Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

NA PISCINA DO CLUBE DE NATA��O

Eu era adolescente e tinha mudado recentemente para Bel�m do Par�, vindo do Rio de Janeiro. Meu pai � militar e mor�vamos na �poca, em uma �rea onde muitas fam�lias de militares residiam.

Eu ainda estava me adaptando, j� tinha ficado com algumas garotas que moravam no bairro (eu tinha a vantagem de ser carioca, elas adoravam meu sotaque, o jeito que eu me vestia etc.), mas com os caras, eu n�o me entrosava direito, eles me olhavam com certa hostilidade e eu ficava na minha. Com o tempo consegui fazer amizade na nata��o do clube que frequent�vamos. Eu ficava meio sem jeito com ele, achava ele bonito pra caralho, bem mais que eu. Ele era magro, um pouco mais alto, branquinho, com o t�rax desenvolvido, costas largas, p�los fininhos no peito, abd�men e nas coxas grossas, cabelo liso castanho, abaixo um pouco das orelhas, da mesma cor de seus olhos. Tinha sorriso f�cil, era meio moleque, gostava de tirar onda com o pessoal, mas tratava todo mundo na boa e dava uma aten��o do caralho para mim. Eu n�o sabia por qu�. Eu era mais magro, queimado de sol, usava o cabelo comprido nos ombros, meio parafinado, embora nunca tivesse pisado numa prancha de surf. Assim como ele, tenho os olhos castanhos, mas, bem mais claros. Eu era mais reservado e e ia ficando mais espont�neo a medida que me entrosava e gostava da pessoa.

Um dia, depois do treino, os outros caras foram embora e n�s continuamos na piscina, ele tava me dando dicas sobre a pernada do nado borboleta. Era final de tarde, come�ou a chover e n�s ficamos dentro da piscina na escada, conversando. Ventava muito, trovejava e se a gente sa�sse naquele momento ia sentir muito frio. Ele estava bem perto de mim, falando sacanagem, a gente ria muito e ele esbarrava em mim toda hora. Em determinado momento ele se encostou à minha perna e continuou falando com a maior naturalidade para quem tava de pau duro, com a metade do pau pulando pra fora da sunga pequena. Eu n�o sabia o que fazer, mas tamb�m fiquei excitado e ele, percebendo que eu n�o reclamei, continuou l� e de vez em quando dava uma ro�ada, como quem diz, “sente essa parada....” Aquelas alturas, s� ele falava, embora, tivesse momentos em que tamb�m ficava sem o que dizer, mas logo arranjava outro assunto, acho que para eu n�o ficar sem gra�a e sair fora.

J� tinha escurecido e o clube estava vazio com aquele tor�. De repente, eu senti sua m�o de leve passar nas minhas costas, no come�inho da minha bunda, assim, “quase sem querer”, como se acompanhasse o movimento da �gua. Aquilo tava me deixando zonzo e a ele tamb�m, que j� n�o conseguia disfar�ar conversando. Eu, na doida, resolvi mergulhar e l� no fundo da piscina, baixei minha sunga at� os joelhos, voltando à superf�cie. Ele tinha se afastado um pouco e perguntou com cara meio emburrada: — Luciano, t� a fim de sair fora, cara? Eu respondi: — N�o, t� frio l� fora e aqui t� legal..., se vc quiser ir, vai, cara....!

Ele voltou para escada, me olhou s�rio e me disse que tamb�m n�o tava a fim de ir ainda, ro�ou de novo em mim e falou baixinho: — Ningu�m vai saber de nada, te dou minha palavra...., deixa cara....

A ilumina��o pr�xima a piscina foi ligada, mas a escada ficava meio sombreada e ningu�m podia ver a gente. Eu n�o respondi, nem conseguia olhar pra ele. Ele deu outra esfregada na minha perna e a� passou a m�o na minha bundinha bem de leve. O pau dele deu um tranco, quando sentiu que eu estava com a bunda de fora e imediatamente ele colocou a minha m�o no seu pau.

Eu peguei num pau pela primeira vez na minha vida. Era muito grande, a cabe�a era macia, menor um pouco que o talo, que engrossava na base. Alfredo alisava as minhas n�degas l� por baixo e quando ele passou o dedo bem de leve, meu anelzinho se contraiu, meio que prendendo o dedo dele. Ele puxou o ar entre os dentes e sussurrou:— Me d� tua bundinha, cara? Eu respondi: — P�rra Alfredo, eu nunca fiz isso, t� com um medo do caralho..., teu pau � muito grande, cara.... Ele retrucava: — Eu sei, eu sei, mas ningu�m vai saber e eu n�o vou meter tudo..., eu coloco bem devagarzinho, at� onde vc aguentar...., deixa eu colocar s� a cabecinha ent�o...? N�o � papo furado..., n�o vou te machucar, eu t� com maior tes�o e vc tamb�m a fim....., deixa eu meter um pouco em vc...?

