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COMI A PRIMA NO VEL�RIO

COMI A PRIMA NO VEL�RIO



Tivemos que sair correndo para o interior. Morreu a av� da minha mulher.



O vel�rio acontecia no casar�o da matriarca, com muitos parentes chegando de v�rias regi�es.



De repente vejo entrar a prima Laurinha, de 19 aninhos. Loira, rabo de cavalo, 1,70 m, corp�o sarado, seios rijos e volumosos, cintura fina e a bundinha... o que � aquilo! Empinada, durinha, avantajada que podia ser apreciada atrav�s da sua bermudinha leg. E o volume da xoxota? Que coisa linda.



Acho que ela vinha da academia e n�o teve tempo de se trocar. Que del�cia!!!!



Cumprimentamo-nos com beijinhos e foi dif�cil desviar os olhos daquela perfei��o.



N�o sei se ela percebeu o meu olhar guloso. Senti imediatamente o meu pau entumecer.



- Oi Tio , ela disse. ( � que eu ultrapasso os 35...)



J� tarde da noite e a casa cheia. Como todo vel�rio, at� piadas eram contadas, entre um prato de sopa e outro cafezinho.



Em determinado momento, verificando o meu cansa�o, pois tinha dirigido v�rias horas, a minha sogra perguntou seu eu n�o queria descansar um pouco.



Como o enterro ocorreria no dia seguinte, achei melhor aceitar, pois umas horinhas de sono cairiam bem.



Ent�o fui levado a um dos dormit�rio e, na cama de casal, adivinhem quem estava dormindo? Sim, Laurinha. Fui saindo, quando a minha sogra, prop�s:



- deite ai mesmo, ao lado da menina. Ela est� dormindo e n�o vai te incomodar. A casa est� cheia.



Incomodar...



Era como ganhar na loteria ( pensei). Aceitei imediatamente.



Aparentemente n�o haveria problemas eu estava vestido e ela tamb�m (com aquela roupa de gin�stica). A porta ficou aberta.



Eu me recostei na cama distante de Laurinha e j� fechei os olhos.



Quando a sogra saiu do quarto percorri o corp�o de Lurinha dos p�s à cabe�a.



Era a vis�o do para�so. A garota dormia de bru�os, com aquela bunda maravilhosa para cima. Que presente!!!



Bom, mas como eu ia fazer? Ficar simplesmente olhando? Imposs�vel.



Uma brisa empurrou a porta, que ficou entreaberta, de modo que a vis�o de fora n�o era plena. Tudo conspirava a meu favor.



N�o resisti, com muito cuidado levei a m�o direita sobre aquela bunda, tocando-a bem de leve para n�o acordar a gatinha. Ela n�o se mexeu.



Fiz mais uma vez, agora com maior press�o. O meu batimento card�aco j� estava acelerado, da� ent�o... senti a rigidez de seus gl�teos e o meu dedo m�dio o calor da sua vulva. Que maravilha!



Com a m�o esquerda eu apertava o meu pau, duro como uma pedra.



Que sensa��o, que tes�o!!!



Ap�s alguns segundos ela se mexeu, virou-se de ladinho com a bunda para o meu lado da cama.



Fiquei sobressaltado. Ser� que ela percebeu?



Ora, se ela tivesse percebido e n�o gostado, n�o viraria a bunda para o meu lado ( raciocinei).



Vou em frente. A adrenalina era muito grande.



Virei-me de lado tamb�m e como uma concha encostei o pau duro naquela bunda maravilhosa. Claro que bem de leve.



Que prazer absurdo!!!



N�o contente, tirei o pau para fora pela braguilha e encostei a glande naquelas n�degas.



Eu estava ofegante, pelo tes�o e pelo risco que estava correndo. No entanto fui pressionando a ponto de sentir o calor que emanava daquele rabo, apesar da apertada malha.



Ela se mexeu, assustei-me mas num golpe segurou no meu pau.



– Ai Tio, voc� jura que n�o me machuca? Disse enquanto empunhetava o cacete em brasa..



Com a v�s embargada, respondi:



– de jeito nenhum meu amor....



E, ato cont�nuo, abaixei a bermudinha dela, quando aquela bunda espetacular explodiu para fora da malha.



N�o tenho com descrever o que senti. Logo, o meu pau, que j� estava de fora, seguiu o seu caminho em dire��o ao cuzinho de Laurinha. Imediatamente apertei os peitinhos e beijei o seu alvo pesco�o. Ela se virou e trocamos um delicioso beijo de l�ngua.



Ela voltou a ficar de lado, eu abri as suas n�degas, passei saliva no cacete e comecei a penetrar aquele �nus delicioso. Quando entrou a cabe�a ela gemeu, ent�o segurei um tempinho at� que ela se acostumasse com a rola. Da� a pouco comecei a empurrar e voltar at� perceber que tinha entrado tudo.



O meu pau n�o � muito grande , Mede 19 cm mais ou menos, �timo para comer cu. Satisfaz e n�o machuca.



Ela tamb�m come�ou a rebolar e trazer a bunda em minha dire��o. Lancei a m�o em sua bucetinha. Passei o dedo em seu clitoris. Ela esta estava molhada.. O seu cuzinho parecia morder o meu caralho.



Os movimentos foram ficando fren�tico at� que gozamos.



Notei que ela j� tinha pr�tica em ser enrabada. Aquele rabo deveria ser muito cobi�ado Perguntei se transava com o namoradinho.



Ela respondeu que tinha tido um namorado mais velho que respeitou a sua virgindade e a iniciou no sexo anal. ( esperto heim?)



Que sorte a minha, n�o h� nada melhor do que comer um cu.



Sempre de olho na porta entre- aberta, troquei de posi��o e passei a lamber aquela buceta e tamb�m a passar a l�ngua naquele cuzinho doce. Chamava-a de bucetuda, bunduda, gostosa, nos parcos intervalos para respirar.



Ela se virou e fizemos em 69. Chupou o meu membro com gosto e propriedade. Passou a l�ngua na cabe�a, mordiscou o saco e sugou com vontade. Ela tinha sido bem treinada. Gozamos novamente.



Virei para o outro lado e dormi.



Acordei com a minha mulher chamando para as ora��es, pois o caix�o j� seria fechado.



Laurinha j� n�o estava mais l�



Encontrei-a na missa , quando me lan�ou um olhar maroto.



Agora quero convencer a minha mulher convidar Laurinha a passar uns dias em minha casa....





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