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EU CAROL E SEU TIO ANDR�

Meu nome � franklin e minha esposa carol somos casados a 19 anos eu com 35 anos e ela com 31, ela morena de pernas grossas , bunda grande e boca maravilhosamente carnuda. Eu morria de ciumes dessa beldade at� um dia desses. O que vou contar mudou completamente minha vida, um certo dia resolvemos passar um final de semana da casa de um tio dela um coroa de seus 55 anos, moreno cabelos grisalhos um verdadeiro gal�, sua esposa no entanto uma senhora da mesma idade mas acabada de doen�as depressivas e outra mais, no entanto s� vivia lendo e assistindo televis�o quase sempre deitada.Eles moravam na cidade de Ic� no ceara, uma cidade mas animada para o seu porte. Quando chegamos fomos bem recebidos seu andr� foi atencioso demais com carol e eu ja fiquei com ciumes eu era doente mesmo, mostrou nosso quarto bem confort�vel, como est�vamos cansados tomamos banho e saimos para jantar feito por uma empregada dona Lita, seu Andr� nos convidou para irmos a uma festinha em um clube eu mesmo sem querer ir, tinha que ter um pouco de compreens�o com minha esposa que ficou animada apesar do cansa�o da viagem,n�s ja fomos viajar para relaxar e sair um pouco da rotina. Carol vestiu um vestido que eu n�o conhecia era comportado mas deixava a mostra seus dotes de mulher gostosa, com olhar de ciumento vi seu Andr� olhar pra bunda dela, quase que n�o me controlo. Fomos no carro dele e sentamos os tr�s na frente, quando chegamos na festa muito animada um forr� arretado, n�o gosto das musicas nem de dan�ar s� do movimento de gente, mas Carol dan�a e muito bem e seu tio tamb�m um ezimio dan�ador, ele chamou ela e eu fiquei sem saber o que fazer, ter ciumes porque ela ia dan�ar com seu tio era o fim da noite, ent�o resolvi a contra gosto deixa-los dan�ar e pedi uma bebida e quente um wisky a mema coisa que ele pediu e Carol um martini. Tomado de raiva e virei duas doses uma atras da outra, de repente fiquei olhando eles dan�ando e achei incrivel a desenvoltura de seu Andr� dan�ando como um rapaz e animados, vi ele encostar minha esposa em seu corpo e ela nem se tocava que eu estava olhando, meu deu vontade correr e mandar eles pararem com aquela pouca vergonha, mas notei que eu esta de pau duro e uma coisa estranha estava subindo da minha barrigae me consumindo, me sentei e quando eles voltaram para descan�ar um pouco de repente agarrei Carol e dei um beijo com vol�pia que ela notou e disse eita o que ja esta bebado e repeti e disse tava bom a dan�a, quase n�o param, ela disse ja vem, esperando uma crise de ciumes, antes que ela dissesse algo eu falei, pode irem voc�s formam um belo par, o seu Andr� interveio menina tu dan�as bem, fazia tempo que eu n�o dan�ava assim, ele ja h�brio falou tem muitas coisas que eu n�o fa�o a tempo at� namorar eu ja esqueci. v�o dan�ar eu mandei, seu Andr� falou Franklin eu vou parar eu n�o posso ficar tanto tempo perto de uma mulher nova, bonita e cheirosa assim que eu penso besteira, volteia ficar de pau duro pensando o que o tio de Carol tinha pensado quando estavam dan�ando, ele continuou ja melado mesmo, eu n�o sei o que � tocar uma mulher faz nove anos e voc�s sabem a vida que levo com Auridete.

