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A CASADA MAL AMADA

A hist�ria que vou contar a seguir � real e aconteceu durante as f�rias de Julho no ano de 2010. Sou casada, na �poca, tinha 25 anos, tenho 1,75m, 65 kg, corpo malhado, j� que adoro academia. Meu marido � um homem alto, mas n�o se importa muito com a apar�ncia. Bonito mas descuidado. rnQuando tiramos f�rias em julho de 2010, fomos viajar para o interior de Goi�s. Ficamos hospedados em um termas maravilhoso. Aproveitamos bastante. Mas como j� somos casados h� muito tempo, n�o tenho mais o mesmo tes�o de antigamente. Ent�o, tipo, transar era meio que uma tortura. At� que uma noite dessas, depois do meu marido passar o dia bebendo (eu n�o bebo nada, talvez uma ou duas ta�as de vinho), voltamos para o hotel. Ele tomou um banho e como j� estava mais pra l� do que pra c�, caiu na cama e dormiu. Sem nada pra fazer, resolvi dar uma voltinha pela �rea do hotel. Sem esperar encontrar nada que despertasse a aten��o.rnMas que deliciosa surpresa. Ao passar por uma �rea que levava at� a piscina, me deparei com um homem alto, moreno claro, m�sculos definidos (detalhe: estava sem camisa), me arrepiei inteira. O homem era simplesmente lindo. Mas tipo, eu nem me empolguei muito. Pensei: ?� muita areia pro meu caminh�ozinho?. Pensamento de mulher mal amada. Mas o gato me olhou em nos olhos e me deu um sorriso de derreter os ossos, disse ?oi? e foi embora.rnEu continuei minha caminhada com o corpo fervendo. E fui me sentar a beira da piscina brincando com os p�s dentro d?agua. Como a �gua era quentinha, resolvi entrar. Nadei um pouco me aquecendo naquelas �guas transparentes. Depois de um tempo, me encostei na beira e simplesmente fiquei l�, parada de olhos fechados. Me espantei quando comecei a sentir um leve balan�ar da �gua, e quando eu me viro, quem acabou de entrar? O gato gostoso. Estremeci inteira. Ele nadou em minha dire��o e parou ao meu lado. Eu apenas olhei pra ele e acenei com a cabe�a. Da� ele perguntou: ? o que faz uma bela mo�a, sozinha, h� uma hora dessas numa piscina?? Ai, eu respondi que tava sem sono e que tinha resolvido passear. Come�amos a conversar e descobrir que ele era rec�m separado e que tava l� pra afogar as m�goas. Eu contei uma parte sobre meu ?divertido? casamento. N�s rimos a be�a. Foi muito bom. Me senti viva. Mas nessa noite, nada rolou. Combinamos de nos encontrar de novo na mesma hora, na piscina no outro dia.rnVeio o outro dia, e como sempre, meu marido se botou a beber. Passeamos pela cidade e ele sempre com uma latinha na m�o. A noite veio, e como na anterior, n�s voltamos para o hotel, ele tomou um banho e dormiu. Tenho que confessar que tava rezando p ele pegasse logo no sono. Queria encontrar o Wagner (esse era o nome do gato). Desci e caminhei apressadamente para a piscina. Chegando l�, ele j� estava me esperando dentro da piscina. Meu cora��o gelou. Eu nem acreditava que ele iria aparecer. rnTirei a roupa, fiquei s� de biqu�ni e entrei na piscina. Conversamos e no meio da conversa, ele me convidou para ir ao quarto dele. Estremeci, afinal de contas eu sou casada e nunca tinha feito nada parecido. Acho que ele percebeu e me garantiu que n�o seria nada de mais. Acabei aceitando. Entramos no quarto dele e ele foi logo me oferecendo cerveja, dai eu disse que s� bebia de vez em quando vinho e ele prontamente me deu uma ta�a. Parecia que ele tava realmente me esperando. Como eu tava toda molhada, ele me ofereceu uma toalha e tamb�m pegou uma pra ele. Nossa quase fervi quando o vi passando a toalha por todo seu corpo. Acho que ele percebeu meu olhar porque parou. Ele perguntou se