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MEXI C/ A MORENA E O NEGAO QUIS MINHA ESPOSA

Num final de ano saimos de f�rias por 20 dias no litoral e nos hospedamos em um apartamento em um predio de 4 andares. Era bem bacana e ficamos no 2ª andar. Era tudo muito bom, so o barulho do apartamento de cima que era meio ruim, pois um grupo de caras do Rio escutava samba e pagode o dia todo. N�s passamos por eles algumas vezes quando iamos para o mar, e as vezes eles estavam la na areia jogando bola e dava para perceber que eram bem largados e meio arrogantes, tipo marombados de academia. Eu vi que eles ficavam de olho na minha esposa, que � muito gostosa, magrinha de academia, branquinha com cabelo preto bem liso at� a bunda e olhos meio puxadinhos, tipo mesti�a. Eu n�o gostava muito pois sei que negros e mulatos tem tara por mulhere branquinha, ainda mais que minha esposa colocou silicone nos peitos e tem uma bunda muito rebitada, e para piorar ela so usava fio dental pois n�o gostava das marquinhas de sol do biquini. Sem falar que ela � meio oferecida e j� me triu duas vezes.



Mas, certo dia eu estava voltando do mercado com algumas compras e subindo as escadas do apartamento passei por uma morena escultural, de biquini e com um saltinho, segurando uma esponja e um detergente. N�o resisti a essa cena e lancei uma cantada dizendo “que tal lavar a lou�a la de casa morena?” e ainda dei um esbar�o na bunda dela. Ela me olhou s�ria e reclamou, pois n�o gostou. Eu fiquei preocupado, pois ela estava com os caras do andar de cima, mas fui para o meu apartamento. Alguns minutos depois, bateram na nossa porta e fui atender. Era o neg�o de cima. Ele veio tirar satisfa��o porque eu mexi com a menina deles. Pedi desculpas mas ele estava muito puto. Como eu n�o podia expor aquilo, sai do apartamento e encostei a porta para minha esposa n�o escutar a discuss�o. Ele ficou amea�ando mexer com minha esposa tambem e que ia passar a m�o nela quando tivesse na escada. Eu fiquei nervoso e nada do que eu dizia acalmava o neg�o. Ent�o ele disse que minha esposa teria que ir no apartamento deles lavar a lou�a de biquini, e em uma rea��o meio desesperada eu falei para ele ficar calmo pois eu iria pedir para ela subir la jaja. Enfim ele foi embora, mas na escada ainda virou e disse “e ela tem que vir de salto tambem, igual a nossa morena. Vc tem 5 minutos”. Foi muita press�o, mas n�o tive alternativa. Agora eu estava entre a cruz e a espada. N�o podia dizer a ela que mexi com a morena, mas precisava convence-la a ir la para cima lavar a lou�a.



Assim que entrei, como�ei a pensar o que diria, e resolvi apenas mandar ela subir. Ela n�o entendeu porque teria que ir lavar a lou�a dos outros, e eu so disse que fiz uma besteira e ela precisava ir la conversar com eles para acalma-los. Ela ficou brava sem entender pois ainda estava de biquini e eu fui empurrado ela para porta. Eu ainda peguei uma sandalia de salto bem alto e branca que ela usava a noite, coloquei numa sacola de mercado e falei para ela colocar antes de bater na porta deles. Ela perguntou porque aquilo, mas eu disse vai, vai, depois eu explicava. Tenho certeza que ela foi por raiva e por desconfiar que eu fiz algo muito errado.



Ela fez exatamente o que falei. Ainda nas escalas colocou o salto e foi bater na apto de cima. Eu fiquei ouvindo na porta e dava para escutar o salto dela batendo no piso que era todo de ceramica. Eu fiquei apreensivo, pois dava para ouvir ela andando pelo apartamento de cima. As lajes e paredes eram bem finas e o som era bem nitido. Mas eu n�o ouvia muito bem o que eles conversavam. Percebi que ela foi para cozinha e murmuraram algo. Eu seguia o barulho do salto dela e ficava imovel tentando entender o que falavam. Depois de alguns minutos parada, ela andou em dire��o a sala e parecia ter ido para o quarto. Fui como louco atras do barulho ate chegar no quarto. Ali eles conversaram mais um pouco e eu j� comecei a fantasiar o que estava acontecendo. Ent�o ouvi vozes na escada e corri para porta. Eram os outros mulatos descendo. Colei o ouvido na porta para ouvir, e eles disseram que o Paulo estava pegando a gostosa ali de baixo. O outro falou que viu ele dando o pau pra ela chupar na cozinha, e que ela era fogosa demais, e depois levou ela para o quarto, e tinha deixado a porta aberta, ent�o dava pra ver ele chupando os peitos durinhos dela. Voltei correndo para o quarto tentar ouvir algo. Ent�o escutei um barulho de vai-e-vem e alguns gemidos. Certeza que eles estavam transando. Eu fiquei quieto e batendo punheta pois n�o tinha certeza do que estava acontecendo, so ouvi algo que parecia “me fode, me fode”. At� que o barulho do vai-e-vem ficou mais intenso, e a cama come�ou a bater na parede com for�a e arrastar no ch�o e j� podia ouvir bem os gemidos dele e ela dava gritinhos, at� que a coisa ficou intensa como uma gozada com muito tes�o e, de repende, eles pararam. Deviam estar saciados e exaustos com a foda intensa.



Eu bati minha punheta at� gozar e limpei tudo rapidinho pois imaginava que minha esposa iria voltar logo. Ela j� estava a 3 horas la, e escutei os outros mulatos voltando, ligaram o samba, deram risadas e o salto dela batia de um lado para outro mais algumas vezes. Se a conhe�o, com certeza ela estava se exibindo para eles de salto alto e fio-dental. Comecei a ficar puto com a demora, mas ent�o ouvi ela descendo as escadas, mas antes de entrar ela tirou a sandalia, entrou, passou por mim, deu so um “oi” com sorriso ironico, e foi para o quarto. Estava com cheiro de cerveza. Eu perguntei nervoso para ela o que tinha acontecido la em cima. Na maior cara de pau ela falou “nada, lavei a lou�a”. Argumentei que ela demorou 3 horas. Ela inda disse “tinha bastante lou�a”. Ent�o falei que ouvi barulhos la em cima, que pareciam que estavam fazendo ‘algo’. Ela me disse que era a morena deles que estava l� se saltinho ati�ando os caras e eles a pegaram. Eu sabia que era mentira, pois ouvi os caras saindo, mas n�o podia argumentar pois teria que contar sobre o que eu fiz na escada com a morena deles. Ela j� devia estar sabendo, pois sen�o n�o teria dado para o neg�o. Mas para minha surpresa ela ainda disse que teria que voltar la mais tarde para ajuda-los a lavar a roupa. Eu fiquei muito puto mas tive que engolir seco, e n�o podia falar nada porque fui eu que fiz a proposta, e ainda estava em divida com os mulatos e ela.



A coisa n�o parou por ai, pois ainda tinhamos mais 19 dias de estadia. Vou relatar para todos no proximo conto...

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