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BOLAS DO PRAZER

Bolas do prazer rn rn rn rnDepois de muitos dias volto a escrever; desta vez para contar um caso ocorrido rncom o seguran�a de uma empresa onde fui fazer servi�os. rn rnCheguei bem cedo, e o servi�o seria r�pido. Por volta de meia hora, feito o servi�o, para sair do rnsetor, tem que se passar pela revista, que pode ser manual, ou visual, de acordo com a cor das rnbolas retiradas de um saco preto. rn rnO lance do saco de bolas era como um sem�foro. Tr�s bolas nas cores do sem�foro, verde rnlivre, amarelo revista leve e vermelho revista pesada. rn rnEnfiei a m�o no saco e tirei a bola laranja, fui conduzido pelo seguran�a, que se diga, de rnpassagem, era um belo e gostoso negro. Alto, quase dois metros de altura e de peito largo, a rnuma sala reservada, onde seria feita a revista. rn rnO seguran�a se aproximou apalpou os bolsos da frente e me pediu para virar de costas, e como rnele estava bem pr�ximo, de prop�sito, encostei a bunda em seu pau, que mesmo em repouso rnparecia bem grande, ele iniciou a revista passando a m�o em meu tronco, e quando chegou à rncintura arrebitei a bunda e ele encostou, e disse: rn rnSe continuar resistindo terei de proceder a uma revista profunda, e lhe respondi, fica a rnvontade! rn rnEle encochou bem forte e disse: por hoje t� liberado! rn rnAjeitava­me para sair e ao passar por ele falei: fico imaginando como seria se tivesse tirado a rnbola vermelha! Ele, bem s�rio, retrucou: Acho que voc� iria adorar! rn rnSa� e fui embora, no outro dia voltei e ao passar pelo seguran�a, ele apenas sorriu. rn rnTerminei o servi�o, e ao passar pelo saco de bolas, eu acabei pegando a vermelha, ele com rnuma cara muito safada me conduziu a outra sala diferente do dia anterior e, muito s�rio, ele rndisse: rn rnPor favor, tire toda a sua roupa, inclusive a cueca, e vire de costas para mim. rn rnTirei a roupa deixando a cueca por ultimo, virei de costas e comecei a tir�­la bem devagar, ernagachei o m�ximo para tirar, quando senti algo duro e quente bater na minha bunda.rnO seguran�a tirou se pau pra fora e estava super duro, era grande e bem grosso, fiz men��o dernvirar e ele disse que era para eu ficar de costas que ele iria iniciar a revista.rnO seguran�a enfiou seu pau no meu rego e empurrando meu saco, fez movimentos r�pidos at�rngozar e lambuzar todo o meu saco.rnDisse­me para voltar mais tarde, que gostou muito de revistar­me, e que queria fazer umarnverifica��o mais detalhada em mim.rnCombinamos e voltei no hor�rio de sua sa�da, e ele convidou­me para ir a sua casa, poisrnmorava sozinho, e l� poder�amos ficar muito a vontade.rnEle entrou no meu carro e seguimos para sua casa, no caminho convers�vamos sobre muitasrncoisas, e quando chegamos, ele me convidou para entrar.rnAbriu a porta e ao entrar ele me agarrou por tr�s e senti seu pau na minha bunda, e ele estavarnmuito duro. Virei­me e nos beijamos muito, ele foi tirando minha roupa e quando estava s� derncuecas, ele me puxou para o quarto.rnSentei à beira da cama e ele despiu­se totalmente, e aproximou­se me oferecendo seu belornpau para ser chupado.rnAquele monstro de pau mal entrava na minha boca, e chupava como dava, e em poucasrnchupadas ele gozou na minha boca, gemendo muito, era muita porra que mal consegui beberrntudo, seu gosto era adocicado e foi muito gostoso.rnDepois tirei minha cueca e meu pau estava todo babado, e bem duro. Seu pau n�o baixava,rnprova da sua virilidade, o