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DELICIA DE PUNHETA

Chamo-me Ricardo, tenho 36 anos, sou loiro, descendente de poloneses, tenho uma boa forma f�sica, na verdade acho que estou mesmo bem sarado. Sou casado e tenho dois filhos. Minha esposa Cl�udia � uma mulher sensacional, 31 anos, morena – agora com seus longos cabelos oxigenados, sexy, uma puta na cama, como todo homem gosta. Minha vida sexual recentemente deu umas reviravoltas e acabei com Cl�udia num swing. Fizemos apenas uma vez. Os resultados foram mais ou menos, mas ainda assim estamos dispostos a fazer mais.

O que vou contar neste relato n�o tem nada a ver com isso. Bem, quase nada. � sobre a descoberta da minha sexualidade. Acho que foi uma coisa bem er�tica, e que de certo modo ainda me assombra.

Eu tinha treze anos, j� sabia sobre sexo e tudo mais. J� tinha visto revistas de mulher pelada, revistas de foda, e me excitava muito com isto. Meu pau ficava duro, eu eu me deliciava com a sensa��o de brincar com ele. Sabia o que era bater punheta, mas nunca tinha realmente tentado com fervor.

Foi num aniversario de 19 anos do meu irm�o, uma festa com a sua classe na ch�cara, que � onde os meus parentes sempre se reunem para festa ou finais de semana.

O dia foi bom: futebol, volei, churrasco, meninas gostosas, biquinis, banho no lago, guerra de lama, eu adorei. Acabei escutando numa das conversas entre os caras da classe, coment�rios sobre uma ida deles a um filme pornogr�fico – brasileiro, pornochanchada – quando alguns deles tinham ido bater punheta no banheiro, mas o Cadu, disseram, ficou ali na cadeira do cinema mesmo, com o seu pau enorme na m�o, batendo punheta durante o filme todo. A turma morria de rir, e o Cadu nem a�. O Cadu era um moreno magro, muito legal, metido a gostos�o, e que tinha na verdade mais amizade comigo do que com meu irm�o. �ramos sempre un�nimes em nossa opini�o sobre as gostosinhas da escola.

Bem, naquele dia, ao final da tarde, com guerra de lama e tudo, o pessoal se dividiu pra usar os chuveiros dos dois banheiros do casar�o. Homens num e mulheres no outro. E meu av�, p�o duro como ningu�m, veio encher o saco para que usassem o chuveiro de dois em dois. Claro, foi aquela vaia, e uma puta goza��o: troca troca, pegar o sabonete no ch�o, campeonato de punheta, tomar banho com as meninas, todas as piadas vieram. E enquanto os pares iam tomando banho, eu e o Cadu ficamos apreciando as meninas que saiam do outro banheiro, todas cheirosas, gostosinhas. Ficamos falando delas e no sonho de ter um bundinha daquelas para a gente. O Cadu ficava o tempo todo ajeitando o pau por dentro do seu short.

Quando chegou a nossa hora, �ramos os �ltimos no chuveiro, e a rapazeada toda j� tinha ido para o terra�o.

Entramos no banheiro ainda falando de sacanagem, e Cadu j� foi tirando seu short, deixando cair um bruta de um pint�o, inchado, meio que endurecendo, balangando na frente de um sac�o cheio de pentelhos. Tinha a cabe�a toda descoberta, daquele tipo operado, diferente do meu, que se recolhe num prep�cio. J� tinham me falado do dote do Cadu, mas eu assim mesmo fiquei impressionado. Era maior que os paus duros que eu j� tinha visto em revista de sacanagem. Nunca imaginei que um cara de 19 anos pudesse ter um cacete t�o grande. At� acabei enrolando um pouco para tirar o meu shorts, afinal de contas aquela r�la era pelo menos duas vezes mais comprida que o meu pintinho – duro - e provavelmente quatro vezes mais pesada. Tudo bem, eu era mais novo, mas imaginei que ficaria muito feliz se dal� a dois anos eu tivesse um cacete daqueles. O pior de tudo � que nessa enrolada que eu dei pra me despir, meu pau foi ficando dur�ssimo. Cadu, j� debaixo do chuveiro, ensaboava o seu pau, que tinha crescido mais ainda, grosso pra caralho, mas que continuava subindo, aos soquinhos. Fiquei ent�o mais tranquilo e baixei o shorts, fazendo um T�INNN com o meu pinto j� tinindo de duro. Entrei no chuveiro.

