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LEILA, CORRETORA POR OP��O E PUTA DE VOCA��O.

Nunca apreciei a mesmice. Sou uma mulher despachada que sabe o que quer e n�o tem o menor pudor em realizar suas fantasias. Me chamo Leila, tenho 42 anos e vivo no Rio com meu companheiro e meu filho, fruto de um relacionamento anterior. Fui m�e cedo, aos 19 anos, mas nunca morei com o pai do meu filho. Depois disso vivi com outros homens, mas nunca me casei, s� juntei. Acho mais pr�tico.



Trabalho com corretagem de im�veis na Zona Oeste do Rio: Barra, Recreio e Jacarepagu�. Por isso estou sempre na rua visitando im�veis com clientes e avaliando loca��es. Sou uma mulher vaidosa e que se cuida muito, ir à academia todos os dias e à minha esteticista semanalmente s�o coisas das quais n�o abro m�o. Talvez por isso chamo tanta aten��o apesar de ser baixinha. Tenho coxas grossas e bem torneadas, uma bumbum lindo e saliente, pele branca levemente bronzeada para cultivar as marquinhas, seios m�dios, e cabelos pintados de loiro at� a altura dos ombros.



Mas como disse no in�cio, odeio mesmice. Meu atual companheiro � engenheiro da Petrobras, trabalha embarcado em plataformas na regi�o de Maca� e por isso viaja demais. Talvez por isso este relacionamento esteja durando um pouco mais. � quando ele viaja que me espalho, libero meu alter ego e me transformo. Voc�s devem ter reparado que nunca fui mulher de um homem s�, mas a hist�ria que vou contar tem a ver com uma situa��o que estou vivendo desde o inicio deste ano e que tem me deixado louca.



Frequento h� alguns anos um Clube aqui na Barra chamado Marapendi, um local com um espa�o enorme, super arborizado, lindo mesmo. Meu filho at� que vai pouco, mas eu e meu marido usamos muito nos finais de semana. Inclusive a academia onde malho fica no Clube, ent�o, posso dizer, que l� de casa sou eu quem mais frequenta e por isso vinha reparando os olhares gulosos que um dos vigias que praticamente me despiam. No inicio eu ficava meio sem jeito, mas depois passei a provoc�-lo, o que na minha cabe�a n�o passava de brincadeira, nem sabia o seu nome, apenas que era um sujeito mulato que aparentava uns 35 anos, alto, e razoavelmente forte. Quando estava na piscina e percebia que ele me olhava eu puxava mais o bikini pra ficar bem cavado, andava rebolando, enfim, tripudiava do coitado. Sempre que vou à piscina sem o meu marido uso uns bikinis bem pequenos, daqueles que mal escondem os poucos pentelhos da minha buceta. Certa vez em que estava com um bikini desses fui ao bar pedir um suco, quando sa� da �rea da piscina cruzei com ele, na hora tomei um susto pois n�o esperava tal proximidade, o vigia me segurou pelo bra�o, puxou-me para tr�s de um �rvore e disse: “- J� estou sabendo de tudo, putinha. Voc� n�o perde por esperar”. Aquilo me deixou super aflita, esqueci do suco, peguei minhas coisas e fui embora. Fiquei uma semana sem ir ao Clube.



Aquelas palavras n�o saiam da minha cabe�a. Tinha um caso com um colega da academia e às vezes d�vamos umas rapidinhas em locais ermos do Clube ou dentro do carro. Mas faz�amos as coisas discretamente, nada que algu�m pudesse ver. Aquilo ficou martelando na minha cabe�a e depois de um medo inicial passei a sentir certa excita��o. Voltei ao Clube depois de uma semana para ir à academia, quando cheguei n�o o vi, mas na hora de ir embora estava no estacionamento andando em dire��o ao meu carro quando avistei o tal vigia do outro lado do jardim me observando. Olhei para o ch�o e apertei o passo em dire��o ao carro, meu cora��o disparou e minha buceta ficou encharcada. Meu Deus, o que est� acontecendo?!



Cheguei em casa, jantei com meu marido e ficamos na sala vendo a novela. No dia seguinte ele viajaria novamente e iria ficar 19 dias fora. Pensava nisso, nas palavras do vigia, no meu peguete da academia e quase perdia o f�lego de tanto tes�o. Parecia que tinha um rio correndo entre as minhas pernas. Estava enlouquecida!



