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DAN�A DO VENTRE COM MORANGOS

Para quem ainda n�o leu nosso primeiro conto, v� l� no n# 13.020 e leia, mas eu continuo precisando da ajuda de voc�s. Mandem um e-mail para minha gauchinha dizendo que ela deve por logo estas fantasias em pr�tica. O e-mail dela � [email protected]. Valeu !!!



Eu continuava vivendo somente de sonhos e fantasias. Nossa rela��o era quase que totalmente virtual. Sem encontros, sem beijos, sem toques. Apenas alguns olhares de cumplicidade trocados muito discretamente. Quase tudo acontecia em nosso mundo particular, pela internet. Quando ela escutou o CD m�stico que dei de presente, disse que teve vontade de comprar uma roupa de odalisca para fazer a dan�a do ventre. Algumas semanas antes eu havia enviado para ela o an�ncio de um motel que tinha uma su�te tem�tica �rabe. Coisa de sonho das mil e uma noites!! Resolvi propor a ela que fossemos conhecer esta su�te �rabe onde colocar�amos o CD para tocar, acender�amos um incenso e algumas velas e ela poderia vestir-se de odalisca e fazer a dan�a do ventre para mim, pois esta era uma fantasia que ela nunca tinha tido a oportunidade de realizar. O clima havia ficado t�o intenso em rela��o a esta fantasia e nossa excita��o era t�o grande que ela acabou aceitando meu convite. Combinamos para um s�bado a tarde quando ela teria a desculpa de ocupar a tarde com as compras de natal e o marido estaria trabalhando toda a tarde. Ela ficou de alugar um traje completo especial para a dan�a do ventre. Eu levaria incensos, velas e algumas outras surpresinhas. No s�bado marcamos no estacionamento do shopping e eu vim com o carro de um amigo para n�o chamar aten��o. Ela chegou pontualmente a 1:30, entrou no carro e se abaixou para n�o ser vista no trajeto. Entramos e fomos diretamente para a su�te �rabe que j� estava reservada. Ela foi logo para o banheiro, enquanto eu preparava tudo. Acendi v�rios incensos, muitas velas coloridas, enchi a enorme banheira de hidromassagem e coloquei sais ar�maticos para banho, o que fez um monte de espuma. Diminui a luz ao m�nimo. Distribui p�talas de rosas por toda a su�te, na banheira e tamb�m na cama. Coloquei duas champagne no balde de gelo e preparei as ta�as. Ao lado uma bandeja com morangos gra�dos e bem vermelhos e no centro dos morangos um pote de chantilly. Tirei o sapato e a meia, afrouxei a cal�a e a camisa para ficar mais confort�vel. Fiquei deitado na cama aguardando. Quando ela deu o sinal com uma batidinha na porta eu coloquei na m�sica que ela tinha escolhido. A porta se abriu e ela saiu iluminada pelas velas, em meio a fuma�a dos incensos. Ela estava divina com uma roupa vermelha com detalhes e ornamentos dourados e v�rios v�us dependurados. Na cabe�a tinha uma coroa dourada e vermelha e o rosto estava coberto por um v�u negro que contrastava com seu cabelo louro. Ela veio caminhando sensualmente, fazendo movimentos com as m�os que produziam muitos sons devido as pulseiras que balan�avam. Estava com os p�s descal�os e tinha duas tornozeleiras douradas. Chegou at� a frente da cama e l� fazia movimentos sensuais com o corpo. �s vezes os v�us se abriam e permitiam ver suas coxas deliciosas. O top tinha formato de meia ta�a e deixava parte de seus seios generosos aparecendo, principalmente quando ela se abaixava. Eu estava fascinado. Ela fazia movimentos perfeitos de uma odalisca e me excitava muito com aquilo. Ela virou de costas e come�ou a requebrar o quadril, fazendo aparecer parte de seu bumbum por entre os v�us. Meu pau parecia que ia rasgar a cal�a. Enquanto ela remexia o bumbum eu me imaginava segurando aquelas ancas e enfiando meu pau todinho nela. A primeira m�sica acabou. Na segunda m�sica era que a dan�a iria come�ar mesmo. Ela intensificou os movimentos sensuais e foi tirando vagarosamente um v�u depois do outro e deixando ver cada vez mais suas coxas bronzeadas. O biquini n�o era muito pequeno, mas tinha um desenho sensual que era revelado a cada v�u que ia