- Vamos bater uma punheta – disse o Cadu bem baixinho, passando bastante condicionador de cabelo nas m�os e lambuzando seu ariete, agora j� totalmente ereto. Ele come�ou a polir o seu pau devagar, mas com for�a, usando as duas m�os. Fiz o mesmo no meu, e descobri uma sensa��o deliciosa, in�dita. Eu j� tinha me masturbado diversas vezes, ou melhor, brincado com o meu pinto duro. Mas punheta mesmo, era realmente a primeira vez. Cadu, de olhos fechados, ia suspirando – ahh, que tes�o!, eu quero a bucetinha bem quentinha da fulana aqui pra agasalhar o meu pau, isso aqui � a boquinha da fulana… - e eu tamb�m me masturbava, mas n�o conseguia tirar os olhos daquela cabe�ona brilhante que surgia entre os seus punhos apertados a cada golpe de suas m�os. Sim, eu ainda estava impressionado com aquilo tudo. N�o sei se foi coisa de viado, mas achei muito er�tico, n�o s� bater, mas ver uma verdadeira punheta, pela primeira vez.

Em uns dois ou tr�s minutos, Cadu acelerou a punheta, agora s� com uma m�o.

- Vou gozar - disse, e virou-se um pouco para o lado, para n�o gozar em mim. Eu n�o sabia bem o que esperar de algu�m gozando, ent�o fiquei assistindo com aten��o: enquanto ele chacoalhava todo o seu corpo, vi pela primeira vez uma tremenda esporreada jorrar da cabeca de seu pinto, que estava at� inchada, de tanto que ele apertava. Sa�a um jato de porra atras do outro, que se perdiam com a �gua que ca�a do chuveiro. Depois que ele acalmou, ordenhou mais um pouco de porra do seu pau que come�ava a brochar e empurrou com os p�s os grumos que tinham ficado grudados no ch�o para o ralo. Eu, ao assistir tudo aquilo, me senti diminuido. Diante de tanto espet�culo, acabei me sentindo ainda impotente. Cadu percebeu que eu tinha parado com a punheta.

- N�o vai gozar, Ricardo? – perguntou.

Meio sem saber se eu voltava a bater ou se fugia dali, dei um sorriso amarelo e falei que nunca tinha gozado. Ele falou que era s� continuar batendo, punhetando sem parar, que o gozo viria logo.

- E depois a gente j� aprende como � que se faz pra pr�xima vez.- completou.

Tentei continuar um pouco a punheta. Passei mais condicionador no pau, mas nada ainda.

- Vamos que voc� consegue! – disse ele, tentando me animar – Eu gozei pela primeira vez ainda antes dos doze anos…

Isso s� piorou as coisas. Eu com treze e nada de gozar. Quando ele percebeu que eu j� n�o estava levando aquilo mais no prazer, mas sim no desespero, ele disse que tudo bem, que era normal, que as pessoas t�m desenvolvimento hormonal diferente.

- No dia em que voc� conseguir, voc� n�o vai parar mais – disse.

- Mas voc� bate punheta todos os dias? – perguntei curioso.

- Pelo menos uma vez, e às vezes tr�s…quatro!

- Ent�o aquela hist�ria do cinema � verdade?

- Que eu bati umas punhetas? Tr�s vezes !

- Mas e gozar ? Onde voc� esporreou? E a sujeira?

- No ch�o do cinema mesmo. Mas na segunda j� n�o sai tanta porra. E na terceira, menos ainda.

Saimos do banheiro e o Cadu jamais fez qualquer coment�rio ou goza��o sobre a minha punheta fracassada.

Passou-se quase um ano. Continuamos grandes amigos. Sempre falando das meninas, sexo, etc. Eu tentei bater punheta varias vezes, mas nada de gozar. Estava ficando um pouco desesperado com esse meu atraso.

Um dia na escola, ele me disse que precisava me contar uma coisa. Ao mesmo tempo eu soube por umas fofocas que o Cadu e um outro cara do segundo colegial estavam comendo a Jana�na, uma funcion�ria da escola. A Jana�na era uma ruiva, de uns vinte e poucos anos, cabelos curtos e olhos bem verdes (ou azuis?). Tinha umas pernas um pouco curtas, mas era um sonho de mulher pra mim. Uma bunda deliciosa, super arrebitada. Peitos grandes, pareciam bem pontudos. Sua cara era sardenta, bem de safada, de puta. Era a fantasia de toda a rapazeada da escola. Mas era casada, diziam que era com um negr�o. Fiquei imaginando se n�o seria somente fofoca: O Cadu comendo aquela gostosa?

