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PELAS RUAS 2

Pelas Ruas 2rnrnParei numa farm�cia e comprei um tubo grande de KY. Safada, j� fiquei com tes�o, apesar de tudo o que tinha feito pelas ruas.rnCheguei em casa, meu marido ainda n�o tinha chegado, tomei um banho demorado, lavando a porra de Jos� e os sucos da boceta de Angelina, e me preparei pra receber meu marido. Coloquei o KY e meu consolo na minha mesinha de cabeceira, deixei o quarto na penumbra, quase às escuras, como ele gosta na hora de foder e esperei.rnQuando fica mais tarde nas reuni�es sempre bebe e quando chega come minha buceta no tradicional papai-mam�e. Mas hoje ele � corno e n�o sabe. Passei de minhas fantasias exibicionistas à dist�ncia e fodi com uma f�mea e com um macho. Dei a buceta, chupei buceta, chupei um pau grande, grosso e duro, bebi porra, bebi suco de f�mea e dominei um macho e comi seu cu. Agora ele ia ver o que era bom.rnMeu marido simp�tico e gente boa novo corno na pra�a, chegou, tomou um banho e me chamou pra cama. Deitei mas n�o abri as pernas como de costume. Ele j� nu e de pau duro, estranhou, mas se deitou ao lado de mim sem saber o que fazer. Eu nua em pelo ao lado do marido tolo.rnFiquei de costas pra ele, estendi a m�o para tr�s e peguei no seu pau. Apertei. Era menor que o de Jos�, mas estava duro como rocha. Um desperd�cio, caralho.rnFiquei pegando nele, meu marido n�o disse nada. Nem gemeu nem reclamou. Peguei, acariciei, sempre de costas pra ele para n�o envergonh�-lo. Meu marido se instalou de barriga pra cima, continuei a apalp�-lo. �s vezes de levezinho, apertava de vez em quando com for�a.rn-- Cec�lia, o que est� fazendo?rn-- Pegando no pau do meu marido...rnA resposta chocou, mas ele n�o se mexeu. Continuei de costas a pegar na vara dura dele.rn-- � que estou quase gozando...rn-- N�o goze... foi a primeira ordem que dei ao meu maridinho corno, e ele n�o reclamou, apenas respirou fundo.rnVirei-me pra ele, meu marido estava de olhos fechados. Peguei agora com as duas m�os, ele deu uma gemidinha, o puto.rn-- Se segure, s� goze quando eu mandar.rnLevantei as pernas dele em frango assado, ele reclamou mas deixou. Lambi seu saco com cuidado, sempre empuhando sua caceta.rn-- O que � isso, Cec�lia, o que deu em voc�, criatura.rnCriatura � o caralho, seu viado, sou uma f�mea gostosa que voc� n�o come direito e que tem que gozar pelas ruas, pensei, mas n�o disse nada. Apalpei sua benga, seu saco, lambi e fui descendo em dire��o a seu rego. Ele abriu um pouco mais as pernas, e n�o disse nada. Fiquei lambendo entre o saco e o rego um bom tempo, para dar tempo dele relaxar. Continuei empunhando seu caralho, mas sem mexer. De tanto lamber, um fiozinho de saliva escorreu pro rego, provocando um tremorzinho no macho. Arrebanhei ele mais um pouco e dei umas sopradinhas no rego. Ele tremeu mais forte e sussurrou:rn-- O que � isso, Cec�lia...rnRespondi comuma lambida bem molhada, de cima para baixo, em toda a extens�o do seu rego.rn-- Ai, Cec�lia...rnDei outra, apertando sua caceta com for�a.rn-- Ui, Cec�lia...rnBotei a ponta da l�ngua no buraco do cu e arreganhei bem o macho com uma das m�os, enquanto comecei uma punheta com a outra.rn-- Hummmm...rnO filho da puta gostava disso, o viado. N�o me come direito porque gosta de tomar no cu e n�o toma. Safado!rn-- Cec�lia, o que est� fazendo comigo... ai... ui...rnMolhei bem o buraquinho e enfiei a pontinha do indicador nele.rn-- Ahhh...rnMexi devagarzinho, para n�o doer, e fui laceando aos poucos. Larguei a benga e peguei na mesinha o KY e o consolo. Ele n�o viu o que era, mas percebeu os movimentos.rn-- Que foi, Cec�lia...rnN�o dei bola e agarrei a ferramenta apertando e punheteando de