Moro em uma pequena cidade à beira mar. � na �poca da temporada de ver�o que a cidade ganha vida com a chegada dos veranistas que possuem suas casas no munic�pio e de turistas que buscam a beleza de nossas praias.
E � justamente nesse per�odo, talvez por causa do calor, que a lib�do de todos fica em alta. Na praia homens e mulheres em trajes sum�rios desfilam pelas areias exibindo seus dotes f�sicos e abertos para a aventura. Os homens s�o os que me atraem, em shorts bermudas e sungas passam com seus corpos sarados,ou normais, outros at� j� fora de forma, magros e gordinhos, alguns musculosos, outros franzinos, jovens ou maduros, brancos, negros ou morenos, enfim um desfile glorioso de homens cheirando a sexo, um deleite para os olhos.
Meu olhar independente do tipo tem uma �nica dire��o e interesse, o volume nos meios de suas pernas principalmente os que est�o de sunga, que ficam com seus paus mais salientes e apetitosos. E foi nessas idas à praia que conheci h� uns cinco anos Leonardo, um rapaz loirocom 1,80 de altura, peso proporcional, torax e pernas musculosas e dono de uma pica de 19 cm. medidos, bem grosso e uma cabe�a saliente e saborosa, na �poca estava com 19 para 19 anos.Nos atra�mos, fomos para a cama e o sexo que rolou e a qu�mica entre n�s ficou clara e nos envolvemos e dessa �poca em diante em todos os ver�es nos encontramos e transamos muito. Ele al�m de ser muito gostoso, � tamb�m muito sacana e totalmente liberal, para ele o que conta � o prazer de um sexo feito com vontade e sem limites.
Neste ano me surpreendeu ao aparecer em uniforme de guarda-vida e est� servindo em nossa praia. A minha tes�o aumentou ao ver aquele loiro maravilhoso em sunga vermelha e camiseta amarela que deixou seu corpo e seus dotes ainda mais em evid�ncia. Transamos loucamente nesse dia, gozei e muito, tal a tes�o provocada pelo meu guarda-vida. Ao gozarmos , L�o deita ao meu lado e me diz com um olhar malicioso: _Quero que manh� v� à praia e conhe�a um dos novos integrantes da corpora��o e se voc� se simpatizar com ele quem sabe nos tr�s... E com uma piscalela foi embora, deixando no ar a sua inten��o. Na manh� seguinte me levanto e movido pela curiosidade me dirijo rapidamente à praia. L� chegando diviso Leonardo no posto de observa��o e junto a ele um verdadeiro deus de �bano, mais alto que ele e mais encorpado. Meu pau endureceu de tes�o na hora ao ver aquela maravilha. Ao me ver Leonardo desce de seu posto, caminha em minha dire��o me cumprimenta discretamente e com uma piscadela diz maliciosamente: _Aquele � o Raul. O colega de que te falei. que te parece, eu voc� e ele? Dei um sorriso de concord�ncia. e em resposta L�o diz que ap�s o plant�o estaria em minha casa, mais o Raul. Fui embora e dei mais uma olhada para aquele homem que agora me olhava de longe e deu um pequeno aceno de despedida.
