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LAURA, UMA VIDA DE SONHOS - X

12071997 – S�bado

L�cio: 38 Marisa: 35 Laura: 15,01 Suzana: 34 C�ntia: 14,03





Edite tinha viajado com Marisa para Alc�ntara, Roberto n�o pode ir e nem L�cio.

– Se der vou amanh�... – L�cio estava doido para ir com elas – Tem cuidado, maluquinha... – abra�ou a filha morrendo de vontade em deixar tudo e embarcar no catamar� do irm�o de Roberto.

Marisa conversava com Andr�ia, que tamb�m n�o conseguira se livrar da prova do ICBEU.

– Teu tio vai amanh�, se quiseres ir com ele � s� telefonar.

– Vou ver se vai dar, tia - deixou a tia e foi papear com Laura.

Edite tentava falar com o marido pelo celular, novamente ele tinha esquecido delas e na certa estava enfurnado na sala esfuma�ada com algum cliente, Marisa se aproximou.

– Conseguiu? – passou o bra�o pela cintura da amiga.

– Esse merda n�o liga a m�nima pra gente... – bufou de raiva – Assim n�o vai dar pra continuar!

Pegou a sacola com roupas e pulou para o tombadilho da embarca��o, Marisa tamb�m entrou no barco.

– Porra Andr�ia!... – Laura tinha tra�ado planos para se divertirem na cidade hist�rica – � sacanagem tua!

N�o era. Bem que tentara convencer o professor a fazer a prova na �ltima aula.

– N�o � n�o, amiga! – se aconchegou ao tio buscando aux�lio – T� danada com o mister...

Laura tamb�m n�o estava muito convencida do esfor�o de L�cio para se desfazer dos afazeres do servi�o.

– Amanh� cedinho chego l�, molequinha... – emaranhou os cabelos sedosos da filha – Inventa alguma coisa para hoje... Levo tua amiga comigo – puxou Andr�ia para si – N� mesmo Andr�ia?

Ficaram jogando conversa fora at� que mestre Andr� lembrou da mar�. Embarcaram e L�cio ficou abra�ado com Andr�ia at� o barco virar s� um pontinho branco na imensid�o do mar.

– Vamos l� Andr�ia, te deixo em casa...

* * * * * *

Depois que saiu do trabalho Roberto deu uma esticada at� a Litor�nea pra tomar umas geladas antes de ir para casa, nem se lembrou que Edite devia estar chateada com ele.

Chegou em casa quase meia noite um tanto encharcado de cerveja e caipirinha. Tirou a camisa e jogou o palito no encosto da cadeira de vime na salinha de estar, a copa escura e a casa silenciosa sempre dava ares de mist�rio, ainda mais com os jarros de samambaia espalhados por todo canto e as estatuetas que a mulher esculpia com galhos retorcidos trazidos da praia. Foi at� a cozinha tomar �gua antes de transpor o longo corredor que ligava a �rea dos quartos com a de servi�o, entrou no banheiro e tomou um banho frio que lhe despertou, enxugou o corpo com a toalha que Edite sempre deixava na cama para que ele n�o bagun�asse as gavetas do guarda-roupa.

Se jogou na cama e ligou a televis�o a cabo buscando um filme leve pra passar o tempo, terminou optando pela Rede Mulher onde passava um programa de entrevistas e ficou assistindo entretido at� o final do bloco, quando come�aram os comerciais levantou e foi ver se Andr�ia tinha fechado a janela, l� fora o vento forte amea�ava chuva.

Abriu a porta e parou estarrecido vendo Andr�ia dormindo nua, a respira��o acelerou e se viu admirando a filha que n�o era mais aquela criancinha brincalhona, era mulher de corpo feito.

– Estou ficando velho – pensou se encostando na parede fria – Ela � muito gostosa...

Caminhou at� a cama e sentou na beirada do colch�o, Andr�ia se mexeu e virou de bru�os e ele viu a pontinha da boceta reluzente espremida entre as pernas bem torneadas como se fossem l�bios reconchudos fechando uma boca de prazeres sem fim. A respira��o cadenciada da garota, aliado ao arfar dolorido que sacudia seu peito criaram um que de desejos e Roberto levou a m�o para a bundinha lisa e sentiu a pele aveludada.

– Loucura... Loucura... – reverberou no pensamento fazendo badalar o sino dos limite, mas a vis�o daquele corpinho estirado na cama era maior que os receios da mente – Sai da� cara... Sai da�...

