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SEXO NO EST�DIO

Oi meu nome � Diogo, e tenho 19 anos, vou contar pra vcs a minha primeira experiencia sexual com algu�m do mesmo sexo que o meu, confesso que jamais pensei que fosse transar com um homem, mas devido o modo com que ocorreram as circunst�ncias n�o pude evitar... h� e como foi bom n�o ter evitado. Com rela��o a mim, tenho 1,71m de altura, pele clara, 69 kg.



Bom por mais estranho que pare�a essa minha primeira experi�ncia homossexual aconteceu em um est�dio de futebol; como toda a minha familia eu me amarro em futebol, "e confe�o que pensava que aquele s� seria mais um Atl�tico e Cruzeiro em minha vida"... H� como me enganei!

Todo Atl�tico e Cruzeiro t� eu e minha fam�lia l� na cadeira numerada, onde atleticanos e cruzeirenses ficam juntos. Apesar de sempre me achar h�tero � inegavel que sempre tive muita atra��o por homens que usam aquela cal�a da mafia azul, aquela cor azul com aquele tipo de cal�a que deixam eles com uma bunda e um pau de deixar qualquer um louco sempre me atraiu.



Bom voltemos ao que interessa ent�o... aquela como disse a vcs me faziam a acreditar que seria apenas mais um Atl�tico e Cruzeiro, o jogo era a final do Campeonato Mineiro de 2007.

Estava muito apreensivo com essa partida o jogo tava muito complicado foi quando decidi algo que iria mudar literalmente a minha op��o sexual. Disse aos meus pais que iria no banheiro e fui... equivocadamente entrei em um banheiro que era destinado exclusivamente a torcida do Cruzeiro, quando me deparei com aqueles varios torcedores espalhados por todo o banheiro. Fiquei com muito medo que eles me batessem todos com camisas do cruzeiro, e apenas eu de Galoucura, apesar do medo que me veio a espinha pude observar dois torcedores celestes com aquelas cal�as que disse a vcs no par�grafo acima, mas o medo era tanto que mau pude apreciar bem.



Tentei sair rapidamente para que eles n�o observassem a minha prensen�a, mas foi em v�o, quando me preparava para sa� um torcedor do Cruzeiro ponderou: "-o gayloucura pegou o caminho errado �?". Fingi n�o ser comigo e tentei mais uma vez me esquivar. Quando outro torcedor disse: "-calma a� gaylo por que a pressa", foi quando perceb� que eles tavam afim de me d� uma surra mesmo. Tremendo e gaguejando eu disse: " -Foi mau mano pensei que aqui na cadeira numerada eu poderia usar qualquer banheiro". Foi quando sent� meu corpo ser fortemente empurrado para a frente, ca� e bat� meu dedo em uma torneira, pensei que que eles iriam me matar.



A� surge o Fabiano, esse n�o estava usando uma cal�a da mafia, mas estava com uma camiseta que tamb�m era de atrair qualquer um. Fabiano com aquela camiseta que o deixava bem masculo falou com os outros cruzeirenses:'- Calma a� galera pega leve com o Gayloc�". Os outros torcedores n�o quiseram saber de sua gesticulass�o e continuaram a me empurrar de um lado para o outro. Fabiano desta feita mais irritado gritou:'- Mas que porra galera vcs t�o maluco deixa o kara em paz". Confesso que n�o entend� a atitude de Fabiano, acho que se fosse o contr�rio eu tamb�m teria fazido muita sacanagem com um cruzeirense.



Bom Fabiano conseguiu com que eles me deixassem em paz e parassem de me perturbar, depois que todos j� estavam sa�ndo do banheiro Fabiano com um tom de nervosismo me brandou:" - usa essa merda de banheiro e ca� fora beleza gayloucura." Eu ainda sem entender nada, agradec� a Fabiano por ter me ajudado, ele nada respondeu. Usei rapidamente o banheiro, quando me preparava para sair observei que aquele momento o banheiro j� estava completamente vazio, apenas eu e o Fabiano que ainda terminava de lavar as m�os.



Acho que esse foi o momento marco de minha ida aquele banheiro s� eu e um cruzeirense; me veio a mente aquele meu desejo de sent� aquele pau por tr�s daquela cal�a que apesar de n�o ser da mafia tamb�m me atra�a aquele moleton marinho que deixava o pau de Fabiano bem volumoso, olhei para ele com uma cara de safadinho. Apesar de ter medo que ele fosse me repreender e at� querer me dar aquela surra que ele mesmo evitou que os seus amigos me dessem. Pra minha surpresa Fabiano que estava com um r�dio em uma das m�os o deixou cair propositalmente, e quando agachou para peg�-lo ficou de quatro em minha frente olhando para mim. Fiquei todo cheio de tes�o com aquela situa��o, quando resolv� ir com tudo; ainda com muito medo meti minha m�o esquerda na bunda de Fabiano. Ele finjiu surpreso e me disse:"- Vc t� maluco kara". Nunca pensei que fosse responder o que eu disse, Fabiano n�o era uma kara t�o bonito fisicamente mas aquela cal�a de moleton que ele usava o deixava bem atraente, mais aquela camiseta da mafia hummmmmm, ent�o eu respond�: "-t� maluco de tes�o por vc.". Fabiano me deu um tapa na kara, pensei que ele fosse me matar depois de minha atitude. Mas para meu espanto geral ele me empurrou contra o meu corpo e me levou para o banheiro onde ficam os vasos sanit�rios.

