Minha hist�ria – Parte 2 – MINHA TIA
Em 19 de janeiro de 1974 fomos para o Cassino (este � o nome da praia - quem conhece o RS sabe do lugar que estou falando). Como eu disse no conto anterior, fui a contra-gosto, afinal, meus encontros com a Teresa eram di�rios e, pra mim, a melhor coisa do mundo.
Nesta segunda parte vou contar outro acontecimento que me marcou, mas talvez em outra oportunidade ainda volte a falar de meus encontros com Teresa. � que estou escrevendo e me vem tudo a mente, como se tivesse acontecido ontem
Mas voltando ao nosso veraneio.
At� o final de fevereiro, que foi o carnaval daquele ano, tudo corria como sempre, com a �nica diferen�a que eu cada vez mais me atrevia com minha tia, claro que quando minha m�e, ou meu pai, n�o estavam por perto. Cada vez mais eu corria para o banheiro para pegar as calcinhas dela, que pra minha felicidade e deleite estavam cada vez com cheiro mais forte e na maioria das vezes, um pouco sujas nos fundilhos. Minha nossa!!! Foram punhetas hom�ricas e hist�ricas!
Notei que minha tia me provocava sempre que podia. Era comum ela vir me abra�ar e encostar-se inteiramente em mim. Procurava sempre ter conversas picantes comigo. Quando est�vamos relativamente a s�s, ela sentava e deixava eu ver suas coxas, cruzando e descruzando as pernas, às vezes ela ficava sem calcinha, o que me permitia uma vis�o maravilhosa.
Lembro de um dia quente, que amanheceu chovendo. Passamos o dia em casa, eu, ela e minha m�e. No final da tarde minha m�e resolveu ir ao supermercado e convidou minha tia, que disse a ela que n�o estava a fim porque naquela hora o supermercado estaria apinhado de gente. Uns 19 minutos depois que minha m�e saiu, minha tia foi at� meu quarto, onde eu estava deitado lendo, sentou ao meu lado e ficou conversando comigo. Ela usava m um vestido de mangas cavadas e de bot�es na frente. Ela dizia que estava muito quente, abafado, e abriu alguns bot�es, passando a m�o pelo peito dizendo que estava toda suada. Eu podia ver parte de seus seios e meu pau reagiu imediatamente. Ela percebeu; deu um sorriso e debru�ou-se sobre mim pra me beijar no rosto e ent�o, disfar�adamente, tocou com a m�o no volume que aparecia sob meu cal��o. Foi um beijo no rosto, meio no canto da boca. Ent�o ela sussurrou no meu ouvido. Vou tomar banho, to muito suada, minhas calcinhas devem estar molhadas. Saiu do meu quarto, e foi para o banheiro. Da minha cama posso ver a porta do banheiro. Fiquei vendo ela entrar e deixar a porta entreaberta. Levantei e fui espiar, ela tirava a roupa lentamente. Eu tinha certeza que ela queria que eu espiasse, ent�o n�o me preocupei muito. Ela desabotoou bot�o por por bot�o, me torturando. Quando ela tirou o vestido pude v�-la de costas, de calcinha cor de rosa. A calcinha n�o era min�scula como as mulheres usam hoje. Ela tinha um bund�o! Virou-se lentamente, e pude ver seus seios, eram grandes, com os bicos bem escuros e grandes. N�o eram durinhos n�o, embora ela n�o tivesse filhos e nunca tivesse amamentado. Eram um pouco ca�dos. Ent�o ela tirou a calcinha, olhou-a, levou-a at� o nariz e cheirou. Depois depositou-a, cuidadosamente, sobre o cesto de roupa suja, com os fundilhos bem amostra. Quando ela entrou no banho n�o pude ver mais nada. Assim que ela saiu, enrolada numa toalha, foi at� a porta do meu quarto e disse: Podes usar o banheiro, j� tomei meu banho. Naquele momento eu tinha certeza que ela sabia o que eu ia fazer, e tive certeza que ela queria que eu fizesse. Ent�o levantei da cama, onde eu tinha me deitado de novo, com pau duro, fazendo volume sob o cal��o. N�o tive o menor pudor em esconder meu estado. Passei por ela para ir ao banheiro e ela me disse: Tens que te aliviar, e riu maliciosamente. Entrei no banheiro e pensei, “foda-se, ela quer me ver”; deixei a porta quase que inteiramente aberta, tirei o cal��o, sentei no vazo sanit�rio, peguei aquela calcinha cor de rosa e fiquei olhando demoradamente. Ela tinha um filete amarronzado no fundilho, passei os dedos ali, levei-a at� meu nariz e cheirei, o cheiro era maravilhoso, ent�o levei as calcinhas at� minha boca e lambi. De canto de olho eu via a sombra dela me espiando. Ent�o comecei a me masturbar, quando o gozo chegou eu falava o nome dela um pouco mais alto, pra que ela pudesse ouvir, e gozei naquela calcinha. Ainda limpei meu pau na calcinha. Depois deixei-a no mesmo local, sobre o cesto.
