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FILHA ADOTIVA

Tres anos ap�s termos adotado uma menina minha mulher faleceu em um acidente.

Eu na �poca tinha 30 anos e a Paulinha, a menina que adotamos com 6 anos tinha 9 quando a trag�dia ocorreu.

O tempo foi passando e eu fazendo o papel de Pai e m�e.

A Paulinha era uma menin incr�vel, medeu um tremendo apoio quando minha mulher faleceu e era minha compania para tudo. eu a cuidava realmente como um pai. Tenho boa situa��o financeira e moro em uma boa casa com piscina, Paulinha estuda no melhor col�gio da cidade, veste as melhores roupas o que a deixa ainda mais linda. Ela � loira de cabelos encaracolados, compridos, pele muito branca e olhos castanhos, uma boneca.

Quando ela fez 19 anos seu corpinho at� ent�o magricela e reta, come�ou a transformar-se, engrossar as coxinhas, bundinha bem arrebitada e redondinha e come�aram a surgir pequeninos botoesinhos no lugar dos seios. Quando est�vamos em casa somente nos dois, ficavamos bem a vontade, afinal eramos pai e filha. Certa noite eu j� a algum tempo sem pegar nenhuma mulher, ela desceu para a sala com uma camisolinha bem curtinha de alcinhas, folgada e transparente. Eu at� ja havia a visto muitas vezes com ela , mas naquela noite n�o sei o que deu. Ela sentou-se no sof� em frente a poltrona que eu gosto de assitir tv e ficou ali me fazendo compania. O problema � que eu estava no maior atraso e ela displicentemente sentada no sof� com as pernas abertas eu via tudo, a� naquela noite comecei a olhar melhor o corpinho dela, realmente estava ficando um tes�ozinho. olhei os biquinhos dos seios, rosadinhos mas j� inchadinhos denunciando a transforma��o de seu corpinho, as calcinhas eram de algod�o e n�o eram transparentes por isto somente conseguia ver a marca da rachinha.

dos 6 anos at� os 9, eu seguidamente a via peladinha, e inclusive dava banho nela ou tomavamos juntos, inclusive neste per�odo minha mulher era viva e n�o se importava com isso. Por�m ela come�ou a crescer e n�o tomamos mais banho juntos nem eu dava nela, apesar de como falei termos muita liberdade em casa. Mas j� fazia algum tempo, meses que n�o a via nua. Fomos dormir e n�o me saida da cabe�a aquele corpinho. Sem conseguir dormir me levantei j� tarde na madrugada e fui at� a cozinha beber algo, na volta para meu quarto dei uma espiadinha no quarto da Paulinha para ver se estava tudo bem, como muitas vezes fiz, e como fazia muito calor ela estava deitada de bru�oes sem se tapar e com a camisolinha toda levantada nas costas, fiquei admirando aquela bundinha linda com a calcinha semi-atoladinha nela, a penumbra somente da luz do corredor acesa deixava a vis�o mais excitante ainda. Fui para o meu quarto, liguei a Sky e assisti um filme no sexyhot, e bati uma bem gostosa s� que sempre imaginando a Paulinha comigo. Isto me perturbava, ela era minha filha, e quase uma crian�a. Acordei l� pelas 9 horas pois era s�bado com a Paulinha me chamando para tomarmos caf� que ela j� havia preparado. Ela ainda estava de camisola, tomamos caf� e a convidei para irmos para a piscina. Subimos coloquei minha sunga e ela entrou no meu quarto me mostrando o biquini novo que eu havia dado para ela em nossa �ltima ida ao shopping, ela na ocasi�o me disse que queria um biquni que n�o fosse mais de crian�a, quando a vi quase tive um tro�o, era daqueles de amarrar do ladinho, muito pequeno, ela estava linda, pedi que virasse e ela tinha feito quase um fio dental dele, estava quase todo atolado em sua maravilhosa bundinha, eu disse, filha vc est� linda, uma mulherzinha...ela ficou toda faceira e falou, acha mesmo pai? eu repeti, linda mesmo, vamos.... fomos para apiscina, arrumamos as cadeiras de deitar, colocamos as toalhas nelas e ela deitou de bru�os e pediu que eu passasse protetor nela. Sempre fiz isso, mas naquele dia, eu estava doido. Comecei pelas costas, ombros fui descendo e quando cheguei na cintura arei. Disse pronto, e ela pai, hoje n�o coloquei nas pernas ainda, coloca para mim?