eu queria tomar um banho e eu respondi que achava melhor n�o. Ent�o, sem cerimonia, se direcionou para o banheiro. O pior, eh eu o banheiro tinha uma parede de vidro que dava para o quarto. Ent�o acabei vendo ele tomar banho... Enlouqueci. Fiquei super vermelha. Mas n�o consegui tirar o olho daquela imagem. Ele era simplesmente lindo. rnQuando ele saiu do banheiro, nu, somente enrolado na toalha, eu j� estava decidida a ir embora. Me dirigi at� a porta, mas ele rapidamente me segurou e me puxou pra mais perto dele. Nos beijamos. Um beijo intenso, voraz. Ele meteu a l�ngua na minha boca com uma f�ria. Eu me derreti. Aos poucos, ele levou as m�os at� o meu pesco�o e puxou o la�o do meu biqu�ni. Nem tive for�as pra recuar. Quando percebi, minhas m�os estavam tirando a toalha e agarrando seu pau que tava duro feito pedra. Que pau enorme. Fiquei com �gua na boca quando ele deu uma gemida. N�o me contive e fui beijando ele at� embaixo. Abocanhei o pau dele, chupando bem devagarinho da pontinha at� a base, massageando suas bolas. Ele segurou minha cabe�a e come�ou a bobear na minha boca. N�o deixei ele gozar. Ele me levou at� a cama e tirou o meu biqu�ni e come�ou a me beijar. Enquanto alisava um seio abocanhava o outro com lambidas e pequenas mordidas que me levaram a loucura. Eu gemia, me contorcia e ele aumentava ainda mais a press�o nos meus seios. rnEle se deitou e me puxou pra que eu sentasse na boca dele. Nossa nunca tinham feito sexo oral em mim naquela posi��o. Delicioso. Ele lambia, chupava minha bucetinha que a essa altura j� tava gritando. Pedindo pica. Cheguei ao primeiro orgasmo. Mas ele n�o parou e eu queria mais. Ele enfiou um dedo bem fundo e depois outro. Me arrega�ou bem. Enfiou sua l�ngua num vai e vem maravilhoso.rnDai ele me abaixou e sussurrou no meu ouvido: ?quer mais sua putinha??, e eu respondi: ?quero?. E ele perguntou: ?o que voc� quer?? ?Eu quero pica. Me fode gostoso? eu respondi. E foi o que ele fez. Me virou de quatro e enfiou com for�a, sem d�. Enquanto eu gemia, ele socava com mais for�a. Depois diminu�a o ritmo e voltava a meter com for�a. Me virou, levantou as minhas pernas e enfiou gostoso enquanto eu revirava os olhos num �xtase alucinante. Ele gozou forte, bem dentro da minha bucetinha que ficou toda meladinha. Fui para o banheiro e entrei no chuveiro. Ele veio atr�s e j� tava pronto pra outra rodada. Eu n�o recuei. Virei de costa e ofereci meu rabinho pra ele. Disse que nunca tinha sido comida e que adoraria dar pra ele. Mas pedi p ele ser carinhoso. Ele desligou o chuveiro e abriu bem minha bundinha, lambeu o dedo e foi enfiando devagarzinho. Depois enfiou outro e ficou brincando enquanto eu gemia feito louca. Ele cuspiu no meu cuzinho e massageou com o dedo a entrada e come�ou a enfiar a pontinha do pau dele. Eu senti uma press�o, mas relaxei. Ele foi enfiando bem devagar, com calma, at� que entrou tudo e de leve come�ou a se mexer. Eu fui a loucura. Se eu soubesse que era t�o bom, j� tinha dado o cu antes. rnEnquanto ele metia, acariciava meu grelinho num movimento constante, mas delicado. Eu gozei quase ao mesmo tempo em que ele. Foi simplesmente maravilhoso. Depois disso, tomamos banho, eu me vesti e voltei p meu quarto. Meu marido, �bvio continuava dormindo mas eu n�o consegui me sentir culpada. Estava at� feliz, viva!rnAs f�rias acabaram e voltamos para a nossa realidade. Nunca mais voltei l�. Nem sei onde o Wagner mora. N�o quis o telefone dele pra n�o haver nenhum envolvimento. Mas nunca esqueci aquela noite em que enfim, fui saciada, comida como toda mulher deveria ser.rn

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