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TIA EVELYN - ESCULTURA FEITA COM PRECISAO

Na praia com a Titia

Estava trabalhando na v�spera do feriado de 9 de julho quando recebi, em meu escrit�rio, telefonema de minha Tia. Evelyn, uma mulher de 35 anos, cabelos curtos, pele branca, dona de um belo corpo. Uma escultura feita com precis�o. Cintura fina, coxas grossas e dona de uma bunda sem igual. Uma mulher desejada por todos.

Conversamos no telefone e ela queria ir à praia no feriado com minhas primas, Monique, com 19 anos e Paula com 18. Perguntei sobre meu Tio e soube que ele iria apenas no domingo.

Disse que lhe emprestaria a casa e que tamb�m iria para pagar o caseiro e fazer algumas arruma��es na �rea comum.

Conforme combinado passei na casa de Evelyn na sexta por volta das 23h00m, carregamos o carro e partimos. Evelyn estava com um vestido preto, muito curto, que deixava, a vista, suas belas pernas. Estava com uma sand�lia deixando seus belos pezinhos expostos. Que delicia de mulher.

Durante a viagem, com Evelyn sentada ao lado, pude observar, diversas vezes, suas coxas com pelos bem clarinhos. Seu vestidinho a toda hora subia expondo, às vezes sua calcinha. Evelyn parecia notar minha ansiedade.

Chegamos a praia e minhas primas foram logo para seus quartos. Evelyn e eu descarregamos o carro e ficamos na varanda tomando uns drynkÂ’s e observando o mar.

A cada movimento seu podia notar como era gostosa. As pernas, a bunda o jeito tudo nela era perfeito. L� ficamos por algum tempo e decidimos dormir. Na manh� seguinte, bem cedo, acordei e fui at� a varanda para ver o mar e tomar animo para executar as tarefas. Fui a casa do caseiro e ele havia sa�do para as compras. Voltando resolvi passar pela piscina e ver se estava pronta para uso. Quando percebi Evelyn deitada tomando o sol das primeiras horas da manh�. Ela estava maravilhosa. Com um biqu�ni preto, bem pequeno, entrando em sua maravilhosa bunda, recheado de pelinhos descoloridos, deitada de bru�os com a parte de cima solta, para n�o deixar marquinhas. Me aproximei devagar e lhe dei um belo susto. Perguntei sobre as meninas e estavam dormindo. Tirei a camiseta e para acalmar pulei na �gua. Evelyn de pronto levantou-se e mergulhou tamb�m. Dentro d’�gua nos aproximamos e Evelyn come�ou a jogar �gua pra todo lado. Tentava me afogar dizendo que estava muito feliz. Eu tentando evitar suas brincadeiras a agarrava a toda hora sentindo sua bunda gostosa tocar minha rola. Estava ficando louco. Ela percebeu rapidamente que eu estava excitado e passou a me provocar mais a ponto de la�ar suas pernas em minha cintura. Foi a hora que ela realmente sentiu o quando minha rola estava dura. Quando ela saltou senti sua bucetinha maravilhosa bater com for�a contra meu pau. Ela deu um grito de susto e ficou agarrada a mim sem dizer nada soltando apenas um belo sorriso safado expressando desejo. Sem jeito e sem saber suas reais inten��es. Sai da �gua e fui em dire��o ao quarto pr�ximo a churrasqueira. Me sequei passando a arrumar as coisas sem saber ao certo o que. Evelyn gritou da piscina: - “Deixe que arrumo isso ai!”. Fiquei parado olhando. Ela saiu da piscina arrumando os cabelos e veio em minha dire��o. Aquela vis�o. Mulher linda andando. Um rebolado estonteante, as pernas, o pezinho maravilhoso, os seios, tudo aquilo vindo em minha dire��o. Estava parado entre o quarto e a entrada da �rea da churrasqueira. Ela vindo “voc� vai dar licen�a ou vou ter que passar por ai mesmo?” sem eu responder ela passou. Esfregando sua bela e gostosa bunda em minha rola ainda dura.

Sem saber o que fazer tomei a liberdade e lhe disse:

- Tia que belo corpo voc� tem.

- fala isso pro seu tio, que n�o v� isso faz tempo.

- como assim?

- seu Tio s� pensa em trabalho e n�o presta aten��o na mulher que tem em casa.

- cara besta, eu disse.

Ela ouviu e deu, novamente, uma risada de desejo.

Se voc� tivesse uma mulher dessas... E deu uma voltinha exibindo o corpo delicioso e ainda molhado. Voc� ficaria trabalhando feito louco?

Claro que n�o. Respondi.

Ela desceu os olhos, olhando para minha rola dizendo: “pelo visto n�o mesmo”.

