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MEU CRENTE, MEU HOMEM. (3)



Eu estava muito feliz e ia com prazer nos cultos e eu ficava horas sem reclamar de nada.

Os meus pais cada vez mais orgulhosos de mim e todo o cr�dito foi para o filho do pastor (�talo) rapaz atencioso e prestativo, isso dizia os meus pais. E eu pensava: homem gostoso e tesudo e dono de um caralho delicioso e meu namorado. Rsrsrsr.

Os meus amigos sempre me chamavam para sair com eles. Bem! N�o era sair propriamente dito, �amos para um morrinho e pass�vamos horas chupando os pintos uns dos outros. O Maur�cio era o �nico que dava o seu c� . �ramos em 4. Eu adorava aquilo mais agora que conheci um caralho de homem, grande e grosso n�o achava mais gra�a em ir para o morrinho com eles.

N�s 4 estud�vamos na mesma escola e na mesma sala.

O �talo ligou para casa e perguntou se podia ir visitar agente e conversar um pouco.

PAI= Seja bem vindo! E venha na hora do almo�o, ser� uma honra.

�TALO= Amanha, aproveito e pego o Yago na escola e vamos direto para ai?

PAI= Combinado.

Quando cheguei em casa soube que o �talo tinha ligado e marcado de vir para o almo�o e o melhor ainda que ele ia me pegar no col�gio.

No dia seguinte estava o meu namorado em frente da escola j� me esperando dentro do carro. E os meus amigos viram e perguntaram quem era e eu l�gico que disse que era um amigo do meu pai e que ia me dar carona a pedido do papai.

Entrei no carro.

�TALO= Quem s�o esses meninos?(COM AR DE PREOCUPA��O)

EU= Meus amigos. J� falei deles para voc� lembra!

�TALO= S�o esses meninos que voc�s fazem troquinha?(PUTO)

EU= O �nico que da o c� � o Mauricio o resto de n�s, s� ficamos na chupa��o. E eu n�o fa�o mais isso como eu j� te prometi.

�TALO= Aposto que nenhum deles tem uma religi�o.

EU= S� um que � cat�lico o Andr�, o Mauricio e o Serginho s�o crente como n�s e frequentam a mesma igreja.

O �talo pegou na minha m�o e, pois no seu pinto por cima da cal�a.

EU= Sabia que os meus pais, deixaram eu passar uma noite com voc� eu tentei uma final de semana inteiro mais n�o consegui.

�TALO = Ser� que podemos marcar para esta sexta-feira?

EU= N�o sei! Voc� que sabe!

�TALO= Eu vou adorar dormir e acordar com o meu pinto dentro do seu cuzinho.

EU=A noite toda? (ARREGALEI OS OLHOS)

E PENSANDO COMIGO MESMO... SERÁ QUE VOU AGUENTAR!!!!

�TALO= � meu benzinho, vou-te fuder a noite todinha.

Ele entrou com o carro em outra rua que n�o era da minha casa.

EU= A rua da minha casa � a outra, amor.

�TALO= Que bonitinho voc� me chamar de amor, eu gostei viu! Mais � que vamos à igreja antes � rapidinho!

Entramos pelos fundos que dava para um escrit�rio.

EU= Que lugar � esse que eu nunca vi.

�TALO= Este � o escrit�rio do meu pai.

O �talo me deu uma agarrada por tr�s.

�TALO= Adivinha o que viemos fazer aqui?

EU= Eu achei que ia deixar alguma coisa ou falar com algu�m.

�TALO= Nada disso!!! Viemos aqui para voc� dar o seu cuzinho para mim.

Nisso ele j� tinha abaixado a cal�a do meu uniforme junto com a cueca e abaixado a dele tamb�m. Me levou para a mesa de trabalho do pai e sentou na cadeira que ficava atr�s da mesa e eu fiquei na sua frente de costas com as pernas bem abertas e a bunda arrebitada.

O meu namorado dava cada lambida deliciosa no meu cuzinho que o meu corpo estremecia todo e fui ficando todo molinho.

EU= Hummmmm! Ai amorrrrr! Que delicia!!

�TALO= T� gostando n�! Seu safado.

EU= uhU.

EU= Mais temos que ser r�pidos, amor! Os meus pais j� est�o esperando agente para o almo�o.

�TALO= Voc� j� � o meu almo�o, meu benzinho.

EU= Ent�o como logo a sua comidinha que eu quero beber o leitinho depois.

