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MINHA INICIA��O ANAL

Meu Mestre na Cama

Tive um namorado uma vez, Gustavo era seu nome. Nos conhecemos no hospital das Cl�nicas, ele era residente de imunologia e eu, interna. Meu amigo Marcos me falou na v�spera de come�armos o est�gio que queria conversar com o residente, que at� ent�o eu n�o conhecia, e eu o acompanhei, por acompanhar. Quando entramos na sala aonde ele estava, o vimos debru�ado sobre uma mesa, de costas para n�s. Ele ent�o vorou-se, me viu, me olhou de cima baixo com uma intensidade no olhar que me fez sentir um arrepio, e na mesma hora fiquei molhada e desconcertada. Pensei para mim mesma: “Quero esse homem pra mim.”. A dificuldade seria vencer minha timidez, pois eu n�o era muito h�bil para me insinuar no ambiente hospitalar. Por outro lado, quando cismava, tinha que ir at� o fim.

Nosso est�gio come�ava no dia seguinte e, para compensar minha dificuldade em aborda-lo, lancei m�o de atributos que sabia possuir: fui usando um vestido branco colado, com um decote em “V”, as coxas meio à mostra, afinal eram poucos dias de est�gio e ele tinha que ser meu! Chegando l�, logo pedi para que ele atendesse os casos novos juntos comigo, e que me ensinasse a fazer as nasoscopias, o que me “obrigava” a colar nele por tr�s...

Logo ele come�ou a me contar que tinha comprado uma moto e eu pensei “que bom, se ele t� se exibindo para mim � porque t� interessado!”. Da� para um convite para almo�ar foi um pulo. Aproveitei e fiquei bem quietinha, deixando ele falar sobre tudo. Depois um cinema, que culminou em uma noite em claro regada a m�sica, bebida, maconha, e sexo, muito sexo. Fiquei extasiada com a capacidade que aquele homem tinha de me fazer sair do ar, percorrer lugares desconhecidos, ter orgasmos assustadores de t�o intensos, tudo isso sem sairmos da cama. Ele costumava brincar comigo que queria me raptar por uns dias, s� eu e ele, o frigobar, a cama e sexo, sexo e mais sexo.

Nossa rela��o foi intensa e dif�cil sempre, muito medo da parte dele e inconsequ�ncia da minha, mas fomos levando aos trancos e barrancos, movidos principalmente pelo tes�o enlouquecedor que t�nhamos um pelo outro.

Ele me chupava com sofreguid�o, e eu, que n�o costumo gozar com sexo oral, me derretia na sua boca, sentia rios jorrarem, e ele fazia quest�o de me lambuzar a boca depois, para que eu provasse e nunca me esquecesse de todo o prazer que ele me proporcionava.

Houve duas ocasi�es, entre v�rias excelentes, das quais jamais me esquecerei. A primeira foi minha inicia��o na arte da sodomia. Eu j� tinha feito umas poucas vezes, sem prazer nenhum, s� esperando que acabasse logo. E estava certa de que n�o gostava dessa pr�tica. Ele vivia tentando me persuadir, sem sucesso. Uma noite, t�nhamos bebido, fumado um beck daqueles de deixar o tes�o maximizado umas mil vezes, e ele me comia com gosto, eu de costas , as pernas abertas, ele sentado, metendo fundo na minha boceta encharcada, cheirando a sexo, inchada, estava gemendo de tes�o e ele se comprazia ao me ver rebolar no pau dele, metia com o dom�nio de quem sabe muito bem o que faz, enfiando a vara dura como a�o, latejante, na minha boceta molhada. Ent�o, sem me avisar, come�ou atirar o pau todo e a pincela-lo no meu anel, que logo se contraiu. Ele insistiu, fazendo movimentos circulares, e o pau estava t�o molhado de meter na minha boceta que o rabo logo ficou bem molhado tamb�m. Eu comecei a sentir tes�o com isto, e resolvi tentar de novo. Ele foi enfiando o pau milimetricamente, parando v�rias vezes para que eu me acostumasse, sem pressa, sem me pressionar. Comecei a ficar alucinada, a boceta latejando, o rabo piscando, e eu tremendo inteira, at� que, com uma voz rouca que quase n�o reconheci como minha implorei: “Me fode o rabo com essa pica, que n�o to me aguentando mais, assim voc� me mate de tanto tes�o!!!” Ele deu uma risada sacana, de superioridade, e deve ter se sentido bem poderoso, ao me ver à sua merc�, implorando para que ele fizesse comigo o que sempre lhe havia negado, toda aberta e indefesa, da boceta escorrendo um sumo que molhava tudo, e implorando para levar pica no rabo, que nem puta. Ele fez o que pedi. Meteu tudo no meu cuzinho que piscava loucamente, e entrou at� facilmente, n�o senti dor nenhuma, s� um tes�o t�o profundo, t�o visceral que explodi em um gozo de quase desfalecer, gemi alto, estava no c�u. Meu clit�ris n�o havia sido estimulado diretamente, e nunca pensei ser poss�vel gozar nesta posi��o. Ele logo gozou tamb�m e encheu meu rabo de porra, pareciam litros e litros. Desde este dia, sempre que ele queria me tomava por tr�s, a virei sua escrava sexual. Descobri, por causa desse Mestre perfeito, que tenho um tes�o no rabo t�o forte que gozo s� de senti-lo preenchido, cheio de carne.

A outra vez... Bom, a outra vez conto depois...



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