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DESDE MENININHAS

Acho que tem umas mulheres que nascem pra ser putas. Eu, sem d�vida, sou uma delas. Imaginem voc�s que eu s� tinha 19 anos e j� ouvia atenta as transas do meu pai e das namoradas dele. Meu pai e minha m�e s�o separados desde que eu lembro. Eu morava com ele na inf�ncia, enquanto ela trabalhava o dia todo. E, quase toda noite, uma garota vinha dormir com ele. Eu, que geralmente acordava na chegada, depois que entravam, ia pra porta dele, olhar pela fechadura que dava pra cama. E via, com as mais estranhas sensa��es, as mais vagabundas cenas de trepadas. Chupa isso, mete aqui, geme, grita. E sem nem entender por que, j� ficava interessada por tais coisas. Meu envolvimento com ele come�ou com 14... Eu era virgem ainda, apesar de adorar amassos com colegas, meninos ou meninas, nos banheiros da escola publica onde estudava.

Narrando do come�o, eu sempre provocava.. Chegava suada da escola, tirava a camisa e ficava de soutien e saia pela casa, o corpo suado, os peitinhos duros das inten��es. Ele me abra�ava amoroso, saudando a chegada, beijando pesco�o e segurando a cintura. Quando come�ou a esquentar, ele passava a me abra�ar por tr�s e eu sentia a rola dele dura pressionando minha bunda. Nunca o vi de verdade como um pai. Era o meu papai, que podia tudo pra mim. E ele esfregava a rola na minha bunda, e às vezes, passava a m�o pelo soutiens, esfregando no meus peitinhos.

Uma das vezes, eu voltava da escola sem soutien. Estava na mochila, pelas brincadeirinhas do banheiro. Enquanto levantav a blusa, mecanicamente, pelo h�bito, ele j� veio por tr�s me abra�ando e deu com as duas m�os nos meus peitos que endureceram imediatamente. Eu parei, ele ficou uma estatua. O cora��o dele parecia que ia me empurrar e o pau que ia me comer ali mesmo. Ele come�ou a apertar de leve, e eu, num impulso, corri pro meu quarto e me deitei. N�o nos falamos todo esse dia. Depois, quando me viu sair do quarto onde havia trocado de roupa, ele veio at� mim e disse: Desculpa, querida, pelo que aconteceu. Foi uma grande surpresa e... E eu, que n�o queria assust�-lo disse: Paizinho n�o se preocupe. Voc� � meu pai e sei que nunca ia me machucar. N�o fiquei chateada. Dito isso, dei-lhe um abra�o apertado e sai a passear com amigas. Quando voltei, ele tinha sa�do. Curtia todos os dias das f�rias. Fui deitar e quando estudava na minha cama, ca� no sono. De camisa e calcinha. Pelo meio da noite, acordei na escurid�o com o dedo dele esfregando minha calcinha. Como estava escuro, ele n�o me viu abrir os olhos. Continuei a ressonar, e o deixei me masturbar. Logo minha buceta estava ensopada e abri mais as pernas, para incentiv�-lo. Ele puxou minha calcinha pro lado e senti seu dedo grosso apertando meu grelinho e a entrada da minha bucetinha que era virgem. Fui abrindo lentamente e gemendo baixinho, enquanto ele resfolegava muito alto. Senti seu pau batendo na minha perna. Era evidente que a rola estava solta. Ele afastou meus joelhos e tirou minha calcinha. Abriu totalmente minhas pernas e quando pensei que ele ia me comer, enfiou a lingua na minha buceta adentro. N�o suportei e gemia: ai... aaaaai... E ele grunhia como um bicho, cheio cheio de tes�o. Senti ele me penetrar devagar com um dedo e chupar meu grelo. N�o sentia dor alguma, pois estava at� com o cu todo melado pelo mel que escorria. Ele chupou meu grelo enfiando o dedo m�dio enquanto eu gemia sentindo minha primeira gozada total. Minhas pernas tremeram tanto que perdi o controle. Ele subiu mais e chupava meus peitos com toda viol�ncia, parecia que ia arrancar. E, quando encostou seu pau vermelho e cabe�udo na entrada da minha buceta, veio para o meu ouvido: Sua puta! Sua puta vadia! Eu vou te foder! Vou te deixar rasgada! Vai sentir o que � um caralho te fodendo, sua puta! Levantou, deu-me um tapa na cara e eu, n�o parava de gemer. Me achava realmente uma puta, estava deixando meu pai me comer. Subiu at� minha cara e enfiou o pau com o saco dentro da minha boca e me mandou chupar sem morder.. "Chupa, putona! Chupa! Engole todo!" Ele bombeou na minha boca sua vara e ela parecia que nunca parava de engrossar. Eu achava que n�o ia caber mais e ent�o ele desceu de novo e posicionou a cabe�ona grossa na entrada da minha buceta. E deu uma enfiadinha de leve. Eu gemia, delirando. Delirava totalmente, como se estivesse tendo convuls�o de febre. Sentia meu corpo todo suado, as pernas t�o arreganhadas que parecia que minha buceta ia rasgar. Mas estava que era totalmente tes�o. Foi metendo a cabe�a at� um ponto que ela n�o entrava. Ent�o ele empurrou com um pouco mais de for�a, e eu dei um grito sem pensar. Ele estava me rasgando o caba�o, e quando percebeu que tinha me tirado a virgindade, o tes�o subiu a cabe�a. Ele mamava nos meus peitos feito um louco e enfiou a vara at� o talo dentro de mim. Eu sentia uma dor forte e um prazer enlouquecedor, sentindo aquele pau grosso esfregando quente na minha buceta, for�ando tudo e me fodendo. � a sensa��o mais deliciosa da terra. Uma rola grossa e quente abrindo uma bucetinha apertada, sendo enfiada at� o saco como numa puta deliciosa. Meteu assim n�o sei por quanto tempo. Sei que eu gozava a cada segundo e ele perguntava: "Est� gozando, hein, sua puta? T�? Me diz... Sente meu caralho, sua vadia.. Que buceta apertada, mas vai ficar toda rasgada quando eu acabar... " E metia profundamente. O seu caralho gigante parecia uma lingua gigante a lamber dentro da minha buceta. Puxando os l�bios pra dentro. A�, que del�cia. Quando estava j� com muitos minutos ele saiu. E quando pensei q tinha acabado ele me puxou com for�a pelos quadris, me virou e me deixou de quatro pra ele, fo�ando minha coluna pra baixo, de modo que eu ficasse com a bunda toda aberta, pra ele. N�o havia necessidade de chupar ou bolinar. Eu estava totalmente banhada na minha propria porra. E ele me segurou os cabelos e disse: Toma, puta. � teu pai que te fode...

E meteu com for�a na minha buceta. Me comia como um cavalo come uma �gua. N�o porque tem qualquer sentimento, mas pelo prazer da trepada, de meter a rola e sentir aquela sensa��o indescrit�vel de estar abrindo uma buceta.

Ele enfiava tudo. E quanto mais eu gritava, mais ele urrava. Eu gritava de tes�o e dor. N�o conseguia parar de gritar e s� ouvia os urros dele. Quando eu n�o aguentava mais sustentar as pernas, estava a cair, ele acelerou o ritmo e senti sua rola engrossar mais ainda, e ele metia feito louco, at� que tirou de uma vez e me banhou as costas de porra.

Essa foi apenas a primeira vez. Ele ainda me comeu diante de amigos e me repartiu com dezenas de desconhecidos. Me fez chupar mulheres que conhecia e comeu, muitas vezes, meu cuzinho. Mas votem neste, que cada vez eu conto mais outra pra voc�s.

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