�TALO= Ent�o da uma chupadinha no meu caralho e deixa-o bem molhadinho para entrar bem gostosinho no seu cuzinho.

Eu estava com muito tes�o, e peguei o seu caralho grande e grosso e muito delicioso, meti a boca nele e comecei a chupa-lo.

Estava louco por aquele caralho, ele gemia e me chamava de putinho safado e que eu era muito gostoso… ent�o sentei em cima da mesa,e ele abriu as pernas, fiquei todo arreganhado para o meu namordo.

Ele come�ou a chupar o meu cu como um louco e eu estava morrendo de tes�o e comecei a gemer um pouco mais alto.

�TALO= Quero fuder com voc� de quatro meu benzinho.

Virei-me e fiquei debru�ado na mesa com a bundinha bem empinadinha.

O meu amor meteu o seu pau no meu cuzinho t�o gostoso, entrou tudo de uma vez e doeu um pouquinho e j� estava tomado pelo tes�o, ele come�ou a bombar r�pido e com muita for�a e eu j� n�o estava aguentando….

EU= Bate punheta em mim, meu amor.

Ele deu umas 3 ou 4 punhetada e gozei muito.

�TALO= Agora � a minha vez. Hummmmmm!!!!!!!!!!!!!! Hummm!!!!!

E come�ou a socar bem r�pido e deu um grito forte e gozou dentro do meu cuzinho, enchendo ele todinho de porra.

Nos limpamos na pia, demos uns beijos bem gostosos e fomos para a minha casa almo�ar.

No almo�o comemos como dois famintos. Tambem pudera ! Sexo d� muita fome.

Neste dia n�o tranzamos mais, por falta de oportunidade, Meu pai n�o desgrudou do Ìtalo um s� instante e eles passaram a tarde toda falando e pregando os ensinamentos das a��es poderosas do Esp�rito Santo na vida do crente.

Pedi licen�a e fui para o quarto e acabei dormindo. O meu namorado foi embora e eu nem me despedi dele.

Passaram tr�s dias e ele sequer deu not�cias e eu j� estava bastante irritado. No quarto dia ele ligou e o meu pai atendeu.

EU= Quem era?

PAI= Era o �talo. Ele disse que estava muito ocupado e que em breve viria aqui em casa fazer uma visita.

Mais irritado e puto eu fiquei e no quinto dia ele ligou e mandou me chamar.

Ele disse que estava mesmo ocupado com alguns afazeres com o pai dele, mais que estava com saudades.

No dia seguinte ele me ligou de novo, dizendo que queria me levar para o apartamento e se podia ser naquela hora.

Com o telefone na m�o, pedi a minha m�e mais ela n�o deixou e disse que o meu pai n�o estava em casa e eu tinha que fazer companhia para ela que n�o estava bem.

EU=(FALANDO COM O NAMORADO) A m�e n�o deixou eu ir. Ela ta passando mal e n�o pode ficar sozinha.

�TALO= Que pena! Quem sabe na outra semana, benzinho.

EU= � ! Quem sabe!

�TALO= Beijo viu!

EU= Outro.

Eu s� vi o �talo no domingo na igreja e o tempo todo estava com o pai dele. Disfar�adamente dei uma olhada para ele e fui em dire��o ao banheiro e fiquei a sua espera.

Ele chegou todo afoito e falando r�pido.

�TALO= Eu n�o posso demorar aqui benzinho, depois agente se fala. Se eu saio um segundo de perto do meu pai ele manda algu�m me buscar. Eu te procuro assim que der.

EU= Voc� s� sai daqui depois que me der uma explica��o.

�TALO= Mais meu benzinho....

EU= Quero saber agora!

�TALO= Meu pai me incumbiu de fazer um projeto s� de jovens e ainda este m�s j� tem que estar funcionando. Eu e o meu primo somos os respons�veis pelas reuni�es e nem nome este projeto tem ainda e o meu pai quer ainda hoje o nome do projeto para divulgar.

Fui me acalmando e vi que realmente era um assunto serio e que ele tinha as suas obriga��es na igreja afinal ele � o filho do pastor.

EU= Eu at� te entendo! Mais voc� podia pelo menos ter me ligado e me dado uma satisfa��o da sua aus�ncia.

�TALO= Eu sei que errei feio com voc� meu benzinho, mais depois nos falamos, preciso ir mesmo.

EU= Ponha o nome do projeto de BATE PAPO JOVEM.

