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EU, MEU MARIDO E MEU AMANTE - PARTE 1

Eu, meu marido e meu amante – parte 1



Sexta-feira ao chegar em casa eu encontrei o meu marido (Afonso) assistindo ao Globo Rep�rter, muito interessado em uma reportagem sobre “swing”.

Notei que ele se encontrava bastante excitado e ele falou que queria me comer.

Como eu j� havia gozado muito com aqueles dedos gostosos do meu amante (J�lio), falei que iria lhe ajudar a gozar, mas n�o estava com vontade de transar.

De bermuda, deitado na cama, eu notei o cacete do meu marido come�ar a crescer.

Abaixei-lhe a bermuda e peguei naquela pica que j� estava dura, come�ando a lhe fazer um boquete.

Lambi demoradamente a sua cabe�a, colocando s� um pouco do seu cacete em minha boca. Acariciei as suas bolas e fiquei lhe passando a m�o nas coxas, na barriga e na sua bunda.

Chupava o seu cacete e lhe batia uma punheta.

Notei que ele mexia muito com a sua bunda como se estivesse com muito tes�o e querendo que eu brincasse com o seu cu.

Eu adivinhei mesmo, pois logo em seguida ele pegou minha m�o e a levou at� a sua bunda, empurrando um dedo para a regi�o do seu rabo.

Comecei a brincar com a sua bunda e o seu cu e ele se contorcia me pedindo mais.

Ao inv�s de me pedir para chupar mais o seu cacete ele me pedia para enfiar mais e mais.

Molhei um dedo no meu cuspe junto ao seu cacete e enfiei direto no seu cu.

Ele se contorceu de prazer e satisfa��o.

Mais, mais, enfia mais ele me pedia.

Continuei lambendo, mamando e chupando o seu cacete e via que ele estava mais excitado que geralmente ficava quando eu colocava um dedo em seu rabo.

Ele me pedia que enfiasse mais e nesta hora eu me lembrei como foi gostoso outro dia quando o J�lio pegou dois dos meus dedos e me ajudou a enfiar em meu pr�prio cu. Molhei mais um pouco o seu rabo de cuspe e tirei um dedo e enfiei dois dedos, o indicador e o m�dio no cu do meu marido.

Que surpresa, ele gritou, n�o de dor, mais de prazer.

Que del�cia, que gostoso, ele falava, me come, enfia, enfia, enfia seus dedos em mim, come o meu rabo, que gostoso, que gostoso, enfia, enfia com for�a, ele me pedia.

Comecei a mexer meus dedos com mais for�a e mais velocidade e quanto mais for�a e velocidade eu punha, mais ele gemia e me pedia para com�-lo.

Eu nunca o tinha visto gostar tanto de ser enrabado deste jeito, mas continuei at� que ele, de uma forma explosiva, se contorceu, tirou o seu cacete da minha boca, e gritou mais, mais, mais, me pedindo par enfiar com for�a, com for�a, e gozou de forma at� exagerada, com uma tal for�a que a sua porra se espalhou por toda a sua barriga e at� o seu peito.

Meio sem jeito eu tirei os meus dedos do seu cu e ele ainda deu uma �ltima ejaculada, relaxando finalmente ap�s todo aquele gozo.

Levantei-me e fui tomar banho, enquanto ele continuou deitado descansando.

Quase no final do meu banho ele se levantou e tamb�m foi se lavar.

Ap�s o banho vesti uma roupa de dormir e me deitei ao seu lado para conversarmos um pouco.

Ele ent�o me falou que na hora que eu cheguei ele estava assistindo uma mat�ria sobre swing e isto o tinha deixado muito excitado. Nunca hav�amos conversado sobre isto antes, mas ele disse que tinha sentido vontade de me ver transando com outro homem, junto com ele.

Fiquei surpresa, pois jamais poderia esperar isto dele. Mas como ele mesmo disse, eu sempre gostei que ele chupasse a minha buceta e passasse a l�ngua no meu cuzinho e ele sentia que eu tinha uma enorme vontade de dar a minha bunda, mas n�o tinha coragem de fazer isto com ele pois seu cacete enorme certamente iria me machucar.

Ent�o ele disse que gostava tanto de mim que gostaria de me satisfazer e de me dar prazer e que deixaria outro homem, com um cacete menor que o seu, comer o meu cuzinho e me fazer gozar muito.