Ficamos calados. Ela tentando pegar uns potes pediu minha ajuda, por�m n�o saiu da frente, ficando nas pontas dos p�s exibindo seu corpo maravilhoso. Encostei em sua bunda com minha rola mais dura do que nunca. Parecia que ia quebrar de t�o dura. Ela sentiu e deu um pequeno gemido dizendo:

- Nossa que gostoso. Virando-se rapidamente e me beijando. Nos agarramos feito loucos. Sentia em minha pele seu belo corpo. Gostosa, cheirosa e ainda molhada. Sentia seus peitos grudados no meu. Sua bucetinha �mida ro�ando minha rola dura.

- nossa Tia que delicia voc� �.

- voc� gosta n�o �? Faz tempo que estou louca de tes�o por voc�. Quero ser fodida, com gosto, por um homem que me deseja.

Ela virou-se e se debru�ou no balc�o da churrasqueira. Nossa que vis�o maravilhosa. Aquele biqu�ni preto sendo engolido pela sua bunda grande e gostosa, sem uma marca sequer, suas coxas maravilhosas. Levantando o corpo nas pontas dos p�s encostando a cabe�a no balc�o. A vis�o era t�o fant�stica que fiquei por alguns segundo apenas olhando seu corpo.

Me aproximei encostando meu corpo ao seu. Ela abriu minha bermuda passando as m�os em minha rola. Rebolando feito louca. Abri a parte de cima de seu biqu�ni a passei a chupar lentamente seus seios duros feito pedra. Passando a l�ngua em seus bicos rosados.

Ela gemia muito. Sua respira��o ofegante. Ela virou-se e a coloquei sentada sobre o balc�o. ela me entrela�ou em sua pernas j� bem abertas. Pude sentir o calor de sua buceta. Ela puxou sei biqu�ni de lado abrindo ainda mais as pernas e soltando um longo gemido. Segurei a rola e comecei a for�ar a entrada. Como era apertada. Que bucetinha linda. Rosada. Pronta pra receber muita rola. For�ando cada vez mais. Ela gemia e dava pequenos gritos:

- aaaai, fode devagar. Vai devagar. Est� me rasgando.

- calma, vou te foder gostoso tia.

- isso coloca mais. Vai mais. Quero ser aberta por sua rola.

Comecei a puxar sua bunda contra minha rola e sentia como estava dif�cil de penetra-la. Que delicia de buceta. Apertadinha. Parecia n�o levar rola a muito tempo.

Em uma investida mais forte seguido de um longo gemido de Evelyn, minha rola entrou at� o fundo e sua bucetinha j� muito molha. Literalmente escorrendo de puro desejo.

Dei v�rias estocadas com muita for�a lhe arrancando gritos e gemidos. Evelyn rebolava feito louca. Gritava e gemia. Apertava meu corpo, mordia. Cada vez mais fui aumentando as estocadas abrindo com for�a sua bucetinha apertada.

Deitei no balc�o e Evelyn, rapidamente, sentou com seu corpo maravilhoso em minha rola que vi entrando cent�metro a cent�metro em sua buceta gostosa. Ela gemia muito. Cada vez mais louca. Evelyn virou-se ficando sentada de costas para mim apoiando seus p�s maravilhosos em meus joelhos. Era cada vez mais funda as estocadas. Sentia minha rola batendo no fundo de sua buceta quente e molhada sentia bater em seu �tero. Com as m�os abria, ainda mais sua buceta, acariciando seus seios fartos e duros. Evelyn tirou minha rola para fora se inclinado o corpo para chupa-la. Que delicia. Sua buceta maravilhosa bem em minha cara. Passei a chupa-la tamb�m, passando a l�ngua em volta de sua xaninha gostosa. Ela gritava de prazer. Engolia minha rola e babava. Chupava com muita vontade. Sentia seu desejo por rola.

Levante e a virei de quatro. Pude ver aquela maravilhosa bunda do melhor �ngulo. Me posicionei e comei a estoca-la novamente puxando-a pelo cabelos. Isso a deixava louca. Gemia muito e soltava pequenos gritos.

Cada vez mais estocava com mais for�a empurrando seu corpo gostoso fortemente para frente, sentia minha rola abrindo sua buceta que acomodava bem meu membro.

N�o suportando mais de tanto desejo anunciei a ejaculada. Ela gemia, gritava e rebolava. Minha rola cada vez mais funda entrando e saindo muito r�pido. Evelyn puxava sua bunda, abria para sentir toda extens�o de minha rola entrando. N�o podia mais suportar. A vontade de gozar era imensa. Evelyn me puxava contra seu corpo me apertava. Sentia minha rola latejando em sua buceta sentia minha vontade de enche-la com toda porra do mundo. Em algumas estocadas mais forte tirei minha rola para fora deixando apenas a bela e lustrosa cabe�a na entrada de sua buceta surrada por fortes pancadas de rola grande e gozei como nunca enchendo sua buceta de muita porra quente que escorria na sua buceta deliciosa, escorria entre sua pernas. Evelyn virou-se, estonteada e me retribui, sugando as ultimas gotas de porra que ainda insistiam em sair me lavando, novamente, a uma longa e inigual�vel ejaculada de prazer.

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