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APENAS MAIS UMA PAIX�O

Sozinhos, eu e ele. �ramos dois adultos presos em um quarto qualquer. Sentou em uma ponta da cama e ficou me olhando sem saber o que fazer. Cheguei perto, beijou minha m�o calmamente, experimentando o cheiro do meu perfume; olhou-me nos olhos. Senti uma paix�o t�o intensa, tinha sido verdadeiramente dominada. Sentei em seu colo, ficamos cara a cara, nos beijamos com um tes�o fora do comum, sentia meu corpo tremendo e o dele, ah, respondia igualmente aos meus carinhos. rnSenti suas m�os puxando meu cabelo, prendendo-me entre aqueles dedos gostosos; gem�amos de tanto prazer. Enquanto lambia e beijava meu pesco�o, sussurrei no seu ouvido ?fala pra mim o que voc� quer?? e de resposta fui deitada por sobre a cama. rn- Quer saber o que eu quero? rnRespondi afirmativamente. Sempre quis saber o que aquele homem queria. Ali�s, no fundo, eu j� sabia, tinha certeza do que ele queria. O medo dele havia sumido. S� existiam duas pessoas naquele quarto que se transformariam em uma s�. rn- Quero voc� como nunca quis mulher nenhuma na minha vida. Quero voc� deitada e nua pra mim, quero ouvir teu gemido, quero te ver gozando, quero teu corpo, quero tua alma e teus sentidos...rnN�o foi preciso dizer mais nada. Agarrei-o com toda a for�a que ainda tinha naquele minuto. Senti sua m�o entre minhas pernas, levantando meu vestido calmamente, como se n�o houvesse pressa nenhuma. Deixou-me de lingerie; eu j� louca de tanto tes�o, fiquei sendo observada enquanto ele tirava a roupa com aquela cara de homem tarado que era pr�pria dele. Era excitante demais. rnJ� estava completamente molhada quando ele veio novamente para a cama. Massageou meus p�s, subiu ao encontro de minha boca. Sugou minha l�ngua enquanto encostava o pau em minha calcinha. Ele sabia me enlouquecer! De respira��o acelerada, gemidos ofegantes e buceta molhada, e ele sentia tudo e ria. Ria com uma safadeza fora do comum.rn- Huum, t� tesudinha j�! Agora me diz o que voc� quer, vai... Diz pra mim que eu tiro sua calcinha com a boca... rnEu j� nem raciocinava mais. Falei qualquer coisa sem sentido. rn- N�o entendi nada, fala...rnEle massageava meu grelo por cima da calcinha e enfiava o dedo na minha buceta com calcinha e tudo. rn- Fala, minha putinha gostosa, fala! Quero ouvir a voz da minha gostosa!rn- Que-quero que vo...c� me coma bem... gos...toso!rnEra isso, apenas isso. Ele veio com tudo. Arrancou meu suti� e sugou meus peitos que responderam com um arrepio; foi me lambendo, descendo muito devagar, lambeu meu umbigo, e quando chegou na minha bucetinha, me olhou nos olhos como se medisse meu tes�o. Alisou o grelo, viu que estava bem excitada, parou, lambeu minhas coxas que tremiam como nunca. Davam espasmos que me fariam cair se estivesse em p�. Foi lambendo, lambendo, at� que chegou bem pr�ximo. Enfiou a l�ngua afastando a calcinha; me contorci toda. Ele n�o tirava os olhos de mim. Colocou a l�ngua e esperou. Senti aquela aspereza gostosa e a fome que estava naquela boca. Fome de buceta molhada. Deixou a l�ngua l�, parada, n�o mexeu durante 20 segundos. Enganchou a calcinha entre os dentes e tirou. rnEnquanto tirava, sem eu menos esperar, ele enfiou dois dedos.rn- T� gostoso, putinha? Geme pra mim e rebola na minha m�o...rnN�o precisava ele falar. Eu j� estava rebolando feito uma louca! Se ele tivesse enfiado aquele bra�o inteiro, n�o teria reclamado. Enquanto enfiava os dedos, abocanhou minha bucetinha gostosamente, lambia, chupava, mordia, enfiava a l�ngua bem no fundo. Gozei na boca dele e isso fez com que ele ficasse ainda mais louco de tes�o. N�o desgrudava o rosto da minha buceta, o gosto do meu mel parecia enlouquec�-lo. rn- Por favor, me come, me come... Falei quase chorando.rnDeitou sobre mim, me deu um beijo gostoso. Senti o pau dele ali, quentinho e duro, procurando minha buceta. rn- Vou colocar a camisinha...rnPrendi-o entre minhas pernas:rn- Eu quero assim. Enfia!rnEle me olhou com d�vida, mas o tes�o foi imensamente mais forte. Minha buceta envolveu aquele cacete com todo carinho. Gememos unidos pelo prazer de sentir o corpo um do outro. rn- Enfia!rn- Puta gostosa!rnOs nossos beijos eram