Sa� do banheiro e fui pra sala. Pude v�-la atravessar o corredor e entrar no banheiro.
Depois de alguns minutos ela apareceu na sala. Eu estava estirado no sof� (acho que me recuperando da punheta ... risos). Sentou ao meu lado, passou a m�o na minha perna e disse: Eu vi o que tu fez – Eu sei, respondi. Tu deixou aquela calcinha l� pra mim, n�o foi? - Foi, queria ver tu fazendo. - O que tu fez quando entraste no banheiro depois que eu sa�? Perguntei - Toquei na calcinha e cheirei, t� com o cheiro da tua porra. N�s precisamos parar. Isso t� indo longe demais. Sou tua tia, to com 45 anos, tu � um guri de 17, n�o t� certo. - Mas tu faz isso pra me provocar n� tia? - Na verdade quando percebi que tu vivia pegando minhas calcinhas no banheiro, comecei a te cuidar, ent�o vi que cheiravas e lambias enquanto batias punheta. A� n�o resisti. Passei a me limpar com elas cada vez que me masturbava. �s vezes chego a ficar dois dias com mesma calcinha s� pra deix�-la bem suja e fedida. J� notei que quanto mais fedida mais tu gosta. Isso me deixa louca se queres saber. Agora que tais sem a Teresa deves andar quase explodindo. Ali�s, por falar em Teresa, ela me contou o que voc�s faziam. Ela diz que �s bem louquinho... taradinho... Nisso ouvimos o barulho do carro da minha m�e e encerramos o assunto.
Durante quase duas semanas n�o tivemos mais oportunidade de conversar a s�s. Ap�s essa conversa n�o mais encontrei as calcinhas dela sujas no banheiro e nem tive oportunidade de espi�-la tomando banho. Notei tamb�m que ela ficou diferente comigo. Continuava a me tratar bem, mas evitava qualquer contato f�sico, a n�o ser beijos no rosto sem qualquer mal�cia.
Umas duas semanas depois dessa conversa come�ou o carnaval. Meu pai aproveitou o feriad�o pra viajar com minha m�e. Iriam passar uma semana em Santa Catarina. Ficamos eu e minha tia. Confesso que tive esperan�as que acontecesse algo entre n�s, mas a maneira dela me tratar n�o mudou. Me tratava bem, mas como tia. Isso me tirou a coragem de tentar qualquer coisa.
Eu n�o gostava, e ainda n�o gosto muito de carnaval. Minha tia adorava. Ela comprou os ingressos para os bailes da SAC e insistiu para que eu fosse com ela. N�o tive outro jeito a n�o ser ir.