Eu tremi, e disse claro... comecei l� pelas canelas e fui subindo, devagar, um pouco numa perna e um pouco noutra, quando cheguei j� perto da bundinha derramei um pouquinho em cada n�dega e fui espalhando ela enreabriu um pouco mais as pernas deixando o lado de dentro das coxas livres para eu passar ali o protetor. fiz uma massagem na bundinha e meus dedos por v�rias vezes escorregaram praticamente tocando seu cuzinho e sua sotinha, at� que em um momento passando a m�o pela parte interna das coxas, toquei mais intensamente sua xotinha e vi que ela suspirou fundo e fechou os olhos. Ent�o eu falei, Filha, vou enfiar mais o biquini (na bundinha) pra vc n�o se queimar se ele sair do lugar, nem precisei eum um gesto ela pegou com suas m�ozinhas o biquini e soltou os lacinhos, e novamente ficou parada, falando pode passar por baixo. Eu novamente tremi, lentamente fui puxando o biquini at� que ele ficou todo entre suas coxas e a bundinha toda de fora, ela entreabriu aunda mais as perninhas e falou t� bom assim pai? eu com voz tremula disse t� �timo... agora eu n�o via somente sua bunda mas a xotinha tamb�m, lisinha fechada sem nenhum pelo. Eu n�o sabia o que ela pensava, e tinha a certeza que ela fazia isto na maior inoc�ncia, pois realmente me considerava seu pai. Comecei a passar o protetor no restante da bundinha e fui comentando,

Como sua pele � clarinha Paulinha, vc � linda. Elasorriu abriu os olhinhos e disse , obrigado paizinho vc tbem � lindo sabia? continuei passando creme nela que ali�s n�o era nem mais passar creme j� era uma massagem, e ent�o com as duas m�o massageando aquela bundinha nuazinha na minha frente pela primeira vez peguei uma n�dega com cada m�o e afastei as n�degas, ela novamente suspirou e fechou os olhos, ao contr�rio de eu, que arregalei os olhos vendo aquela bundinha abertinha e pela primeira vez vi seu cuzinho rosadinho, muito fechadinho, ela se remecheu e com um outro suspiro longo entreabriu mais as pernas, afora eu via muito bem sua bucetinha, escorreguei um dedo polegar at� tocar seu cuzinho, ela "piscou ele" e se arrepiou toda, vis sua pele arrepiadinha, desci a m�o e fiz o mesmo em sua xotinha, me surpreendi que notei somente ao tocar com a ponta do dedo na xotinha que ela estava molhadinha. Meu pau estava uma tora de t�o duro. Resolvi parar, e disse para ela, pronto minha filha, e ela ent�o pediu, pai vc n�o passou na frent ainda, eu enlouqueci e perdi qualquer pudor, e ela j� se virando ainda com o biquini desamarrado ficou somente com a parte de cima , sentou-se na caminha e desamarrou, vc vai querer passar aqui tbem n� pai? pode sair do lugar e me queimar aqui tbem? ela estava nua, na cadeirinha da piscina e ap�s falar isto se recostou, passei protetor perto do pesco�o , ela fechou os olhos, fui descendo e cheguei nos min�sculos peitinhos olhei para baixo e vi a xotinha carequinha, gordinha linda, fechadinha, ela estava novamente com as perna entreabertas, mas agora mais, eu sentado na beira da caminha toquei nos biquinhos dos peitinhos e ela se arrepiou toda, eu para provocar perguntei, t� com frio filha? (era imposs�vel, deveria estar ums 34 graus) e ela disse n�o pai, � que � gostoso, massageei os biquinhos um depois o outro, ela de olhos fechados tinha a respira��o mais ofegante, desci para a barriguinha e depois chegue em seu ventre, eu tremia, estava quase gozando, minhas m�os a centimetros de sua bucetinha, cheguei no pubis fazendo movimentos circulares com o protetor, ela estava ofegante nesta hora, fou para as pernas e senti que ela se decepcionou, perguntou n�o vai continuar pai? eu disse que sim mas que iria passar nas pernas tamb�m, subi at� chegar a parte inerna das coxas j� quase na virilha, ela novamente estava ofegante, via sua barriguinha movimentar-se com a respira��o alterada, olhinhos fechados os peitinhos com os biquinhos durinhos, a� toquei de verdade sua bucetinha, primeiro na parte de cima, fui descendo e toquei no clit�ris, e desci meu dedo pelo meo da rachinha, ela gemeu, meu dedo escorregou pois ela com seus 19 aninhos estava toda moladinha. Parei. eolhei para ela que na hora abriu os olhos para ver porque eu tinh parado e ela perguntou oque houve pai? Eu ent�o disse que n�o era certo, que ela era minha filha e que n�o poder�amos fazer o que estavamos fazendo. A� ela disse, n�o me achas bonita? Eu reeti que ela era maravilhosa, mas al�m de muito nova era minha filha, e ela interrompeu falando, Pai, desde que a m�e morreu eu tenho substitu�do ela, ajudo a cuidar de vc, fa�o caf� comida, ajudo com suas roupas nos finais de semana quando a empregada n�o est�, e quero te ajudar nisto tamb�m. Eu perguntei ajudar no que paulinha? e ela sem nenhum pudor falou, j� tenho 19 anos, e sei que ~s� tem ficado com algimas mulheres de vez em quando, eu quero ser sua mulher tbem, eu tremi do novo. Disse filha eu te amo, mas �s nova e tenho que me conter, pois n�o � certo, Ela na hora respondeu, ningu�m vai ficar sabendo pai, s� quero duas doisas, que vc me ensine, e co isso te ajudo a n�o sofrer por n�o ter uma mulher.

