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NA LITOR�NEA EM S�O LU�S-MA

Antes que algu�m reclame, o texto � grande e n�o � tudo s� sacanagem. Fantasiar � bom, mas prefiro contar tudo como realmente aconteceu.



Ent�o vamos l�...



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J� vivi situa��es maravilhosas e pretendo contar algumas delas aqui. Resolvi come�ar com esta, pois estava aqui pensando na vida, rememorando algumas coisas, planejando outras e a livre associa��o por algum motivo me levou a pensar nesse dia.



Como a maioria gosta de saber das caracter�sticas f�sicas ou de apresenta��es pessoais para se “situar” e poder imaginar melhor, vou tentar resumir a seguir.



Sou de S�o Lu�s, capital do Maranh�o, arquiteto, 30 e poucos anos (n�o posso ser muito espec�fico sobre tudo – a cidade � relativamente pequena), 1,80m de altura, branco, olhos castanhos escuros e cabelos idem. N�o posso dizer que sou bonito, mas, se a mod�stia me permite, acredito que n�o sou t�o feio assim. Meu corpo � normal, n�o sou malhado ao extremo e nem magro demais e pau normal, nem grande nem pequeno, na m�dia brasileira e de bom di�metro. Como disse no princ�pio, bastaria dizer normal ou na m�dia :)



Vou chamar de Karina a extraordin�ria mulher que me motivou a contar essa lembran�a. Defeitos todos n�s temos e, por v�rios meus alguns poucos dela, n�o estamos juntos hoje. Fato que lamento, pois, al�m da beleza, sempre foi uma del�cia conversar ou me divertir com ela. Desde os assuntos mais bobos at� outras �reas de conhecimentos mais diversos sempre foi muito bom ouvir, falar e passar horas em sua companhia.



Conheci a Karina numa fila de supermercado, no olho d’agua – um bairro de S�o Lu�s. Disse extraordin�ria logo acima, pois isso tamb�m se aplica ao seu corpo. Ela � morena bem clara, com olhos castanhos escuros, cabelos pretos, lisos at� pouco abaixo dos ombros, tem em torno de 1,55 ou 1,60m de altura, rosto lindo de ver e sentir. Sabe quando se encosta bochecha com bochecha, esfregando um rosto no outro at� sentir a textura diferente dos l�bios encostando devagarzinho at� o beijo? Pois o rostinho dela � muito gostoso, de ver e sentir. Corpo magro e voluptuoso, com os seios m�dios com os mamilos bem pequenos que, quando duros, aparecem perfeitamente definidos no busto sob a camisa devido aos seios serem bem redondinhos e perfeitos, justamente por isso, apesar de pequenos, eles sobressaem nitidamente. Seu bumbum � m�dio, proeminente por causa de sua cintura bem fina e as coxas a continuidade perfeita e proporcional. Os detalhes mais espec�ficos ir�o aparecer mais a frente.



Como disse, nos conhecemos na fila de um supermercado e, apesar da minha terr�vel timidez, por um fato inusitado que aconteceu tive abertura para iniciar uma conversa. Para encurtar, sa�mos umas duas vezes e conversamos bastante, como o inicio de qualquer amizade. N�o sou muito adepto de sair logo beijando, a despeito disso tamb�m acontecer, mas acredito que quando maior o envolvimento, quanto mais se conhece a pessoa ou quando mais se instiga fica muito melhor quando acontece alguma coisa. E assim foi...



Na terceira vez que sa�mos come�ou com ela me ligando no final da tarde perguntando se poder�amos sair para conversar e beber alguma coisa, pois o dia tinha sido muito chato e, segundo ela, estava adorando nossas conversas e que precisava relaxar. No comecinho da noite sai de uma obra que estava acompanhando, fui busc�-la e fomos para um bar na litor�nea (uma avenida na beira da praia em S�o Lu�s, margeada por v�rios bares). Escolha dela, pois pediu tranquilidade, sem tumulto ou barulho.



Nesse dia, depois de muitos risos e um pouco de vinho, do nada ficamos nos encarando, olhando nos olhos em sil�ncio. Dif�cil explicar isso, mas t�o singular que n�o poderia ficar fora da narrativa. Ficamos nos olhando mesmo, como um reconhecimento em sil�ncio e perto de 1min – que � uma eternidade numa situa��o como essa. Dela, pelo que deu para traduzir, vinha um olhar doce, com sorriso no canto da boca e de mim um pouco disso tamb�m, mas n�o vou mentir que no meio disso a maior parte era desejo. E, por favor, n�o entenda “desejo” s� como tes�o, mas, al�m disso, a �nsia de satisfazer toda a minha necessidade de tomar aquela mulher como minha naquele momento, com o tes�o inclu�do evidentemente :)



Voltando ao olhar, acho que durou tanto porque foi uma coisa t�o diferente que, depois dos primeiros segundos de anestesia geral para tudo que estava em volta, acho que nos tocamos ao mesmo tempo para a ‘bobeira’ que isso poderia estar aparecendo, mesmo que o bar estivesse vazio – somente mais duas mesas com gente, mas acho que nos dois ficamos com medo de fazer alguma coisa que pudesse estragar aquele momento perfeito. At� que ela n�o aguentou e veio abaixando o rosto como se estivesse com vergonha, ent�o beijei. Foi t�o bonitinho o olhar encabulado, o desfecho exato de um momento inesquec�vel. E beijei muito. Ficamos ali mais uns quarenta minutos sem falar mais nada, somente beijos, carinhos, pausas para respirar e sentir a respira��o do outro e mais olhares.



