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SOBRINHA VIRGEM DANDO PARA O TITIO

Tudo come�ou quando eu tinha apenas 9 anos e meu tio 22 (um tio novo). Meu tio, o Guilherme sempre foi muito ligado � minha m�e (sua irm�). Eu o admirava, pensava que era algu�m livre, dono de si e podia sair, ir pra onde quisesse. Ele sempre me pegava no colo e me fazia carinho passando sua m�o pelo meu corpo inteiro, nas minhas costas, coxa, bunda e at� nos meus ent�o quase nulos seios. Eu achava estranho, mas deixava, eu gostava de sentir sua m�o em mim. Muitas vezes ele abria suas pernas e me fazia sentar no meio, eu sentia o pau ele muito duro comprimindo a minha bunda. Ele apenas olhava, sorria e gemia fazendo cara de tes�o... Confesso que eu adorava esses momentos.

At� que ele se mudou para outro estado por 6 anos. Durante todo esse tempo eu me lembrava de seu sorriso, de suas car�cias, da sua vara dura se esfregando na minha bunda, mas como cresci tive a consci�ncia de o que ele fazia comigo era abuso sexual, por causa disso, muitas vezes sentia raiva dele por ter se aproveitado de mim. Mas mesmo assim eu ansiava por seu regresso.

Foi na P�scoa que ele voltou para S�o Paulo. �amos nos rever no almo�o com a fam�lia e eu estava ansiosa, sem saber o que pensar. N�o sabia o que vestir, ent�o, revolvi como uma boa adolescente ir de cal�a jeans lycra e de blusinha.

Quando cheguei na casa da minha av� (onde seria o almo�o), ele j� estava l�: muito mais lindo mais homem e muito mais gostoso do que eu poderia imaginar. Olhei para ele admirado com o que via. Ele por sua vez me abra�ou bem forte e me disse: “voc� n�o � mais a menininha que eu esperava encontrar aqui”. Ele estava com 28 e eu 19 anos. Eu tinha um corpo muito bonito, seios m�dios durinhos e bem pontudos, cinturinha e uma bunda que muitos adoraram passar a m�o (j� que estava na fase de namoros). Almo�amos e voltei para casa com meus pais.

No dia seguinte meu titio passou em casa e disse para minha m�e que me levaria para o cinema e depois ir�amos � uma danceteria, como se tratava de seu irm�o ele ficou tranquila e me deixou ir (iria passar a noite fora).

Durante o filme, meu titio me abra�ou e disse no meu ouvido: “s� porque cresceu n�o quer mais ficar abra�ada comigo?”, e eu disse: “n�o Gui, larga de ser bobo”, ele: “ah bom... porque eu sempre adorei te abra�ar”. Nessa hora surgiu em mim um tes�o enorme por aquele homem e eu me abracei bem forte a ele, ele come�ou a passar a m�o nos meus cabelos, costas, m�os, rosto e de repente virou meu rosto e me beijou. Eu quase morri, me sentia toda molhada e ele sem se fazer de rogado enfiou as m�os dentro da minha blusinha e como um animal no cio, afastou meu suti� e apertou bem forte os meus seios. Estremeci e ele gemeu: “ai... gostosa”. Quase gozei ao ouvir isso e me apertava o biquinho com os dedos, me falava que queria mamar neles, beijar, chupar, morder. Eu passava a m�o por cima da cal�a dele e sentia o tamanho da vara, ele me pedia como louco pega... Pega... Pega na pica do titio. Eu dizia: “n�o pode titio”. At� que ele me perguntou se eu era virgem, como disse que n�o, ele me pediu: “me deixe ser o seu primeiro, deixa eu te penetrar, lamber a sua xoxota gostosinha...” eu estava tarada de tes�o mas disse que n�o pod�amos porque ele era meu tio. Ele me disse que isso n�o tinha nada a ver, que ningu�m saberia e que ele me faria feliz. Aceitei e fomos � um motel. No quarto ele me jogou na cama e disse que me faria gritar de tes�o. Come�ou a me beijar e apertar meus seios com as duas m�os tirou minha blusa, meu suti� e mordia meus seios, chupava, lambia e eu gemia muito de tes�o. Foi me lambendo na barriga enquanto abria minha cal�a, tirou-a e apertou por cima da calcinha a minha buceta, eu urrei de tes�o. Ele me disse com cara de safado: “antes quero que voc� mame gostoso em mim...” tirou a cal�a, ficou em p� no ch�o e disse: “chupa”... Eu nunca tinha chupado uma vez antes, mas estava com tanta tara que enfiei de uma vez s� na minha boca toda aquela rola que ra muito grossa. Comecei a lamber, a mamar segurando bem forte na base para dar mais press�o... Ele urrava e empurrava minha cabe�a em dire��o ao seu mastro enquanto dizia “isso... vai... vai que o titio quer gozar na sua boquinha”, nisso eu comecei a sugar suas bolas que quase n�o cabiam em minha boca e via crescendo cada vez mais sua rola, o enfiei de novo na minha boca e ele metia como se estivesse comendo uma buceta at� gozar. Quando terminou disse: “agora minha putinha deita ai que � a sua vez...” me deitei, ele tirou a minha calcinha e pediu para que eu abrisse bem as minhas pernas. Fiz isso e ele abriu bem os meus l�bios vaginais com os dedos e deu uma lambida. Eu tremi de tes�o. Ele me lambeu de novo e gemi muito alto, ele parou e perguntou: “algu�m j� tinha lambido sua xoxota antes?” Como disse que n�o, ele me respondeu: “bem que eu notei que o gosto na sua xana � bem melhor...” come�ou a por a l�ngua dentro da minha buceta e tirou, repetiu v�rias vezes at� que come�ou a sugar meu clit�ris, nessa hora comecei a gritar de tes�o e tive o primeiro orgasmo da minha vida (e com meu titio). Beijou-me depois de ter chupado tomado todo meu melzinho, se deitou em cima de mim e me disse: “agora voc� vai conhecer uma pica de verdade, quer?... ent�o pe�a...” e eu como louca falava: “vem titio... vem comer a buceta da sua sobrinha...”. Ele j� estava com a pica dura novamente e come�ou a colocar a cabecinha dentro da minha grutinha, eu senti um tes�o enorme, ele tirou e colocou mais um pouco, foi repetindo at� que entrou tudo. Eu senti uma dor muito grande, como se estivesse sendo rasgada, mas ao mesmo tempo eu queria mais. Ele me dizia: “ a� como voc� � gostosa... nossa que apertadinho gostoso... sente meu pau te arrombando... vou gozar aqui...” ele come�ou a bombar cada vez mais forte, at� que gozei de novo. Ele levantou minhas pernas e come�ou a socar com for�a, n�o demorou muito e gozou de novo.

At� hoje, depois de sete anos, ainda quando d� transamos.

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