Retirou a m�o e levantou, o cacete endurecido dava pulos e ele se abaixou at� quase tocar o rosto na bunda e sentiu o aroma da boceta virgem exalando cheiro de mulher. Ficou alguns instantes sorvendo aquele perfume que lhe invadia as narinas, ela se mexeu de novo e entreabriu as pernas e ele viu as beiradas se separarem mostrando uma pequena l�ngua sair do quase centro e n�o se conteve, mesmo com o alarme badalando na cabe�a. Era muito para ele, era o extremo nunca antes imaginado.

A mente divagou e ele reviu, como um filme, todos os treze anos, oito meses e dezesseis dias que separava o dia em que o m�dico anunciara o nascimento da filha. As imagens, retidas no c�rebro, voaram e recordou cada instante de conviv�ncia, cada momento importante em suas vidas. Mas nada disso impediu que continuasse aproximando o rosto at� tocar, com a ponta da l�ngua, a extremidade daquele ponto e sentir o sabor agridoce tomando conta do h�lito e parou deixando a l�ngua inerte tangendo a boceta rosada. O corpo da filha estremeceu e ele ficou apavorado.

– Ela vai acordar... Ela vai acordar... – o pensamento repetia como um mantra un�ssono.

Mas ela n�o acordou, apenas abriu um pouco mais as pernas libertando mais aroma divinal e ele apoiou as m�os no colch�o macio e continuou explorando a boceta que, aos poucos, ganhou vida em forma de um l�quido gosmento que ele degustou como se fora a mais divina bebida j� provada.

Andr�ia sonhava estar em um para�so, sonhava estar sentindo o toque de deuses que emanava paz e, no sono sonhado, sentiu o corpo florescer e explodir em cores e gemeu baixinho um sentir nunca antes sentido.

Roberto parou novamente quando ouviu o leve som gemido e voltou a se apavorar, o cora��o disparou e a respira��o, entrecortada por solu�os, pareceu congelar.

– Ela acordou... – teve quase certeza quando o corpo macio se abalou espasmodicamente.

Mas n�o acordou, apenas gozara no sono sonhado, um sonho j� vivido carregando um sentir nunca sentido.

– Ui... – ele ouviu o lamento �xt�sico.

Ficou parado, com a l�ngua enfiada entre os l�bios virginais e esperou que ela desse o alarme, a alarme que n�o veio. A saliva descia e se misturava com a gosma transl�cida que escorria da xoxota, ele esperou o inesperado at� quase cansar.

Andr�ia sonhava sentir algo balan�ar na porta da boceta e esse algo lhe enchia de prazer e ela abriu as pernas dantescamente, sonhando n�o perder aquele algo e se ofereceu por inteira escancarando o sexo.

Roberto sentiu o aliviar da press�o e retornou às lambidas com mais �nfase, com mais ardor e deu estocadas certeiras que exploraram as dobras internas de onde pescou pequenas por��es de uma massa liquidifeita.

– Ui!

Dessa vez ele n�o parou ao ouvir a lam�ria exalada como um sopro de vida esva�da. O rosto espremido na bunda aveludada e o nariz ro�ando na pele fez Andr�ia despertar, e tremeu ao descobrir que aquela sensa��o de prazer n�o era de sonho e sim da l�ngua, morna e rija, que lhe invadira a boceta. E, como se tivesse sido tocada por um raio despeda�ante, fechou as pernas e virou de frente, e levantou a cabe�a, e viu o pai olhando fixo para ela.

– Pai? – n�o acreditou na vis�o – Pai?!

Roberto, cheio de tes�o, n�o esperou que ela voltasse a cham�-lo e se deitou sobre ela e espremeu os l�bios, melado pelo l�quido que inundara a boceta, e for�ou a l�ngua abrindo os l�bios.

Andr�ia n�o sabia como agir, n�o sabia se expulsava seu algoz ou se aceitava continuar sentindo o prazer que lhe envolvera no sono e, quase que por imposi��o for�ada, deixou a l�ngua invadir sua boca e ficou, tr�mula, parada, arfando.

A mente dele estava carregada de tes�o que sobrepunha a todos alertas do ato irracional que cometera. Sentiu o sabor do h�lito da filha e a l�ngua passeou a boca experimentando toda a extens�o morna. Andr�ia fechou os olhos, ainda temerosa, sentindo o sabor carregado de �lcool e, aos poucos, fez viva sua pr�pria l�ngua que tateou a do pai e gostou de sentir-se ultrajada.

– Paizinho!... – murmurou quando conseguiu desgrudar a boca da dele.

Roberto sentiu medo de haver desejado a filha como mulher e pensou que desfaleceria.

Mas Andr�ia, ainda sonolenta, abra�ou seu corpo e puxou para si e buscou a boca que lhe beijara, e meteu a l�ngua, e beijou com avidez sem importar-se com os mesmos alertas a lhe badalar.