Ent�o eu ainda pasmo perguntei, vc j� fez algo com algum garoto? Ela responde que n�o, j� tinha beijado e dado uns amassos em garotos da escola, mas nunca mais que iso, no m�ximo tocar e er tocada por cima da roupa, mas que j� tinha visto filme porno na casa de uma amiga que tinha descoberto a senha a Sky do pai ela e vistofotos na internet. E que ent�o j� n�o eram mais uma crian�a e j� tinha se masturbado algumas vezes, mas nunca tinha conseguido gozar.

Eu estava pasmo. Minha menininha ali nua, falando essas coisas para mim.

puxei ela pelo ra�o e entramos na casa e a levei apra meu quarto.

Deitamos na cama e conversamos bastante, falei que ela era minha filhota amada e que seria sempre, e eu iria ensnar varias coisas para ela, mas que teria que ser um super seguredo nosso.

Ela concordou, eu tirei minha sunga, viseu rostinho com cara de surpresa e felicidade, meu pau estava de p�, dur�ssimo, ela logo perguntou se podia tocar nele, e eu falei que antes de qualquer coisa n�s ir�amos conhecer nossos corpos, e fali para ela com calma que apesar de meu pau parecer grande e a xotinha dela pequeninha ele entraria, falei sobre como e onde esxcitar um homem e um homem a uma mulher, que em sexo n�o h� nojo desde que haja higiene, e os coidados que ela tinha que ter com os outros em mat�ria de gravidez e doen�as, falei para ela que eu era est�ril por isto n�o pudemos eu e minha mulher ter filhos, ent�o eu poderia gozar em sua bucetinha que ela n�o engravidaria, mas com outros no futiro ela teria que usar sempre camisinha etc...etc... depois disso a puxei e a beijei, me surpreendi, como beijava gosto, que delicia de beijo, fio descendo e beijei os seios, a barriga e abocanhei a xoxotinha, que delicia, chupei lambi e depois a abri com os dedos e vi o quanto era fechadinha, vi seu cabacinho que em pouco tempo tiraria, ela gocou na minha boca, senti ela se retorcer gemendo muito, depois fiz ela me chupar, fui dizendo como deveria fazer e ela aprendendo rapidinho, que delicia ver aquela ninfetinha maravilhosa com meu pau atolado na boquinha, n�o aguentei e enci a boquinha dela de porra, ela engasgou, engoliu um poco e o resto foi para seus peitinhos e barriga, caimos um de cada lado extasiados, fomos para o banheiro e tomamos uma ducha ela se esfregava em mim querendo mais e logo esfregava a bundinha toda ensaboada em mim e meu pau deu sinal de vida, ralamos um pouco ali, saimos e fomos para a cama novamente, nova se��o de chupa��o, abri bem as perninhas dela e a deixei a ponto de gozar a chupando, acomodei a cabe�a de meu pau em sua xotinhae fui for�ando, ela respirava descompassadamente e rebolava, entrou a cabe�a e senti o caba�o a beijei e empurrei com for�a ela gemeu alto, segui beijando, tinha descaba�ado minha filha, meti tudosenti estar at� o fundo de sua xotinha, ela gemia chorava mas rebolava de mais.

logo senti ela gozar e n�o me segurei e inundei ela com minha porra. tirei o pau sujo de porra e sangue da bucetinha dela, ela estava com uma carinha de felicidade indescrit�vel, a beijei e adormecemos. Acordamos e fomos para o banho, e no banho tirei o cabacinho do cuzinho dela todo ensaboadinho. foi maravilhoso ela com as m�os encostadas na parede rebolando e meu pau atolado naquela bundinha maravilhosa. Gozei feito louco.

J� se passaram 6 meses deste final de semana, e agora todods os dias transamos, minha filha adotiva virou minha esposinha miniatura. Ela transa melhor hoje que qualquer mulher adulta, � ins�ci�vel, e muto carinhosa.

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