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DAV E BARBARA

Ol�, meu nome � Dav tenho 19 anos. Sou branco 1.75, nem magro nem gordo e com um pau mediano. Bom, em 2008 estava come�ando o ensino m�dio e escola nova tudo novo. Sempre fui timido, nunca fiz muito sucesso com mulheres. Por�m numa tarde em janeiro, algo que eu nunca tinha sentido brotou em mim, uma mistura de desejo e amor ao ver a bela Barbara. rn Barbara uma garota morena, de 1.75 na epoca uns 19 anos, j� era bem desenvolvida, toda cavalona se � que me entendem. N�o era magra mas n�o chegava a ser gorda, tinha bund�o e peitos grandes e apetitosos. Peguei seu contato na internet e conversamos o fim de semana inteiro, timida como eu, logo nos aproximamos. Eu acha esquisito pois os outros garotos n�o conseguiam ver nela o que eu vi, talvez iludido pela paix�o enxergasse nela algo incomum.rn Um dia conversando no msn, n�o me lembro como est�vamos falando de sexo, algo in�dito at� ent�o, ela me disse que era virgem que nem se quer ver um homem n� pessoalmente tinha visto, j� eu comecei cedo com uma prima � verdade, mas nunca foi nada s�rio, sempre escondido, sempre corrido e nenhum sentimento, muitas vezes me considerei virgem apesar de ja ter feito sexo. E nessa conversa fomos nos empolgando e ela confessou ap�s eu ter perguntado que pensava em sexo 24h e que masturba��o era algo bastante comum no seu cotidiano, eu me senti lisongeado e extremente excitado nesse momento, pois me masturbo com uma boa frequencia.rn Depois dessa conversa n�s todo dia falavamos disso, senti que ela j� estava sentindo o mesmo que eu. Perguntei meio desacreditado se ela queria vir na minha casa assistir um filme comigo, pra minha surpresa ela disse que poderia vir amanh�. Eu mais que r�pido confirmei. Me lembro que nesse dia me mastubei umas 5 vezes, meu tes�o estava explodindo. rn Ent�o chega o grande dia, ou�o a campainha tocar e corro para atender. A recebo com um singelo beijo no rosto e pe�o para que fique a vontade, preparo tudo e come�amos a ver o filme. Devido a timidez de ambos, n�o havia muita converssa muito menos a��es e filme acabando. A frusta��o estava me corroendo at� que como uma medida de tudo ou nada ponho a m�o em sua coxa, que por sinal era muito gostosa, ela fica meio sem rea��o e me olha nos olhos, eu a encaro e ela me da um beijo. Ap�s nos beijarmos bastante ali ela me diz a frase que jamais vou esquecer:rnEla ? Dav, eu quero transar com voce, voce me quer?rnEu ? Barbara, � tudo o que eu mais quero, mas antes tenho que te dizer algo importante.rnEla ? Diga-me?rnEu- � que eu te amo.rnEla ? Eu tamb�m, por isso quero me entregar a voce.rnEnt�o eu a conduzo at� meu quarto, a deito na cama e pe�o que relaxe. Ent�o eu restiro minha roupa ficando nu, e come�o tirando os sapatos dela, beijo seus p� enquanto tiro o short que usava a deixando de calcinha. Ap�s subo lhe beijo um pouco, e ela mesma retira a camisa, ainda beijando retiro seu sutian, e para a minha alegria, os seios mais volumosos que tive a oportunidade de beijar saltam e praticamente brilham, com aqueles biquinhos rosados e grandes. Come�o a lamber em volta bem de leve, passo a lingua ao redor dos mamilos e sugo o biquinho. Percebo que ela se masturba fren�ticamente, ent�o pego os dedos lambuzados com a sua ess�ncia e os chupo. Ent�o retiro sua calcinha, e me deparo com uma buceta carnuda, suculenta que clama por seu introduzida com violencia. Me posiciono para romper seu selinho, j� que ela havia me dito que ao se masturbar apenas passava o dedo por cima. Aquilo me fascinava, saber que ela nunca havia sido penetrada nem por um dedo. A pergunto se quer aos poucos ou de uma vez, j� com o meu pau sedento respirando sob a sua buceta. Ela somente diz:rnEla ? Me fa�a mulher!rnEnt�o a olhando nos olhos a enfio com todas as for�as, at� que ela esconda-o totalmente, vejo em seus olhos a satisfa��o, a transforma��o de menina para mulher. E me sinto no auge de minha masculinidade. Ent�o tiro e boto algumas vezes, a pequena quantidade de sangue que ali estara representava n�o s� o inicio mas como o nosso amor.rn Ent�o, retiro o pau, deito ao contrario constituindo um 69, no come�o ela se atrapalha um pouco ao chupar, mas logo vinha se tornando uma �tima boqueteira. Eu apos limpar com o len�ol, a suguei com toda vontade e delicadeza. Foi nessa hora que a sentir ter o primeiro orgasmo comigo, ao sentir meus l�bios umidecerem, sinto vontade de jorrar em sua boca, mas aquento. Estava decidido que aquele dia seria dela, entao a ponho de 4, para que seja totalmente preenchida. Come�o novamente o entra e sai, ou�o pedidos de mais devagar, mas ignoro, a dor faz parte do sexo, � preciso que se sinta invadida, ent�o ap�s ela j� estar acosumada aquela situa��o anuncio que vou gozar. Ela me olha de relance e pede para que eu goze nos sua cara, assim como nos filmes que ela tanto vira. Eu tiro, ela se ajoelha e me masturbo at� que dois jatos s�o atirados em sua face, um entre os olhos e um no canto esquerdo de seus l�bios. Aquela cena, da mulher que eu amava coberto pelo meu sem�n, foi uma das coisas mais belas que vi. Sem me importar, a beijo como se tudo estivesse perfeito. Deitamos e nos abra�amos at� que de a hora dela ir embora.rn Bem pessoal, espero que gostem, n�o � conto de sexo e pronto, tem uma hist�ria, uma paix�o. Podem me adicionar no msn: [email protected]

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