– Filha...

– Pai...

O cacete, duro como ferro, espremia a perna fechada de Andr�ia.

– Pai...

E abriu as pernas fazendo Roberto encaixar-se a ela.

– Pai...

Voltou a levantar a cabe�a e colar as bocas em outro beijo carregado de desejos.

Roberto levantou a cintura e, com a m�o tr�mula, segurou o cacete e posicionou na porta da boceta melada. Andr�ia retesou o corpo sentindo que seria invadida e escancarou as pernas para que ele pudesse concluir o que iniciara.

– Pai!... – gemeu baixinho puxando o corpo para si – Paizinho...

Ele posicionou e for�ou a p�lvis e sentiu que os grandes l�bios abarcavam a glande.

– Pai!... – gemeu sentindo o ro�ar entre as partes.

Ele voltou a for�ar em uma estocada firme que invadiu a xoxota.

– Ai... Paizinho... Ai... – gemeu sentindo uma dor fina alastrando pelo corpo partindo da boceta invadida.

Ele elevou a cintura aliviando a press�o e Andr�ia suspirou solu�ando.

N�o estava fodendo a filha, estava descaba�ando uma mulher sedenta de prazer, transpirante de desejos. Esperou alguns poucos segundos antes de voltar a descer e estocar a estreita gruta.

– Ai!...

Ele estremeceu sentindo os ouvidos zunirem pelo grito de dor que ela deixou escapulir quando, finalmente, o cacete rasgou o lacre que lhe fez passar da condi��o de menina-mo�a para mulher-menina.

– Ai!... – voltou a gritar com menor intensidade – T� ardendo... Ai!... Ui, paizinho... Ui! – gemeu e empurrou o corpo com as m�os espalmadas no t�rax cabeludo – Tira... Ai... Tira...

Mas ele n�o tirou, n�o saiu. Ficou parado, for�ando o corpo em dire��o a ela e esperou que ela parasse de gemer.

– Pai... Paizinho... – as unhas cravadas na costa dele estavam rubras pelo sangue minado do sulco lacerado – Paizinho...

Ele continuou inerte, parado esperando que ela acostumasse com o cacete enterrado na boceta lisa, sem pelo, e estufada por agasalhar o membro grosso do pai.

– Pai... Pai... – repetia-se com olhos cerrados de onde escapavam pequenos flertes de l�grimas mornas – Paizinho...

Ele ficou parado at� que ele tomou iniciativas em fazer movimentos ondulat�rios querendo sentir o cacete fincado em seu corpo, mas o estreito canal n�o lhe permitiu sentir outra coisa sen�o a esp�cie de rolha empalada na boceta.

– Fode... Me fode pai... Fode... – pediu baixinho, quase sussurrando e levantou as pernas.

Roberto retomou os movimentos, lentos e cuidadosos, entrando e saindo fazendo o ro�ar espargir sensa��es desconhecidas que se alastraram pelo corpo de Andr�ia. Ela ainda sentia um ardor na xoxota, mas o tes�o e a vontade em continuar sentindo aquele gozo fino era maior.

– Isso... Fode... Fode... – gemeu – Pai... Pai... Ui!... Ui!...

Ele continuou metendo e tirando, tirando e metendo que fazia, do ro�ar sem fim nas paredes da vagina, crescer o gozo. Ela come�ou a rebolar, a esfregar a testa da boceta na p�lvis �mida do pai e gemia baixinho, quase que sem controle, at� que um frio curto e lacerante cresceu na nuca e correu pela espinha dorsal at� explodir no fundo da xoxota.

– Ai!... Ui!... Ui!... – gemia baixinho sentindo o gozo explodir o corpo e ouvir badalares retumbantes e explos�es de cores sem fim povoando o c�rebro – Ai, meu Deus... Ui!... Ai!!!!

Andr�ia gozou um gozo massivo que n�o sabia ser poss�vel sentir, as pernas balan�aram no ar em um bailar desconexado e a respira��o avolumada encheu o espa�o.

– Papai... Papai... Ai!... Meu Deus!...

As unhas voltaram a cravar a costa fazendo minar sangue, e puxou o corpo para si querendo soldar-se a ele para compartilhar toda a sensa��o que a foda e o gozo lhe infringia.

Roberto continuou fodendo, estocando mais e mais forte at� que, sentindo que gozaria, puxou o corpo para cima no exato momento que come�ou a jorrar jatos enlouquecidos da porra opaca espargida em dire��o ao corpo estruchante de Andr�ia.

Deixou-se cair, arfando, ao lado da filha que n�o entendera o porque daquela fuga no momento exato do gozo.