fim da farra fomos embora e eu fui dirigindo meio sem saber o rumo, quando chegamos em casa seu Andr� dormia dentro do carro e chamamos ele e nada foi trabalho pra n�s dois levarmos ele at� dentro de casa, quando conseguimos chegar na cama eu chamei ele e mandei ele tomar banho, o chuveiro ligou e nada dele sair quando olhei ele estava caido todo molhado, fui pegar e cade eu poder com o homem ai tive que chamar Carol, eu era t�o ciumento mas nessa hora nem pensei nisso, s� depois que colocamos ele na cama � que eu percebi que Carol estava secando um homem nu com mastro mole que dava dois do meu, ela olhou pra mim e riu, meu cora��o bateu forte e meu pau ficou uma pedra, terminamos de cobrir o homem e fomos tomar banho e demos com certeza a melhor trepada s� n�s dois, eu quando estava enfiando nela estava pensando ela olhando para o pau de seu andr�, sem me sentir eu falei voc� ta pensando no pau dele n� safada, ela disse sim meu amor, mas quando estavamos dan�ando que ele encostou em mim tava duro e grande, nessa hora meu corpo tremeu e senti o gozo mais intenso at� aquele momento. Dormimos e acordamos com Dona Auridete dizendo, um homem nesa idade dando trabalho as visitas, e ele falou è mesmo sei que errei vou dsculpar-me ja ja, antes de nos levantarmos olhamos um pra o outro e ficamos em silencio, eu perguntei se ela tinha gostado dessa noite, ela respondeu a melhor de todas, indaguei se queria repetir ela respondeu que todos os dias, n�s sabiamos do que estavamos falando. Saimos do quarto seu Andr� com cara de ressaca, me falou Franklin e minha sobrinha perdoem-me, sei que me excedi na bebida,eu brinquei dizendo e o rio que Carol vai me mostrar e senhor vai conosco para tirar a ressaca, ele relutou mas aceitou ir, na condi��o que n�s n�o deixassemos ele beber. Pegamos cervejas , wisky e gelo e seguimos viagem eu dirigia, s� que caro sacaneou com a gente botou uma sainha molinha e uma blusinha bem molinha e sentou entre n�s a saia subia e mostrava as pernas dela, eu estava estourando de tes�o porque ele deixava sua m�o ro�ar as pernas dela, que notou e olhou pra mim disfar�ando e riu. Antes de chegarmos no a��de eu abri uma latinha para tirar a ressaca e aconselhei ele beber s� uma que passava e depois n�o beberia mais , voc�s ja sabem leitores n�o tomamos s� uma, quando chegamos no a�ude alugamos um barco e fomos passear, de repente Carol come�a a me beijar e seu Andr� falou parem com isso que eu estou come�ando a me lembrar quando eu era gente,e vimos o volume no cal��o que ele usava que tentou disfar�ar mais foi inevitavel, de repente me deu uma coisa na cabe�a que foi inexplicavel, peguei a m�o de carol e coloquei naquela monstruosidade e ela pegou pra valer e ele gemeu. saimos dali pegamos o carro e fomos direto para um Motel numa cidade cinquetna quilometros depois chamada Iguat�, quando chegamos carol foi tomar banho e ficamos conversando e ele me confessou, que quando n�s chegamos em sua casa ele ficou atordoado com a presen�a de Carol ele foi tomar banho e em seguida eu fui, quando retornei, fiquei chocado de tanto tes�o seu Andre chupando a bucetinha de sua sobrinha, e dizendo eu vi ela ontem quando voc� estava tomando banho,eu a vi pelo um buraquinho estrategico que fiz para ver as mulheres das visitas, Carol pegou naquele pau descomunal e colocou na boca, a rola era grande, grossa e cheia de veia, ele dizia chupa minha sobrinha gostosa para pagar as punhetas que bati pensando em voc�, nesse dois dias e digo mais eu n�o estava embriagado, eu fingi para voc�s me pegarem e sabia que seu corninho n�o podia sozinho e voc� iria ajuda-lo, seu Andr� p�s carol de quatro enfiou aquela picona todinha nela, que no inicio pensei que ela n�o aguentaria aquela coisa grande e grossa, mas me enganei ela rebolava e gemia e me pediu um beijo que prontamente atendi, ela gritava e pedia mais, ele deitou de barriga pra cima e ela sentou naquele falo deixando aquele rabinho me convidando ent�o eu coloquei meu pau no cuzinho dela e fizemos uma dupla penetra��o, ela gozava e dizia que estava machucando, fomos parando e ela disse n�o parem, me arromebem seus tarados, seu Andr� gozou na cara dela e eu na sua bunda em seguida, ficamos um pouco deitados e ela adormrceu de leve ent�o seu tio teve a ideia de limparmos ela, que acordou com linguas no cuzinho e buceta, eu chupava onde ele enfiou e ele fez o iverso e ela gozou mais uma vez,Andr� colocou ela de bru�os e meteu mais uma vez ba buceta dela e a beijava e batia uma punheta bem gostosa.Fomos embora e passamos mais tres dias na cidade e todos os dias ele comia ela e eu ficava conversando com dona Auridete, fomos pra casa hoje somos o casal mais feliz do mundo e vamos no meio do anovisitar o eu Andr� novamente

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