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MEU CUNHADO 2

Conforme contei anteriormente meu cunhado veio passar um feriado em minha casa juntamente com minha namorada, so que na hora de dormir, ele ficava na minha cama e ela numa cama num outro quarto e logo na primeira noite, de uma serie de quatro, ele havia tirado o maior sarro no meu rabo e , eu deixei ele se manifestar, dando corda pro garotinho. Acordei no dia seguinte, tomei um banho, pois meu rabo tava todo melecado de porra e esperei o pessoal acordar. Fiquei conversando com meus pais e logo chegou minha garota, tomamos cafe e algum tempo depois chegou meu cunhado todo sorridente, nos cumprimentando. Haviamos combinado praia, e depois dar uma esticada de carro e foi o que fizemos. Eu, minha garota e a vela do meu cunhado. ele agora tava todo sorridente pro meu lado, todo simpatico, ele que era todo fechad�o e timido. Voltamos pra casa, e sentamos na varanda jogando conversa fora e bebendo. Ofereci uma cerveja pro meu cunhado e apesar da reprova��o de minha garota, por ele so ter 19 anos, ela acabou deixando. Aos poucos o moleque ia se soltando . Ja contava passagem com namoradinhas e outras transas da idade. Cheguei no ouvido dele e ofereci uma cerveja e pedi a ele pra dar um tempo pra mim poder namorar um pouco. O moleque todo sorridente se mandou e eu e a irm� dele ficamos a vontade. Ja era quase meia noite, quando resolvemos ir dormir. Por causa do esfrega esfrega sem gozar, eu tava cheio de tes�o. Cheguei no meu quarto e o moleque tava dormindo,. ele tava so de sunguinha. Acho que devia ta meio bebado, pois nunca tinha bebido. Fiquei olhando aquele corpinho. Suas coxas quase sem pelos., sua bundinha empinada, seu rosto bem infantil. Em outras ocasi�es eu simplesmente ia pro banheiro tocar uma punheta e dormir, porem como o moleque tinha tomado a iniciativa na noite anterior, nada me proibia de fazer o mesmo. Meu pau, duro, concordava com minha teoria. Comecei a alisar a bunda do moleque, por cima da sunga, parando mais quando chegava no rego. Ele tava deitado de lado, com a bunda virada pro meu lado. Comecei a puxar sua sunga. Aos poucos, o branco de sua bunda come�ou a aparecer. Era muito branca. Acho que nunca pegou sol. Vi que o moleque tava a minha disposi��o, pois nem sinal de rea��o, e ele n�o parecia fingir que dormia, mas dormia de verdade.Logo sua sunga tava ate o joelho. Nem me preocupei com camisinha pois tinha certeza que o moleque era virgem de tudo. Cuspi na m�o e melei seu buraquinho. Fiquei com o dedo medio rodeando seu cuzinho ate que comecei a meter o dedo. Eu fazia as coisas olhando o rosto do moleque. Nenhuma rea��o. Colequei meu pau e tentei enfiar, mas n�o conseguia. O moleque alem de muito apertado tava numa posi��o ruim pra mim. Resolvi arriscar e com muito cuidado fui puxando o corpo dele para que ficasse de bunda pra cima, mas antes coloquei um travesseiro por baixo dele pra que ficasse com a bunda levantada e arrebitada. Consegui. E o moleque continuava dormindo. Arreganhei seu rabo e fiquei admirando seu cuzinho rosa e fechadinho. Cuspi bastante em seu rabo e no meu pau. Deitei em cima dele, com o cacete na entrada do seu buraquinho. Comecei a for�ar. Acho que o moleque come�ou a sentir dor, pois come�ou a gemer. Aquilo me dava mais tes�o. Senti a cabe�a do meu pau entrar e o moleque acordar. Ele tentava sair de baixo de mim, mas como sou mais pesado e maior era quase impossivel.Agora eu escutava suas reclama��es:- Para porra, para. Ta me machucando. Ai, ai, ai, para merda. Puta que pariu ta doendo pra caralho. meu pau tava todo dentro do moleque e ele chorava, acho que de raiva e tb de dor. Logo gosei. Tava t�o seco e tinha tido tanto trabalho pra entrar dentro daquele buraco que pouco aproveitei. Acho que derramei um litro de esperma dentro do rabo dele. Meu pau amoleceu e saiu. O moleque chorava. Sem saber o que fazer eu alisava seu cabelo e tentava puxar conversa. Aos poucos ele foi se acalmando e eu falei do dia anterior quando ele tentou me comer. Ele assustado, pensava que eu dormia e eu disse que n�o. E que se ele quizesse poderia fazer de novo que eu deixava. o moleque deu um sorriso, e eu vi que ia ficar tudo bem. Peguntei se o rabo dele doia, e ele disse que um pouco, mas que ia tb fazer um estrago no meu. Fui tomar um banho, e quando voltei o moleque se levantou e disse que tb ia tomar um banho. Deitei so de cueca. Ja sabia que de madrugada meu cuzinho ia sofrer.

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