Durante os bailes eu ficava meio deslocado porque ela acabava juntando-se às amigas e amigos e eu ficava de lado. Mas mesmo assim, fui a todos. No �ltimo baile eu fui no maior mal humor. Minha tia tomou um porre como eu nunca tinha visto. Por volta de 4 hs da madruga tivemos de vir embora, ela j� tinha dificuldade de parar em p�. Viemos de carona com um amigo dela que se ofereceu para nos levar em casa. Eu sentei no banco de tr�s e ela ao lado do cara. Ela tinha ficado de namoro com ele no baile. Do banco de tr�s eu o via passar a m�o nas coxas dela. Assim que chegamos eu desci e ela ficou no carro. Ela s� entrou em casa uma meia hora depois, cambaleando. Entrou rindo, eu EStava na cozinha fazendo um “sanduba”. Confesso que eu EStava morrendo de ci�mes e de raiva. N�o podia nem olhar pra ela. Ela tentou conversar mas eu n�o dei assunto. Quando ela tentou caminhar at� o banheiro trope�ou e caiu. Fiquei apenas olhando. Ela me olhou e disse: Me ajuda, to mal. - Pede pro teu macho, respondi. - Olha o respeito comigo guri. - Que respeito tu queres, pareces uma puta, ou pensas que eu n�o vi ele com a m�o no meio das tuas coxas no carro. Ent�o ela levantou, com dificuldade, colocou a m�o no meu nariz e disse – Sente o cheiro do pau dele na minha m�o seu merdinha. Dei-lhe um tapa na m�o e sa� pro meu quarto. Ouvi quando ela bateu a porta do banheiro. Quase uma meia hora depois escutei ela me chamar. Bruno vem c�.... me ajuda... Eu EStava puto da cara, mas mesmo assim fui ver o que ela queria, quando abri a porta ela estava de joelhos no ch�o, com a cabe�a no vazo sanit�rio, vomitando. Eu n�o sabia direito o que fazer. Ela vomitava e chorava. Assim que ela parou de vomitar eu a ajudei ela a levantar. Ela estava nua, tentando se cobrir com a toalha. Coloquei creme dental na escova e entreguei a ela, ela come�ou a escovar os dentes e a toalha caiu. Ela me olhou com a escova dental na boca, olhou pra toalha no ch�o e fez um gesto como quem diz “agora foda-se”. Abaixei-me, peguei a toalha, sequei a boca dela e a cobri ( o que pude). Ela me olhou s�rio, bem nos olhos e disse: Eu n�o sou puta, a� desatou a chorar de novo. Putz.... eu n�o sabia o que fazer. Abracei-a, comecei a acariciar seus cabelos molhados, e disse: Desculpa... eu n�o devia ter dito isso... Ela chorava e dizia: Tu n�o sabe o que eu passo. N�o sou de ferro. Sou mulher. Eu sinto vontade, desejo. Eu n�o tive nenhum homem desde que teu tio morreu. - Desculpa tia... eu n�o acho isso de verdade. � que fiquei brabo... tia! eu to com ci�mes daquele cara.
Ela afastou o rosto do meu peito e me olhou, mas olhou de um jeito que eu nunca mais esqueci. Ent�o me beijou os l�bios levemente e lentamente. Foi um beijo carinhoso, mas meu corpo reagiu na hora. Tirei as m�os de suas costas e agarrei o rosto dela, ent�o comecei a beij�-la. No in�cio do beijo ela mantinha boca fechada, at� que ela foi se entregando e abrindo a boca para dar passagem à minha l�ngua. Foi uma sensa��o maravilhosa quando senti aquela l�ngua h�mida tocando à minha. Foi um beijo longo e demorado, eu a beijava e acariciava suas costas, sua bunda. Ele me empurrou delicadamente, me olhou, e saiu caminhando em dire��o ao quarto de minha m�e. Fiquei olhando, aquela mulher alta (1,70), aquele bund�o grande, largo, com alguns buraquinhos de celulite. Ela caminhava (sempre) de um jeito muito sensual. Tem um balan�o, ou rebolado, como quiserem, de tirar o f�lego. Ela deitou na cama e esticou o bra�o me chamando. Eu estava maravilhado, olhando aquele corpo. Os seios grandes, os bicos grandes e escuros. Os pentelhos bem pretos eram depilados somente nas laterais, pra n�o aparecerem no maiot. As coxas grossas, nas quais eu pude perceber um pouco de celulite enquanto ela caminhava. Meu pau parecia um ferro (como � bom ter 19 anos). Vou te dar o que tanto queres, ela disse. Tirei a camiseta e a bermuda e deitei ao lado dela beijando-a. Era um beijo babado, molhado, nossas l�nguas se encontravam. Assim querido, me d� tua saliva. Enquanto a beijava acariciava seus seios, minha m�o foi descendo at� aquele monte de pentelhos, procurei a fenda entre eles e a encontrei bem molhada. Enfiei o dedo e comecei a chupar seus seios. Isso amor, mama na titia.... faz ... assim meu filhinho gostoso.... Depois de alguns poucos minutos e come�ou a empurrar minha cabe�a, desci beijando sua barriga, quando cheguei naquela xana aspirei como se fosse uma flor, queria sentir o cheiro delicioso daquela boceta... comecei a beijar e chupar suas virilhas, ela gemia e se retorcia.... aiiiii querido.... que coisa boa.... faz.... faz.... n�o judia mais.... lambe meu grelo. A boceta dela era um pouco escura, mas