Acabou o sil�ncio na hora em que ela pediu pra ir ao banheiro. Para quem n�o conhece, os bares da litor�nea s�o todos iguais e relativamente pequenos, com lavat�rio aberto nos fundos e duas cabines sanit�rias. Essa parte ficava virada para o lado oposto das mesas em um canto e, nesse momento s� est�vamos n�s, outra mesa com tr�s pessoas e os funcion�rios, claro.



Fui acompanhando at� o banheiro a pedido, pois alegou que estava um pouco tonta por causa do vinho. Ela entrou e eu aproveitei para lavar as m�os e o rosto do lado de fora, mas em trinta segundos a porta abre e eu a vejo s� de calcinha. Meu cora��o foi na boca e voltou. Perfeita.



Claro que entrei, claro que beijei e enquanto eu a segurava firme pela nuca pra conseguir beij�-la com for�a, para ‘tirar o ar’ e mostrar o quanto eu a desejava naquele momento, ela abria minha cal�a sem muito jeito pelo aperto e acredito que tamb�m pela vontade e nervosismo da situa��o. Quando finalmente ela j� havia liberado meu pau e apertava firmemente, sem masturbar, s� apertando com for�a como se quisesse senti-lo ou gui�-lo a algum lugar; eu j� estava arqueando o corpo, abaixando do seu pesco�o at� seus seios, que del�cia! Acho que estou estendendo e dando detalhes demais, mas eu escreveria um conto s� falando nessa parte, pois quando comecei a beijar, morder, chupar e lamber os seios dela, esfregando o rosto no meio (adoro!) para pular de um pra outro, com as m�os apertando forte desde o pesco�o, puxando a cabe�a para tr�s deixando o busto ainda mais proeminente na dire��o da minha boca e a outra m�o sentindo aquele corpo, cintura, bumbum, tudo; ela come�a a apertar mais meu pau, agora masturbando e fazendo uma coisa que me enlouqueceu! Sabe quando voc� est� apertado pra fazer xixi, quando junta bem as duas pernas e levanta uma delas, ro�ando uma perna na outra pra conter a vontade? Ela parecia que estava fazendo exatamente isso, mas de tes�o!



At� que eu levantei, encostamos os corpos num abra�o, meu pau entre as coxas, as duas m�os apertando forte o bumbum e puxando para perto de mim para pressionar ainda mais meu pau entre as coxas e a bucetinha que, mesmo ainda de calcinha, estava t�o molhada que j� ajudava meu pau a deslizar gostoso. Nesse momento ela disse baixinho no meu ouvido: “Eu quero! Eu quero agora!”. Virou de costas com as m�os apoiadas na parede e arrebitou o bumbum. Ali�s, bumbum n�o! Uma senhora bunda, farta, mas nada fora de medida, durinha e linda! Ato cont�nuo, abaixei meu corpo puxando a calcinha at� o ch�o quando pela primeira vez vi sua bucetinha linda, sem nenhum pelo, nada! Muito fechada, n�o via os l�bios, s� a divis�o, como duas bochechas juntas, guardadas as devidas propor��es. Isso tudo que j� contei foi r�pido, uma sucess�o natural de eventos, mas a sensibilidade era tanta que cada ato era t�o profundamente sentido que o tempo parava, mas sab�amos que n�o poder�amos demorar muito mais a sair. S� que eu ali abaixado, tirando a calcinha e com essa vis�o, l�gico que meti a boca. Ali�s, primeiro a l�ngua, aberta, cheia pra fora da boca, lambendo desde o comecinho arrastando devagar at� que, pela press�o que fazia, a l�ngua veio entrando por entre os l�bios daquela coisa deliciosa. Pra ela parece que foi um choque, um pequeno gemido, baixinho e agudo. Nessa hora ela encostou o rosto na parede, por sobre um bra�o, arrebitou mais a bunda fazendo a buceta se esticar e abrir naturalmente e colocou a outra m�o para tr�s, tentando alcan�ar minha cabe�a, me puxando com for�a na dire��o da sua buceta.



Lamentavelmente, como n�o pod�amos demorar, enquanto me deliciava com cada rea��o que ela tinha em resposta a minha l�ngua eu j� estava colocando uma camisinha que felizmente havia levado no bolso da cal�a (terceiro encontro, encantado pela mulher, poderia n�o ser prov�vel que isso fosse acontecer, mas era sim poss�vel ent�o n�o custa estar preparado).