Perguntei pra ele e ele disse que sim, mas pra ficar quieto, que depois ele contava. Fiquei de olho nela. Reparei ent�o que um dia, em horario de aula, passei pela salinha da Jana�na e ao espiar dentro, reparei que o Cadu estava dando uma tremenda encoxada nela, e ela praticamente deixando, somente falando pra ele parar com aquilo. Sortudo filho da puta, pensei.

Um certo dia, pouco tempo depois, fomos bater uma bola na minha ch�cara e ele come�ou a me contar os detalhes: Ele e o Mario, um grand�o da sua classe, andavam atr�s da Jana�na, dizendo que tinham tes�o por ela, e tudo mais. E ela nunca os cortou totalmente. Sempre fazia um charminho. Eles deixavam o pau bem duro por dentro da cal�a e entravam no seu quartinho, ou dep�sito e mostravam pra ela o volume pulsando por baixo do jeans. Ela ria, gostava de ver, e depois de uns dias, come�ou a passar a m�o no pau deles por cima da cal�a. Eles às vezes encoxavam ela quando dava, e pegavam nos seus peitos, e ela deixava, sem problema, parecia curtir. Alguns dias depois eles falaram pra ela que viriam no final do per�odo da tarde, quando ela estaria limpando e fechando as classes. Ela disse que n�o acreditava, provocando-os. L� estavam eles no come�o da noite. Chamaram-na para a sua salinha, fecharam a porta e puseram cada um o cacet�o duro pra fora. Ela olhou para os dois e pediu pra eles abrirem a porta, pra ela poder sair dali. Mas pediu com um sorriso, c�mplice de toda aquela sacanagem. Eles insistiram que s� abririam se ela pegasse no pau deles. Ela passou a m�o no pau de cada um deles, disse o Cadu. Que ela bateu uma punheta de levinho, por alguns segundos. Eles pediram mais, mas ela disse que ali n�o. Que era perigoso. Eles ent�o arranjaram de se encontrarem, por sua propria sujest�o, na casa dela, que morava numa vila a umas duas quadras da escola. E foi l� que, no dia seguinte e em outros dias por algumas semanas, eles comeram ela. Na pr�pria casa, na hora do almoco, enquanto o marido, dizem um mulat�o de quase uns dois metros, trabalhava o dia todo. Eles a cada semana juntavam uma grana pra que ela comprasse o presente que quisesse, e faziam a festa numas rapidinhas.

Aquilo me deixou pirado. Porra, ent�o eu tamb�m queria comer a Jana�na!

O pessoal do futebol fez um churrasco e foram embora no in�cio da noite. Meu irm�o foi embora, pois iria namorar na cidade. Eu e o Cadu acabamos resolvendo ficar na ch�cara para aproveitar cedo o domingo seguinte. O Cadu estava esperando ficar, pois no dia seguinte a Paula, minha prima gostos�ssima estaria l� na piscina. �ramos ambos tarad�es por ela.

� noite sa�mos eu e o Cadu para a boate de um clube da regi�o. Eu conhecia umas meninas l�, e acabamos tomando umas cervejas com elas (bem, elas n�o eram bobas – tomaram s� coca). Consegui dar uns beijos em uma delas, mas o Cadu nada, ficou na m�o.