intensos, fortes demais para serem descritos. Em certos momentos ele parava o vai-e-vem e eu sentia a vibra��o daquele pau. Aquilo me deixava alucinada e ele parecia saber. rn- Quero ficar de quatro pra voc�!rn- O qu�?rn- Quero de quatro...rnFiquei. Ele pareceu gostar da posi��o. Alisou devagar medindo a excita��o.rn- Mas � uma putinha mesmo. E essa cadelinha t� no cio! rnOlhei pra ele com cara de puta.rn- J� deu o rabinho? rnSorri pra ele.rn- Gosta?rnOutro sorriso.rn- Huum, muito bom saber... Mas minha conversa hoje � s� com essa bucetinha mesmo... S� vou brincar com seu rabinho, deixa?rnFoi buscar o gel que estava no banheiro e trouxe outra coisa que n�o conseguir ver o que era. Passou o gel com carinho e introduziu um dedo. Olhei pra ele que observava minha rea��o. Gemi de prazer, ele sorriu com cara de tarado. rn- T� gostoso? rn- Sim!rn- Aguenta mais?rnComo resposta, dei uma rebolada r�pida e joguei o cabelo pro lado. Ele p�s outro dedo e perguntou se tava gostoso. rn- Muito!rnSenti o pau dele entrando na minha bucetinha novamente. Vi que ele estava gostando e olhava demais pro meu rabinho sendo fudido pelos seus dedos. rn- Posso mudar de ideia e ter o prazer de comer seu rabo?rn- Ele � seu!rnEle tirou o pau da minha buceta e foi invadindo meu cuzinho. Era gostoso ouvir aquele macho gemendo de prazer em colocar o pau no meu rabo; era um prazer t�o grande que a dor foi esquecida. Dava tapas na minha bunda, abria mais pra ver o pau entrando. Puxava meu cabelo, segurava meus peitos. Mais tapas, enfiava r�pido, tirava devagar, e vice-versa. O suor dele escorria tamanho a excita��o. Revirou os olhos e gozou forte, feito um cavalo. Gozou dentro e fora do meu rabo e espalhou tudo por minhas costas. rnFoi ao banheiro, tomou um banho e voltou. Deitou do meu lado e ficou brincando com meu cabelo. Olhei pra ele j� novamente excitada. Pus-me de quatro na cama e fui beijando o corpo dele, procurando seu pau, feito uma cadela no cio. Cheirei o cacete dele, o cheiro da minha buceta parecia estar entranhado l�. Era lindo ver aquele pau que h� pouco me dera tanto prazer. rn- O que voc� vai...?rnEle n�o terminou a frase. Lambi a cabe�a. Ele se contorceu inteiro. rn- Puta que...rnOutra lambida. Comecei a lamber, morder e chupar como se fosse um sorvete gostoso. E o cacete come�ou a dar sinal de vida. Fiz um boquete daqueles e ainda olhava para o meu cachorrinho que estava mansinho recebendo o agrado. rn- Cavalga em mim, amor.rnN�o pediu duas vezes. Levantei r�pido e sentei com tudo. Revirei os olhos. Montei naquele homem e fiz um verdadeiro sarra! Mexia, rebolava, requebrava, quicava... Tudo que tinha direito. Ele apenas segurava minhas m�os para ver meu corpo pulando sobre o dele. Olhava nos meus olhos e depois mordia os l�bios enquanto via minha buceta engolindo aquele pau. Era um tes�o maluco! Gozei duas vezes e ele olhava pra mim, rindo:rn- Buceta tesuda essa! Goza t�o gostoso que eu consigo sentir a vibra��o.rnNo �ltimo orgasmo, fiquei t�o molinha que deitei sobre o corpo dele. Ele alisou meu rabinho, sentiu que havia colocado novamente o gel e introduzira os dedos. Comecei a me animar novamente. Ele pediu pra que continuasse deitada sobre seu corpo e lhe desse um beijo gostoso. Fiz o que pediu. E aos poucos, ele foi introduzindo um consolo no meu cu. Exatamente! Uma dupla penetra��o! rnGozei como nunca! Esqueci meu nome, me joguei sobre ele, e gozei, gozei, gozei. Algum tempo depois, anunciei que gozaria novamente. Ele segurou minha m�os, me puxou pra ele, segurou minha cabe�a num beijo fren�tico. Gozamos juntos. N�o sa� de cima dele, esperei um pouco para conseguir for�a. rnDeitamos lado a lado, ele me deu um beijo gostoso, disse que meu batom estava borrado. Rimos juntos. N�o havia mais batom nenhum. rn- Gostou do seu presente de anivers�rio?rn- Voc� ainda duvida?rn- O que ser� que a pata da tua esposa vai te dar?rn- O que voc� acha?rn- Uma noite de amor...?rn- Duvido que eu tenha for�as pra isso. rn- E se for?rn- N�o preciso mais... A minha mulher de verdade acabou de me realizar sexualmente. rn- Foi mesmo?rn- Amo voc�!rn- Vamos tomar banho?rn- Voc� ouviu o que eu disse, n�?rn

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