Combinamos ent�o quem de n�s dois escolheria o outro homem e ele me falou que poderia ser eu, mas que n�o sabia como eu poderia fazer para saber o tamanho do cacete do outro para que n�o me machucasse.

Rindo n�s brincamos que eu chegaria perto de algu�m e perguntaria: - Oi, o seu cacete � muito grande? Se voc� o enfiasse em meu cu ele me machucaria?

Continuamos a rir e eu disse que eu arrumaria um jeito de saber.

Logo no dia seguinte eu contei esta hist�ria para o J�lio e combinamos uma forma de contar para o meu marido que o escolhido seria ele.

Eu inventaria uma hist�ria que, sem querer, eu havia escutado uma conversa entre o J�lio e outros colegas da empresa onde os homens estavam conversando sobre tamanhos de cacetes e enquanto alguns elogiavam o tamanho enorme de seus membros o J�lio havia falado que o seu era de um tamanho exato para comer um cuzinho sem dor, s� dando prazer.

Ao chegar em casa eu contei toda esta conversa para o Afonso, para saber se ele ainda continuava querendo fazer este tipo de coisa.

Contei a conversa que havia ouvido e ele se interessou.

Argumentou que devia ser mesmo verdade que o J�lio n�o teria um cacete muito grande, pois todos homens gostam mesmo � de exagerar o seu tamanho e que neste caso ele deveria estar falando a verdade.

Ele ficou um pouco preocupado como eu conversaria com o J�lio, pois isto poderia lhe parecer muito estranho, mas eu lhe disse que n�o se preocupasse pois eu cuidaria de tudo. N�o sei se ele ficou com ci�mes ou muito interessado na nossa transa a tr�s, mas come�ou a me perguntar muitas coisas sobre o J�lio e nosso relacionamento.

Eu lhe disse que quase n�o convers�vamos sozinhos e que, apesar disto, eu acharia um jeito de lhe fazer o convite que tanto nos interessava.

Notei que todas as vezes que convers�vamos sobre este assunto ele se excitava de um tal modo que n�s trep�vamos e que nestas trepadas ele sempre dava um jeito de eu lhe enfiar um ou dois dedos em seu rabo. Notei tamb�m que ele passou a se interessar mais pelo meu cuzinho e me davas intensas e demoradas lambidas, o que me deixava alucinada de tanto tes�o e espera pelo cacete do J�lio entrando inteiro e gostoso na minha bunda.

At� que eu lhe disse que j� estava tudo arranjado e que no pr�ximo final de semana seria uma �tima oportunidade para realizarmos o nosso plano.

Combinamos de nos encontrar em um bar, tomarmos um pouco de bebida para relaxarmos um pouco e depois irmos direto para um motel.

Eu mal me continha de tanto tes�o.

Conversava com o J�lio, e ele tamb�m se entusiasmou com a id�ia de me ver transando com o Afonso, como n�s j� hav�amos fantasiado tanto.

Ao mesmo tempo um pouco de ci�me tamb�m rolava entre n�s tr�s, bem, eu dir� que entre eles dois, pois eu me deliciava com a possibilidade de ter meus dois amados cacetes em mim de uma s� vez. Isto nos excitava a todos e n�s trep�vamos cada vez mais, de todas as formas. Eu chupava e era chupada com �nsia pelo meu marido, que passara a brincar muito com o meu rabinho, sem enfiar nada nele, pois eu me segurava, pois este eu reservava para o J�lio. Ao mesmo tempo meu marido tinha desenvolvido um gosto muito mais acentuado para que eu brincasse com o seu pr�prio cu e em todas as nossas transas eu tinha que enfiar meus dedos dentro dele.

Com o J�lio eu me deliciava em treinar levar a sua pica no meu rabo (rsss) como se isto fosse muito fora do normal, mas n�s dois nos prepar�vamos para o grande dia.

At� que chegou a hora.

Marcamos um encontro na sexta-feira à noite, e enquanto o J�lio ia para o restaurante, eu fui em casa buscar o Afonso.

Ao chegar em casa ele j� estava me esperando na porta do pr�dio e n�o notei nele nenhum sinal de hesita��o.

Ele entrou dentro do carro e fomos nos encontrar com o J�lio.

Ao entrarmos no restaurante ele j� nos estava esperando, tomando um vinho.

Engra�ado, a “apresenta��o” foi meio formal e ficamos todos um pouco constrangidos, mas logo que rolou um pouco de vinho fomos nos descontraindo e logo est�vamos falando de sexo.