Por volta de 20 horas chegam os rapazes ainda molhados pelo mergulho no mar ap�s o encerramento do dia de trabalho. L�o sabe que gosto de sentir o sal do mar em sua pele. Entram sem cerim�nias retiram a camiseta e me abra�am ao mesmo tempo, L�o de frente e Raul por tr�s, L�o busca meus l�bios e Raul me encoxa mordiscando minha nuca, sinto o pau de Raul dur�ssimo esfregando minhas costas, n�o resistindo levo minha m�o para tr�s e apalpo sua pica. Surpresa, enorme, 19 cm, medi depois, grossa pulsante, logicamente a libertei da sunga que a comprimia e pude sentir o calor e as veias salientes e com os dedos senti a gota da gala que escorria de seu pau. L�o me beijando, tirou seu pau para fora baixou meu short e agarrando meu pau come�a a punhet�-lo enquanto eu fa�o o mesmo. Raul sai de tr�s de mim e passa para frente e iniciamos os tr�s um delicioso frottage, enquanto eu manipulava aqueles dois mastros suas m�os acariciavam minha bunda e os dedos atrevidos buscavam e penetravam o meu orif�cio �mido pelo tes�o. L�o me vira de costas, se abaixa e com as m�os abre minhas n�degas deixando meu c� à mostra e enfia sua l�ngua iniciando um cunete delirante e eu me curvo buscando o imenso pau de �bano passando minha l�ngua por sua cabe�a sorvendo a gala que expelia e vagarosamente abrindo os l�bios e come�ando a sug�-lo cent�metro por cent�metro, saboreando e sentindo o calor e a rigidez daquele mastro que vou colocando at� sentir sua cabe�a encostando em minha garganta e relaxando permito que ele avance um pouco mais sentindo ser deflorado oralmente. L�o que me linguava o c� desce para o meu saco, linguando as bolas e subindo em dire��o ao meu pau e com a l�ngua desliza at� a cabe�a do meu pau e o engole avidamente. Largo o pau de Raul e este vem para tr�s de mim colocando seu pau entre minhas pernas, sua pica tranquilamente alcan�ava o meu pau que L�o segurando os dois come�a a chupa-los simultaneamente. A tes�o era descomunal, pedi que parasse pois estava quase por gozar. Raul deitou no ch�o com o seu imenso pau apontando para o teto, L�o me sugere que eu sente no pau de Raul e enquanto me posiciono para a descida, Leo com sua l�ngua vai salivando aquele mastro para facilitar a penetra��o vou me acocorando at� que sinto a rigidez de seu pau encostar no meu buraco j� meio entreaberto pelo tes�o, vou me abaixando sentindo a grossura daquela cabe�a ir me abrindo gradativamente, enquanto a l�ngua de L�o continuava molhando pau de Raul e meu c� simultaneamente at� que sinto as bolas de Raul encostar em minhas n�degas. Com todo aquele pau dentro de meu c� in�cio um movimento de tr�s para frente, e como estava sentado de frente meu pau ro�ava deliciosamente aquela barriga sarada. Raul agasalha meu pau com as m�os e L�o se coloca em p� me dando seu pau para chupar e assim permanecemos em movimentos de frente para tr�s de cima para baixo e eu naquele meio sendo enrabado e com a boca sendo possu�da. Raul que estava deitado se senta sem tirar seu pau do meu c� e come�a juntamente comigo a chupar rola de L�o que delirava de prazer. L�o se afasta tirando o seu pau de nossas bocas e eu e Raul come�amos a nos beijar e assim me abra�ando se deita ma levando abra�ado com ele sem tirar seu pau de meu cu que fica empinado, nisso sinto a cabe�a do pau de L�o encostando-se ao meu c� e come�a a for�ar a entrada, meu c� se contrai pela excita��o de sentir ao sentir que mais um pau pretendia me penetrar. Raul para o vai e vem e com suas m�os abre minhas n�degas arreganhando bem o meu c� que vai se relaxando dando permiss�o para que o outro entrasse. Sem muita cerim�nia vai enfiando rapidamente e logo sinto tamb�m suas bolas batendo em minha bunda ro�ando com as bolas de Raul. Sentia o pau de Raul ficar mais r�gido com o contato do pau de L�o. E os dois iniciam uma verdadeira luta de espadas dentro do meu c�, sentia as estocadas alternadas bem no fundo, eu delirava de tes�o me sentindo partido ao meio por aqueles dois garanh�es que a essa altura metiam selvagemente movidos pela excita��o de sentirem um c� sendo fodido por dois paus.
O pau de um deles parece que cresce ainda mais e se torna mais r�gido parando o movimento, e sinto que um jato forte de porra quente inunda minhas entranhas, era Raul gozando urrando de tes�o, sua pica pulsava em mim enquanto jatos de porra eram expelidos, L�o come�a a gemer anunciando que tamb�m estava para vir, seu pau come�a a pulsar e mais porra invade o meu c� que aperta aqueles dois paus imenso e eu come�o a gozar loucamente entre as m�os de Raul que me punhetava vigorosamente, aumentando ainda mais a intensidade do meu gozo. Vagarosamente nossas respira��es v�o voltando ao ritmo normal, eu me deito sobre Raul sem tirar o seu pau que ainda dava pequenos pinotes e L�o tamb�m sem tirar seu pau deita por cima de mim. E assim nos relaxamos, nos beijamos felizes pela foda gloriosa, e eu mais feliz do que nunca, pois por primeira vez dois garanh�es me penetraram ao mesmo tempo. Se voc� tamb�m quer ser protagonista de minhas hist�rias me mande e-mail e escreveremos nosso conto. [email protected]