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AGORA, ACHEI MEU CAFET�O (2)



Milico disse "agora vc � minha putinha, minha f�mea e minha escrava"... e eu tenho uma bela surpresa para vc como pr�mio por seu comportamento e sua entrega... V� se lavar, ordenou..."



Pra mim o pequeno ap� de Milico agora era meu pal�cio. De lux�ria e prazer. Tomei banho calmamente, enquanto Milico falava pelo interfone - "podem,subir..." - e pressumi ser a surpresa que me prometera. Quando estava me enxugando, ouvi abrir a porta e ele cumprimentar algu�m...me pareceu que era apenas uma pessoa...em seguida, ele me ordenou... "Minha putinha anda logo, nesse banho..." ainda n�o tinha chegado à sala, pois estava ajeitando a toalha em torno do corpo, quando ouvi meu garanh�o falar para os amigos "a vadia se comportou muito bem... e pode ser um verdadeira cadela....no cio ela poder� pegar at� dez cachorr�es por dia..." estava chegando perto de Milico, quando ele colocou uma coleira no meu pesco�o e foi logo ordenando "escrava minha tem que andar de quatro e cumprimentar meus amigos carinhosamente...como qualquer cadela faria, entendeu sua vagabunda?!" fiquei imediatamente de quatro e ele me direcionou de maneira que eu chegasse perto das visitas – eram dois lindos machos, um moreno extramente bonito e um mulato descomunalmente sarado, provavelmente ambos pelo tipo militares e amigos de Milico... estavam sentados e j� com os caralhos expostos aguardando minhas boas vindas...



Senti meu bumbum ficar todo alegre, e intecionalmente mexi o rabo como faz uma cadelinha quando v� seu dono, e imediatamente comecei a lamber o caralho do moreno, que se chamava Abner... quando seu pau come�ou a se assanhar...passei a lamber o caralho de Binho, o mulato, e esperei sua rea��o... enquanto massageava com minha pequena e delicada m�o o tarugo de Abner, que rapidamente endureceu... Logo abocalhei melhor o caralho de Binho, enquanto ele se volumava dentro da minha boca, at� ficar mais da metade para fora de t�o grande e majestoso que era... tamb�m era grosso e dificilmente haveria algu�m que pudesse t�-lo inteirinho na boca... O caralho de Abner, comparando com o de Binho, n�o era dos maiores, mas certamente ningu�m aguentaria com facilidade...



