Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

O PRIMEIRO DIA DO VIG�SIMO SEGUNDO ANO

O dia come�ara com as trocas de mensagens. Algumas retrospectivas do dia anterior. Fora, sem d�vida, o melhor anivers�rio da minha vida. Ele estivera l�. Do meu lado. Rindo comigo (e porque n�o, de mim?). S� n�o sabia que o primeiro “desanivers�rio” seria o mais surpreendente de todos.

Entre mensagens trocadas, eis a possibilidade de um encontro. Ap�s alguns compromissos e uns pequenos ajustes, l� estava eu, escolhendo um vestido para vestir para ele. Um vestido simples. Mas um vestido ‘para’ ele. Para os olhos dele. E para as m�os tamb�m.

Encontro marcado. A caminho do local sugerido e aceito de imediato. Precis�vamos de intimidade. Precis�vamos ficar a s�s e matar a saudade da carne. E nessas alturas, as borboletas... Aquelas que insistem em morar no meu est�mago... J� haviam se multiplicado e estavam a todo vapor. Ele j� estava aguardando. A chamada da impaci�ncia j� havia sido feita.

Cheguei. Ao caminhar em sua dire��o, senti seus olhos varrerem meu corpo minuciosamente. Sim. Ele sabia que o vestido era ‘pra ele’. Perceber seu olhar foi o suficiente pra iniciar minha excita��o. Uma leve contra��o abdominal e pronto: as borboletas fugiram do est�mago e alojaram em todo o meu corpo.

O indispens�vel abra�o da chegada. O abra�o calado, calmo, sem pressa, ainda que o desejo fosse eminente. O abra�o do cheiro. O beijo no cangote, o beijo na boca. T�o de praxe e t�o diferente em todos os encontros.

A caminho para o motel (sim! em um motel) algumas recorda��es sobre a primeira vez. Mas nada, nada conseguia deixar minha voz menos embargada, meus p�s menos suados e minhas m�os mais tranquilas. M�os que, embora no t�xi, desejavam fortemente arrancar as roupas que n�o deveriam estar ali.

Pede-se o apartamento. Lotado. “Voc�s podem esperar na garagem, de 5 a 19 minutos, para a limpeza do apartamento”, orientou a recepcionista. 5 a 19 minutos. Compreend�-la-ia que “5 a 19 minutos” para quem se deseja claramente s�o como horas sem comer? Enfim, ela n�o precisava conhecer meus desejos. Ele era meu alvo.

Apartamento. Pouca ilumina��o, ar condicionado, espelho no teto. Enfim, s�s. Todos os movimentos foram cuidadosamente analisados. Ele entrou, embara�ou-se um pouco e fechou a porta com a chave. Desfez-se da mochila no local apropriado e sentou-se a beira da cama. Chamou-me para sua frente. Eu era sua. Ele era meu.

Seu beijo quente encontrou meus l�bios, embora de p�, eu ultrapassasse sua altura. Suas m�os percorriam lentamente minhas coxas e encontravam meu bumbum. Apertava levemente minha cintura e eu poderia responder, ainda que calada, ao seu chamado: sim, sou tua!

Sua barba por fazer ro�ava o meu colo à procura dos meus seios enquanto suas m�os j� tentavam eliminar meu vestido, estrategicamente f�cil de ser tirado. Tirando a camisa, esfor�ava-se para n�o perder o contato corporal. Agora, de calcinha e suti�, nossos corpos se tocavam e sua barba achara meus seios pontudos e enrijecidos de prazer.

Tentou um banho. N�o. N�o mesmo. Eu n�o poderia esperar mais. Pediu apenas para tirar o sapato. T�o dif�cil desgrudar nossas bocas. Desviei a aten��o para algo qualquer. Queria jog�-lo na cama e am�-lo, mas desastrada como sou, correria o s�rio risco de provocar risadas. Contive-me.

