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AMIGOS SAFADINHOS II





Depois de minha inf�ncia repleta de brincadeiras gostosas com meus amigos safadinhos, minha fam�lia resolveu se mudar, claro que protestei muito, mas fui voto vencido, s� me restou dar a meus amigos a triste noticia de que eles perderiam seu brinquedinho de todas as tardes, eu recebi deles uma despedida de mudan�a daquelas, nos dias que antecederam a minha mudan�a todos queriam aproveitar o m�ximo de mim, e eu me desdobrava pra atender aos tr�s, tinha dias que n�o aguentava me sentar de tanto levar rola em meu cuzinho, meu maxilar tamb�m ficava dolorido de tanto chupar a rola deles, mas sempre fic�vamos felizes com a sensa��o do dever cumprido, a deles de me treparem enquanto seus cacetes estivessem duros e eu a de manter duras suas rolas por mais tempo poss�vel aguentando eles me trepando.

Mas chegou o dia da mudan�a, triste eu fui embora, eu sabia que minha inf�ncia feliz acabara ali naquele momento, as promessas deles irem me visitar nunca se concretizaram nem eu pude vir ate eles, assim dos onze aos dezessete anos fiquei sem brincar de ser a menininha de algu�m, nessa cidade eu fiz novos amigos, mas nenhum deles demonstrava interesse em brincar com outros garotos. At� que um dia se mudou pra minha rua, pra frente da minha casa uma fam�lia e l� estava o Fabio um rapaz lindo de um metro e setenta de altura, corpo atl�tico, cabelos e olhos castanhos foi amor a primeira vista, eu fiquei encantado com ele, ele sempre sem camisa, n�o demorou muito ficamos amigos, no come�o nossos papos foram sobre garotas e ele mostrava pra mim que era um pegador nato, tamb�m lindo daquele jeito o dif�cil era n�o ser, come�amos a sair juntos e ele sempre arrumava mulher pra n�s dois, eu n�o era muito chegado a fruta mas pra ficar junto dele eu ficava com as garotas.

O tempo foi passando, nossa intimidade aumentando e eu j� frequentava seu quarto com toda liberdade, ele fazia o mesmo em minha casa, toda vez que eu via ele sem roupa tinha que me segurar muito pra n�o cair de boca naquele cacete majestoso que ele tem, grande e grosso, maravilhoso aqueles vinte cent�metros de prazer puro, mas eu ficava s� na vontade, as vezes acho que ele percebia que eu olhava pra ele com desejo, mas ele n�o falava nada.

Um dia conversando perguntei a ele se ele j� tinha tra�ado outros garotos ou se s� tinha ficado com garotas ele sorriu e disse com uma cara de safado pro meu lado, “quando era crian�a comia todos os meus amiguinhos mais depois de grande ainda n�o achei nenhum que me aguentasse” e acariciando o pau dentro da bermuda tirou ele pra fora e me disse “olha s� o tamanho da crian�a tem que ser mulher pra aguentar os viadinhos n�o aguentam eu gosto de enterrar at� o saco” aquilo me pareceu o desafio mas eu me contive ele me perguntou se eu j� tinha ficado com outros garotos eu respondi que quando era mais novo brincava muito com tr�s amigos, mas n�o disse a ele que eu era o brinquedinho deles de todo dia.

Naquele dia me masturbei feito louco me imaginando sendo trepado por ele, eu colecionava fotos, contos, acessos e tudo mais relacionados a meus desejos mais �ntimos em meu computador pessoal, e como eu disse ele tinha a meu quarto e certo dia ele veio a minha casa e ficou em meu quarto esperando por mim e enquanto me esperava ficou mexendo em meu computador, quando cheguei ele estava jogando paci�ncia, ele me olhou e disse que n�o iria ficar mais, eu tinha demorado muito pra chegar, eu pedi pra ele ficar mais, mas ele disse que precisava ir e me pediu pra ir a casa dele mais tarde quando ele ia estar sozinho em casa, antes de sair ele me mostrou um pen drive em sua m�o e disse “pode ficar tranquilo, seu segredinho esta aqui’ fiquei sem ch�o, sem saber o que fazer.