Devidamente preparado, abri bem seu bumbum com as duas m�os e dei, com angustia por ter que parar, a �ltima lambida naquela coisa linda para em seguida levantar e come�ar a “pincelar” a cabe�a do meu pau na entradinha. Ela se movia para tr�s procurando o encaixe e eu me divertindo, at� que a cabe�a do pau foi entrando e segurei firmemente sua cintura com as duas m�os parando seu movimento e fui enfiando o pau bem devagar, curtindo, sentindo aquela bucetinha. Parecia que, a medida que ia entrando, a cabe�a ia separando dois peda�os de carne que faziam for�a pra estar juntos, muito apertadinha, uma delicia! Como disse, o pau n�o � enorme, mas quando estava todo dentro parei a estocada, puxei ainda mais pela cintura, colando o bumbum na barriga e mexi meu corpo lateralmente pra sentir o pau “girando” l� dentro, curtindo a elasticidade, o calor e o quanto estava molhadinha. At� vir tirando um pouco mais r�pido e, nessa hora, ela juntou as pernas e fez o mesmo movimento que descrevi acima, como se estivesse apertada. Fui acelerando gradativamente, apertando as coxas, puxando pelos ombros, cabelo, apertando os seios. Ela gemia bem baixinho e depois me disse que queria ficar calada, mas apesar do medo por causa do lugar n�o conseguiu se conter. Era bem baixinho, mas eu conseguia ouvir “mete! Por favor, n�o para! Eu queria muito isso!” e coisas do tipo. Eu adoro falar sacanagem ou putaria nessas horas, mas confesso que ali fui vencido pelo instinto, n�o conseguia verbalizar. Ali, na minha cabe�a, era s� macho e f�mea e queria meter, fuder at� n�o aguentar mais.



Eu j� estava delirando, o pau duro com a cabe�a inchada demais e estava uma delicia sentir cada contorno daquela buceta apertadinha. Isso tudo que contei at� aqui, desde que entrei no banheiro, deve ter acontecido nuns 10min. Parece mais porque gosto dos detalhes, mas ningu�m obrigou voc� a ler at� aqui :) S� sei que quando eu estava em outro mundo, no pais de Oz ou algo assim, ela levantou o corpo, passou um dos bra�os para tr�s, por cima, agarrando minha cabe�a, o que me fez lamber sou ouvido apertar um seio com for�a e encher minha m�o outra com sua bucetinha, masturbando enquanto ainda metia. Assim, na terceira estocada ela gozou. E como gozou! De novo apertando as coxas, molhando minha m�o e mordendo a pr�pria. Ela convulsionou de um jeito que eu nunca vi, se entregou totalmente. Foi uma famosa “rapidinha” ali naquele banheiro, mas o gozo que a Karina teve foi avassalador, meu pau era mastigado, ela convulsionava e empurrava a bunda no meu corpo, com isso o pau entrava e ela, com a sensibilidade, dava um pulinho pra frente e tornava a convulsionar. Foi lindo! Eu nunca vi isso! Ela se apoiou na parede e veio tirando meu pau t�o lentamente quando meti a primeira vez, gemendo muito gostosinho. At� que sentou no vaso (que rom�ntico! :) ) ainda tremendo, tirou a camisinha, deu um beijo no meu pau, colocou na boca para uma �nica chupada para em seguida levantar e me beijar na boca. At� que caiu em si e rindo disse “Meu Deus! H� quanto tempo estamos aqui?”.



Resumindo, nos beijamos mais uma vez, com certo sofrimento me vesti com o pau dur�ssimo e sai para pagar a conta enquanto ela se vestia. O pessoal que estava na mesa em frente ao bar n�o deve nem ter percebido, mas os funcion�rios certamente sim. Quando estava passando o cart�o s� escuto ela chegando por tr�s, parou do meu lado enfiando a m�o no meu bolso para tirar as chaves e foi rindo direto em dire��o ao carro, mas n�o sem antes me dar um beijo e apertar, por sob o balc�o, meu pau ainda duro.



De l� fomos evidentemente para um motel e, se no caminho foi uma loucura, o que aconteceu por l� e durante grande parte do tempo que ficamos juntos, pra mim foi especial. Se n�o acharam esse muito ruim, basta pedir que posso escrever continua��o assim que tiver um domingo folgado como esse. :)



Novamente pe�o desculpas por tantos detalhes, por certamente ter errado muitas coisas no portugu�s e por n�o ser tudo s� sacanagem como muitos contos que li aqui, mas aconteceu assim ou pelo menos essa foi a minha vis�o ou o que senti nesse dia, portanto n�o vejo outra maneira de contar.



Como disse, estou em S�o Lu�s-MA, al�m disso, estou solteiro e procurando uma namorada. O site � de contos e n�o de relacionamentos, mas se alguma mulher quiser se corresponder comigo ficarei feliz. Independente de qualquer coisa, fazer amigos � sempre muito bom! Meu e-mail � [email protected]



Abra�os a todos!

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