Voltamos pra ch�cara e fomos dormir. Est�vamos no mesmo quarto. No casar�o s� tinha o meu av�, em um quarto bem longe. Ficamos falando com a luz apagada, de mulher, de sexo, e o Cadu contou detalhes da Jana�na. Disse que no primeiro dia a Jana�na recebeu os dois em casa e bateu punheta pros dois, revesando-se nos beijos. Que deixou que eles levantassem a sua blusa e chupassem seus peit�es. E que pra gozar, levou eles pra pia da cozinha. Bateu pra eles at� esporrearem na pia. N�o quis chupar, nem nada. Na vez seguinte, uns dias depois, ela chegou a ficar de calcinha com cada um deles, rolando no sof�. Eles ficavam com o pau entre as suas pernas. Depois de muita insist�ncia, ela concordou em chup�-los, mas quis que lavassem o pau antes. Aquilo foi mais um tes�o para eles, terem o pau ensaboado pela Jana�na. Chupou bastante, mas o tempo todo com amea�as pra que n�o gozassem na sua boca. Mais uma esporreada na pia da cozinha. Tinha que ser tudo corrido, apressado, com medo do marid�o aparecer de repente. Eles se revezavam, um rolando com a Jana�na e outro esperando, sempre acariciando o pau duro. Um tes�o danado. Na terceira vez, os dois levaram uma caixinha com 3 camisinhas, pois queriam meter de verdade. Mas pra convenc�-la a tirar a calcinha foi um custo. Muitos beijos, carinhos, promessas, e no final estavam os dois se revezando: ela sentada no sof� com as pernonas abertas, um chupando a sua buceta e o outro em p� no sof�, com a pica pra ela mamar. O Mario foi primeiro que quis meter, mas ao vestir uma camisinha, ela estourou. A Jana�na ent�o ajudou-o com a outra camisinha. Meteu r�pido. Ela gemeu bastante enquanto o pau entrava. Cadu disse que o pau do M�rio era grande igual ao dele. Em poucas metidas o cara gozou. Na vez do Cadu, ela ajudou-o com a camisinha. Disse que s� naquela ginastica dela colocar a camisinha no seu cacete quase fez ele gozar. Ele meteu gostoso na sua bucetona e come�ou a bombear. De repente disse que ficou com uma sensa��o maravilhosa no pau e disse que iria gozar, mas ela acordou do tes�o, percebeu que era a camisinha que tinha arrebentado. Empurrou-o para fora e realmente, l� estava a camisinha, arregacada at� a base, com o pinto todo exposto. Ele n�o aguentou e gozou nos seus peitos e barriga. Escorreu bastante porra no sof�, e a Jana�na ficou puta da vida, desesperada que o marido fosse descobrir.

O Cadu me contava estas hist�rias com os maiores detalhes. Est�vamos obviamente os dois batendo uma bela punheta na cama. Cadu acendeu a luz de cabeceira e apresentou um baita de um caralho, duro, ca�do sobre a sua barriga, maior ainda e mais espetacular do que quando eu o tinha visto um ano antes. Rimos muito e mostrei que eu tamb�m estava batendo uma, meu pau duro uma piada comparado ao dele.

- E a� ? – perguntou ele – voc� j� gozou alguma vez desde aquele dia no chuveiro?

Fiquei meio sem jeito, pois j� tinha quatorze anos, mas disse a verdade.

Cadu ent�o sugeriu que eu fosse pegar algum pote de �leo, ou creme, pra bater uma punheta mais gostosa. Pus um shorts e sa� do quarto em silencio, pois o ch�o do casar�o fazia um puta barulho. Voltei com um vidro de �leo de beb� e tranquei a porta.

- Vem aqui que eu te mostro como � que faz. Garanto que de hoje voc� n�o escapa.- disse ele.

Sentei-me ao seu lado e deixei um pouco de �leo cair na minha m�o. Esfreguei o meu pau. Cadu arrancou o pote de mim e me disse:

- � assim que se faz, olha s�!

Deixou cair uma quantidade generosa de �leo na m�o e avan�ou para mim, passando todo aquele �leo no meu pau. Sua m�o quente me segurando o pinto duro lan�ou um choque de tes�o por todo o meu corpo. Eu me assustei com a ousadia. Jamais pensei que aquilo fosse acontecer, mas a sensa��o foi maravilhosa, indescrit�vel. Eu senti o tes�o pelo corpo todo, enquanto meu pau era punhetado com vigor pelo Cadu. O barulhinho de uma punheta bem melada era a �nica coisa que se ouvia.

Era uma outra m�o no meu pau. N�o a minha, mas a m�o de homem, mas foda-se. Era t�o bom !

O que era aquilo? Coisa de viado?

Voc� que est� lendo este meu relato vai dizer que isso � coisa de gay. Acho que n�o. As hist�rias que a gente escuta de troca-troca na adolesc�ncia, de um batendo punheta pro outro, isso � muito mais descoberta da sexualidade do que homossexualismo. S�o coisas que voc� e eu j� fizemos mas nunca mais falamos sobre isso ou mesmo que admitimos para n�s mesmos que aquilo j� se passou conosco. Isto � a minha hist�ria de como descobri a punheta, n�o sobre viadagem.

Fazia poucos segundos que ele tinha come�ado aquela massagem incr�vel no meu pau, e eu j� come�ava a desfalecer de tes�o. Cadu parou de repente e disse :

- Pronto, � assim que se faz. Depois voc� goza. Agora passa no meu!