o grelo bem cor-de-rosa, comecei a lamb�-lo, entre uma lambida e outra enfiava a l�ngua l� dentro... isso ... isso... me fode com a l�ngua taradinho... Levantei as pernas dela e comecei a lambe-la desde o cu at� o grelo. Ela gemia alto. Ela tinha o rego da bunda bem cabeludo, os pelos escuros me dava mais tes�o ainda. At� que n�o resisti e enfiei a l�ngua ( o que pude) dentro daquele cuzinho. Ela gemeu mais alto. Ent�o virei o corpo e me posicionei para fazermos um 69. Ela engolia meu pau e passava o dedo no meu cu. Minha primeira rea��o foi apertar a bunda, mas depois relaxei e comecei a gostar. Eu chupava a boceta dela com voracidade e alternava com lambidas no cu. Ent�o, incentivado pelo fato dela estar me passando o dedo no cu, molhei meu indicado e enfiei no cuzinho dela. Ela fez um ai e disse, vai devagar, faz muito tempo, n�o faz movimento de vai e vem, enfia e fica com ele quietinho, cada vez que eu tirava o dedo ela apertava o cu, at� que num determinado momento ela disse, assim parece que vou me cagar. Enfiei os dedos na minha boca, deixei-os bem babados e enfiei dois dedos, ela gemeu mas entrou tudo. Eu j� n�o aguentava mais, ela enfiava todo o meu pau na sua boca, acariciava meu saco e fazia o dedo m�dio ro�ar no meu cu. N�o vou aguentar assim, vou gozar – Goza querido, me d� teu leite que vou te dar o meu. Foi o que bastou, gozei intensamente. Gemia com a boca naquela boceta e ela gemia e gozava engolindo toda minha porra. Aquilo durou segundos que pareciam uma eternidade. O corpo dela tremia enquanto ela gozava. A� ficamos parados, naquela posi��o por alguns segundos. Lentamente levantei o corpo e me posicionei ao lado dela. Fiquei olhando pro seu rosto, ela de olhos fechados. Beijei-a e deitei-me ao seu lado de barriga pra cima. Ficamos de m�os dadas em sil�ncio. Ela, ainda de olhos fechados disse: Isso � loucura. N�o falei nada. Comecei a acariciar seu rosto e beij�-la, meio deitado sobre ela. Ela ent�o me empurrou, e ficou em cima de mim. Come�ou a me beijar com paix�o, desceu pelo meu pesco�o, meu peito e chegou ao meu pau. Come�ou a chup�-lo, enfiava tudo na boca, babava ele todo, eu sentia a saliva escorrendo pelo meu saco. Ela com a m�o o acariciava. Logo meu pau reagiu e ficou duro. Ela se ajoelhou sobre mim, com a m�o direita pegou meu pau e posicionou na entrada daquela ]fenda molhada, foi descendo e engolindo meu pau inteiro. Que del�cia aquilo, sentir o calor daquela boceta que eu tanto queria. Ela ficou cavalgando at� que pediu que eu me recostasse na cama. Subi o corpo e fiquei meio sentado. Nessa posi��o eu podia chupar as tetas dela enquanto ela cavalgava. Ent�o ela tirou, mandou eu chegar mais pra baixo e se ajoelhou sobre meu rosto. Chupa sacana... chupa minha boceta. era isso que tanto querias... sente meu cheiro seu cachorro.... Eu chupava como podia, porque ela esfregava a boceta na minha cara com for�a. At� que ela ficou de c�coras, com o rabo bem aberto na minha cara e disse. Lambe seu porco.... cheira meu rabo... eu sei que tu gosta do meu cheiro... isso... assim... enfia a l�ngua.... Novamente ela desceu o corpo e come�ou a cavalgar, agora com for�a. Ela esfregava bem a boceta na minha p�lvis. Ela estava transformada, seus olhos tinham um brilho estranho, que eu nunca tinha vista. Mesmo sabendo que ela ainda estava um pouco b�beda, eu n�o esperava o que ela fez a seguir. Aquilo marcou minha vida pra todo os sempre. Ela se desvencilhou do meu pau, levantou, ficou em p�, com uma perna em cada lado do meu corpo e disse. Tu j� � um porco pervertido..... vou te dar o que a Teresa n�o te deu. Fechou os olhos, ficou quieta, colocou a m�o na barriga e fez um pouco de for�a..... senti os primeiros pingos .... t�midos... depois um jorro de mijo sobre meu pau.... ela movia os quadris e foi mijando minha barriga, meu peito e voltou ao pau terminando de mijar. Eu n�o tenho palavras pra explicar o qu�o maravilhosa foi a sensa��o de sentir aquele l�quido quente se derramando sobre mim, quase gozei. Ela ent�o ajoelhou sobre meu rosto e disse: Chupa meu porquinho.... sente o gosto do meu mijo... isso lambe meu tarado..... aiiiiiiii isso � bommmmm..... lambe bem putinho.... limpa tudo. Eu lambia e sentia aquele gosto salgado. Minha cara ficou toda molhada, ent�o ela sentou no meu pau e come�ou a me beijar, mexendo e gemendo, com for�a.... vai.... soca... mete tudo.... isso .... vai ... at� as bolas.... aiiiiiii vou gozar caralhudo... (n�o importa que n�o se tenha pau grande, mas ouvir nos chamar de caralhudo d� um tes�o louco) .... Quando ela disse isso n�o aguentei mais... fiz movimentos fortes, agarrando ela pela cintura e gritei como louco... gozando.
