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CASADA E DOMINADA

Ol�, amigos. Estou aqui novamente para relatar algumas experi�ncias com casais que venho ajudando com sucesso.



Como sabem, meu intuito � ajudar aos casais a se tornarem cumplices em seus relacionamentos porqu� o ser humano n�o nasceu para ser monog�mico.



Poderia at� dizer que este conceito de trai��o � t�pico do ocidente. Em determinados paises orientais � comum um homem ou mulher ter mais que uma pessoa sem que isso seja considerado pecado ou crime.



Mas vamos aos fatos: Recebi, faz algum tempo, um e-mail de um homem casado que vou chamar de Orlando dizendo que apesar de amar sua esposa ele queria v�-la com outros homens, que tinha lido meu conto anterior e gostado demais de minha forma de pensar!



Respondi a ele que � normal essa vontade. Disse mais: Disse que existem homens que amam tanto suas esposas que sentem uma necessidade quase f�sica de verem suas amadas com outros homens. � a forma que encontram de dizer: Te amo, amo tanto que aceito te dividir com outro homem.



Ele me pediu que conversasse pelo Msn com sua esposa para conhece-la mais e melhor. Vou cham�-la de Tereza. Pois bem: Adicionei Tereza e fomos conversando. Ela me disse que, apesar de amar muito seu marido, ambos sentiam que sua rela��o havia ca�do na mais absoluta rotina e que, se nada fizessem, n�o sabiam o que poderia ocorrer com eles.



Perguntei, ao longo de nossas conversas, se ela gostaria de experimentar novas sensa��es, conhecer novos homens, outras situa��es. Ela respondeu que sim, apesar de estar sem jeito. Que adorava quando os homens a paqueravam pois se sentia viva, que era �timo ser cobi�ada. Mas que, ao mesmo tempo, se sentia sem gra�a pois estava casada h� tempos e nem sabia mais como seduzir um homem.



Para n�o me alongar demais neste conto, perguntei ela se faria tudo o que eu dissesse a partir daquela data. Que eu a deixaria completamente solta. Ela concordou, entusiasmada!



A primeira ordem que dei era para que fosse a um shopping de mini saia e sem calcinha ( Pelas fotos dela, era uma mulher extremamente gostosa, apesar de n�o ser linda. Mas ela tinha uma sensualidade natural que eu adorei ). Mandei que ela entrasse em uma loja de cal�ados com uma revista na m�o e que escolhesse o vendedor que mais lhe chamasse a aten��o.



Mandei que se sentasse e que deixasse que o vendedor calcasse as sand�lias previamente escolhidas e que ela devia se exibir para ele v�rias vezes bem discretamente. Pedi isso para que ela fosse se soltando. Se sentindo menos t�mida, mais senhora de sua capacidade de sedu��o.



Ela me mandou um mail no dia seguinte, maravilhada, dizendo que a sensa��o de ter se exibido para um estranho foi o m�ximo e que ela tinha amado. Mandei que ela contasse ao marido cada ordem que eu dava a ela e que dissesse, igualmente, como ela se sentia.



Foram ao todo 9 ordens que dei e todas foram realizadas. Orlando me mandava v�rios e-mails dizendo o quanto estava feliz com a mudan�a da esposa. Que a rela��o deles tinha melhorado imensamente por serem mais sinceros um com o outro. Que ela estava adorando se exibir e que ele a incentivava cada dia mais. Passei a ele, inclusive, alguns endere�os de vendas on line de lingeries mais safadas e outras mais sensuais de algumas lojas que eu conhe�o.



A �ltima tarefa foi nos encontrarmos. Eu, Orlando e Tereza fomos a um bar aqui em S�o Paulo cuja ilumina��o era bem fraca, exatamente como eu queria. Falei para Orlando que eu seria o "namorado" dela e que ele seria um "amigo".



Chegaram ao bar e eu j� estava l�. Quando ela chegou estava linda. Ela � alta (1, 70 ) e estava de salto ficando quase com 1,80. Usava um vestido curto e, como eu mandei, sem calcinha. Quando se aproximou de mim, eu a beijei olhando para ver a rea��o de Orlando. Claro que ele ficou sem gra�a, mas falou comigo com naturalidade. Eu a abracei, como se faz um bom namorado, e fomos nos sentar. Tinha uma banda tocando e de onde est�vamos, pod�amos ver e ser vistos por todos. Falei no ouvido dela que aquela era a noite para ela se tornar uma verdadeira putinha e seu marido o homem mais feliz do mundo.



Quando estavam todos no bar meio altos ( j� passava da meia noite ), eu mandei que ela se sentasse no meu colo para que fic�ssemos nos beijando. Depois de termos dan�ado muito e nos beijado ainda mais, ela se sentou com a maior naturalidade do mundo. Falei no ouvido dela que iria fode-la ali mesmo e ela ficou extremamente assustada. Acalmei-a, dizendo que ningu�m iria reparar.



Mandei que ela abrisse meu ziper e tirasse meu pau para fora, j� completamente duro com o contato com a bunda dela. Falei no ouvido dela para que se levantasse e ficasse dan�ando em minha frente para me dar cobertura enquanto eu colocava a camisinha. Ela se levantou e ficou dan�ando e me olhando. Senti em seus olhos uma express�o de medo e excita��o que me deixou alucinado. Eu fiz um sinal com o dedo para que se virasse de costas para mim e que se sentasse. Ela estava molhad�ssima e veio se encaixando suavemente em meu pau.



Ela respirou fundo e se encaixou completamente. Senti meu pau entrar naquela bucetinha completamente molhada. Ela se sentou com tudo e meu pau entrou at� o talo. Orlando nem prestava aten��o ao que rolava entre n�s pois prestava aten��o à banda.



Para n�o chamar a aten��o, pedi que ela rebolasse na minha pica suavamente. Ela me chamava de louco, que estava amando tudo aquilo e que queria mais. Mandei que ela chamasse o marido e dissesse que eu a estava comendo. Assim que ele viu que era verdade, mandei que ela rebolasse o suficiente para que o casal ao lado ( que estava percebendo o que estava acontecendo ) soubesse que eu estava mesmo fodendo aquela f�mea.



Ela endoidou de vez. Rebolava olhando para o casal e para Orlando, me dizendo no ouvido que estava se sentindo a mais puta de todas as mulheres sendo comida em um lugar aberto. Ela rebolou t�o gostoso que acabei gozando muito forte conseguindo n�o chamar demais a aten��o sobre n�s!



Ela me pediu um guardanapo pois estava com a bucetinha ensopada e muito discretamente se limpou. Ela foi ao banheiro e me aproximei de Orlando. Ele me disse que estava se sentindo o marido mais feliz do mundo, porqu� finalmente sua esposa estava se tornando a puta que ele queria e o que � melhor: Sem necessidade de mentiras ou trai��es!



Nos despedimos como �timos amigos e as vezes recebo e-mails deles dizendo que est�o vivendo um segundo casamento. Muito mais feliz e saud�vel e o que � melhor: com sinceridade!



Aos casais que desejarem se soltar e viver novas sensa��es, fico ao dispor para dar dicas. Meu e-mail � [email protected]



Um abra�o a todos



Amante Paulistano

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