Encontro de corpos novamente, agora de p� sem sapatos. E num �nico movimento, j� est�vamos na cama, oferecendo nosso melhor beijo como brinde aquele momento. Seus beijos no meu pesco�o, suas m�os procurando meus segredos. N�o recordo de como perdi minha calcinha e de como ele despiu-se. Como num passe de m�gica, est�vamos nus. Eu, completamente entregue. Ele, exalando saudade do meu corpo.

Musculatura tensa. E um sussurro: ‘Relaxa a perna, meu amor, relaxa’. Um pedido executado como ordem. Aos poucos, a perna cedeu e a tens�o esvaiu-se no movimento de suas m�os. Enquanto sua boca brincava com meus seios, sua m�o provocava meu tes�o ao fingir um ‘toca-n�o-toca’ em minha bucetinha gostosa.

Tocou. Seu dedo me penetrou. Consciente de meu estado de excita��o, invadia-me mais e mais. Meus quadris respondiam ao seu chamado. Eu queria mais e ia em busca de mais. Seus dedos conseguiam chegar a pontos conhecidos apenas por ele. Pontos que me levavam a loucura, seja na escada da Universidade, na sess�o de cinema ou dentro de um rio.

Completamente excitada, com a bucetinha totalmente molhadinha, e quase gozando em suas m�os, ele parou. Penetrou-me e pude sentir o poder de sua ere��o. Seu pau completamente duro entrava e saia de mim e eu podia sentir o formato de sua glande sendo “enforcada” pelos meus pequenos l�bios.

Minha lubrifica��o intensa, ou cachoeira como ele denominou, aumentava a sensa��o da penetra��o e me fazia sussurrar em seus ouvidos. Sussurros ainda t�midos. A velocidade da penetra��o aumentara e provocara os conhecidos barulhos do encontro de quadris. O barulho que me excita, que denuncia meus desejos por senti-lo dentro de mim.

Eu j� sentia seu excesso de suor passando pela sua barba e pingando entre meus seios. A penetra��o estava cada vez mais intensa e a respira��o ofegante. Gozei. A primeira apenas. Eu sabia. Seu pau sentiu minha contra��o e o liquido escorrer por entre minhas pernas. Pernas que tremem involuntariamente. Mas eu n�o queria parar... N�o... Queria senti-lo o tempo inteiro em mim.

Muda-se a posi��o. Tentamos um 69. Mas sentir sua l�ngua deliciando-se com meu clit�ris e seus dedos penetrando minha bucetinha gostosa me tiraram completamente a concentra��o. Sim, sou ego�sta. Ou eu. Ou ele.

Troca-se de posi��o novamente... Tentei por cima. Cansa. Pelo simples gasto de energia e pela tanta energia l� liberada na primeira gozada. Muda-se de posi��o. (E a�, caro leitor, acomode-se na poltrona e relaxe)

De lado. Como costum�vamos fazer no antigo ‘ninho’. Mas um ‘de lado’ diferente de todos os outros. Suas m�os tocavam meu bumbum de uma maneira diferente. Como se quisessem conhecer partes nunca antes tocadas, meu cuzinho virgem e apertadinho. E eu permiti. Estava completamente entregue para me ligar em regras antes estabelecidas. E tais m�os foram cada vez mais abusadas, at� tocar totalmente o meu cu.

Estremeci e gozei. E isto talvez tenha soado como um sinal de reprova��o pela tentativa. N�o. Eu queria. Eu queria sim. Mas como dizer? N�o conseguiria falar abertamente. N�o ali, naquela hora. Ele tinha que perceber.

Paramos. Est�vamos visivelmente esgotados. Ele, bem mais. Eu, reflexo de duas gozadas. Água. J� deitada, sentou-se entre minhas pernas e tocou minhas coxas. A proximidade de suas m�os da minha buceta fez minhas pernas tremerem. Ele riu. O riso mais lindo do mundo. Como eu o amo...