- Porra, Cadu, agora continua, faz mais um pouco – insisti.

- Depois eu fa�o. Passa um pouco no meu pau pra mim agora.

Olhei praquele tremendo caralho e de alguma maneira, nem hesitei. Eu s� queria que aquela sensa��o maravilhosa se repetisse pra mim, o mais r�pido poss�vel. Derramei �leo na m�o e diretamente no seu caralho e agarrei aquele tronco com for�a. Estava bem claro que eu jamais teria aquele porte de pau dependurado entre as minhas pernas. Era muito grosso, comprido, pesado e quente, cheio de veias saltadas, como se fosse explodir. Segurar aquilo, todo escorregadio de �leo, era quase como pegar um peixe duro.

- Cadu, quanto mede o seu pau?

- Vinte, vinte um cent�metros, por a� – respondeu. Que coisa enorme que era. Eu, dois anos depois, quando cheguei aos desesseis, tinha somente uns 13-14 cent�metros de pau.

Segurei firme e fui indo pra cima e para baixo. A cabe�ona entrava entre os meus dedos e depois sa�a, gostoso para cima, enorme, reluzente. Foi uma oportunidade �nica de bater uma punheta num pau monstruoso. Infelizmente n�o era o meu. Cadu estava semi deitado, escostado na cabeceira da cama, assistindo de camarote minha m�o subindo e descendo lentamente pelo seu mastro.

- Isso, continua, bem apertado, assim, n�o p�ra.

Eu n�o ia parar mesmo. Queria fazer aquele pau gozar. Cadu foi fechando os olhos e come�ou a gemer.

- N�o p�ra, n�o p�ra! - sussurrou.

Continuei agora, um pouco mais r�pido, e seu gemido foi se aprofundando, at� que senti a contra�da no seu pau e vi um jato enorme de esperma acertando-o no queixo, pesco�o e peito.

- Puta que o pariu! – exclamei assustado.

- Continua! – gritou ele.

E eu continuei. No mesmo instante minha m�o foi envolvida por um l�quido quente, escorregadio. Continuei batendo firme, enquanto outros jatos de porra saltavam alegremente, cobrindo a sua barriga com uma cor branquinha. Pela primeira vez senti um bruta cheiro, que bateu no meu nariz. Ent�o era aquilo cheiro de porra! Cadu gemia um pouco alto enquanto gozava, e pedi pra ele ficar quieto, mas nem prestou aten��o. Estava concentrado em ejacular e ejacular. Eu n�o parava. Mordi meus l�bios e continuei batendo com for�a. Que senhora gozada!

Ele finalmente parou de gozar e suspirou que tinha sido um tes�o. Olhei para a minha m�o toda cheia de porra e limpei-a em seus pentelhos, pois seu peito e barriga estavam cobertos de esperma.

- Que nojo! – eu disse, e pedi pra que ele batesse pra mim, pois meu pau estava doendo de duro. Ele antes pediu pra que eu fosse pegar uma toalha, para que ele enxugasse aquela porra toda. Fui pelado mesmo, de pau duro e voltei com a toalha. Cadu se enxugou cuidadosamente e sentou-se ao meu lado. O cheiro de porra era intoxicante. Ele rapidamente esguichou �leo no meu pau e atacou com uma punheta bem r�pida e forte. Aquilo quase me matou. Senti aquela intensa coceira, aquela possess�o in�dita tomar conta de mim, e em uns trinta segundos tive uma convuls�o sensasional e vi um jato de porra voar pelo meu pau e acertar no len�ol da outra cama. Nessa hora eu j� queria que ele parasse, pois o prazer era insuport�vel. Mas ele continuou firme, e vi com uma vis�o emba�ada de tes�o, dor e culpa, outros jatos sendo esguichados pelo meu pau, que brilhava no seu punho apertado. Uma confus�o fren�tica de dedos �leosos, calor, pinto duro, fric��o, porra e tes�o.

Cadu ia dizendo – Isso! Goza, seu filho da puta! Esporreia bastante que agora n�o tem como parar mais!

A minha porra escorreu na minha pr�pria perna, e senti como era quentinha. Eu tinha conseguido!

Eu finalmente desfaleci deitado na cama, exausto de tes�o. Cadu me largou o pau e enxugou sua m�o. Depois recomendou que eu enxugasse a minha porra do ch�o.