Eu n�o conseguia soltar aquele cacet�o e o Alfredo j� estava com o dedo dentro de mim, tentando fazer com que eu ficasse de costas para ele. Eu disse ent�o a ele queria ver. Se erguendo um pouco na �gua para me mostrar, ele dizia: — Quer ver o meu pau? T� aqui, olha..., pode olhar...

Fiquei hipnotizado por aquele pauz�o "bonito pra cacete" e ele sentiu o que eu estava com vontade de fazer e falou: — D� uma chupada, vai Luciano....

Eu coloquei a cabe�a vermelha na boca e fui chupando e engolindo aos poucos, at� onde deu. Estava duro como uma pedra. Alfredo gemia baixinho e murmurava: — Isso..., chupa vai, chupa, t� gostoso, cara..... , chupa, chupa o meu pau, que t� gostoso.

Passei a m�o na bundinha do Alfredo, um pouco com medo da sua rea��o e para minha surpresa ele pegou no meu pau e pediu mais uma vez:— Deixa eu meter s� a cabe�a na tua bundinha vai, bem devagarzinho, eu bato uma punheta pra vc e a� vc n�o vai sentir muita dor....,. Ele tirou a minha sunga e a dele, se apoiou passando os bra�os por tr�s das hastes da escada, fazendo seu corpo flutuar at� aquele cacet�o ficar todo pra fora da �gua, me mostrando sua ere��o: — Olha como vc deixou ele..., quer?, quer ele dentro de vc ? Eu fui me aproximando e quando eu estava virando de costas ele disse: — Fica de frente pra mim, que � melhor.... Eu me segurei na escada, abrindo as pernas, apoiei meus p�s nos degraus e fui me encaixando em cima e de frente para ele, que se movimentava ro�ando aquele cacet�o todo na minha bunda.. Eu gemia baixinho e ele perguntava: — T� gostando cara...? Gostou do meu pic�o? Eu respondi: — Meu, vc t� fazendo eu ficar doidinho pra dar a bunda. Ele, na hora, encaixou a cabe�a e disse:— Ent�o senta vai, vai sentando devagar na cabe�a do meu pau... Quando come�ou a entrar estava doendo, mas com a excita��o dava para aguentar, ele for�ou um pouco e aquele cabe��o escorregou para dentro da minha bundinha virgem.

A� eu senti: — Ai cara, t� doendo , tira, tira....!

Ele tirou, deixando s� encaixado e falou me olhando com carinho: — Fica calmo, que j� vai passar. Soltando um dos bra�os da escada ele pegou no meu pau, apertando de leve, falando no meu ouvido: — Vem de novo vem, devagarzinho...., fica tranquilo que eu n�o vou meter com for�a nesse cuzinho apertado....

Com o bra�o solto, ele me puxava em dire��o ao peito dele. Me abra�ando, ro�ava seu rosto em meu pesco�o. Aguentei aquele piroc�o grosso, de uns 19 cm, at� a metade, fiquei mexendo e ele empurrando de leve, falava: — Essa bundinha arrebitada � minha, vou encher de gala esse cuzinho..., T� gostando t� ? Ent�o, deixa eu meter mais um pouquinho...

At� que eu, n�o aguentando mais, falei baixinho:— T� pra gozar, cara, t� pra gozar... Ele pediu: -- Espera, espera um pouco.... Mas n�o deu mais, meu anelzinho, come�ou a morder o pauz�o dele de novo, naquela agonia ele me puxou pelo quadril, enfiando tudinho na minha bunda e batendo uma punheta pra mim, me olhava e dizia: — Goza, goza gostoso na minha pica que eu deixo...,vou gozar gostoso dentro dessa bundinha..., Quer gala, quer? Ele ent�o se soltou da escada, me apertou junto ao seu corpo e me puxou para baixo. N�s gozamos debaixo d’�gua.

Quando voltamos a superf�cie est�vamos sem f�lego e tossindo, olhamos pra cara um do outro e come�amos a rir.

A chuva tinha passado, fomos pra casa calados e no caminho atravess�vamos uma grande pra�a meio escura e com muitas �rvores. Est�vamos tremendo com frio e o Alfredo colocou o bra�o por sobre meu ombro, me puxou de encontro a ele e sorriu para mim.

