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A MOLECADA (3 PARTE)

De n�s 4 o Danilo � o velho e o mais t�mido mais ele me surpreendeu. Est�vamos todos na pracinha papeando e de vez em quando passava dos caras e eles sempre olhavam para gente. Mais olhavam discretamente e eu percebi que o Danilo estava olhando para eles tamb�m, O Duam e o Davi n�o perceberam nada.

Como estava chato o lugar, resolvemos ri embora cada um para a sua casa. Mais eu dei um a de esperto e segui o Danilo que ao inv�s de ir para a sua casa foi em dire��o ao campinho. E subiu um morrinho que da para uma estrada de ch�o totalmente deserta mais com alguma ilumina��o.

Eles come�aram se beijando e o Danilo passou a segurar os pintos dos caras um em cada m�o. Um cara parecia ter a idade dele 19 e era magrinho e o outro mais velho, aparentava ter uns 30 e todo sarado.

O Danilo abaixou a chupava os pintos, enquanto tava com um na boca o outro tava punhetando. Aquilo me deixou excitado e botei o meu pau pra fora e punhetei.

Depois o cara mais velho ficou atr�s do Danilo e tirou a sua cal�a e inclinou o corpo do meu amigo para frente, n�o dava pra ver o pinto do cara mais parecia ser grande porque o meu amigo gemia de dor. Mais depois ele passou a gemer de prazer.

O mais velho tava fudendo com vontade o cuzinho do meu amigo e o Danilo puxou o carinha mais novo, para perto dele e abocanhou o seu pinto.

Era uma bela vis�o, Um homem fudendo o cu do meu amigo e o outro dando o pau pra ele mamar. Gozei muito vendo aquilo.

Sem tirar o pinto do cu do Danilo o homem foi trazendo ele ate sentar no meio fio da rua e o outro carinha ajoelhou e chupou a piroca do meu amigo.

Acho que ele estava sentindo o maior prazer da vida dele, porque ele rebolava tanto no pau do homem e o outro n�o tirava o pinto do Danilo da boca.

Morri de inveja.

N�o tava para escutar nada do que eles falavam, s� escutei os gemidos dos tr�s.

O mais novo tirou o Danilo do colo do homem e enfiou a piroca no meu amigo, enquanto o homem o chupava. Depois eles trocaram, o homem fudeu o Danilo e o carinha chupava.

Os caras fizeram o Danilo ajoelhar e punhetaram os seus paus ate gozarem em seu rosto e boca. Cheguei um pouco mais perto.

E foi a primeira vez que escutei a voz de algu�m e esse algu�m era o meu amigo.

DANILO= Que delicia de porra!!!! HUmmmmmmmm!!!!Gozaaaaaaaaaaaaaaa!!Goza em mim!!!!!! Goza essa porra de macho na minha cara.

Era tanta porra que parecia nunca terminar e o Danilo tratou de se lambuzar todo com elas.

O carinha disse que ia embora na frente para ningu�m perceber e falou que esperava o cara mais velho na pracinha.

Ele saiu em disparada, mais o homem esperou um pouco e saiu junto com o Danilo. N�o sei como eles n�o me viram, porque passaram quase do meu lado.

O homem foi andando atr�s do Danilo e segurando pela sua cintura.

O homem parou o Danilo no meio do caminho e arriou a sua cal�a.

HOMEM= Eu vi que voc� n�o gozou. E eu quero que goze para mim.

O homem enfiou o dedo no cu do Danilo e mandou ele se punhetar.

HOMEM= Goza gostoso molece, goza com o dedo no seu c�.

DANILO= Hummmmmmm!! Hummmmmmmmmm!!! Aiiiiiiiiiiii!!

HOMEM= T� gostando!!!

DANILO= T� sim. HUmmmmmmmmmmmm!! P�e mais um dedo, p�e.

HOMEM = Que cuzinho mais guloso!! J� quer logo dois dedos.

DANILO = Que delicia!

HOMEM= Quer que eu ponha mais um dedo no seu cu?

DANILO= N�o. Quero que tire os dedos e ponha logo o seu caralho.

O homem obedeceu e atolou o seu pinto no meu amigo. E o Danilo dava gritinhos de menina.

DANILO= Fode a sua bichinha vai!!!!!!!!! Arrega�a o meu c�. Hummmmmmmmm!!!!!!!!!!! Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!! Mais forte, mais forte.

HOMEM= Huuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmm!!! Delicia de c�.

DANILO= to sentindo a sua porra quentinha, que delicia.

HOMEM = Agora vai se limpando ai que vou embora. Um dia desse agente se encontrar de novo.

DANILO= T� certo. A gente se v� por ai.

O Danilo pegou outro caminho e foi direto para casa e eu levei maior bronca dos meus pais por ter chegado tarde em casa. Mais falei a pena ver aquela foda.

E antes de dormir bati uma punheta pensando nos tr�s e de manha quando acordei outra punheta.

O dia passou e veio à noite e nada do Danilo contar a transa que deve na noite passada, resolvi ficar quieto e n�o contar nada do que eu tinha visto. Com certeza o meu amigo ia guardar segredo do que tinha acontecido.

Ficamos ainda na rua em frente de casa eu e o Duam, e ele disse que estava muito afim, de dar uma chupada no meu pinto.

EU= Eu deixo, Mais primeiro quero sentir a sua porra na minha garganta.

O Duam � o mais velho da turma, portanto o seu pinto era o maior e tinha mais pelos do que agente. �ramos moleces e ele um rapazinho virando homem.

Fomos para um beco escuro que tinha um lat�o de lixo bem grande e ficamos atr�s dele.

Abracei ele pela cintura e beijei em sua boca, enfiei a minha m�o por dentro do seu short e peguei no seu pinto que foi endurecendo na medida que eu ia alisando ele.

EU= Voc� j� t� virando um hominho e voc� � t�o gostoso sabia? O seu pinto ta ficando grande e roludo do jeito que gosto.

Abaixei e enfiei o seu pinto todo na minha boca. Eu chupava, sugava e batia ele na minha cara e babei o seu pau todinho deixando ele todo molhado com a minha saliva.

Levantei virei de costas para ele e abaixei o meu short.

EU= Me come agora Duam. Fode o meu c�. P�e esse caralho seu todinho dentro de mim.

O meu amigo foi enfiando bem devagarzinho e eu gemendo bem gostosinho para ele. Seu pau escorregou r�pido pra dentro do meu cu e ele come�ou a meter devagar, pondo e tirando at� eu n�o aguentar e pedir pra ele meter mais forte.

EU= Aiiiiiiiiii! Como voc� ta fudendo gostoso meu amigo.

O meu tes�o s� aumentava com aquele pinto atolado em mim.

EU= Ai Duam, goza no meu cu, goza!!!!

Quando senti um leitinho quente l� no fundo, o Duam tinha gozado na minha bundinha, me virei e fiquei beijando a sua a boca.

DUAM= Agora � a minha vez, meu amigo. (O Duam passou a sua l�ngua por todo o meu corpo ate chegar ao meu pau. N�o demorou e eu gozei gemendo e me contorcendo de tes�o porque ele n�o parava de me chupar)

Levantei ele e ficamos nos beijando e esfregando os nossos pintos.

Eu batia uma punheta nele e ele em mim ao mesmo tempo e as nossas bocas coladas como se fosse uma s�.

E n�s dois gozamos juntos.

FIM (CONTINUA��O)

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