- T� vendo como � bom, Ricardo? Punheta vira um v�cio. E olha s� que gozada a sua! Tamb�m com 19 anos, voc� devia ter muita porra guardada a�. A minha primeira gozada foi com onze anos, e s� sairam umas duas gotinhas!

Eu j� estava me contorcendo de arrependimento e vergonha. Enxuguei a porra do ch�o e me vesti, meio sem falar muito. Apaguei a luz e prometi pra mim mesmo que jamais bateria punheta outra vez na minha vida.

Mas o Cadu n�o dormia e continuava falando como tinha sido bom comer a Jana�na, a punhetinha dela, a boca dela, colocar o pau no meio das suas pernas, a bundinha arrebitada que ele encoxava, etc. Falou da �ltima vez que eles foram pra casa da Jana�na, meio na press�o, na insist�ncia. Diz que ela n�o quis nada no sof�, com medo de sujar outra vez. Inclusive que mostrou a mancha dura no veludo do sof�. Foram pra cozinha, e l� chuparam a bucetinha dela. Ela deixou eles colocarem o pau sem camisinha na xoxota dela, mas muito r�pido, sentando no colo deles na cadeira. Inclusive virou-se de costas, apoiando na pia, enquanto eles enfiavam por tr�s. Fez eles gozarem na pia e prometeu pra eles que nunca mais, que era a �ltima vez.

Logo eu vi que o Cadu j� estava de novo batendo uma punheta freneticamente. Acendi a luz e vi-o, sentado na cama, com seu fabuloso mastro em p�, apontando o seu canh�o para a toalha toda esporreada estendida entre as nossas camas.

Eu logo esqueci do arrependimento e, com o pinto dur�o outra vez, ataquei com outra punheta. Ficamos os dois ali, na maior bronha, um sentado na frente do outro, quando depois de alguns minutos vi o Cadu gozar. Filho da puta, espirrou umas gotas na minha perna. Logo logo eu mesmo gozei. Aquele sentimento m�gico se apossando de mim, e n�o consegui segurar, ou melhor, n�o consegui continuar a punheta. S� segurei o meu pau com for�a enquanto eu gozava gostosamente sobre a toalha. Finalmente, eu estava gozando nas minhas pr�prias punhetas!

A esporreada n�o foi nada volumosa como a minha primeira, e tamb�m foi menos que a segunda do Cadu. Mas foi bom. Adorei de bater punheta!

Me deu mais uma vez o cansa�o, o arrependimento, e a vergonha.

Dormimos logo depois.

Acordei cedo, e com receio de algu�m desconfiar do cheiro da toalha, abri bem a janela pra arejar tudo.

Isso acordou o Cadu, que em poucos minutos, por baixo do len�ol, j� estava batendo mais uma. Eu tamb�m fui de volta pra minha cama e fui batendo. O problema era a janela aberta. Logo logo ia chegar gente. Primos, primas, tios, etc. Corremos ent�o pro banheiro e nos trancamos para terminar a punheta. Os dois com o pinto estendido sobre a pia, quase que esporreando ao mesmo tempo.

- Tr�s punhetas s� da primeira vez, em Ricardo ! T� come�ando bem!

E n�o ficou somente nisso.

Durante o dia, deleitado com as formas da minha prima Paula na piscina, voltei ainda pro banheiro pra bater mais uma punheta. E à noite, em casa durante o banho, bati ainda mais uma pensando nela.

Claro, que se hoje tem at� mulher que eu j� nem me lembrava mais que eu tinha comido, eu naturalmente n�o posso me lembrar de cada uma das punhetas que bati na vida. Mas daquele final de semana eu me lembro direitinho.

Cadu e eu nunca mais falamos sobre aquela minha primeira punheta, quando um bateu pro outro. Pelo que eu sei ele n�o � viado, e nem eu sou. Continuamos grandes amigos at� hoje. Sempre trocamos relat�rios sobre nossa vida sexual. Comemos muita menina juntos, j� trocamos de namorada e at� fizemos suruba. Hoje ele � casado e tamb�m eu sou. Talvez minha vida sexual ainda venha a se misturar com a dele, mas isto ainda � coisa do futuro. N�o sei se vai acontecer, e se der certo, conto num outro relato. O que vou contar no pr�ximo relato foi a minha primeira experincia sexual. E como a del�cia da Paula e o Cadu participaram daquele epis�dio tamb�m.



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