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ENRABADA PELO GUR�

N�o tendo f�rias, à pelo menos 19 anos, resolvi tirar um final de semana prolongado e descansar na praia. Um cliente-amigo liberou seu apartamento do Guaruj�, de frente para o mar e, l� estou a arrumar a mala, adiantando, pois at� depois de amanh�, tenho uma agenda corrida, quando o telefone toca:

_Al�!

_Oi! � o Beto!

_Tudo bem, Beto? (sil�ncio) Ele sempre faz assim! Um garoto novo, mas t�mido, inseguro, tentando sair da adolesc�ncia e por conta disso e do medo de “pegar doen�a” como diz, ainda � virgem nos seus 20 aninhos! Por outro lado, um menino muito educado, cursa faculdade, pratica esporte, enfim, d� vontade de botar no colo.

_Ei, Beto! Est� a�?

_Sim! Eu liguei... bem... eu queria ouvir a sua voz! Gosto de falar com voc�! (Coitadinho do garoto! Fico imaginando quantas punhetas, no sil�ncio do seu quarto, ele pratica por dia, quando ouve a minha voz e depois que se despede de mim).

_Tamb�m gosto de conversar com voc�, Beto, mas nem sempre tenho tempo de ficar de papo no telefone. Voc� sabe que o meu dia � corrido, n�o?

_Sim! Me desculpe! (Est� doidinho para comer algo carnudo, quente... S� n�o sabe como chegar!).

_Beto! O que vai fazer nesse feriad�o? (Coragem, mulher! D� uma ajudazinha, ao garoto).

_Vou ficar por aqui mesmo! Tenho um trabalho da Fac� para terminar... Por qu�?

_Bem, porque n�o termina esse trabalho at� amanh� � noite e, na quinta-feira de manh�, voc� poderia descer comigo para o Guaruj�, o que acha? (Beto ficou sem fala!).

_�h? Eu? Descer para a praia? S� n�s dois? (Com certeza, seu pau j� est� duro).

_Sim! N�o gostaria?

_Claro! Nossa! Voc� me convidando...

_Tudo bem, ent�o! Passo na frente do seu pr�dio, as 07:00hs da manh�, na quinta-feira.

Trabalhei os dois dias, pensando em como seria, tirar a virgindade desse garoto. Eu teria, tr�s dias para ensinar a ele, sobre a Anatomia femenina. Que sacrif�cio, n�o?

Bem, quinta-feira, 07:10hs da manh� (charminho no atraso) virei a esquina na Alameda Franca e, j� pude v�-lo, de mala e cuia, na frente do seu pr�dio. Um “Bom dia e um beijinho” no rosto e rumamos para o nosso descanso. No caminho, conversamos um pouco de tudo e, em dado momento, resolvi “atac�-lo” com insinua��es perversas de uma escorpiana:

_Beto, voc� se marturbou, hoje de manh�?

_(surpr�so) �h? N�o! Claro que n�o!

_Porque o susto? N�o acha normal a masturba��o?

_Acho, mas � que...

_Beto, posso te pedir uma coisa?

_Sim! Pe�a!

_Pode parecer mentira, mas eu nunca vi um homem se masturbando na minha frente (v� ser mentirosa assim, na casa do cac�te) e adoraria que fizesse isso por mim! (por uma boa causa, vale omiss�o).

_Aqui? Eu, bater uma punheta pra voc�?

_Sim! Enquanto dirijo, de vez em quando, dou uma olhadinha. Voc� desce um pouco o banco, deita, tira para fora o seu pau e, pode at� fechar os olhinhos se quizer...

_Nossa! Fiquei de pau duro, s� de pensar! (Mentiroso! J� estava de pau duro quando o peguei na frente do pr�dio) Beto fez o que eu pedi, mesmo estando um pouquinho envergonhado, mas a excita��o era maior e para ele, uma situa��o in�dita, no carro e com uma mulher olhando. Abaixou o banco, se ajeitou e tirou o pau para fora. Agora, sou eu que digo:

_Nossa!!! Que pauz�o! (como eu gosto) E que, cabe�a! (minha prefer�ncia, ao cogumelo). Come�ou, como todo jovenzinho, muito r�pido e ent�o, mandei que parasse!

_Calma! Segure, “de leve”, no “sobe e desce”, lento! Umas tr�s vezes assim, depois segure um pouco mais “apertadinho” embaixo e v� escorregando a m�o, at� a cabe�a, como se estivesse “expremendo” a cabe�a.

_Huuummm... como � gostoso assim!

_� muito gostoso voc� ir retardando a ejacula��o. Agora, de novo, no “sobe e desce”, segurando de leve.

_Ai, que del�cia! Olha como ele est� duro! Fica sempre assim quando penso em voc�.

_Ent�o, bate muitas punhetas, pensando em mim?

_Todas s�o pensando em voc� e pra voc�!

