malucos. E sei que todo exibicionista, e principalmente minhas amigas exibicionistas sabem que ser assim, al�m de se ter necessidade de usar bem essa arte, h� que saber ?com quem? e ?onde?... mas sempre, isso � algo bom demais, e quando se tem do lado algu�m que se ama e al�m de compartilhar, incentiva e adora ir um pouco mais ao longe, oferecendo voc� a quem curte ver (e at� experimentar), e oferecer a voc� o prazer... nada pode faltar em mat�ria de sexo, com certeza! O Prazer vai sempre estar morando ao lado!rn Postarei mais relatos a respeito de meus... e claro... ?nossos? exibicionismos. Em locais deliciosos e a gente muito sacana. Beijos a todos os que curtem e se atrevem a essa Arte t�o deliciosa!rnrn

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