Eu nunca havia pensado na possibilidade de termos este tipo de conversa a tr�s, mas hoje eu vejo que a vida nos reserva surpresas que n�o podemos descartar. � uma quest�o de aproveitar as oportunidades e naquela noite eu haveria de me aproveitar de todas elas.

Com a nossa conversa sobre sexo a excita��o foi tomando conta de n�s tr�s e logo pedimos a conta para irmos para um motel.

Combinamos em ir em um s� carro e deixamos o meu carro estacionado na porta do restaurante e fomos junto com o J�lio.

Rolou outro constrangimento na hora de nos assentarmos no carro, mas o Afonso sentou no banco traseiro, deixando-me assentar ao lado do J�lio.

Eu estava vestida com um vestido leve e quase transparente, curto e com uma abertura dos dois lados. Ao sentar-me o vestido se abriu e minhas pernas ficaram bem à mostra dos meus dois homens. Ao passar as marchas no carro as m�os do J�lio ro�avam a minha perna e isto me excitava. Me sentia diferente, como nunca havia me sentido antes. Meu marido no banco traseiro come�ou a passar as m�os em minha nuca, em minha cabe�a e logo foi ficando mais ousado, pegando em meus seios, na frente do J�lio. Vendo aquilo o J�lio pegou em minhas pernas, come�ando a levantar o vestido at� aparecer a minha calcinha. Em seguida ele enfiou a m�o no meio das minhas pernas e tocou em minha buceta por cima da calcinha. Parecia que eu havia tomado banho e n�o me havia enxugado. Minha buceta estava encharcada. Toda a minha calcinha estava molhada com os sucos que a excita��o me deixava.

Se o motel demorasse muito eu teria gozado v�rias vezes ali mesmo no carro. Meu marido me acariciava os seios e o J�lio brincava com a minha xoxota.

Isto me levou ao gozo uma vez antes que n�s cheg�ssemos ao motel e foram muito excitantes para todos n�s os gemidos de prazer que eu dei dentro do carro. Eu pedi na hora do meu gozo: - mais marido, mais J�lio, mais, mais, mais e gozei.

Chegamos.

Entramos no motel e fomos para uma su�te espa�osa, com banheira de hidromassagem e sauna.

N�o havia mais lugar para constrangimentos.

Fomos entrando e os dois come�aram a me agarrar.

Eu beijava meu marido e o J�lio me agarrava por tr�s, com suas duas m�os apertando os meus seios. Os dois tiraram juntos o meu vestido por sobre a minha cabe�a e eu me vi s� de calcinha e suti� entre os dois. Eu era beijada pela frente e por tr�s. Meu marido beijava minha boca enquanto o J�lio beijava meu pesco�o e minhas orelhas, encostando todo o seu corpo no meu.

O J�lio desabotoou o meu suti� e meios seios ficaram livres para serem sugados pelo Afonso. Enquanto ele mamava em um dos meus seios o J�lio apertava o mamilo do outro, daquele jeito que s� ele sabe fazer.

De vez em quando os dois trocavam de seios e eu me sentia amada e acariciada e cheia de tes�o. Gozei daquele jeito mesmo, sem que nada ainda tivesse tocado em minha xoxota. Acho que foi o momento, o jeito de ser agarrada por dois homens que me amam e gostam de mim, e naquele momento eu me senti a mulher mais amada do mundo.

De repente os dois juntos pegam em minha calcinha e a abaixam e eu me vejo nua no meio dos dois ainda vestidos. Eu podia sentir a dureza do cacete do J�lio encostando em minha bunda, ao mesmo tempo que sentia a dureza do cacete do meu marido tocando a minha buceta.

Os dois estavam muito excitados. Os dois estavam tarados. Que bom, pois eu tamb�m estava.

Comecei a despir o Afonso. Tirei a sua camisa, desabotoei a sua cal�a e ela caiu sobre os seus sapatos. Pude ent�o ver como ele estava excitado. Seu cacete empurrava e estufava a sua cueca e ele ent�o a abaixou e aquele mastro pulou para fora duro como uma barra de ferro.

Virei-me e fiz o mesmo com o J�lio.

Tirei a sua camisa, desabotoei a suas cal�as e logo que elas ca�ram, ele tamb�m abaixou a sua cueca e aquele cacete que eu tanto gosto se revelou para mim, duro e teso tamb�m como uma barra de ferro.