_Quando chegarmos l�, vou querer mamar ele todinho, voc� deixa? Beto, n�o aguentou e, acabou esporrando tudo, no teto do carro. Mulher prevenida, al�m das “regatinhas”, tem sempre uma caixa de len�o de papel no carro. Limpou tudo e com cuidado, secou os respingos da p�rra. Ajeitou-se no banco, ficando calado at� que adormeceu! Estava cansado, afinal, faculdade, curso de Ingl�s, academia, isso e aquilo... cansa mesmo! �s vezes, se mexia, abria os olhos, mas eu pedia que voltasse a dormir e que n�o se preocupasse com nada! At� que dessa vez, n�o demorou muito para chegar, mas infelizmente, tinha come�ado a chover! Pobre � uma merda mesmo! _Betinho, acorde, meu amor! J� chegamos!

_P�xa! Que pena! Est� chovendo! Da garagem, subimos com as mochilas para o apartamento.

_Vem c�, Betinho! Levei-o ao terra�o. Olha s� que coisa linda! N�o me canso de olhar tudo isso, quando tenho oportunidade. E emendei: Apesar da chuva! Vou preparar um lanche para n�s!

_Enquanto isso, posso tomar um banho? Suei no carro!

_Claro! Fique à vontade e demore no chuveiro! Eu j� vou tamb�m! Deixei a d�vida em sua cabe�a. Eu ia com ele ou depois dele? Bem, fui r�pida e deixei os lanches prontos para serem colocados no micro. _Posso entrar a� com voc�? Sem esperar a sua resposta, entrei e comecei a me molhar e ensaboar todo o meu corpo, lentamente, como se ele nem estivesse ali. Coloquei shampoo nos cabelos, deixando que a espuma escorrece pelo meu rosto e, assim de olhos fechados, imaginava o que ele estaria olhando. Meus seios, quando comecei a massage�-los, um a um? Minha xoxota, quando a abri e passei lentamente, o sabonete nela? Entrei embaixo do chuveiro e me lavei! Abri os olhos e ele estava se masturbando, lentamente, como eu havia lhe ensinado no carro. Percebi que ele j� tinha gozado uma vez, pois tinha p�rra escorrendo no azulejo, ent�o tirei a sua m�o do pau!

_Vem c�, vem! Vamos tirar o sab�o do seu corpo, deixando ele bem limpinho! Peguei uma toalha para mim e dei uma outra para ele. Nos enxugamos e, eu o puxei para a cama.

_Isso! Fique deitadinho e sonhe! Vou cuidar de voc�! Comecei a lamber os seus p�s, cada dedinho eu chupeteava! Passava a l�ngua nos seus joelhos, nas suas coxas, na sua barriga, atr�s das orelhas e no seu pesco�o. Ele estava ofegante, ent�o lhe dei de mamar! Coloquei, um a um, dos seios em sua boca e pedia:

_Mama, bem gostosinho, sem chupar muito forte, assim! Est� mamando o meu nen�, est�? Deixei que brincasse um pouco nos meus seios e voltei com a l�ngua no seu corpo, descendo pela sua barriga, chegando nas virilhas. Segurei seu pau, que pulsava no ar e comecei a lamber suas bolas e a coloc�-las uma a uma em minha boca, massageando-as com a l�ngua. Betinho, tentava pegar no seu pau para bater uma punheta, mas eu n�o deixava e comecei a lamber o seu pau, como se fosse um delicioso sorvete, prestes a derreter.

_Nossa voc� � demais! Fico o tempo todo com a impress�o que vou gozar e voc� segura, n�o sei como!

_Beto, o que voc� quer que eu fa�a?

_Tudo que voc� est� fazendo � muito bom, mas eu queria...bem...eu... _Fala, Betinho! Estamos s� n�s aqui e na intimidade, um tem que falar para o outro o que quer e como quer!

_Eu queria... quero que voc� seja a minha “primeira mulher”! Diante desse pedido t�o singelo, coloquei uma “regatinha” em seu pau, me deitei ao seu lado e o chamei!

_Quero voc�, Beto! Quero sentir todo esse pau gostoso e duro na minha buceta! Enfia s� a cabe�a... Isso! Assim, gostoso! Fica quietinho agora! Est� sentindo a buceta apertando o seu pau, como se estivesse sugando a cabe�a dele?

_Muito gostoso assim... Continuei a sug�-lo com a buceta e ele foi entrando, se metendo, come�ando um vai e vem, que logo pegou velocidade, onde no meio de gemidos, sussurros e palavras desconexas, ele gozou dentro de mim! Caiu do meu lado e acabamos dormindo. Quando acordamos, umas duas horas depois, percebi nitidamente, a diferen�a. Deitei-me com um adolescente de 20 anos e acordei com um homem tamb�m de 20 anos, s� que mais seguro de si e seu brilho era diferente. Tomamos banho! Rimos muito! Conversamos um pouco mais e notei que ele j� falava de sexo, sem muita dificuldade, como antes o fazia. Estava mais seguro e confiante! A chuva continuava a cair! Trepamos a noite toda e fiquei de ensin�-lo no s�bado, como fazer sexo anal, sem sentir dor, com uma condi��o:

_Se parar de chover!

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