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COMENDO A CUNHADA CASADA

Ol� a todos. O que vou narrar aqui � absolutamente ver�dico. Sou leitor ass�duo de contos er�ticos e fico imaginando como as pessoas t�m a imagina��o t�o f�rtil e inventa cada est�ria como se fosse verdade, tipo beleza f�sica, tamanho de pau ou ent�o aqueles que comem um cuzinho virgem com um pau gigante e a mulher ainda goza. Todo mundo sabe que isso � imposs�vel. Mas vamos aos fatos: Meu nome e Paulo Roberto. Tenho 41 anos, moreno, 92 kg e minha altura � 1,70. Sou casado h� 19 anos, tenho tr�s filhos de 18, 19 e 19 anos e como na maioria dos casamentos, o meu tamb�m n�o � aquele mar de rosas e a gente acaba entrando na rotina e no descontentamento. A esposa vai se acomodando e, por causa dos filhos, a gente acaba se conformando. Para manter a fam�lia unida, nunca pensei em me separar, pois o desgaste � muito grande, mas para manter a auto-estima, de vez em quando eu dava uma escapadinha. Isso aconteceu apenas umas tr�s ou quatro vezes e sempre ficou em absoluto segredo. Fora isso, havia outras coisas, mas n�o passavam de conversas picantes pela internet, flertes e o velho e bom costume de me masturbar. Sempre fui um cara muito ativo e constante sexualmente desde a minha adolesc�ncia e na minha juventude tive in�meras experi�ncias sexuais e achei que quando casasse iria me acalmar um pouco, mas foi puro engano. Foi quando casei que despertei para outras experi�ncias como incesto e bissexualidade, mas isso eu vou narrar em outros contos. Neste conto vou narrar como um comi a mulher do meu irm�o mais novo que eu. Minha cunhada tem 26 anos, morena bem clarinha....quase loira, � uma mulher pequena, de quadris largos, pele clara, uma bunda proporcional e com seios pequenos. Sempre encarei minha cunhada com a maior naturalidade sem nunca ter por ela nenhum desejo, afinal ela nunca havia dado nenhum lance pra mim e eu jamais poderia querer algo com a esposa do meu pr�prio irm�o. At� que um dia ela mandou uma mensagem em meu celular, dizendo que precisava falar comigo, mas que minha esposa e meu irm�o n�o poderiam saber. At� a� ainda nem imaginava o que seria e dei toda a aten��o e ela come�ou a me falar: Disse-me que fazia tempo que sentia um tes�o enorme por mim. Aquilo caiu como uma bomba, pois jamais imaginava que uma mulher poderia ser t�o direta assim, principalmente por se tratar de parente e pelo risco que havia de eu simplesmente a rejeitar e contar ao meu irm�o. Mas ao inv�s disso, eu dei corda pra ela pra ver at� onde ia, afinal fazia j� algum tempo que eu n�o dava uma puladinha de cerca e agora comer uma bucetinha novinha n�o seria nada mal. Naquele mesmo dia ela quis sair e eu dei uma desculpa qualquer para o meu chefe na empresa e sa� no meio do dia e fui buscar minha cunhada no local onde hav�amos combinado e dali rumamos para o motel mais pr�ximo. Chegando l� j� fomos nos agarrando e tirando a roupa. Ela estava cheirosa e com uma calcinha min�scula que me deixou de pau duro na hora. Tirei toda a sua roupa e comecei a beijar todo o seu corpo, come�ando pelo pesco�o e orelhas, deixando-a arrepiada. Desci para os pequenos seios, os quais eu acariciei e chupei com muita vontade. Quando cheguei em sua bucetinha, vi a coisa mais linda do mundo: Uma bucetinha branquinha, com pouco pelos loiros e molhada com um cheiro delicioso. Ca� de boca lambendo e chupando seu clit�ris, fazendo-a levantar os quadris, esfregando a buceta em minha cara. Chupei at� faz�-la gozar em minha boca. Ela ent�o pegou meu pau (que n�o � gigante como muitos mentem) mede uns 19 cm x 5 cm, colocou na boca e chupou gostoso. Eu n�o resisti; deitei-a de costas fiquei pincelando o pau na entradinha de sua xoxota. Fiquei provocando ela um temp�o com a cabe�a do pau bem lambuzada. Deslizava um pouco o pau pra dentro e depois tornava a tirar e fiquei nessa tortura um temp�o at� ela implorar pra eu meter. A� eu fui enfiando cent�metro por cent�metro, enquanto ela gritava e rebolava como louca e tinha um orgasmo atr�s do outro. Nunca vi uma mulher gozar tanto daquele jeito. Fodemos em todas as posi��es, principalmente de quatro, que � a minha preferida. Sua bundinha redondinha com um cuzinho cor-de-rosa me deixaram louco. Gozei como nunca enchendo sua bucetinha de porra e sem medo, pois sou vasectomizado. Fomos para a Hidromassagem e ficamos um temp�o curtindo aquele momento e conversando sobre as coisas que aconteceram t�o r�pido e rimos bastante. Voltamos para a cama, transamos mais uma vez e fomos embora. Quando a noite chegou, me bateu o arrependimento, pois afinal ela � mulher do meu irm�o. Procurei-a e disse-lhe que n�o dever�amos mais fazer porque era errado e bl�-bl�-bl�. Mas na outra semana ela come�ou a me mandar mensagens novamente e eu com um tes�o danado. N�o deu outra: Fomos de novo ao motel e mais uma tarde de muito sexo. Depois disso, comi ela na casa dela, na minha casa e v�rios outros lugares. Ela demonstrou ser louca por sexo de qualquer maneira como eu e j� conversamos sobre a possibilidade de incluir outro casal em nossas transas. Estamos aguardando a oportunidade pra isso. Se tiver algum casal entre 20 e 45 anos que queira entrar em contato, mande-me um e-mail pra gente iniciar uma conversa. Quem sabe rola alguma coisa boa. Um abra�o a todos. Meu e-mail e MSN � [email protected]

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