Quando o pau de Abner ficou duro que nem uma tora, vendo que Binho n�o deixaria eu abandonar seu caralho enquanto n�o gozasse, ele tomou a iniciativa de comer meu cuzinho... Milico soltou a correia da coleira e me deixou sob a sanha dos instintos bestiais daqueles dois var�es fudedores... Abner expressou seu desejo de arrombar um cuzinho bareback, sem borracha, sem ky, sem cuspe, para entrar friccionando e rasgando as paredes do meu cuzinho... eram 22cm de tora, grossa e dura�a... ajoelhou-se atr�s de mim, enquanto Binho me sufocava com seu piroc�o enfiado na minha boca, cutucando com for�a minha garganta e pedindo passagem para entrar mais...pressionava minha cabe�a, mas era um caralho muito grande (provavelmente 24cm de pica) e grossa... minha boca tem pouca profundidade, eu mal conseguia abocalhar menos da metade do seu pau...mas Binho pressionava minha cara contra sua pelvis, para tentar enfiar mais... abri bem a boca e dei um jeito com a cabe�a de maneira que a cabe�orra do seu pau pudesse ultrapassar o sininho da garganta... me engasguei mas como estava com a cabe�a presa pela maozona do Binho de nada adiantou... Abner preparou-se para realizar seu intento... me segurou pelos quadris, encostou seu caralho na entradinha do meu cuzinho e carcou com violenta for�a que abri tanto a boca que Binho conseguiu meter mais um pouco do seu caralho nela... A dor foi lancinante... mas eu estava completamente imobilizada... Binho segurou meu maxilar para n�o machuc�-lo...e elogiou a pegada de Abner... "� assim que se fode uma cadela, vagabunda dessas..." Mas, Abner tinha apenas enterrado a cabe�a do seu magn�fico pau...Meu cuzinho do�a de felicidade... Binho fazia hora para gozar junto com Abner, pelo que percebi....esperou que o amigo socasse mais meu bumbum...Abner era muito violento nas estocadas...queria arrombar mesmo meu cu...e estava estimulado por Milico que lhe dissera que eu queria somente macho arrombadores... n�o sou adepto de sadomasoquismo, mas adoro machos decididos que botar mesmo pra fuder, que enfiam para valer, e Abner se mostrava um dos meus.... "Vc quer que arrombe seu cuzinho, sua cadelinha vadia, quer...deixa comigo que esse cu vai ficar arrega�ado para vc pode fuder at� com um cavalo....dizia Abner... Suas sucessivas estocadas me fizeram ter um s�bito desfalecimento...fiquei com o corpo mole e n�o mamava direito o pau de Binho...este irritado come�ou a me dar fortes tapas na cara para eu despertar... 'Anda cadela, mama direito, se n�o eu tiro o pau da sua boca"... Milico tamb�m tinha dado a dica...que se amea�assem me deixar sem pau eu reagiria favoravelmente aos seus instintos sexuais de macho fudedor deles... A amea�a de Binho foi como se tivesse jogado um balde de �gua fria... fiquei esperta e comecei a sugar aquele pau como uma verdadeira puta... suguei com amor e com afeto...sugei com desejo e tes�o... suguei sem parar at� Binho dar sinal de que iria gozar... Montado no meu bumbum, Abner aproveitava que eu estava acesa, ligad�ssima que empinava o bumbum contra seu pau, que ele estocava meu cuzinho com seu enorme caralho com mais intensividade e viol�ncia, que, do jeito que ele socava, o pau dele acabou por se aconchegar quase todinho no meu bumbum... com uma das m�os eu acariciava o pau de Binho, segurando a metade que estava fora da minha boca, e com a outra m�o procurei os cabelos de Abner e puxava ele mais pra dentro de mim... comecei a mexer o bumbum para que Abner pudesse atolar at� o talo...e tratei de fuder o pau de Binho com a boca para que ele pudesse gozar com mais prazer... em alguns minutos os dois inundaram minha boca e meu cu de porra... o leitinho de Binho tinha um sabor de mel... Milico realmente estava premiando sua escrava com uma leitada gostosa... e Abner segurou firme meu quadril e antes da �ltima golfada deu dois trancos no meu cuzinho que vi estrelas de revirar os olhos e morrer de prazer... Binho tirou seu caralho da minha boca lentamente e passou pelo meu rosto com carinho, mas eu cuidei de deixar seu caralho bem limpinho... e Abner desmontou do meu bumbum e vez eu sentir um vazio de desejo...as paredes do meu reto procuravam por aquele pau que ia saindo lentamente... senti um filete escorrer pela minha coxa...Abner comentou "a cadelinha ainda tinha umas preguinhas..." seu caralho estava vermelho e ele esperou eu acabar de limpar o pau de Binho para que eu fizesse o mesmo com o seu... senti o doce do sangue do meu cuzinho e o leite do pau de Abner, um verdadeiro coquetel de sexo e del�cia... Binho relaxou o corpo no sof� e Abner tamb�m se sentou... Milico que bebia uma cerveja, pegou a correia da coleira e me puxou para seu lado e falou... "T� se saindo muito bem...parece que meus amigos est�o gostando de vc..., mas este � s� o come�o... Eles ainda n�o est�o satisfeitos... al�m deles, tenhos muitos amigos que gostam de fuder um cuzinho at� o pau ficar esfolado... apertou meu rosto com as pernas e disse ... "e o papai tamb�m n�o est� satisfeito... quanto mais vc fode com eles mais aumenta meu tes�o..." cada vez eu tinha mais certeza de que aquele era o meu pal�cio de prazer e lux�ria... tudo que pedi para meu bumbum insaci�vel e minha boca gulosa...Milico era o cafet�o que qualquer putinha, cadela e escrava sonha...e eu n�o estava mais sonhando.... (continua)

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