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DESCOBRI QUE SOU CORNO E AINDA FUDI A BUCETA DELA CHEIA DE PORRA

Oi pessoal, meu nome � Flavio e o que vou contar aqui foi um fato ver�dico que ocorreu em minha vida ao lado da mulher que mais amo nesse mundo. Somos um casal de namorados, estamos juntos a 6 anos e moramos na mesma casa a mais de 2 anos, nunca casamos por escolha, mas talvez isso aconte�a quando viermos a ter filhos. S� pra falar mais um pouco de n�s, eu sou tenho 25 anos, 1,76 m de altura e 67 Kg, sou moreno, cabelos curtos e olhos castanhos. O nome dela � Patr�cia, ela tem 24 anos, 1,69 m e 58 Kg, com pernas grossas e gostosas, cabelo preto liso e cumprido, fui eu quem transou com ela pela primeira vez e at� este acontecimento ela s� tinha transado comigo.

Essa hist�ria aconteceu a um pouco mais de 6 meses e mudou um pouco nossas vidas. Eu estava com um mal estar danado e acabei pedindo pra sair mais cedo do trabalho, fui pra casa tranquilo e cheguei por volta de 16:00 horas no apartamento, entrei pela porta que fica na cozinha e logo vi que alguma coisa estava errada pois a mesa da cozinha tinha 2 pratos sujos de comida, como se tivessem feito alguma refei��o recente. Logo minhas suspeitas foram confirmadas pois comecei a escutar os gemidos da Patr�cia, gemidos que eu conhecia muito bem e que ela s� fazia quando estava chegando ao orgasmo... os gemidos aumentaram e ela estava quase gritando e dizendo “goza, goza pra mim, enche minha buceta de porra”. Foi uma mistura de sensa��es, fiquei puto da vida mas ao mesmo tempo estava cheio de tes�o, sem a��o, n�o conseguia fazer nada at� que escutei a voz do cara que na hora n�o reconheci, ele estava gozando e dizia em meio a gemidos... “to gozando... voc� quer minha porra? Vou deixar sua buceta toda gozada”. Depois disso ficou um pouco de sil�ncio e eu finalmente consegui tomar uma rea��o... a raiva tomou conta de mim e gritei de onde estava “que porra � essa na minha casa?” fui em dire��o ao quarto e rapidamente o cara saiu do quarto, com uma cara de apavorado com o sapato mal colocado e sem camisa... era o Fabiano, um cara que trabalha na cl�nica veterin�ria com a Patr�cia. Ele olhou pra mim e n�o disse nada, passou correndo em dire��o a porta e foi embora.

N�o fiz nada e fui direto para o quarto. Patr�cia estava deitada com um sorriso de satisfa��o. Ela tinha colocado um short meu, mas estava sem camisa. Com raiva eu perguntei o que estava acontecendo. Com a maior cara de pau ela disse que nada que o Fabiano estava ali ajudando ela com um livro em ingl�s. Eu disse que havia escutado tudo e completei “Vem c�, deixa eu ver essa buceta” fui at� ela pra tirar seu short, ela continuou sorrindo e arqueou o corpo pra facilitar que eu tirasse o short. Acho que esse foi o momento mais confuso de toda a minha vida. A bucetinha dela estava vermelhinha, abertinha e toda gozada, cheia da porra do Fabiano junto com o gozo dela, aquilo era lindo, me dava um tes�o danado ver minha mulher com a buceta literalmente fudida, mas ao mesmo tempo fiquei com triste e com raiva.

Ela parou de sorrir quando eu sa� do quarto sem dizer palavra alguma. Fui pro banheiro tentar esclarecer as id�ias. Ela veio logo atr�s, eu perguntei porque ela tinha feito isso, se ela gostava do cara e se estava cansada de ficar comigo. Com isso ela voltou a sorrir e disse que n�o tinha nada a ver, que me amava e que queria viver comigo, s� que ela tinha tes�o e queria experimentar outras picas, queria transar com outros caras e s� isso, n�o tinha nenhum sentimento envolvido. Ela viu que isso me acalmou e ent�o se aproximou, percebeu meu pau duro como pedra, segurou nele, e disse pertinho do meu ouvido “voc� ficou com tes�o n�? vai deixar sua mulher fuder com outros caras?” e me deu um beijo gostoso. Meu tes�o estava a mil e beijei ela com vontade, passei a m�o em sua bunda, levantei seu corpo e carreguei ela at� o quarto. Eu estava alucinado, joguei ela na cama e abri suas pernas, completamente transtornado, abri suas pernas e enfiei minha pica na buceta dela. Ela estava completamente melada, podia sentir meu pau nadando na porra do cara, comecei a meter forte e ela gemia alto, levantei suas pernas e soquei a pica com vontade, at� o fundo, ela gemeu alto e comecei a dizer “vou te arrombar todinha, voc� j� esta toda arrega�ada e toda gozada, mas j� vi que � isso que voc� gosta, ent�o vou te fazer feliz e te deixar toda gozada, com essa buceta arrega�ada”. Ela estava com os olhos fechados e gemia muito alto. Eu aumentei o ritmo e n�o aguentei mais o tes�o, gozei gostoso na bucetinha dela que estava completamente encharcada, tirei a pica e vi que a porra estava escorrendo, saindo da bucetinha dela. Deitei ao lado dela ainda ofegante. Ficamos em sil�ncio por algum tempo e depois dei um beijo nela e disse que a amava muito e que se ela queria transar com outros caras eu deixaria, mas com uma condi��o, eu teria que participar pois morria de tes�o em ver ela fudendo. Ela deu um sorrizo como que me agradecendo, um novo beijo e depois ficamos na cama agarradinhos.

Depois disso muito coisa aconteceu e estou disposto a contar aqui algumas hist�rias que tivemos nesses �ltimos 6 meses. Ela voltou a chamar o pr�prio Fabiano para fuder novamente, s� que dessa vez eu participei. Conhecemos um cara em uma boate e depois outro amigo dela transou conosco, contarei aqui todos esses casos. N�o chamo meus amigos para participar de nossas fantasias porque tenho um pouco de vergonha da minha situa��o de corno. Ainda n�o convenci minha mulher a deixar eu transar com outra mulher, ou ent�o transarmos com um casal, mas creio que isso � quest�o de tempo. Se algum homem ou at� casal do Rio de Janeiro, estiver interessado em enviar um e-mail, com uma proposta quem sabe n�o podemos marcar alguma coisa? Os e-mails com foto ter�o prioridade e tamb�m temos fotos que podemos retribuir. Encontro voc�s no pr�ximo conto. Um abra�o. Fl�vio. [email protected]

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