Acordei, fui trabalhar, meu marido viajou, e durante o dia inteiro no servi�o s� conseguia pensar em ir logo pra academia. Fiz duas visitas a im�veis com clientes, mas estava totalmente a�rea, quando na cozinha eu falava dos quartos, na sala eu falava dos banheiros, que doideira! O dia custou a passar, mas quando o rel�gio bateu 17hs peguei minha bolsa e rumei para o Clube. L� chegando entrei na academia e, por sorte ou por azar, n�o vi o vigia. Temia por qual poderia se a minha rea��o. Estava fazendo a minha gin�stica quando o meu peguete chegou todo gostozinho, fazia uns 19 dias que n�o d�vamos umazinha e eu louca de tes�o daquele jeito. Fomos para o bar do Clube e depois para um canto atr�s do gin�sio. Fiz uma chupeta gostosa nele que depois abaixou o meu shortinho e atolou aquele cacete na minha buceta, bombou forte umas quatro vezes e meu tes�o era tanto que gozei na hora, minhas pernas bambearam e ele ficou ali comigo por algum tempo. Me recompus, peguei na minha bolsa uma toalhinha para me secar e uma mini-saia de jogar t�nis, tirei o shortinho que usava, vesti a saia super curta, me apoiei numas caixas de cerveja que estavam ali para deixar minhas pernas bem abertas e a buceta a mostra. Meu macho come�ou a me fuder forte novamente enquanto eu massageava o clit�ris bem gostoso, adorava trepar assim feito uma cachorra, uma puta em lugares sujos, escuros, e aquele rola na minha buceta bombando gostoso era a f�rmula certa pra eu gozar. Quando ele aumentou o ritmo das estocadas e enfiou o dedo no meu cuzinho, aquele orgasmo forte veio com tudo. Ainda ofegante me enxuguei novamente e limpei minha buceta de onde escorria certa quantidade de porra. Meu peguete saiu antes de mim, como sempre faz�amos, e retornou à academia. Depois de uns 2min quando eu estava pra sair daquele canto escuro e sujo o vigia aparece. Fiquei sem a��o, paralisada! Ele tirou um telefone celular do bolso e disse: “- N�o falei que a puta n�o perdia por esperar! J� vinha te observando. Tenho aqui nesse telefone toda a sua foda com aquele babaca que te come na rua”. Argumentei dizendo que tinha fam�lia, que meu filho e meu marido tamb�m frequentavam o Clube, e que ele estava sendo covarde em fazer aquilo comigo. De pronto o atrevido falou: “- Covarde � voc� que fica botando chifre no teu marido, sua puta de rua! Olha s�, eu largo do servi�o às 21hs, s� que amanh� � minha folga. Ent�o, vou querer voc� aqui nesse mesmo lugar, depois de amanh� às 21hs. Vou te fazer de puta de verdade, do jeito que dondocas vadias como voc� merecem”. Comecei a chorar ele levantou o meu rosto bruscamente e disse: “A decis�o � sua, ou voc� quer que seu filho saiba da cadela que � a m�e dele. Fica por sua conta.”



Sai correndo e nem voltei à academia para tomar um banho como sempre fazia, entrei no carro rapidamente e fui para casa chorando muito. Uma coisa � ele amea�ar contar para o meu marido do que eu venho fazendo, mas pro meu filho. Que cachorro!



Entrei em casa at�nita, tomei banho e fiquei na sala pensando melhor no que ia fazer. Estava muito confusa! Fui dormir pensando nas coisas que aquele vigia tinha me dito, suas amea�as e a forma como me tratou. Quando dei por mim estava toda molhada brincando com a minha buceta. Estava sentido um misto de tes�o, de raiva, medo e curiosidade, por um homem rude e mal educado que eu nem sabia o nome.