Literalmente ela caiu ao meu lado, fechou os olhos e ficamos em sil�ncio. Quando abri os olhos novamente o sol j� estava entrando pela janela, olhei o rel�gio da cabeceira, eram 19 hs. Fiquei olhando pra ela e acariciando seu rosto. Ela resmungou alguma coisa que n�o deu pra entender, abriu os olhos e disse. Que dor de cabe�a!
Eu levantei, fiz caf� pra n�s, peguei uma aspirina e levei pra ela junto com o caf�. Depois do caf� ela me pediu pra alcan�ar um cigarro a ela. Ascendeu o cigarro, me olhou e come�ou a rir dizendo: Dormimos no meio do mijo. Minha nossa eu EStava muito b�beda. Agora eu podia ver bem aquele corpo. Ela parecia um pouco envergonhada pelo fato de estar completamente nua na minha frente. O tempo judia muito da gente, ela disse, a gravidade faz tudo come�ar a cair.- N�o acho nada errado contigo, �s muito bonita eu disse.
Ela ascendeu outro cigarro, e com a m�o esquerda tocava, com a ponta dos dedos no meu pau. Tomara que n�o mudes, vais ser um homem e tanto, bem tarado e pervertido. Ela EStava de olhos fechados e eu aproveitei para ficar passando a m�o naquela boceta coberta por pentelhos bem pretos.
Meu pau endureceu, senti que a boceta dela estava bem melada, ent�o baixei o corpo e cheirei..... agora o cheiro parecia com o das calcinhas, era forte, um misto de mijo e porra.
A� aconteceu algo completamente inusitado. Ela disse: Preciso ir ao banheiro... necessidades fisiol�gicas... e sorriu meio maliciosa, meio envergonhada.
At� pensei que ela ia tomar banho depois de usar o banheiro, mas ela saiu de la´sem que eu tivesse ouvido barulho do chuveiro. Ela parou na porta do quarto e ficou me olhando, me pareceu meio indecisa. Eu olhava para aquele corpo e me maravilhava. Olhei-a de cima a baixo, lentamente, um olhar anal�tico. Percebi que minha tia tinha os p�s grandes, eu nunca tinha notado isso. Eram bonitos, proporcionais, mas grande. Levantei da cama, me ajoelhei na frente dela, abaixei bem o corpo e os beijei, demoradamente, passei a l�ngua em cada dedo, ela levantou um pouco o p� e eu chupei cada um dos dedos.