Ficaram deitados lado a lado com respira��o pesada entrecortada por solu�os at� que os sentidos se acalmaram.

– Paizinho... – Andr�ia pousou a cabe�a no t�rax de Roberto – Paizinho... – estava saciada, maravilhada pelo gozo intenso.

Mas Roberto sentia medo, pavor, pelo que fizera e se maldizia por ser fraco e ter desejado mulher a garota de sua vida.

– Pai... – brincou com os p�los descoloridos no t�rax dele – Foi divino... Foi divino...

Para ele tamb�m fora divino, mas a culpa cruel lhe badalava a mente e n�o tinha coragem de encarar ou responder. Ficou deitado, de lhos fechados, sentindo a pele eri�ar com os carinhos mansos da filha sem entender como se deixara chegar t�o longe.

Andr�ia sentou, cruzou as pernas e passou a m�o na boceta ardida.

– Tem sangue... – olhou o l�quido gosmento manchado de vermelho – Ainda t� ardendo...

Voltou-se para ele e mostrou a m�o suja, ele abriu os olhos e viu a felicidade estampada no rosto da garota.

– Filha!... – conseguiu balbuciar baixinho – Filhinha...

Tamb�m sentou e abra�ou por traz o corpo morno da garota, as m�os se encheram com os seios intumescidos e Andr�ia sentiu um arrepio gostoso e suspirou baixinho.

Beijou a cabe�a perfumada e levantou sem ter coragem de falar, e andou cambaleante para o quarto.

Andr�ia nada disse, apenas ficou olhando ele sair cabisbaixo. Esperou o que lhe pareceu uma eternidade, levantou e entrou no banheiro. Sentou no bid� e ligou o jato d’�gua que explodiu na vagina aberta, sentiu o frio e o ardor da lacera��o. Pulou e levantou assustada, o jato de �gua jorrou e molhou o piso do banheiro. Fechou as pernas e colocou a m�o cobrindo a boceta, do�a um pouco. Fechou a torneira e entrou no box do banheiro, tomou banho com �gua morna que amainou os sentimentos contradit�rios.

Secou o corpo e voltou para o quarto, parou olhando a cama desarrumada e a mancha gosmenta, tingida de vermelho, manchando a colcha azul celeste. Custava a crer que tinha sido fodida, que perdera a virgindade de uma maneira n�o imaginada, mas que lhe dera a oportunidade de sentir o gozo do cacete rompendo a boceta. Olhou para a porta, andou at� a cama, tirou a colcha maculada que enrolou e jogou no canto do quarto, deitou e adormeceu quase que de imediato.

* * * * * ** * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Acordou no dia seguinte sentindo uma felicidade estranha como se fosse mais mulher que sempre, n�o se sentia crian�a, era mulher.

Na mente um sonho balan�ava e dava cores ao dia ensolarado. Abriu os olhos, espregui�ou e viu a colcha jogada no canto do quarto. Sentou, abriu as pernas e se espantou com a cor vermelha viva, passou a m�o e n�o percebeu nada de anormal, continuava sendo a mesma xoxota lisa e com poucos p�los perif�ricos, criou coragem e meteu o dedo indicador at� sentir um ardor fino que se alastrou e o rosto bonito se contraiu em uma careta pela dor sentida. Tirou o dedo e afastou os grandes l�bios tentando ver onde estava ferida, nada viu al�m da cor rubra e teve certeza que n�o tinha sido sonho, que ele a visitara durante a noite e que a fizera mulher.

Levantou e entrou no banheiro, fez xixi e novamente sentiu arder, cortou a urina respirando agoniada e voltou a liberar, um pouquinho de cada vez, at� esvaziar a bexiga. Escovou os dentes, lavou o rosto e vestiu a bermuda de algod�o que tirou da gaveta sob a pia, no quarto pescou uma camiseta cavada na pilha de roupas que Maria havia deixado no dia anterior, mirou-se no espelho do guarda-roupa e saiu do quarto.

– Pai! – chamou imaginando que ele ainda tomava caf� na copa.

– Saiu foi cedo, Andr�ia – Maria cortava verduras na pia da cozinha – Quase n�o tomou caf�!

Puxou a cadeira e tomou caf� em sil�ncio sem entender porque ele sa�ra sem falar com ela, como fazia toda manh�.

– C� n�o vai pro ingl�s? – Maria colocou o copo com suco de carambola defronte de Andr�ia – � quase nove horas, menina!

Olhou pro rel�gio da parede, estava atrasada. Bebeu o suco e voltou correndo para o quarto, vestiu um vestido azul marinho, pegou a bolsa com os livros e saiu apressada...



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