Como uma crian�a diante de um brinquedo, come�ou a me analisar. Seus dedos buscavam um ‘sei l� o que’ e encontraram um sinal. Um sinal visto apenas uma �nica vez e por ele. Um sinal dele. E pra ele. Afastou os grandes l�bios da minha bucetinha inchada. ‘Ela � linda. Parece com os desenhos dos livros” . Ele me mata de vergonha, isso � fato. Um coment�rio desses e uma c�cega no quadril. Eu gostei. Gostei de ser explorada, analisada. Gostei do coment�rio.

E mais um pouco: a penetra��o com os dedos. Daquelas que me fazem sentir vontade de fazer xixi. Daquelas que exploram cada cent�metro dentro de mim. Forte. Diferente. Extremamente gostosa. N�o consegui aguentar. Quase fiz xixi ali mesmo. Embora eu pedisse para ele parar, e embora eu n�o desejasse realmente isso, ele n�o me obedecia e fazia cada vez mais forte e cada vez mais dentro.

Esgotei de novo. Um pedido. “Fica de quatro pra mim, amor “. Eu fico. Uma, duas, tr�s, quatro vezes. De costas para ele, suas m�os entrela�aram meus cabelos. Estava sobre o seu dom�nio. Ali, ele poderia fazer o que bem entendesse.

Penetrou-me. Naquela posi��o, a penetra��o parecia mais intensa. Podia sentir o vai-e-vem mais completo. Sentir cada cent�metro do seu pau entrando e saindo da minha buceta, com o barulho que me enlouquecia de tes�o. Minha bucetinha latejava ao ponto de querer devor�-lo. Vai e vem...vem e vai... latejos... posso sentir novamente agora exatamente igual.

Suas m�os novamente tocam meu bumbum. Esperei que ele fosse adiante. Tocasse meu cuzinho, mas ficou por fora. Brincando com seu dedinho. Pedi. Ele n�o ouviu. Ou ouviu? Precisava demonstrar que queria. Meio que ‘sem querer’, temendo uma reprova��o, tocou de novo, por�m r�pido. Gemi. E tocou de novo. Gemi de novo. Pronto. Ele sabia.

Pedi mais uma vez, e me certifiquei de que compreendera. Sim, ele compreendera. Enquanto no vai-e-vem da penetra��o vaginal, seus dedos encontraram meu cuzinho e ali ficaram. Brincou. Certificou-se que eu queria mesmo. Brincou e eu gemi. Gemi alto. Um arrepio inexplic�vel tomou conta de mim. Um arrepio nada imediato. Um arrepio que subiu dos meus quadris at� minha nuca vagarosamente.

N�o ouvia mais nada. Os arrepios ficavam mais intensos conforme seu dedo ia penetrando meu cuzinho virgem e seu pau afogava-se em minha bucetinha linda. Eu queria. Eu queria. E ele foi mais fundo. Senti seu pau latejar dentro de mim. Ele estava prestes a gozar e eu n�o conseguia controlar meus gritos e gemidos. Gemia forte, t�o forte quanto às penetra��es. Ele tamb�m gemia. Urrava. Como nunca. Podia sentir toda a dureza de seu pau. Era meu. S� meu.

Gozamos. N�o juntos. Gozei segundos antes dele. Tirou seu pau de dentro de mim e gozou nas minhas costas. Quente. Cheio de prazer, cheio de vontade. Gozou e urrou. Emitiu sons como uma fera. “Caralho!”. Por alguns minutos, foi a �nica palavra que conseguia emitir. Eu, esgotada, espera tudo aquilo passar, implorando pra que, simplesmente, n�o passasse.

Precis�vamos elaborar aquele momento. Precis�vamos reviv�-lo imediatamente com o objetivo de jamais esquec�-lo. O amor mais louco que j� fizemos. O amor que dispensa qualquer palavra que possa qualific�-lo. O amor nosso, do nosso jeito.

