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O TITIO DA INTERNET - A PRIMEIRA VEZ

Este � um conto do amigo de um grande amigo meu, que se chama Ricardo. Mais conhecido como Ricardinho ou Ric para os homens mais �ntimos.



Ricardinho acabara de completar 19 anos e 3 meses. N�o tinha amigos. Era t�mido e odiava modinhas e seus seguidores, por isso, acabava por ignorar e ser ignorado por todos os garotos e garotas mais comuns. Belo Horizontino, do bairro Funcion�rios, o menino passou maior parte da adolesc�ncia chafurdado em livros, seriados de TV, m�sica e, claro, na internet.



Passava horas na internet, at� que um dia conheceu o Bate-Papo. Ric se descobriu. L� conhecia pessoas diferentes, de varias ra�as e de varias idades. At� que um dia, descobriu a sala de bate-papo Gay de Belo Horizonte. Como era muito curioso, resolveu entrar. Ricardinho j� havia entrado com diversos Nicks: de homem, de mulher, de crian�a, mas nunca tinha entrado como um gay.



Alguns caras iam lhe chamando para tc, mas nenhum o interessou. At� que em um momento, um tal de SungaBoy lhe cumprimentou. Ric achou legal o Nick e lhe deu um Oi. O cara se apresentava como branco, alto, 23 anos e atl�tico. Por coincid�ncia morava s� no bairro Savassi, pertinho de Ric, e que estava de sunga azul. Ric s� de imagin�-lo excitou-se e ensaiou uma ere��o. Papo vai papo vem o homem lhe convidou para sair.



O menino ficou com medo, nunca se encontrara com algu�m da internet. Mas o cara foi insistente, dizendo que estava louco para comer um cuzinho. Ric ent�o soltou que era virgem. SungaBoy ficou mais louco de tes�o e disse poderiam se encontrar na Pra�a da Liberdade, um local movimentado onde o garoto se sentiria mais seguro e disse-lhe que estava com uma geba dur�ssima lhe esperando. Ric tinha medo, mas a excita��o era mais forte, aceitou e foi correndo para Pra�a que era pertinho.



Na pra�a, procurou por algum cara alto de camiseta vermelha, mas n�o achou. Ent�o se sentou em frente uma fonte e esperou. 20 minutos depois, um homem lhe cumprimentou pelo nome. Ric n�o acreditara. Era um cara alto, forte, gostoso, meio feio, mas que aparentava ter mais de 30 anos.



Conversando com o cara que trajava camiseta cinza, Ricardinho descobre que seu nome era Ot�vio e tinha 32 anos. O garoto, desconfiado, pergunta se o homem n�o omitira mais alguma informa��o. Ele diz que na verdade morava no Floresta, mas ainda estava de sunga e que seu pau estava come�ando a ficar duro.



Ricardo quis ir embora, mas o cara era muito gostoso. Seu rosto era meio feio, tinha barba e algumas marcas de sol. Mas seu corpo era delicioso, era forte, mas n�o de academia, devia ser de trabalho duro. Tav�o (seu apelido) ent�o aproxima-se de Ric e diz bem baixinho e melosamente: “Vai deixar eu tirar seu cabacinho? Te dou um pirulit�o pra voc� chupar”.



Ric se assusta, mas diante de tanto tes�o, fica com o pau duro e percebe que Tav�o tamb�m ostentava uma deliciosa e volumosa neca. Tav�o o pega pelo antebra�o e o acompanha at� seu carro. No caminho para o apartamento de Tav�o, o garoto descobre que o macho era engenheiro e morava s� h� alguns anos. Seu AP era um antro de perdi��o, cada noite saia de l� um viadinho diferente, e hoje era vez de Ricardinho tornar uma putinha.



O carro ent�o para em frente um pr�dio simples e at� antigo, os dois saltam do carro e v�o em dire��o ao elevador, onde Tav�o fica atr�s de Ric relando em suas costas às vezes. Quando a porta do elevador se abre, o macho d� um apert�o na bunda de Ric dizendo para irem. O apartamento de Tav�o era bem descolado e pequeno, t�pico de solteiros.



Sentados no sof� da sala, Tav�o retira sua camiseta, mostrando seu peitoral forte e com pelos e sua barriguinha impercept�vel. Fazendo Ric excitar. Sentado de cal�a jeans, o homem come�a a acariciar as pernas do garoto, que envergonhado desvia o olhar. Tav�o ent�o “voa” sobre o menino e deita-lhe um beijo molhado sobre o pesco�o, perguntando-lhe se n�o queria chupar o seu pirulito prometido agora. T�mido, Ricardinho apenas responde com a cabe�a. O adulto se levanta do sof�.