que adorei.rnVoltei a chupar seu pau por mais uns minutos, e depois lhe pedi para por camisinha, e elernpegou junto um tubo de gel, me deu a camisinha coloquei no seu pau, que ficou bem estufadarnno seu pau, pensei que iria arrebentar, depois passei bastante gel em seu pau, e me posicioneirnna posi��o de frango assado, e passei gel no meu cu.rnEle subiu em cima, e encostou seu pau na portinha do meu cu e fazendo pequena press�o.rnColou sua boca a minha, e beijou com sofreguid�o, beijava de uma forma alucinante, que eu rnvirava os olhos, e aos poucos foi enfiando seu pau no meu cu, quando metade da cabe�a rnentrava, eu me acabava gozando e ele ao perceber, empurrou e ao meu cu abra�ar a rnchapeleta, gemi muito alto, e meu seguran�a gozou imediatamente. rn rnGozou em grande quantidade e um calor imenso atingiu meu interior, sua porra quente, rnviscosa e abundante, foi maravilhoso. rn rnDemos um tempo nesta posi��o, e seu pau muito duro foi deslizando aos poucos para dentro e rnbeij�vamos muito, quando chegou ao fim ele ficou retesando seu pau dentro de mim, e isso rnme deixou de pau duro outra vez, e iniciamos uma trepada alucinante, e fabulosa. rn rnDepois, mudamos de posi��o e sem tirar seu pau de dentro de mim, posicionei­me contra a rnparede de p�, enquanto ele cravava a sua estaca bem no fundo do meu cu. rn rnMais uma vez mudamos de posi��o, debrucei sobre uma poltrona, sempre com seu pau dentro rnde mim, atingindo o mais profundo em minhas entranhas. rn rnNessa hora a sua porra j� vazava pelas bordas de meu cu, e seu pau deslizava de uma forma rnfabulosa e muito gostosa. rn rnMeu seguran�a me pegou pelas ancas e bombava com muita firmeza e profundidade, e mais rnuma vez gozei sem tocar meu pau. rn rnEle ao perceber o meu gozo pegou o que dava e passava pelas bandas da minha bunda rnenquanto bombava, at� que tamb�m gozou, e foi como se fosse à primeira vez do dia. rn rnCa�mos de lado, e adormecemos, depois de algumas horas fui acordado com seus beijos pelo rncorpo, me convidando para um banho a dois. rn rnDebaixo do chuveiro, ajoelhei a seus p�s e chupei seu pau, mais uma vez, deixando­o bem rnduro e pronto para outra foda! Enxugamo­nos e fomos para a sala e ele colocou um DVD, rnonde, um negro, fodia uma morena numa bela foda; e eu ali a seu lado, peguei seu pau e rnpunhetei bem vagarosamente, seu pau brilhava e babava muito. rn rnNo filme a morena gemia tanto que deu um tes�o enorme, ent�o lhe pedi para pegar o gel, e rnlubrifiquei seu pau, e meu cu, que j� estava bem aberto devido a nossa foda. rn rnSubi no sof� e posicionei meu cu sobre seu pau, e fui descendo at� posicionar a chapeleta, rnencostei e fiz press�o para baixo, e foi entrando, devagar e muito gostoso, quando atingiu a rnmaior dimens�o da chapeleta do pau, meu seguran�a que estava com as m�os na minha rncintura, puxou com toda a sua for�a, e com um puta berro, gozei quando bateu no fundo do rnmeu cu. rn rnAquilo apesar de dolorido foi um puta tes�o e ele precisou de poucos movimentos em seu pau rnpara gozar mais uma vez. rn rnO filme acabar� e nem percebemos, virei de frente para ele com seu pau engatado no meu cu rnbeijamo­nos por um longo tempo. rn rnDepois me levantei e agradeci muito pelo prazer que me foi oferecido, e ele me pediu para rnvoltar outro dia para repetirmos a foda dada. rn rnFui tomar outro banho e, apesar de um pouco dolorido, fui embora, mas prometi voltar um rndia. rn rnFim rn rn

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