leve. Botei o bico do tubo e espremi, enchendo o cu dele de KY.rn-- Aaaaaiiiiii... uuuuuiiiiiiii... t� geladinho... que � isso, amor?rnEnfiei o dedo firmemente no cu encharcado de lubrificante at� o fundo.rn-- Ui, amor... amorzinho... minha nossa... o que est� acontecendo...rnVaiv�m no cu e vaiv�m na caceta dura e pulsante. Meu marido mexeu a bunda como uma putinha.rn-- Aaaaaiiiiiii... uuuuuiiiii...rnEnfiei o segundo dedo e acelerei a punheta., apertando com for�a a ferramenta dele. Meu marido agarrou as pernas pelos joelhos e puxou-as contra seu peito, terminando de abrir seu cuzinho. E rebolou nos meus dedos, o viado!rn-- Ai... gostoso... Cec�lia, meu amor... ui... enfia...rnO sem-vergonha rebolava como uma menininha nos meus dedos safados. Eu n�o dizia nada, com medo de quebrar o encanto. Meu marido assexuado que s� me come uma vez por semana num papai-mam�e sem gra�a, rebolava na minha m�o, com agora 3 dedos enterrados no buraco do cu! Gemeu com for�a, perdendo todas as vergonhas.rn-- Gostoso... ai... enterra, amor... vou gozar...rnSenti a porra escorrendo por dentro do pau, apertei forte para segurar o l�quido, dei a volta e meti a vara na boca, recebendo o esporro na minha boca de puta. Bebi o que pude, uma parte escorreu pra barriga dele. Quando acabou de esporrar, lambi a porra na barriga do macho deflorado e sentei na cara dele. Esfreguei a buceta com gosto, dificultando sua respira��o, empurrei com for�a. Gozei soltando meus sucos molhando seu rosto todo. O pau continuava duro. Fiz um movimento r�pido e sentei na geba, enterrando-a toda na buceta. Ele abriu os olhos surpreso com tudo, dei um tapa bem forte na cara do puto, que n�o disse nada, mas lacrimejou. Senti um olhar envergonhado, e dei outro tapa. Ele fechou os olhos, dei mais um tapa.rn-- Ai amor...rnReclamou com uma vozinha submissa e feminina, apesar de rouca. Cavalguei o viadinho dando tapas de vez em quando. Filho da puta, me deixou na seca esses anos todos. O pau crescia dentro de mim, me preenchendo como nunca tinha acontecido. Sa� de cima, fiquei de quatro e ordenei:rn-- Vem c�, come minha buceta por tr�s...rnAdorei aquela ordem, a primeira vez que dei foi pra Diego no motel. Meu marido obedeceu meio sem jeito, veio por tr�s e enfiou a vara dura na minha buceta. Rebolei e comandei os movimentos, pois meu macho n�o tinha pr�tica das coisas da sacanagem. Meu dia foi repassando no pensamento, aumentando meu tes�o. A compra doa sand�lia, exibi��o safada, meu gar�om pauzudo, os homens na rua, Angelina mamando minha buceta, Diego no motel...rnGozei forte e larguei meu marido de pau na m�o.rn-- N�o vai gozar agora n�o, se segure...rnEle estava envergonhado, mas cheio de tes�o, ainda sem entender direito o que acontecia, como tudo mudou sem ele saber. Coloquei-o de quatro em cima da cama e peguei o consolo na gaveta. Passei KY na bunda inteira, caprichando no rego e no cu. Com as duas m�os ajudei-o a rebolar. De olhos fechados, o viado rebolou como f�mea.rnEncharquei o consolo de lubrificante, liguei e encostei na entradinha do cu. Meu marido empurrou a bunda pra tr�s, o desavergonhado, mas n�o enterrei ainda, queria que ele pedisse. Brinquei de gato e rato com o viadinho, encostando e tirando. Ele, a cada vez que eu encostava, empurrava, doido pra ser enrabado. Caprichei na voz de comando:rn-- Pe�a pra ser enrabado, viadinho...rnNada disse, mas rebolou com mais capricho. Continuei a encostar o consolo e tirar. E ele empurrando. E gemendo. Putinha!rnSegurei a bunda dele para evitar que empurrasse, encostei o consolo no buraco do cu e enfiei metade da cabecinha. Meu marido delirou, tremendo todo, junto com o consolo.rn-- Aaaaaaiiiiiiiiiiii, amor... gostoso... uuuuuuiiiiiiiiiiiiii...rn-- Pe�a