O dia seguinte foi torturante, n�o parava de pensar no vigia, n�o sabia se ia à academia... Nesse intere minha esteticista me liga do sal�o pra confirmar que eu havia marcado de fazer p�, m�o e depilar às 18hs. Eu nem lembrava mais disso, mas confirmei. Ou seja, naquele dia n�o fui ao Clube. Chegando ao sal�o pintei as unhas de vermelho, como sempre fazia. Na hora de depilar pedi que a esteticista tirasse tudo e me deixasse lisinha, tinha o h�bito de depilar o cuzinho todo, o contorno dos l�bios da buceta e as virilhas, deixava s� aquele bigodinho em cima. Mas dessa vez quis que ela me despentelhasse toda. J� que ele quer puta, vou mostrar o que � uma puta de verdade. Estava surtada, nem pensei no que meu marido podia achar quando me visse assim. Provavelmente eu ia dizer o que sempre digo das marquinhas de bikini super cavadas: “� tudo pra voc�, mozinho”. Sai de l� super excitada com minha bucetinha lisa, tanto que quando cheguei em casa bati uma siririca gostosa no banho.



Na manh� do dia D eu nem consegui tomar caf� da manh�, segui para o trabalho e à medida que as horas passavam aquele sentimento confuso de medo e excita��o ia me tomando, era perto das 17hs e eu mal conseguia raciocinar. Sai at� um pouquinho antes da hora e fui pra casa. L� chegando meu filho estava fazendo uns trabalhos da faculdade com uns amigos, cumprimentei-os e fui para o quarto. Me preparei toda, e fiquei pensando como iria sair com minhas roupinhas se meu filho e seus amigos estavam na sala? Me vesti normalmente coloquei numa bolsa a roupa que iria usar e sai do quarto dizendo que iria à casa da Beth (uma amiga do trabalho) levar um vestido meu que ela tinha pedido emprestado para ir a uma festa. J� no elevador apertei o bot�o do playground, fui para o banheiro e troquei a roupa comportada que estava por um vestido de ver�o bem soltinho, acima do joelho. Como j� havia descido sem calcinha e sem suti�, s� calcei a sandalinha e fui para o Clube.



Eram 20:58hs e eu estava entrando no beco atr�s do gin�sio, sentia meus batimentos card�acos, uma falta de ar, quando o vigia apareceu: “- Hmmm... Sabia que a putinha vinha!” Nesse momento ele me agarrou e meteu sua l�ngua na minha boca, num beijo de quem h� muito ansiava por aquele momento. N�o consegui reagir imediatamente, mas todo aquele contexto foi fazendo com que meu tes�o aflorasse e me atraquei impulsivamente com aquele homem. Abri a sua camisa e espalmei aquele peito m�sculo, ele foi entrando com aquelas m�os �speras por baixo do meu vestidinho at� notar que eu j� estava sem calcinha. Olhou-me nos olhos, me chamou de puta novamente ao mesmo tempo em que introduzia um dedo na minha buceta quente e encharcada. Senti sua rola crescendo dentro da cal�a e abri o seu z�per, nessa hora ele tirou o pau da minha m�o, me segurou pelo bra�o e me levou pra um lado do Clube que eu pouco conhecia. Quem frequenta o Marapendi sabe como aquilo � grande. Entramos em uma esp�cie de casa de m�quinas onde havia umas bombas hidr�ulicas com muitos canos, um ar abafado meio mofado e uma luz amarela bem fraca. Abri seu z�per de novo e liberei aquele taco de beisebol bege escuro com uma cabe�a que mais parecia uma bola de sinuca rosada, passei a punhet�-lo gostoso e vendo aquele cacete enorme crescer mais e mais pensei como esconderia aquilo tudo dentro de mim. J� encarei muitas rolas grandes em minha carreira de putinha por voca��o, mas aquele seria um desafio grosso e comprido.