O dia demorou a terminar, estava ansioso pra ir a casa dele e com medo do que poderia acontecer, por volta das dezoito horas ele me ligou pedindo pra eu ir pra casa dele, na mesma hora sai de casa em dire��o a casa do Fabio quando cheguei l� a porta estava s� encostada gritei por ele e ele me mandou entrar e trancar a porta eu o obedeci e fui pro quarto onde ele estava me esperando, pra minha surpresa ele estava deitado nu com aquele pau de vinte cm duro feito ferro lindo em sua m�o, olhei assustado e ele sorrindo disse “n�o se preocupa n�o, vou ser carinhoso com voc� vou por s� que voc� aguentar” perguntei a ele por que ele estava dizendo aquilo e ele sorrindo me disse “sei que voc� esta querendo uma rola no rabo faz tempo e pelo que vi em seu computador voc� quer muito, sempre notei voc� me olhando pro meu pau quando estava comendo alguma garota, sempre olha pro meu cacete quando eu cacete quando estou trocando de roupa, mas n�o precisa se preocupar n�o que seu segredo vai estar bem guardado em minha rola, agora se voc� n�o quiser tudo bem, mas ai posso n�o conseguir guardar os arquivos que copiei do seu notbook tamb�m”.

Suas palavras ao fim pareciam uma amea�a, ele nem precisava amea�ar eu estava a ponto de cair de boca naquele pau maravilhoso, ele balan�ou seu cacete pro meu lado e perguntou “e ent�o, o que esta esperando pra vir aqui me agradar, voc� j� me disse que brincava com seus amiguinhos voc� dava ou comia eles” respondi que dava pra eles ele sorriu e disse “ent�o vem c� que voc� j� sabe o que fazer” disse a ele n�o tinha estado com outro garoto nos �ltimos seis anos ele sorriu e falou “�timo, assim j� � caba�o de novo e vou arrega�ar com suas pregas meu amiguinho” ele me puxou pelo bra�o eu ajoelhei e comecei a chupar seu pau ele se levantou e come�ou a socar seu cacete na minha boca, como ele fodia gostoso chupei ate ele despejar em jatos e mais jatos de porra em minha boca me dando ordens pra engolir tudo sem parar de chupar, eu engasgava com suas estocadas lambia seu pau tentando obedecer a sua ordem por completo enquanto ele me segurava pelos cabelos.

Depois de se fartar de minha boca ele me mandou ficar de quatro eu o obedeci pedindo a ele pra ir devagar meu cuzinho n�o via uma rola a seis anos, ele rindo disse pra n�o me preocupar que ele me queria pra sua putinha particular, n�o iria me estragar na primeira vez s� ia me descaba�ar, ele encostou seu cacete no meu cuzinho e disse pra me sentir a press�o e como eu sentia, ele for�ava de vagarzinho eu sabia que ia ser rasgado ao meio e estava adorando a id�ia, a essa altura j� tinha dito a ele o quanto eu esperava por aquele momento, ele me montou e disse pra eu morder a fronha que a coisa ia ficar preta pro meu lado, eu disse que aguentava e ele disse que nenhuma bicha tinha aguentado ele que eu iria ser a primeira.

Eu sentia sua rola no meu cuzinho, estava a ponto de ser arrombado e estava adorando aquele momento, ele lubrificou meu cuzinho e seu cacete e encostou novamente sua rola e come�ou a for�ar a entrada, eu me deitava sempre que ele for�ava mas ele n�o se conteve e quando me deitei ele se deitou sobre mim, n�o tive como escapar ele me penetrou, senti aquela rola gigante me adentrando, eu perdi a fala, fiquei todo bambo e ele me segurando firme debaixo dele, depois de alguns minutos meu cuzinho estava se acostumando com aquele invasor e d�i menos e aumentava o prazer de ser enrabado.

Ele se fartou novamente, mas como ele previa n�o aguentei ele todo dentro de mim, e tive que aguentar as zoa��es dele me chamando de viadinho fraco, com tanta provoca��o n�o resisti e disse a ele que daria pra ele todos os dias ate aguentar ele todo e ele sorriu e disse “voc� n�o tem escolha viadinho, ou me da todo dia e me aguenta ou conto pra todo mundo seu segredinho” disse a ele que n�o seria preciso por que tudo que eu queria era ser o viadinho dele e assim estou ate hoje, feliz e com um belo macho pra me trepar todos os dias.

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