Devagar, Ot�vio retira sua cal�a, mostrando sua sunga azul apertadinha bem marcada por uma geba deliciosa. Aproximou-se do garoto e levou sua cabe�a at� sua mala azul.

Como n�o sabia o que fazer, come�ou a lamber a sunga do homem. Percebendo sua inexperi�ncia o macho abaixa sua sunga at� o joelho e descobre uma geba grossa e ligeiramente torta. N�o era grande, mas como Ric era magrinho e franzino, se tornava monstruosa nas m�os e na boca do garoto.



Tav�o ordenou que o garoto ca�sse de boca. Ricardo, timidamente, lambeu seus l�bios e se aproximou devargarinho do pau do homem. Chupando-lhe bem vagarosamente a cabe�a do pau, tentando imitar um filme porn� que vira antes. Devido sua inexperi�ncia, o garoto baba toda a vara de Ot�vio, fazendo-o ficar louco de excita��o. O homem ent�o sugere que estar na hora dele dar. Pega o garoto pelos bra�os e leva-o fortemente para o seu quarto.



L�, ele despe o garoto, deixando seu corpo magrinho, e quase sem p�los, nu. Pelado, Ricardinho � jogado fortemente sobre a cama de casal onde Tav�o dominava outros viadinhos, caindo com a bunda arrebitada pra cima. O homem ent�o se debru�a sobre o menino, ro�ando seu vigoroso pau na bunda do garoto.



Ricardo pede para ir com calma, pois � virgem e tinha medo de se machucar. Tav�o disse que j� fizera v�rios meninos putinhas, e que se cooperasse n�o ia doer nada. O menino fica aflito e tenta se movimentar, mas Ot�vio o segura forte por tr�s n�o o deixando sair, proferindo estas palavras: “Agora n�o adianta correr!”.



Foi ent�o que Tav�o o segurou mais forte e Ric come�ou a sentir uma dor lhe cortando o �nus. Era o Otavio que lhe penetrava vagarosamente. O menino se remoia de dor, n�o imaginava que do�a tanto assim. For ent�o, que soltou um alto e manhoso gemido e Tav�o lhe penetrava at� o talo.



O macho come�ou a dilacerar aquele cuzinho virgem, enquanto Ric gemia de dor. O homem estava ficando louco e come�ou a gemer de tesao. Foi quando ele levantou e colocou o menino de quatro, dizendo-lhe para fud�-lo como uma cadela. Tav�o ent�o segura-lhe pela cintura e come�a a bombar com toda for�a no cu de Ricardinho que gritava de dor. Depois de um tempo, Ricardo n�o sentia mais tanta dor e come�ou a sentir mais tes�o, chegando a gozar sem se masturbar sobre a cama de Tav�o, que ainda fodia-o por tr�s. Depois de ejacular, o menino perdeu todo o seu tes�o e pedia para o homem parar, que ainda bombava como um touro.



Segurando Ric forte pela cintura, que gemia como uma cadela no cio, Tav�o pergunta-o se quer receber leitinho na boca ou no cuzinho apertadinho dele. Mas antes de responder Ric tem uma sensa��o de mais calor e preenchimento dentro do �nus como se fosse fazer o numero dois. Mas depois sente escorrer um liquido quentinho pelo per�neo. Tav�o n�o aguenta de tes�o e ejacula dentro do garoto, lambuzando todo seu bot�ozinho.



Tav�o desmonta-se do garoto e vai ao banheiro se lavar. O menino, por sua vez, deita-se na cama ao lado de sua porra, exaurido. O homem volta e fala que n�o existia cuzinho melhor e mais apertadinho que de Ric. Que d� uma risadinha de educa��o, pois ainda estava assustado e com uma forte dor no �nus.



Diante de tanto constrangimento, o menino se limpa rapidamente e despede-se do touro. Nem ao menos trocando telefones ou mesmo e-mails. Depois daquele dia, Ricardinho nunca mais viu Ot�vio, diz que o macho voltou a Pra�a da Liberdade a procura do garotinho, mas nunca se reencontraram. Ricardinho sonha at� hoje com o cavalo, mas por medo e vergonha, sente-se retra�do a procur�-lo de novo.

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