Banho. Minha buceta ainda latejando e o arrepio ainda eri�ando meus pelos. Brincadeiras. Nossas brincadeiras t�o �nicas e t�o bem vindas. Ainda que eu desejasse toc�-lo, o magnetismo emitido pelos nossos corpos nos impedia. Pareciam corpos estranhos que haviam acabado de se conhecer e constataram que se queriam, se desejavam, se tinham.

O banho acabou. J� vestidos e aguardando o servi�o de quarto, n�o havia o que comentar. O que cada um sentia era inexplicavelmente lindo. N�o precisava de palavras. N�o houve despedidas tristes. Ambos cansados, sab�amos que se falar ainda depois, naquele dia, era bastante improv�vel.

Um fato: o nosso jeito, do nosso jeito foi inesquec�vel.

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



contos de coroa com novinhoso contos de gay fazendo as maiores loucuras aronbando o cu bem aronbadohomens velho gay contosAmante de coxas grossa e bundao contosconto erotico viadinho de calcinha dando paramorador de ruacontos ex namoradafazendo swing sem meu marido saBer contosconto iniciando nossas filhascontos eroticos novinha espiando seus tios transaremcontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casaContos de primas novinhas com desejo e muito tesão./conto_604_nicole-e-amigas-iii---eu-e-minhas-amigas-seduzimos-o-papai.htmlwww condos erotiscos garotas mastubandoTio enssinando sobrinha novinha desde cedoContos eroticosPorno/conto_1147_minha-filha-uma-verdadeira-puta.htmlsogra realContos de incesto. Mãe, filho, tia e sobrinhoconto transando com mulher deficientecanto erotico trai meu noivoprimeira vez traicao conto eroticoconto.erotico..casada.18..anoscolo do velho. contocontoseroticos.com.brmaisexo peituda goza no oralcoroas ensaboando cacete do jovenMinha mulher voltou bebada e sem calcinha em casa contossuruba zoofiliaMinha.nao.tem.coraje.de.me.trair.conto.eroticocontos eroticos cegacontos eroticos de irmã chupando pinto pequeno do irmão novinho de idadeConto erótico gozei em desconhecidaconto erótico de auluno pauzudo comendo buceta da professoranoiva putinha titio caralhudo grosso humilhado noivo corninho safado contos eroticosConto erotico Gay gozei dentro do cugostosa fastando pratras pra ser encoxada rabetaoconto ladroes enrabaram meu marido eu gosteicomo comecei a ser enrabada pelo meu cachorrocontosContos eróticos:meu querido professorcontos eróticos pastorpapai me fudeu gostoso e eu gozei no cacete delcontomeu pitbol mim raboucontos eroticos incesto a neném do papaimulheres peladas encostada no pe de cococonto erótico prima da minha amigaconto erotico deidinheiro a minha maeContos eroticos dei pro irmao do meu maridosexo gay japones no carrosexo gay com maninhocontos eróticos viadinho do papaiconto erotico namoradas na fazendacontos eroticos vi minha esposa chupando outroencostou a bunda e pediu picacontos eróticos transando com noraconto erotico primeiro dominei o maridoConto erotico sou vadia velhaContos eroticos de sexo na infancia safadinha desde me nininhacontos eroticos: papai virando uma linda meninafoto da minha sobrinha pimentinha que veio passar o carnaval com o tioconto erotico cdContos eroticos de esposa apanhada nuacontos com o pai do meu maridominha tia e minha mae minhas mulheres contos eroticosconto corno dominadoo pai do meu marido contoshetero chavecando o cunhado xvideconto erotico de assaltobisexual contosfui iniciada em zoofilia desde pequenacontos motorista vez amor com patroaTorei meu amigo contos eroticosesposa chupando outroconto eróticos c afilhadacontos de incesto minha sobrinha veio passar dois dias comigoContos fudendo elaconto comi minha sobrinha no resgyardominha sobrinha ingenua.ctosEla nem sabia oque era mas adorava os carinhos do papai conto erotico/conto_19404_gozei-na-mao-da-diarista-.htmlconto erotico meu cunhado fez meu cu sair sanguenoite maravilhosa com a cunhada casada contos