pra ser enrabado, viado safado...rnGemeu mais forte, rebolou com vontade, mas ainda ficou calado. Tirei o consolo, ele tentou empurrar a bunda, mas segurei firme e dei uma palmada na bunda dele. Se acalmou e ficou rebolando e gemendo. O pau cada vez mais duro, pulsava como se fosse gozar.rn-- N�o goze, mandei n�o gozar...rnEncostei o consolo de novo, enterrando como antes at� a metade da cabe�a.rn-- Pe�a, seu puto, pe�a...rn-- Ai amor...rn-- Me chame de senhora...rnMeu marido, louco de tes�o, ainda estava preso a seus preconceitos tolos e n�o ousava pedir o que mais queria: que eu enterrase o consolo e o fizesse f�mea. Ficamos muito tempo nesse joguinho, e ele n�o aguentava mais de vontade. Falou alguma coisa, mas t�o baixinho que n�o ouvi.rn-- Fale alto pra eu ouvir... diga, pe�a pra ser enrabado, viado...rnEle grunhiu mais uma vez, desferi uma s�rie de palmadas na bunda, que ficou bem vermelha. O safado se excitou como uma louca e finalmente destampou:rn-- Enterra no meu cu, amor...rnMais uma s�rie de palmadas enquanto ele rebolava.rn-- Me chame de senhora, seu puto...rnEle falou com voz rouca de tes�o, implorando como eu queria:rn-- Minha senhora, enterre no meu cu...rnEnfiei tudo de uma vez, para ele sentir dor. O consolo alojou-se dentro do cu de meu marido, ficando s� as bolas de fora. Ele desatinou.rn-- Ai, ai, est� gostoso, minha senhora...rnRebolando como uma menininha que perde o caba�o, senti que ia gozar. Falei com uma voz dura, seca e autorit�ria:rn-- N�o goze, rameira...rn-- Deixe eu gozar, senhora, n�o aguento mais...rnMais uma s�rie de palmadas. O executivo s�rio e trabalhador, cheio da grana, gostava de dar o cu e de tomar palmadas.rn-- Quem diria, o patr�o gosta de tomar e de apanhar... safado... e comer minha buceta nada, n�o �?rnBati com for�a. Chamei ele de putinha, cadela, vadia, rameira, puta de estrada, todos os nomes. Meu marido come�ou a chorar copiosamente dizendo:rn-- Me desculpe, senhora...rnFiz ele se sentar numa poltrona com o consolo enterrado e ligado no cu, e vim por cima, sentando no seu colo, enterrando a benga na minha xereca. Agora sim. Ele me preencheu toda.rn-- Abra os olhos, me encare...rnA vergonha j� se fora, agora tinha um olhar de tes�o, de menina vadia.rn-- Voc� a partir de agora s� manda da casa pra fora, seu puto. Aqui dentro mando eu... e voc� obedece carinhoso, me chama de senhora, de sua dona... entrou em casa tira as roupas e vem at� a mim aguardar as ordens...rn-- Sim, sim senhora, minha dona... fa�o tudo que quiser... mas deixa eu gozar por favor...rnO tapa na cara doeu, pis as l�grimas escorreram, mas a caceta aumentou na minha buceta. Dei outro, ele gemeu e endureceu a benga. Gozei mais uma vez, agora bem forte. Caralho, como � bom mandar num macho! Aprendi com Diego e com meu marido. Filhos da puta!rnN�o parava de gozar no seu colo. Essa era o que se podia chamar de sentada. Sentei no pau. Sentei na dura. Sentei no mastro...rn-- Agora goza dentro de mim, putinha... mostra pra que serve essa ferramenta...rnMeu marido esporrou na mesma hora. Gemendo com uma vozinha fina de menina, ele me encheu de porra... A caceta pulsava e expelia seu leite, me enchendo todinha.rnQuando ele acabou me levantei e mandei ele se deitar de bru�os na cama. Tirei o consolo. O cu de meu marido ficou aberto, arreganhado pra mim.rnDeitei ao seu lado, apaguei a luz e dei a �ltima ordem:rn-- Amanh� traga meu caf� na cama... venha vestido com uma de minhas calcinhas e rebolando como a menininha que voc� �...rnVirei pro lado e adormeci arquitetando meus planos para a felicidade sexual completa.rnDepois eu conto. Beijos da Cec�lia.

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