Depois de muito tes�o em ser tocado por aquelas m�os m�sculas e beijado por aquelas bocas masculinas, comecei a tocar o pau do Fabiano, que ainda estava de cal�a. Ele perguntou se eu queria mamar um pouquinho, pois estava louco pra sentir minha boquinha e seu pau n�o aguentava mais esperar. N�o respondi, apenas lancei um olhar safado pra ele. Comecei a tocar seu peito e tirar sua camiseta. Que del�cia! Ent�o me ajoelhei e beijei seu pau, ainda por cima da cal�a. N�o acreditava que estava diante do meu primeiro pau!!! O cheiro, o volume na cal�a, e a m�o do Fab�ano me tocando por tr�s, tudo isso me enlouquecia. Desabotoei sua cal�a, e a tirei com a cueca, liberando aquele cacete maravilhoso, cabe�a grande, explodindo de tes�o. Peguei com muito gosto no pau, enquanto chupava seu saco. Fui ent�o pra cabe�a, e comecei a provoc�-lo. Um beijinho na ponta, uma lambidinha, um olhar safadinho. Mas eu n�o aguentava mais, e fui com tudo naquele pint�o gostoso. Chupei muito, freneticamente, como sempre desejei em meus sonhos.

Nisso, o Fabiano j� tava pelad�o e apontando o pau dele no meu rosto. Agora sim estava me realizando: de joelhos, chupando e punhetando! Estava louco, insano de tes�o, e chupava seu pau com muita avidez. Tentava enfiar o pinto o m�ximo poss�vel na boca. Ele me elogiava, delirando e gemendo de prazer, dizendo que eu era o garoto mais delicioso que ele j� conheceu.

Depois de chupar Fab�ano loucamente, veio algo que eu pensei que n�o iria acontecer. Fabiano se agachou e come�ou a me chupar como nunca fui chupado antes por uma mulher. Sem duvida naquele momento fiquei com medo que pudesse chegar algu�m no banheiro e nos pegar em flagrante, mas n�o me importei muito n�o, o modo com que Fabiano me chupava era hilariante valeria qualquer puni��o para ter aquela boquinha gostosa em meu cacete. Ele segurava na base, punhetava, jogava saliva no meu pau, e depois sugava com muito prazer, tudo aquilo me deixava louco.

Quase gozei de tanto tes�o. Bom Fabiano resolveu parar por al� achava que estavamos indo longe demais, quando tiro uma camisinha de minha carteira e mostra a Fabiano, ele tentou hesitar disse que n�o poder�amos chegar t�o longe, mas fiz uma karinha t�o safada, que ele n�o resistiu, entreguei-lhe a camisinha nunca havia sido enrabado por um macho, mas achei que valaria a pena d� o meu rabinho para aquele cruzeirense m�sculo. Um abdomem superdefido, se de rosto Fabiano n�o era um menager, de corpo ele era tudo de bom, um corpo extraordin�rio. Fabiano pegou a camisinha, a� me vem mais uma surpresa daquele Kara gostoso que estava em minha frente. Fabiano colocou a camisinha na boca e come�ou a encaixa-l� no meu pau. Pensei comigo, "ser� que esse kara gostoso desse jeito vai kerer d� o rabinho para mim". Fabiano olhou para mim num olhar de quem dizia vai l� caralho meti com tudo!. Meu Pau tava quase estourando de t�o duro, quando v� aquele rabo lisinho, parecendo virgem em minha frente, n�o aguentei e soltei um leve gemido temendo que algu�m pudesse ouvir. Comecei devagar e fui acelerando o ritmo aos poucos, era de arrepiar a cara de satisfa��o que eu observava em Fabiano. Ele realmente aguentava um cacete em seu rabo direitinho, parecia que j� estava acostumado com aquela situa��o. N�o demorou muito e em pouco tempo Fabiano j� estava todo lambuzado com minha porra. Ele de quantro e eu com meu pau ainda no seu rabo o tocava uma punheta, quando sinto um leitinho quente em minha m�o. Estava al� o puro prazer do sexo.

Apesar de ter sido bem breve Fabiano me propiciou o maior prazer que tive at� hoje. Depois desse fato no mineir�o nos encontramos mais duas vezes, ele fez quest�o de conseguir uma daquelas cal�as que tanto me atrae.

Meus pais me disseram que estav�o preocupados comigo devido a minha demora, no final o jogo ficou de 4 X 0 pro Galo mas quem disse que o resultado desse jogo foi o melhor do dia se engana. Rsrrrsrsrsrsrsrsrsrsrrs...

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