�TALO= Adorei a sua id�ia.

Saiu correndo feito um foguete.

E eu ali no banheiro, chateado e triste e carente de piroca, carente do meu namorado.

Nisso entra um cara e fica me encarando e eu sem saber o que fazer o comprimento educadamente.

EU= Oi!

CARA= Oi.

CARA= Voc� � o Yago n�o �?

EU= Sou! Mais quem � voc�?

CARA= Meu nome � Ezequias. E sou primo do Ìtalo.

EU= Prazer! Ele me contou que voc�s dois est�o montando um projeto s� para os jovens.

EZEQUIAS= Isso mesmo.

EU = Eu te j� conhecia de vista mais n�o sabia que voc� � primo do �talo.

EZEQUIAS= Eu tamb�m te conhe�o de vista, mais eu sei muito sobre voc�.

EU= Como assim? O que sabe sobre mim.

EZEQUIAS= Como eu j� te disse sou primo do �talo e somos muito pr�ximos e confidentes tamb�m. Eu sei de voc�s dois, desde o come�o.

EU= Voc� sabe da gente?(ESPANTADO)

Ele afirmou com a cabe�a.

EZEQUIAS= Sempre que voc�s precisarem de mim pode contar comigo sempre. Agora deixe ir que o meu tio est� completamente euf�rico com este projeto.

Na sa�da do culto estavam juntos o Ìtalo, o pai e o Ezequias e quando passei com os meus pais o �talo falou no ouvido do primo alguma coisa.

O �talo s� me olhou e deu um sorriso mais o Ezequias, acenou com a m�o dando um tchau bem simp�tico.

No dia seguinte estava o meu namorado na porta da minha escola me esperando e ele estava muito carinhoso comigo.

E depois que ele me levou para a estrada e me deu um trato, eu at� esqueci que estava com raiva dele.

Assim que parou o carro j� fui tirando o seu pinto para fora e chupando.

EU= Que saudade que eu estava desse pinto!!!!(JA ENFIANDO ELE NA BOCA)

O meu amor gozou como nunca na minha boca sedenta por porra e mesmo depois de j� ter gozado muito, continuei a chup�-lo e o seu pinto ficou novamente duro como uma pedra.

EU= Come o meu cuzinho meu amor. N�o vejo a hora de sentir a sua piroca.

Sa�mos do carro e fomos e para um matagal bem pertinho onde estava o carro. Ele me encostou, em uma arvore e desceu a minha cal�a e pincelou o seu pinto no meu c�.

EU= Aiiiiiiiiiiiiiiiiiii!! Que saudade disso!!!!!!! Lambe o meu cuzinho!!! Isso!!!! Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!! Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!

Sa� da arvore e fiquei de quatro para ele.

Eu= Vem meu amor. Me fode gostoso.

O �talo veio e afastou mais as minhas pernas e deu uma cuspida no seu pinto e quando enfiou a cabe�a do seu pau no meu cu, eu afastei e ele me segurou pela cintura e meteu com vontade.

Gemi de dor e prazer, sentia o seu saco bater na minha bunda num vai e vem acelerado. E o �talo passou a tirar o pinto todo do meu cu e a socar para dentro.

EU= Mete!! Mate !!!! Isso!!!!!!!!!!!!!! Mata a vontade do seu namoradinho!

Em uma respira��o cansada e ofegante ele gemeu quase sem for�a e disse entre os dentes e ia gozar. Comprimi o meu cu fazendo uma press�o e o �talo apertou com for�a a minha cintura e deu a sua ultima estocada e eu fui sentindo a sua porra encher o meu cuzinho. Sem tirar o seu pinto do meu cu, ele segurou no meu pau e num leve movimento foi me fazendo gozar.

Perdi todas as minhas for�as e ca� no ch�o e ele por cima de mim.

Durante a semana toda, namoramos bastante e fudemos muito. Todos os dias depois da escola o �talo me levava de carro para a estrada e �amos direto para o matagal e eu sempre chegava tarde em casa e era obrigado a mentir dizendo que estava fazendo algum trabalho na biblioteca da escola ou simplesmente conversando com amigos depois das aulas. E na sexta fomos para a cidade vizinha.

Entrei no carro e ele estava todo rom�ntico e me deu uma rosa vermelha com um bombom que dividi com ele.

Pela primeira vez na vida ia dormir com um homem, com o meu namorado, com o meu amor.

FIM (CONTINUA��O)

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