caindo. Quando ela tirou o �ltimo v�u, ficou com ele na m�o, dan�ando e se contorcendo sensualmente como uma cobra pronta a atacar sua v�tima indefesa e ent�o subiu na cama, engatinhando vagarosamente em minha dire��o. Amarrou o v�u, como um venda, sobre meus olhos. Desabotoou e tirou minha camisa. Com alguns dos outros v�us que estavam no ch�o, amarrou minhas m�os levando-as para sobre a cabe�a. A partir da� eu s� poderia escutar e cheirar. Talvez sentir algum gosto tamb�m.Passei a perceber melhor a m�sica que estava tocando ao fundo, que misturava-se com os estalinhos sensuais das pulseiras e enfeites pendurados na roupa. Pelo som me pareceu que ela tivesse tirado a parte de cima. Ent�o ela reclinou o corpo sobre mim, at� que senti o bico dos seios tocando meu peito. Ela beijava meu pesco�o e eu sentia o delicioso perfume que ela usava. Ela enfiou a l�ngua no meu ouvido, o que me fez arrepiar e foi descendo com a l�ngua, tal qual uma serpente passeando por cada cent�metro do meu corpo chegando no meu peito, onde ficou sugando e chupando. Chegou no meu umbigo mordendo e colocando sua l�ngua, enquanto com as m�os foi descendo minhas cal�as at� tirar completamente. Sua l�ngua tentava entrar por debaixo da cueca e passava pela virilha, fazendo meu pau explodir. Continuou pelas coxas at� chegar aos p�s onde fez uma massagemgostosa passando a l�ngua por entre os dedos e chupando todos os dedinhos. Ent�o subiu as m�os e puxou minha cueca de uma s� vez. Senti ela afastando-se e logo o som dela tirando o resto da roupa. Agora est�vamos ambos totalmente nus. Ela subiu de p� na cama e veio caminhando at� ficar com os dois p�s ao lado da minha cabe�a. Fiquei imaginando a vis�o que teria daquela bucetinha, pois ela j� tinha me contado que raspava os pelinhos embaixo, deixando apenas uma tirinha em cima. Pois ela flexionou os joelhos e foi aproximando a bucetinha da minha cara at� deixar quase colado com o meu nariz. Senti o cheirinho maravilhoso que exalava que me deixou excitad�ssimo. Tentei passar a l�ngua mas ela recuou. Ela come�ou a encostar a rachinha molhadina no meu nariz e logo estava quase querendo sentar nele, como se quisesse ser penetrada pelo meu nariz ou se masturbar usando meu nariz. Assim ela ficou por um bom tempo. Eu estava fascinado pelo cheirinho daquela bucetinha. Fiquei com o cheirinho dela nas minhas narinas. Ela afastou-se por alguns instantes e logo voltou a mesma posi��o e ent�o sentou sua buceta sobre minha boca e senti o gosto de chantilly. Ela tinha passado um monte de chantilly na buceta e estava esfregando em toda minha cara. Eu n�o podia toc�-la. Fiquei lambendo o chantilly do grelinho especialmente no clit�ris, o que foi deixando-a louquinha e gemendo at� que gozou me fazendo sentir o sabor do seu gozo misturado com chantilly. Uma del�cia!! Ela saiu da cama e voltou com champagne que foi derramando em minha boca, pois eu n�o podia usar as m�os. A m�sica �rabe continuava ao fundo e o cheiro de sexo misturava-se ao de incenso. Logo senti que ela estava passando chantilly pelo meu peito, barriga, virilha at� colocar uma camada generosa no meu pinto. Ent�o passou a me lamber todo descendo e descendo, at� pegar meu pau na m�o e vagarosamente ir tirando o chantilly com a l�ngua, at� engolir meu pau com muita gula. Ela chupou, chupou gostoso, chupou com vontade. Senti um morango gelado sendo esfregado no meu pau. Ela apertou bem meu pau at� sair um liquidozinho pela ponta e limpou com o morango. Ela chegou a boca bem pr�xima ao meu ouvido e escutei ela mordendo o morango, depois colocando todo na boca e mastigando. Aquilo tudo me deixou com um tes�o muito grande. Estava dif�cil resistir ali amarrado com os v�us, mas estava anestesiado com os cheirinhos e sabores que sentia. Ela me fez girar o corpo, ficando de costas e come�ou a passar os seios pelas costas ro�ando a pontinha dos biquinhos, o que dava arrepios e passou os seios pela minha bunda e as pernas. Ent�o come�ou a passar os pelinhos do seu montinho