Eis que ele senta em um banco de madeira e me deita ao longo como se suas coxas fossem um travesseiro para a minha cabe�a, levanta meu vestido e passa e desferir tapas estalados em meu bumbum intervalados por dedadas fulminantes em meu cuzinho e na xoxota tamb�m. Comecei a chupar aquela tora sofregamente, pois tinha que abrir bem a boca pra cabe�a passar, ao mesmo tempo em que aquelas palmadas em meu bumbum iam anestesiando minha musculatura, fazendo com que minhas pernas se abrissem mais deixando meus buraquinhos totalmente expostos. E falou pra mim: “- Isso � um castigo nessa bunda gostosa que voc� ficava desfilando na piscina pra me provocar, vadia! S� t� come�ando!” Me senti totalmente puta e submissa neste momento, estava quase gozando naquela casa de m�quinas suja e abafada. Chupava e punhetava aquele pau louca pra senti-lo dentro de mim. Ele se levantou, tirou todo o meu vestido, livrou-se de sua cal�a me colocando de quatro naquele banco estreito com a bunda pra cima, posicionou aquela tora na entrada da minha buceta e foi empurrando. Engoli a cabe�a com certo desconforto, ele notou. Tirou um pouquinho, massageou minha buceta usando meus l�quidos f�meos at� que meteu a cabe�a e empurrou o restante at� que eu sentisse seus pentelhos em minhas n�degas. Nunca havia sentido meu �tero t�o preenchido era uma press�o gostosa mesmo ele metendo devagar, à medida que fui me acostumando as bombadas ficaram mais r�pidas bem como a altura dos meus gritos. Estava sendo fodida como uma cadela, fazendo for�a pra me equilibrar no banco e com uma rola descomunal na buceta. Meus l�quidos escorriam pelas minhas pernas enquanto ele segurava minhas ancas como al�as e metia fundo. Eu fechei os olhos e fiquei sentido aquilo me arrombando toda. Quando ele deu uma bombada bem forte uma das minhas m�os escorregou do banco e eu quase cai. Ele me pegou, levou at� um dos canos que saia das bombas, eu segurei ali enquanto ela abria bem as minhas pernas para me invadir novamente, eu estava completamente alucinada, j� havia gozado duas vezes quando ele esvaziou seu saco todinho dentro de mim. Aquela porra grossa escorria pelas minhas pernas completamente bambas e suadas. Ele me segurou e deu outro beijo de l�ngua, senti-me totalmente puta, realizada, nunca havia me sentido t�o f�mea.



Nos sentamos naquele banco e ele me disse: “Aguentou bem essa rola na buceta, vadia! J� tive mulheres que correram, voc� levou de jeito e sem d�!” Levantei do banco, peguei meu vestido dizendo que estava toda ardida, quando ele perguntou: “- Aonde voc� pensa que vai? T� pensando que acabou? Vem aqui me chupar vem, quero esse cuzinho agora.” Ao escutar isso minha xoxota encharcou novamente, adoro sexo anal, mas aquela pica me dava medo. Ele se levantou, ajoelhei-me em sua frente e passei a chup�-lo com vontade, deixei aquele cacete brilhando. Recebi uma bela chupeta na buceta intercalada por umas dedadinhas do c�, at� que meu dono julgou que eu estava pronta para ser enrabada. Levou-me aos canos das bombas onde segurei deixando a bundinha bem arrebitada senti aquela bola de sinuca for�ando a entrada do meu rabinho, mas n�o ia, ele passou a introduzir dois dedos em meu c� pra me dilatar, mas ainda assim a rola n�o entrava. Voltamos para o banco onde me colocou de quatro novamente, cuspiu bastante em meu cuzinho pra lubrificar. Eu ansiava por sentir aquela tora no meu rabo, ao mesmo tempo sentia certo receio de me machucar. Com o rabo todo babado ele posicionou aquele pau no c� da puta e empurrou de cima pra baixo, a cabe�a passou, soltei um urro e ele foi metendo vagarosamente at� onde eu aguentei. Sentia aquilo em minha bunda, tinha engolido uns dois ter�os de pica e o resto n�o entrava. Ele tirou tudo e meteu novamente, at� que eu me acostumasse e passou a bombar meu cuzinho sem d�. Eu gritava, balan�ava a cabe�a, tentava rebolar mais n�o conseguia, estava louca de tes�o e logo gozei. Mas ele impiedosamente seguiu investindo no c� da sua putinha. Sentia cada veia daquela tora acabando com as minhas pregas. Quem diz que tamanho n�o � documento nunca encarou uma lapa de pica assim.



Fomos para o ch�o onde ele me deitou de lado, afastei bem as pernas para facilitar o seu acesso ao meu rabinho que foi penetrado mais uma vez, meu macho me fodia gostoso enquanto eu segurava aquele saco suado e ele mordiscava a minha nunca. Nesse ritmo levei jatos e jatos de porra dentro do c� que escorriam por minhas n�degas avermelhas.



Desse dia em diante tornei-me sua cadelinha de estima��o e assim estamos h� quase um ano. Tive outros momentos deliciosos com o meu vigia que relatarei em outros contos. � aquela velha hist�ria; ser puta n�o � profiss�o, � voca��o.

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