Depois disso, continuamos a amizade, mas fic�vamos sem gra�a um com outro quando est�vamos sozinhos.

Alguns meses sepois o pai dele foi transferido para S�o Paulo. Antes de ir para o Aeroporto ele foi em casa se despedir, me abra�ou e ro�ou de novo o seu rosto no meu pesco�o.

Nunca mais o vi, mas essa lembran�a est� muito viva em minha mente, mesmo ap�s quase 30 anos.

[email protected]



VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



noite maravilhosa com a cunhada casada contos  conto erotica no carro idosa  arrombando a novinha inocente conto erotico  contos erotico a calcinha da vo  conto erótico acordei com alguém me comendo fodendo bucetinha molhada  contos eroticos sequestro  sexo com as amigas e as filhas contos  vi minha cunhada dormindo vi minha cunhada dormindo comecei a comer ela acorda assustada  taradonoite  Contos eroticos novinha fodida nu estabulo pelo negro e pelo cavalo  conto corno namorada bebada  Comigo por um cachorro gay contos  tive de dormir com o velho na cama de casal contos  Conto porno de incesto de padre  sardentinhas ninfetas  foto de conto eroticos da minha sobrinha pimentinha  contos incesto o vizinho me deixAVA SEM CALCINHA  carla dando a buceta ora o seu filho de 18  /  contos eroticos trote da faculdade comi o c� da caloura  tiradp o cabaso da novimha  Contos eroticos danadinha colo do velho  relato erotifo meu filho gosa muto nas minhas calcinhas  conto erótico era novinha quando dei pela primeira vez o rabinho doeu demais até chorei  Fui pego de mini saia contos gays  Contos eroticos esposa novinha com marido e amigo pintudo  bucetinha esposa ccb  comi minha tia em minha cama fingindo que tava dormindo contos  Contos eroticos de podolatria com fotos chupando pes de mulheres da rua dormindo  O amigo dele me comeu contos  contosexibicionismo com papai  m primoporno gay contos o  "estuprarem" contos eroticos  minha namorada me trai contos eróticos  contos crossdress  conto erotico minha sogra de biquiní fio dental  contos eroticos peitos sadomasoquismo  foto da minha sobrinha pimentinha conto eroticos  porno fred e vilma do friston  /conto_1523_ah-se-todos-os-compadres-fossem-assim.....html  Sou casada mas bebi porro de outra cara contos  Contos de estupro sem camisinha  casa dos contos karatê gay  minha filha e meu genro vieram me visitar buceta  Viadinho Dei Pro Pastor Contos Eroticos  contos eroticos velho na praia de nudismo  contos eroticos assistiu escondido  conto fiz sexo oral em padre  corno chama africano super dotado pra arrombar a esposa contos  contoerotico senhora mae sou bem discarada  morena elisangela dando o cuzinho gostoso de cabo frio  conto erótico sexo na balada exibindo  contos eroticoslingua no cu  O'Amante Daminha Mulher  contos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casa  conto erotico julio piroca grossa  Piru grande p titia contos  minha tia travesti contos  Contos heroticos gays e heteros Brutos  zoofiliacoroas boas  Contos eroticos sequestro  xxvideo onibus  anus enrabado  Conto erotico sou madura e vadia  conto erotico enrabado  v¨ªdeo porno lambendo o saco do cara?  contos eroticos de incesto: viajando com a mamae popozuda  conto erotico dopei minha filinha  virei puto do vovo conto gay  relatos eróticos tio comeu minha namorada  /conto_29552_sogra-virou-amante.html  Me chupou contos  novinha pede pra chupar o drogado contos  contos de pervertidos  CONTOS EROTICOS_COMI A SOGRA BOCETUDA  me amarro nos peitos dela  adolecente perdendo a virgindade em aposta conto erotico gay  f****** a minha cunhada gostosa enrolada na toalha  contoeroticossexo  vivo porno coloko amamae pra chupa no contos eroticos  dupla penetracao sexocontos  Contos entiadas apanhando para submeter ao sexo  conto erotico tia puta  contos eroticos micro bikini da esposa durante passeio de lancha com amigos  contos eroticos vizinha cachorro  Contos eroticos:trai meu marido quando viajei de ferias com meu cunhado.  safadinha du papai da ate o cuzinho pra agradar o papai  contos eróticos caminhoneiro seduziu  incesto com casal bi da familia contos  fobtos trasado com as duastias gostos  cunhada timidacontos  contos de incesto minha sobrinha veio passar dois dias comigo  meu avo gozou no meu cuzinho contos