pelas minhas pernas, bunda e costas. Eu podia sentir o molhadinho do seu grelinho na minha pele. Aquela mulher era maravilhosa e muito criativa. Todas as minhas surpresinhas ficaram pequenas perto do que ela me proporcionava. Ficava ainda mais ansioso com o que ainda estaria por vir.Finalmente ela libertou minhas m�os e tirou minha venda, mas ela havia se envolvido em um v�u vermelho que escondia parcialmente seus peitos e o grelinho. Ficamos de p�, eu abracei-a e dei um beijo na boca bem gostoso e demorado. Est�vamos bem sujos de chantilly. O v�u vermelho caiu e pude ver aquele corpo divino que tanto tempo havia desejado. Seus seios eram grandes e arredondados, com bicos m�dios e salientes. Suas coxas eram firmes e o triangulozinho com poucos pelinhos. Com as coxas um pouco afastadas, podia ver os l�bios da bucetinha. Sua bunda era carnuda e apetitosa. Ela virou e encostou sua bunda no meu pau. Abracei seu corpo por tr�s e mordi usa nuca. Peguei os dois seios com as m�os e apertei deixando os bicos escaparem para fora dos dedos. Agora seria minha vez de comandar o espet�culo. Empurrei ela contra a cama. Ela caiu deitada ficando com as pernas bem abertas oferecendo sua buceta todinha para mim. Mergulhai minha cabe�a no meio daquelas coxas. Passava a l�ngua por ela toda esfregando especialmente o clit�ris e chupando os l�bios. Penetrava minha l�ngua at� onde podia alcan�ar. Ent�o suguei os l�bios e o clit�ris ao mesmo tempo fazendo-a contorcer-se na cama e vi que um orgasmo estaria se aproximando. Peguei a garrafa de champagne e virei um pouco no umbigo fazendo escorrer at� a bucetinha enquanto tomava todo o l�quido que podia. Depois lambia bem, sentido o gosto da champagne na bucetinha e voltava a entornar mais um pouco da garrafa. Ela adorava e gemia muito. Peguei um dos morangos mais gra�dos e comecei a passar pela rachinha envolvendo-o todo com o l�quido dela. Aos poucos fui colocando o morango mais para dentro at� que entrou todo dentro da bucetinha. Fui lambendo a buceta e o clit�ris sem parar. Ela dizia estar adorando, que nunca tinha experimentado nada t�o gostoso. Pedi para ela retrair os m�sculos da vagina. Ela foi fazendo for�a, espremendo a bucetinha at� que expulsou o morando l� de dentro. Voltei a colocar o morango para dentro que agora estava bem quente e lubrificado. Ela novamente expulsou o morango da bucetinha. Ent�o n�o resisti e mordi o morango temperado com o gozo dela, que estava muito saboroso. Voltei a colocar outros dois morangos na bucetinha e ela tamb�m conseguiu expulsar ambos. Voltei a colocar os dois morangos dentro e fiquei empurrando com o dedo e lambendo e chupando a bucetinha e o clit�ris at� que ela gozou bem forte chegando at� a expulsar os morangos cheios com seu gozo, que eu n�o pensei duas vezes e comi acompanhado por alguns goles de champagne.Ela me olhou nos olhos e disse: -“Bota esse cacete aqui dentro desse buraquinho”.Me posicionei e encostei a cabe�a na entradinha, dando umas pinceladas. Aos poucos a cabe�a foi entrando e logo meu pau j� estava todo l� dentro. Ela movimentava o quadril freneticamente me enlouquecendo. Eu beijava e chupava seus seios. Ela girou o corpo e ficou de quatro na cama e gritou:

- “Come tua cadelinha!! Come!!!”

Aquilo me deu um tes�o louco. Acelerei os movimentos e ela come�ou a gritar de prazer e logo gozou como nunca. Eu aproveitei a situa��o e comecei a colocar um dedinho no cuzinho, que entrou f�cil pois ela estava bem relaxada. Logo j� estava com dois dedinhos bem lubrificados l� dentro e ela dizia:

- “ Ai, como isto � bom!!”

Continuei os movimentos fortes e logo e gozou novamente, onde pude sentir as contra��es da sua bucetinha apertando meu pau. N�o consegui mais segurar e veio um orgasmo. Retirei meu pau para fora daquela grutinha e soltei os jatos de porra na bunda e nas costas, chegando um pouco at� o cabelo dela. Ela se jogou na cama e eu cai por cima. Nunca pensei que pudesse ser t�o bom.

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