Que felicidade eu senti. Dois cacetes inteirinhos à minha disposi��o. O cacet�o do meu marido e o cacete do J�lio. Duas varas, duas picas para eu brincar e entrar dentro de mim, em todos os meus buracos e aberturas.

Afastei-me um pouco dos dois enquanto eles tiravam os sapatos e as cal�as e pude ver um olhar de curiosidade no olhar de cada um, olhando um o membro do outro.

Meu marido parece que media o tamanho do cacete do J�lio, estimando o quanto ele poderia entrar em meu cu e o J�lio olhando o cacete do Afonso, deve ter pensado em como eu fazia para aguentar tudo aquilo dentro de mim.

Olhando para os dois juntos ali, daquele jeito, eu e eles completamente nus, me senti a mulher mais feliz do mundo. Os dois homens que mais amo estavam ali juntos para me satisfazerem, para me dar prazer, de todas as formas poss�veis e imagin�veis.

Parecia que havia um entendimento entre eles. Parecia que ambos estavam ali s� para me dar prazer e isto havia superado qualquer outro sentimento que pudesse aflorar. Eles me amavam e iriam fazer de tudo para me dar prazer.

Minha excita��o explodiu e eu chamei os dois para a cama para me comerem.

Virei de costas para os dois, coloquei cada cacete em uma das minhas m�os e os fui puxando para a cama. Que cena maravilhosa, eu nua, tesuda, cheia de excita��o, com um cacete em cada m�o, os puxava para a cama onde eu iria ser comida e fudida pelos dois ao mesmo tempo.

Puxei os dois at� a cama e me sentei deixando-os em p� à minha frente e comecei a chupar aqueles dois cacetes t�o meus conhecidos. Lambi a cabe�a do cacete do meu marido e lambi tamb�m a cabe�a do cacete do J�lio. Coloquei os dois bem perto um do outro e ora chupava um ora chupava outro. Coloquei a cabe�a dos dois cacetes bem juntas e passei a minha l�ngua nos dois ao mesmo tempo. Dois cacetes t�o diferentes e ao mesmo tempo t�o gostosos. Enfiei o cacete do J�lio todo em minha boca engolindo aquela sua porrinha t�o gostosa que eu j� conhecia, mas meu marido jamais desconfiara. Tirei o seu cacete da minha boca e enfiei s� a cabe�a do cacete do meu marido, chupando tamb�m daquele jeito que ele tanto gosta.

Os dois gemiam e falavam palavras desconexas e me davam ordens, chupa, engole, lambe...

O J�lio me mandou deitar, falando que queria chupar a minha buceta, que queria sentir o gosto da minha buceta, que queria provar os meus sucos. Obedeci imediatamente me deitando e abrindo as pernas. Puxei o Afonso para junto da minha cabe�a e continuei chupando a sua pistola enquanto o J�lio enfiou a sua cabe�a no meio das minhas pernas.

Que del�cia. Logo que ele beijou o meu grelinho eu gozei, gozei com a pica do meu marido enfiada na minha boca e com a l�ngua do J�lio enfiada em minha buceta. Tudo para mim era novo. Eu j� tinha por diversas vezes sentido aquelas sensa��es isoladas, mas agora eu tinha as duas coisas ao mesmo tempo. Imagine que cena linda. Meu marido ajoelhado sobre meu peito com o cacete enfiado em minha boca, eu com as pernas abertas e o J�lio enfiado com a cabe�a no meio das minhas coxas, chupando a minha xoxota.

Chupando e brincando com aqueles dedinhos dos quais eu gosto tanto. Eu n�o o via, pois o Afonso estava na sua frente, mas podia sentir ele lambendo um de seus dedos, enfiando-o em mim, lambendo um outro e enfiando os dois dedos em mim, lambendo mais um e enterrando tr�s dedos em minha buceta. Gozei, gozei, gozei, s� n�o gritei muito, pois estava com uma cabe�a de cacete enfiada em minha boca.

Fiquei imaginando o que o J�lio estaria vendo, com n�s tr�s naquela posi��o. Com a cara enfiada no meio das minhas pernas, se ele olhasse para cima ele veria a bunda do meu marido, pois naquela hora ele estava enfiando sua pica na minha boca. O Afonso n�o estava vendo nada diferente, pois comigo deitada na cama e ele por cima, ele estava todo apoiado na cabeceira da cama.



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