Quando parei, ela ainda de p�, me disse: N�o tomei banho depois do que fiz..... usei apenas papel higi�nico... atr�s... quero te dar algo que teu tio adorava... se n�o quiseres tomo um banho. Minha resposta foi – Quero tudo do jeito que querias me dar. Ela subiu na cama e come�amos a nos beijar, nos arretando, o tes�o aumentando. Ela me chupava e agora j� abusava, porque enquanto chupava for�ava o dedo no meu cu. N�o vou ser hip�crita, aquilo EStava muito bom. Quando eu EStava quase gozando ela parou e deitou ao meu lado. Ent�o comecei a chup�-la e cheir�-la, o gosto e o cheiro eram fortes, quase fedidos... Ela gemia e dizia.... tu � porco mesmo, mas eu adoro isso... Ent�o ela empurrou minha cabe�a e ficou de quatro, dizendo, agora vais cheirar meu rabo porcalh�o. O cheiro era realmente forte, ainda tinha alguns resqu�cios de papel higi�nico presos nos pelos. Eu cheirava e dava tapas nas n�degas dela. Lambe tarado.... relaxado, quero tua l�ngua no meu cu... aiiiiiii ......... isso.............. assim...... enfia a l�ngua........... Enquanto eu lambia ela se masturbava. Meu pau parecia um osso de t�o duro. Aquele cheiro, o gosto, as palavras dela, o jeito que ela falava, tudo me enlouquecia. Levantei o corpo, passei bastante saliva no pau e o posicionei na entrada daquele cu. Comecei a enfiar bem devagar, ela gemeu um pouco, eu parei ..... n�o p�ra... continua.... isso.... assim.... devagar.... aiiiiii que del�cia..... fui metendo at� entrar tudo... a� comecei o movimento de vai e vem.... ela estava alucinada e gritava... isso...... soca tudo....... mete com for�a puto.... me arromba o cu..... Comecei a bombear com bastante for�a e dar tapas na bunda dela ... toma vadia... � cacete que tu qu�.... ent�o toma....aiiii... que rabo gostoso.... aiiiii.... eu vou gozar.... - isso... assim.... enche meu cu de porra.... vai... A� explodi num gozo intenso. Quando ela me sentiu gozando come�ou a gozar e gritar. Foi um gozo forte. Fiquei parado, ela deitou o corpo na cama e eu acompanhei, fiquei deitado em cima dela. Aos poucos meu pau foi amolecendo e eu o tirei. Me joguei para o lado. Acabei adormecendo e acordei umas duas horas depois. Meu pau estava sujo atr�s da glande. Levantei, tomei banho. Quando sa� do banho ela estava levantando. Me deu um beijo e disse, vou tomar um banho e fazer algo pra gente comer.
Almo�amos conversando amenidades. Eu EStava plenamente satisfeito e feliz. Achando, na minha cabe�a de jovem, que tinha encontrado, na minha tia, a mulher da minha vida.
Depois do almo�o, ela fez um cafezinho, ascendeu um cigarro, me olhou s�ria e disse. A Teresa t� fazendo um bom trabalho, e tem raz�o. Tu vais ser um homem e tanto na cama. Tens que ter sempre uma coisa em mente, em sexo nada � feio quando os envolvidos querem. N�o importa o que seja. Na grande maioria das vezes, as pessoas criticam e rotulam os outros porque tem vontade de fazer as coisas e n�o tem coragem. Jamais te acomoda quando estiveres vivendo com uma mulher. Quando casares, se tu e tua mulher estiverem de acordo, fa�am tudo que sentirem vontade, sem ligar pro que a sociedade fala. Realizem as fantasias de voc�s sem se preocupar com o que os outros julgam certo ou errado. Procurem fugir da rotina no sexo, porque ela acaba com muitos casamentos.
Outra coisa! Essa foi nossa primeira e �ltima vez. Isso n�o vai se repetir mais. Eu tenho 45 anos e tu 17, mas pior que isso, sou tua tia. Isso seria um esc�ndalo que magoaria e trairia a confian�a que teus pais tem em mim. Al�m do mais, daqui a pouco, logo ali, vou estar velha, feia e sem nenhum atrativo.
Eu ainda pensei em argumentar, mas alguma coisa aqui dentro fez eu me calar.
Quando meus pais voltaram de viagem. no dia seguinte, minha tia disse a eles que na semana seguinte, quando voltassem pra cidade ela iria voltar a morar sozinha. Que precisava tocar sua vida.
Isso realmente aconteceu, um m�s depois ela j� n�o morava mais conosco, embora nos visitasse com frequ�ncia. Mas depois daquela noite ela sempre me tratou de uma maneira muito especial, que causava ci�mes nos meus primos todos.
Um ano depois ela se casou. A 19 anos atr�s ela ficou vi�va.
Hoje, aos 76 anos de idade e com mal de Alzheimer, ela mora comigo. Seguido me pego olhando pra essa senhora, que muitas vezes nem me reconhece, e vejo o quanto ela tinha raz�o em tudo que me disse.
FIM